Filme com excelente fotografia e figurinos impecáveis. Apela um pouco em cenas comuns buscando exageradamente cenas de efeito que não chegam a se concretizar com o efeito desejado. Filme trás uma dúvida é um suspense de tirar o fôlego porém a interação entre os atores principais peca um pouco na sua composição.o filme termina com um final realmente belo e merece ser visto.
Robert Zemeckis dirige esse bom filme com um elenco ótimo que conta com Brad Pitt e Marion Cottilard! História que mistura amor e suspense! Bacana de se vê.
O filme Aliados, dirigido por Robert Zemeckis, se passa na década de 40, em plena Segunda Guerra Mundial, quando os espiões Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se conhecem e se apaixonam durante uma missão na parte francesa do Marrocos.
O roteiro escrito por Steven Knight se apoia, não só na construção da relação entre Max e Marianne, como também na suspeita que surge entre eles, a partir do momento em que são plantadas na cabeça de Max dúvidas sobre as relações entre Marianne e os alemães, em pleno território inglês.
É a partir deste momento que Aliados ganha em um clima de suspense e, apesar da trama percorrer caminhos bastante previsíveis, você conseguirá se colocar na pele dos conflitos vividos, principalmente, por Max – mesmo com a atuação totalmente inexpressiva por parte de Brad Pitt.
No papel, Aliados é aquele tipo de filme que tinha tudo para dar certo. Afinal, temos por trás das câmeras um roteirista talentoso e um diretor vencedor do Oscar e, estrelando, uma dupla de atores cujas credenciais dispensam apresentações. Entretanto, na prática, Aliados é um filme que não funciona ou impressiona. Uma pena!
Durante a Segunda Guerra Mundial, dois espiões (Brad Pitt e Marion Cotillard) embarcam numa missão para assassinar um embaixador nazista em Casablanca, no Marrocos. Só que eles acabam se apaixonando e se mudam para Londres, para viver uma vida mais pacata. Só que alguns anos depois, uma suspeita surge: Marianne pode ser uma espiã dupla que trabalha para a Alemanha. O premiado diretor Robert Zemeckis traz uma história batida, mas que ainda tem seus atrativos. Além de ser um filme com fotografia belíssima, onde já nos primeiros minutos já chama a atenção pela bela estética, o melhor do filme é a presença de Marion Cotillard. Que atriz incrível! Bela, carismática, e com um talento incrível, já faz alguns anos que esta atriz francesa está no meu rol de atrizes favoritas. Aqui neste filme é impressionante a maneira que seu olhar causa todas as dúvidas possíveis para saber se ela está mentindo ou não em relação às suas atividades. Já Brad Pitt mais parece um boneco de cera. Mas o problema do filme não é Pitt. A questão e que apesar de manter a atenção, o filme acaba se transformando desde uma espionagem bem montada até um romance açucarado e previsível. Mais uma vez o desfecho é desapontador. Outro filme que poderia ser bem melhor do que é. Mas não deixa de ser um bom filme.
Eu gostei do filme, mas sai com a sensação de que poderia ser melhor. O elenco é bom, mas o Brad Pitt está bem tímido. Boa história, mas poderiam ter explorado mais o lado espionagem, o suspense do filme. Resumindo Aliados tem altos e baixos, e com um final que deixa o AMOR como moral da história.
Um excelente filme. Um drama romântico, tendo como tema de fundo a segunda guerra mundial. Bem feito, dirigido, com ótimos cenários e figurinos. Os atores principais são imbatíveis e consagrados, Brad Pitt e Marion Cutillard. Não é um filme de guerra. Trata da vida de dois espiões que se unem contra seguidores de Hitler, se identificam e casam. O drama surge depois, com a suspeita que ela passa informações sigilosas para as tropas de Hitler. Um filme de primeira, não perca.
Numa missão para eliminar um embaixador nazista na cidade de Casablanca, no Marrocos, o espião Max Vatan (Brad Pitt) salta de paraquedas no deserto para encontrar a também espiã Marianne Beausejour (Marion Cotillard). O cenário do filme Aliados (Allied) é o conturbado planeta Terra durante a Segunda Guerra Mundial com os exércitos de Hitler avançando pela Europa e África. Os dois protagonistas acabam se apaixonando um pelo outro e se casam.
Enquanto Max era meticuloso, atento e vigilante, Marianne tinha uma personalidade mais penetrante, uma convincente intérprete no palco da vida que sabia como jogar com palavras e sentimentos para atingir seus fins. Ambos dotados de grande frieza para atender os alvos visados, hábeis para encobrir suas reais intenções vivendo a falsidade como se fosse verdadeira. Max é objetivo e direto, Marianne tece um mundo fantasioso. Max pensa em ter uma forma de vida mais simples, afastada da bruteza quando a guerra terminar. Mas no século 21, de novo estamos diante da aspereza e falta de amor, os elementos que condicionaram a eclosão da guerra parecem estar despertando com nova cara. Não há mais nacionalismos. O comunismo, como era esperado, não poderia prosperar. Hoje predomina a ânsia por acúmulo de dinheiro e poder, mas as jogadas sujas poderão conduzir novamente na direção do abismo dos horrores das guerras.
Tinha potencial para ser melhor, pois tem dois grandes atores de protagonistas, mas tem a primeira trama muito lenta e a outra trama muito mal contada no final, mas é bem ambientada para um filme de espiões de guerra.
Ambientado em algum momento da segunda guerra, ALIADOS tem como premissa e ideia de dois experientes espiões interpretados por Brad Pitt e Marion Cotillard, respectivamente Max Vatan e Marianne Beausejour, em uma missão na cidade de Casablanca, Marrocos. Bem sucedidos no objetivo, eles decidem voltar a Londres e se casam, porém, pouco tempo depois Marianne é acusada de espionagem a favor dos alemães, deixando a vida do casal em complicações severas, pois Max passa a investir tempo precioso para descobrir as motivações reais de tal acusação.
Pitt e Cotillard estão perfeitos em seu papéis, mantendo um entrosamento com personalidades opostas, partindo da mulher sempre detalhista e carismática; ao homem sério, sisudo e de poucas palavras, mas não menos competente. A produção comandada pelo experiente Robert Zemeckis brilha muito em aspectos técnicos como figurino e fotografia, sendo um deleite que remete a gloriosos filmes de época. Apesar da pompa de grande produção, peca com alguns estranhos deslizes quando faz uso do chromakey, mas não é um indicador final de qualidade, mantendo o filme como um bom passatempo.
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