A Grande Aposta é assustador e genial. Apesar de tratar de um assunto sério, a crise imobiliária nos EUA em 2008, o diretor, Adam McKay, consegue trazer humor acido, mas acessível, para um tema complicado. Sua genialidade resite aí, em como ele conseguiu ilustrar toda a complexidade de um roteiro espirituoso. Com uma edição ágil, fui sendo levado numa toada crescente de terror e empolgação, me identificando tanto com os personagens de Christian Bale e Steve Carell, até me ver triste, assim como eles. Não muito diferente da crise que estamos passando por aqui neste momento. Curiosidade. Acabou de receber 5 indicações ao Oscar. Melhor Filme, Diretor, Ator Coadjuvante para Christian Bale, Roteiro Adaptado e Edição. Outra Curiosidade. Com indicações tão importante o filme deve ter uma significativa melhora em sua bilheteria nos EUA e mundial. Nota do público: 8.0 (IMDB) Nota dos críticos: 88%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $43 milhões* Mundo - $54 milhões* * e contando Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Um bom filme, com um tema focado em economia, wall street. E por sinal é bem detalhado, acaba que fica confuso em olhos leigos assim como eu não entende muito sobre economia, porém ao longo do filme vai fluindo bem. Com bons atores no elenco, não achei que teve um bom aproveitamento, mas os que foram explorados no filme não deixam a desejar.
Nada a reclamar. Ótimo filme, bom enredo e roteiro, a continuidade e pesquisa sobre o assunto. Um verdadeiro raio-x da crise imobiliária que gerou o crash de 2008 no mundo todo, do qual ainda nã se recuperou por completo. Acabei de sair da sala de cinema. Recomendo assistir!
"A verdade é que nem poesia.....e a maioria das pessoas odeiam poesias!", uma bela frase, mesmo que eu não me encaixe nela, pois gosto de poesias e suas rimas. Tal proposição é devido a ignorância das pessoas em certos assuntos e um deles é o dinheiro. Se de certo que hoje ganhamos certa quantia, no "amanhã" de certo será! Mesmo? Não tenho tanta certeza nisso..... Não é à toa que várias pessoas estão enforcadas em dívidas e mais dívidas, pois sempre acreditaram ou acreditam no futuro incerto financeiro. Toda crise traz desempregos e assim seus tostões, uma hora certo, hoje faltam. Porém, quem é atento e não teme "as poesias" da vida, pode prever uma possível e certa dificuldade adiante e se blindar ou até mesmo apostar contra! E foi o que aconteceu na bolha imobiliária dos EUA que teve impacto mundial, três grupos distintos se precaveram e enquanto diversos seres humanos perdiam tudo, eles ficaram milionários! E esta história que o diretor Adam McKay adapta do livro de Michael Lewis (The Big Short: Inside the Doomsday Machine e no Brasil A Jogada do Século) para as telonas do cinema. Resultado? Oscar de melhor roteiro adaptado! E com certeza mereceu. Divertido, sarcástico, boa trilha sonora e excelentes atuações (principalmente para o ator Christian Bale, que perfeição! Também, ele é o Batman.....) fazem deste filme uma boa escolha para se entreter e talvez entender um pouco como o mercado financeiro (nadabonzinho) funciona. Esta certo que eu tive que apertar o "pause", depois o "rew" e depois o "play" para entender o que estava acontecendo (e olha que sou do ramo bancário.....), mas não é algo que prejudique muito, só fazer o trio "pause" + "rew" + "play" que tudo dá certo. E de fato, seria bom aprender um pouco sobre finanças, uma vez que, assim como o personagem de Bale descobriu que tal acontecimento já era parte do passado e ocorreu novamente, é uma grande aposta que acontecerá mais uma vez...
The Big Short encara a crise de 2008 do ponto de vista dos investidores que viram a falha sistêmica na economia americana e, contra tudo e contra todos, resolveram apostar. Essa descrição está perfeitamente acurada, quase uma sinopse, mas não consegue sequer arranhar a superfície de um filme que possui em sua estrutura não apenas o drama pessoal de cada uma dessas pessoas e não apenas a descrição simples e bem-humorada do economês necessário para entendê-lo, mas também a angustiante visão global do trabalho de Adam McKay, que ultrapassa o limite de um ótimo filme e passa a realizar uma das melhores e mais completas e ácidas críticas ao capitalismo de Estado.
Ótimo, bem acima das expectativas, para um filme tão hollywoodiano. Christian Bale, um dos melhores atores do mundo, protagoniza uma aula de história e economia com excelentes pitadas de ironia – lembrando um pouco “Super Size Me” – dirigida à estupidez do americano típico, para além de seu “nível social”. A fanfarronice fálica dos americanos é levada às raias do patético. Steve Carell está magistral em sua atuação. Merecia o Oscar de Melhor Filme.
Um dos piores filmes que já assisti. Aliás,parece mais um documentário econômico (cujo fim é conhecido por todo mundo: A crise do subprime dos EUA, em 2008).
A película é carregado de termos bancários. Quem não conhece o mínimo de investimentos e economia, não vai entender nada. Decididamente não foi feito para brasileiros.
Se você não sabe o que é Classificação e grau de investimento, desconhece as atribuições das instituições Fitch Ratings, Standard & Poor's e Moody's, e nem imagina o que significa as notas de créditos A-, A, A+, AA-, AA, AA+, AAA, B-, B, B+, BB-, BB, BB+, recomendo fortemente que você fuja desse filme.
A Grande Aposta, é o tipo do filme que na época daquele escândalo imobiliário,eu imaginei que poderia fazer um filme sobre tal episódio.O filme é bem inteligente nos diálogos,embora com boas atuações do Carell.Não diverte e nem empolga,para quem não é do ramo economês o que muitos momentos me fez abandoná-lo.
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