A Grande Aposta
Média
4,1
1343 notas

80 Críticas do usuário

5
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Lu D.
Lu D.

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0,5
Enviada em 22 de janeiro de 2016
A historia é genial, mas o filme tem uma pessima dinamica!!! pra quem mora no Brasil, ele tinha que vir com manual de instrução antes de assistir. Ele é praticamente um documentário sobre o começo da crise. A gente aqui no Brasil não acompanhou exatamente o que aconteceu, então fica perdido mesmo.
Eu não gostei, apesar do grande elenco.
Achei uma tortura.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
O filme traz para a telona o livro de Michael Lewis, The Big Short: Inside the Doomsday Machine (publicado no Brasil como A Jogada do Século), a respeito da crise financeira iniciada nos Estados Unidos em 2008, derramando-se por todo o mundo, com efeitos que ainda perduram e provocam perplexidade, além de muito choro e ranger de dentes.
Se a intenção do filme foi ser didático (o que às vezes parece), foi mal, mesmo com as cenas da pirâmide de tocos de madeira representando títulos de dívida de acordo com as classificações de risco (que rui) e da beldade na banheira explicando o que é merda no mercado financeiro (Margot Robbie). Ninguém, leigo em Economia ou autodidata em finanças, sai da sala entendendo os meandros da crise financeira, a não ser no seu aspecto de fruto de muita sacanagem: gente procurando ganhar dinheiro a rodo, com pouco trabalho e muita esperteza, às custas de quem sua a camisa para viver, no máximo, no padrão de classe média, nem sempre americana. Inside job (Trabalho interno, na versão brasileira), de 2010 (direção de Charles H. Ferguson), é mais denso em informações e “mais explicadinho”, além de explorar a o alastramento da crise mundo afora. Aliás, é recomendável vê-lo antes de A grande aposta: complementam-se, de algum modo.
O mais interessante da trama que costura o filme é o confronto de modos de ver e se posicionar diante de situações que impõem dilemas morais severos. A grande questão é saber até que ponto é possível e admissível ganhar dinheiro trapaceando. Tendo o mercado financeiro e imobiliário americanos se transformado num verdadeiro cassino, com os títulos poderes (subprimes) se transformado em alicerces de jogadas arriscadas e malandras, escondidas em produtos “criativos”, vendidos pelos bancos e seguradoras, sem limites nem cuidados, os investidores, aplicadores, corretores, banqueiros, e suas organizações e entidades, passaram a atuar como especuladores sem qualquer noção de responsabilidade e consequência. E os crédulos “trouxas” – gente em busca de financiamento para casa própria, algumas pessoas que aproveitavam as facilidades creditícias para viver acima de suas posses, gestores de fundos de pensão procurando garantir seus beneficiários na aposentadoria etc. – sendo levados de roldão, descobrindo o logro só depois de Inês já morta.
O Dr. Michael Burry (Christian Bale) personifica o sujeito lógico que, quase desprovido de habilidades de relacionamento humano, altamente envolvido com a matemática – um “cabeça de planilha” quase autista – percebe que o sistema vai quebrar. Aposta tudo nisso, amarga a descrença e a pressão por um tempo; e termina ganhando. A mensagem: lógico que não poderia dar certo, era tudo como uma dessas “pirâmides financeiras”, em que o último a embarcar perde tudo o que pôs (na busca pueril de multiplicação espetacular, rápida e fácil da riqueza), porque os primeiros levaram tudo embora antes.
Já Mark Baum (Steve Carell) representa o apostador com escrúpulos, pelo menos um mínimo (vivendo por isso altamente estressado, o tempo todo, consciência pesada). Recusa-se até o final a crer que a trapaça se alastrara até o último poro do sistema. Só vende seus papéis depois de remoer até o osso a culpa por estar ganhando às custas do desastre para muita gente. A mensagem: “Caramba! Não acredito que vocês todos foram tão longe”. Chega a dialogar asperamente com uma técnica de agência de avaliação de crédito que, ao fim, lhe diz: “Olha, se eu não dou triplo A para todos os títulos que aparecem por aqui, a agência concorrente, ali na esquina o faz. Você quer o quê?”
No contraponto a Mark, dois garotos aventureiros em busca de fermento para seus bolinhos de dólares (típicos de Wall Street) - Charlie Geller (John Magaro) e Jamie Shipley (Finn Wittrock), agindo nos interstícios do sistema: não estão nem aí para o que acontece fora de seus bolsos quando arriscam seus caraminguás. Quando ganham alto, dançam feito crianças, na rua, terminando admoestados por quem os estava ajudando, Ben Rickert (Brad Pitt): “Por acaso estão felizes por ganhar, enquanto milhões estão perdendo seus empregos e seus lares?” (Valeu, Brad, ou melhor, Ben, mas você voltou do mato por quê, depois de ter fugido desse mundo selvagem das operações bancárias e financeiras?).
Infelizmente, o filme ainda não acabou... embora os dilemas morais estejam, já, aparentemente, esquecidos, outra vez...
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de janeiro de 2016
Vemos aqui em detalhes como foi a crise imobiliária de 2008 nos EUA. O filme mostra que os grandes bancos e seus corretores estão se lixando para o povo, o que vale mesmo é a situação que possa render maior lucro, independentemente de quem pague o pato, que pode ser o cidadão ou mesmo o país. O filme é tão didático que muitas vezes um calculadora do lado ajudaria bastante. Destaco as atuações de Christian Bale, Ryan Gosling, Brad Pitt e Steve Carell.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2016
Filmaço. É simplesmente sensacional.
Estudem operar vendido.
Steve Carell mais uma vez deu um show de interpretação. Christian Bale também mitou.

A trilha sonora é fantástica.

O melhor filme sobre o crash de 2008!
Não deixem de assistir.
Para quem faz parte ou gosta de mercado financeiro é mandatário conferir.
Mislene R.
Mislene R.

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de janeiro de 2016
primeira vez na vida que durmo dentro de um cinema...amo drama..mais esse foi sem falar o pior filme que vi...
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2016
É um grande e histórico filme, muito interessante para quem estuda ou está nesse mercado de títulos e valores. Em um certo momento do filme eles tentam explicar o que estava acontecendo com o mercado financeiro. O país se transformara em um grande cassino, onde todos jogavam a favor de uma pirâmide, sem olhar os riscos. É claro que depois da grande quebradeira do sistema bancário americano, iriam aparecer histórias de quem se deu bem, apostando contra o sistema. O filme é isso, quatro histórias que se inter-relacionam de empresas e negociantes da bolsa, que despertam para o grande risco que eram as hipotecas subprimes, baseadas em transações imobiliárias. Muito bem dirigido e com um elenco de primeiríssima qualidade Christian Bale, como Michael Burry, perfeito; Steve Carell, como Mark Baum; Ryan Gosling, como Jared Vennett e Brad Pitt, com um papel secundário, como Ben Rickert. Não vejo chance de receber o Oscar como melhor filme. Já Cristian Bale, como Ator coadjuvante, sim. Vale a pena.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 18 de janeiro de 2016
Filme que tenta a todo momento explicar o vocabulário técnico de Wall Street. O ritmo do filme é ágil e construído em cima da iminente crise de fundos imobiliários Norte Americana. Não empolga e nem inova, sendo mais uma modinha aplaudida por aqueles que querem ser do contra, mostrar que é culto ou puxar saco de filme que concorre ao Oscar! Olhar para um quadro branco e dizer que é arte é moda hoje em dia... Não percam seu tempo vendo esse filme se você não é um fanático por bolsa de valores ou um mestrando em economia!
Stella V.
Stella V.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2016
Filme muito bom, demonstra de forma irônica - até interativa, por conta do diálogo direto entre o personagem de Gosling com o telespectador - a realidade encontrada na economia durante três anos antes da crise econômica de 2008. É um filme inteligente, com sacadas muito boas que chegam até a ser nonsense algumas vezes. Enfim, ótimo trabalho, ótimo filme. Roteiro bem estruturado e fotografia exemplar. Simplesmente sensacional.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2016
Um filme baseado em fatos reais descritos no livro 'The Big Short: Inside the Doomsday Machine' (de Michael Lewis), relacionados à crise financeira global que teve inicio entre 2007 e 2008. Apesar de ter um roteiro interessante e com a boa atuação de atores famosos (Brad Pitt, Christian Bale e Steve Carell), o público poderá ter dificuldades para entender o enredo, já que boa parte dos diálogos apresentam termos técnicos da área financeira. Entretanto, esses termos são explicados de uma maneira bem humorada no decorrer da história.
Marco C.
Marco C.

9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2016
O melhor do filme é entender melhor a crise de 2008, mas, apesar dos ótimos atores, o filme se arrasta para o final já esperado numa direção estilo câmera displicente de documentário que não funciona e torna o filme muito cansativo!
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