filme sensacional, história emocionante e envolvente com um final surpreendente e fantástico,espero ansiosamente pelo próximo e que seja tão bom quanto ou se possível,melhor que esse.
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme. Há, obviamente, boas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira, com o coração na boca e talvez boquiaberto. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um ótimo suspense entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas. Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists. Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Algumas, obviamente, exigiram muita criatividade dos roteiristas e designers. Outras eles pegaram emprestadas de antigas lendas do Extremo Oriente. No entanto, entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018. Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Como nos filmes baseados na obra literária da autora há, de um lado, um onda autoritário emergindo, que representa uma minoria privilegiada que quer mais poder – e quer conquistá-lo a qualquer custo. Do outro lado um grupo mais diverso se apresenta para lutar pelo bem tanto da maioria quanto das minorias – mesmo que isso implique algum sacrifício pessoal. Por enquanto só posso dizer: saudades do Lord Voldemort e da Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda? Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um ótimo filme. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas. Claro que se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços. E, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
Já assisti e amei todos os filmes de Harry Potter. O primeiro filme da trilogia é bom mas esse filme posso ter a total certeza é o pior filme que já assisti na vida.
Li todos os livros do Harry Potter e assisti todos os filmes. Minha reação quando o filme acabou foi: "Que po**a foi essa que a J. K. Rowling fez?" Quebrou todo o universo HP e foi bem confusa e relaxada quanto a cronologia dos acontecimentos. Praticamente nada 'bateu'. Quem não conhece o universo HP pode até gostar do filme, pois tem uns efeitos legais e tal. Mas, para quem cresceu lendo e acompanhando a saga toda, é um filme que deixa a desejar.
O filme é muito divertido, porém, é mais voltado aos fãs do que as pessoas que querem começar a assistir a franquia, a conexão entre os personagens é muito bem feita, a cena final é empolgante, e você sai da sala se perguntado "como tal coisa foi acontecer?" Vale apena assistir no cinema, o 3D é incrível!
Adorei o filme. Muito ligado á série de filmes do Harry Potter e nele você descobre coisas sobre alguns dos personagens do filme. Aconselho a ver os filmes do Harry Potter e o primeiro: Animais Fantásticos e Onde Habitam. Assim você terá uma ideia melhor do que acontece no filme.
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