À Espera de um Milagre
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Antonio A.
Antonio A.

23 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de novembro de 2014
Eita filme bom da zorra! Inspirador, com feras que nos deixam fixados na tela! Sempre bom assistir de novo!
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2014
Fui assistir Á ESPERA DE UM MILAGRE

Depois de tantas recomendações para assistir esse filme, e também, creio que já vai para mais de 7 anos que um amigo já tinha me recomendado e, por fim, depois de tanta gente falar desse filme, num comentário em sala de aula, minha professora da inglês disse que se eu assistisse tal filme, talvez eu iria me surpreender com muitas coisas. Bem, ACABEI CEDENDO e fui assistir.

O filme é “pesadinho” hem galera. Então, certamente esse texto estará CARREGADO emocionalmente também. Logo, na boa? Não lê não. Pode ser? Tu tem tanta coisa pra fazer na internet, né? Pra quê ler isso? Vai pro twitter, vai, sei lá, assistir arquivo confidencial do Faustão. O que não falta É UM MONTÃO DE COISAS PRA TU FAZER para desistir de ler esse texto.

Na boa, eu to dando mais um tempinho aqui antes de começar SÓ PRA TU CAIR FORA MESMO, simples assim, sair daqui, vazar, abrir outro link, procurar no youtube vídeos legais, saca?

Ah, outra coisa pra tu vazar: O TEXTO ÉH LONGO VEIO. Lê não. Pode ser?

Quer que desenhe?

Precisa ler não.

Ah, pra ajudar você a CAIR FORA DAQUI, o texto todo terá SPOILER, ok? Ou seja, mais um motivo pra você NÃO LER. Olha que legal? Qual escritor, crítico, dono de blog, te dá uma chance dessa de você NÃO LER O QUE ELE IRÁ ESCREVER? Pow veio, TÔ TE DANDO CHANCES. Cai fora.

Bom, repetindo: TEM SPOILER, ok?

TEM MUUUUUUITOS SPOILER.

Pois bem, isto dito, vamos ao filme.

O filme tem uma carga emocional bem forte, na verdade, parece que ele pega coisas BEM SIMPLES e as coloca como BEM PESADAS. É difícil fazer isso, viu? O filme conseguiu emocionar-me muito.

Começando a ler esse texto aqui, você certamente irá achar babaquice da minha parte falar isso, mas a parte que eu chorei, foi quando o inocente, pede um purê de batata.

Aí você me pergunta:

“- Que isso cara? Vai chorar só por terem feito um pedido de um purê de batata?”

Foi o que eu falei inicialmente: O FILME PEGA COISAS SIMPLES E AS CARREGA EMOCIONALMENTE. Ou seja, em quais momentos uma pessoa se emocionaria ao ver um pedido de um purê de batata?

Pois é, esse filme conseguiu fazer isso.

O legal do filme também, é trazer significados para coisas que nós não sabemos lidar direito na vida, como por exemplo, A MORTE.

Já notou que quando as pessoas morrem, geralmente nós não falamos direto tais termos? Nós criamos expressões como “bateu as botas” ou ainda “passou dessa para melhor”. O filme mostra uma cadeira elétrica, e para não falar “cadeira elétrica” os seguranças criaram o termo “Faísca velha”. Era um modo de dar outros significados para coisas que dão medo ou que não sabemos para que existem. Outro termo que o filme cita também é que se uma pessoa está ali, ela é “Um morto andando”, ou seja, é uma pessoa que está para morrer. Sendo que, na minha simples opinião, se eu falar assim, desse último exemplo dado, para mim, e exclusivamente para mim, e tão somente para mim, não vi aliviar ou melhorar a “sensação” de que a pessoa está para morrer. Mas o filme, faz assim. Respeitemos, ok?

Cara, uma coisa que achei impressionante no filme também, foi que ele(o filme) desperta na gente, instintos aos quais, nós nem sabíamos que tínhamos. Creio que a carga emocional É TÃO TENSA e tão PESADA que ele liga um dispositivo NA SUA CACHOLA que te faz até entender coisas que VOCÊ ACHAVA que não sabia, mas na verdade, você sabe, só não foi experimentado ainda.

Ficou confuso a explicação? Acho que dei volta pacarai, né? Vou dar um exemplo CLARO pra você entender:

No filme, uma pessoa inocente é presa. Esse inocente tem “dons”, lá pra frente eu te conto que “dons” são esses, valeu? Mas esses “dons” traduzem que ele é uma criatura especial e, por isso, o guarda(ator principal ou coadjuvante - depende do ângulo que você interpretar aí dentro de você) tenta pegar o processo E LER TODINHO PRA SABER O QUE ESSE INOCENTE FEZ DE ERRADO. Aí é que entra o que eu te falei, LÁ EM CIMA no texto, que o fator emocional do filme despertou em você algo que você não tinha experimentado ainda. O filme me faz ficar tão triste e tão preocupado que no momento que o guarda abre o processo e a câmera começa a correr as folhas para que possamos ler, FOI ASSUSTADOR NOTAR A MINHA CAPACIDADE DE LER INGLÊS, poooooouts. Cara, eu nem notei, mas sem querer, EU LÍ O TEXTO TODO. Deu pra entender?

Acho que quando a pessoa está emocionalmente volátil, inconstante, volúvel, ou com os sentimentos meio que se desintegralizando, creio que novos instintos surgem sem nem sabermos.

O filme coloca 3 questões que me levaram a pensar.

1° - O que faz uma pessoa a ter uma infecção urinária E NÃO IR SE TRATAR COM O MÉDICO? É estranha e até mesmo PREOCUPANTE notar um personagem de um roteiro de um filme indo trabalhar com febre, com dor, com limitações diversas e nem ir se tratar. Achei estranha, pois se o sentido que o filme queria dar é tão somente PARA A CURA, por quais motivos gerar tantas coisas e tantos obstáculos para ir ao médico? Num comentário, o ator fala de “passar mal” com os remédios. Bem, estamos falando do passado, né? Vai ver que os remédios não eram tão desenvolvidos assim, embora já existia RAIO-X, ou seja, já tinha algum avanço na medicina.

2° - Uma segunda coisa que o filme me levou a pensar é se uma pessoa nasce ruim ou não. Existe mesmo isso? Um nasce bom, a outra nasce ruim. É assim? Meramente uma pessoa pode nascer com má índole? O filme te faz pensar nisso O TEMPO TODO. Sei lá, eu vim de uma criação evangélica, ou seja, não existe aquele ditado “pau que nasce torto, morre torto”. Já o filme tenta te empurrar essa idéia.

3° - Uma terceira coisa que o filme te pergunta é: EXISTE CÉU? Bom, fica aí essa pergunta pra vocês pensarem.

Eu tinha prometido que iria falar dos “dons” do preso inocente, né? Pois é, o cara consegue retirar as dores que uma pessoa tem, e mais, o cara consegue SENTIR A OUTRA PESSOA. Se você for uma pessoa boa, ele sente. Na verdade, acho que O PRÓPRIO FILME faz você ter esses dons também. Sei lá, você ao ver o filme, fica meio sensitivo.

Existe um momento no filme bem legal. Um rato aparece, e como é costume de muitas pessoas, o rato ao aparecer, provoca um instinto de querer RETIRÁ-LO do lugar, ou seja, ninguém quer ficar num lugar com um rato, não é? Pois é, só que esse rato, meio que chamou a atenção desse inocente com dons. O rato começou a ter habilidades engraçadas…kkkkkk, foi bem divertido esse rato.

Sabe, antes de assistir esse filme, eu , um dia antes, fui assistir no cinema, MAGIA AO LUAR. Ainda não fiz a crítica desse filme, mas tipo, ele também tenta nos colocar para pensar se existe Deus ou se não existe. Tenta nos fazer pensar se existe uma força que desconhecemos, faz você repensar nas suas verdades e também nas suas mentiras. Existe isso? Estamos aqui na terra sozinhos?

Bom, termino esse texto, relembrando que chorei num momento que o inocente que tem dons pede um purê de batata, se lembra? Pois é, é que simplesmente, SERIA O ÚLTIMO PURÊ DE BATATA QUE AQUELE INOCENTE IRIA COMER antes de sua morte.

Bom, termino qui, e se você não gostou dessa crítica, irei usar a frase que o inocente com dons usou antes de ser morto:

“Desculpe por ser quem eu sou”.
Leonardo L.
Leonardo L.

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4,5
Enviada em 28 de dezembro de 2017
Uma obra cinematográfica com atuações magistrais da maioria dos atores, uma história emocionante e rico em cultura e história americana.
andreluizgf
andreluizgf

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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Para mim um dos melhores filmes de todos os tempos. Uma história excelente, com um toque de fantasia suficiente para torná-la mágica. Atuações fantásticas, fotografia, som, direção... Você vê quando está diante de uma boa história quando realmente se importa com os personagens. E mais, no filme você simpatiza com um camundongo, e torce por ele! Foi um crime não ter vencido nenhum Oscar em 2000. Tudo bem que o maior vencedor foi Beleza Americana, um fimaço. Mas convenhamos, pelo menos o de melhor roteiro adaptado deveria ter levado.
Claudemir Serafim
Claudemir Serafim

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4,0
Enviada em 24 de dezembro de 2013
Um filme muito bom, não tem como não se emocionar.
alvingalo
alvingalo

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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Eu achei o filme excepcional! E após tê-lo assistido, li o livro, e descobri que, como na imensa maioria das vezes, o livro é muito melhor que o filme, portanto, recomendo ambos para todas as pessoas! Emocionante! Não havia forma melhor de eternizar um clássico do melhor escritor de todos os tempos, o gênio Stephen King.
Érick Nascimento
Érick Nascimento

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4,5
Enviada em 28 de maio de 2019
Me lembro quando era criança e assisti esse filme com meu pai. Fiquei chocado por completo com essa obra, é um clássico da década de 90 que todos deveriam ver.
Aylon  D.
Aylon D.

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4,5
Enviada em 16 de maio de 2012
Ótimo filme. Mesmo com 3 horas de filme, não enjoa e continua bom. Adorei o Mrs. Jingles, o Tom Hanks e tudo, filme muito bom.
Rodrigo  S.
Rodrigo S.

5 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de abril de 2018
O que dizer desse clássico que o cinema presenciou, "À Espera de um Milagre", sempre foi um filme que me chamou a atenção e hoje resolvi acompanhar e me surpreendi do início ao fim. Paul é chefe da guarda de um corredor da morte, durante a Grande Depressão em 1935, ele sofre uma terrível infecção de urina a qual no decorrer do longa só piora e é aí que chega um novo prisioneiro negro John Coffey que foi condenado por matar duas meninas brancas, então começa o drama de Paul que no ápice de seu problema é surpreendido por John que o cura de sua doença na hora, no decorrer do filme vários outros milagres são realizados por John, fazendo com que Paul não acredite que John seria capaz de fazer mal à alguém, No desenrolar da história John revela à Paul quem foi o responsável pelo brutal assassinato, trazendo ainda mais angústia ao telespectador, por ser condenado injustamente. Tenso, realístico, cativante, reflexivo e emocionante. À Espera de um Milagre é uma obra-prima inquestionável, muito bem dirigido por Frank Darabont, e excepcionalmente conduzido por Tom Hanks e Michael Clarke Duncan. Merecendo 4 indicações ao Oscar incluindo de Melhor Filme. Sensacional!!!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 7 de julho de 2015
Apesar de este filme ter passado várias e várias vezes na televisão, apenas agora fui assistir ele pra valer. E valeu a pena! O filme é ótimo, uma ótima adaptação do livro de Stephen King, não há dúvidas, boas atuações, e um início e final de filme que se conectam muito bem ao desenvolvimento da trana (que é a narração de uma história ocorrida em 1935). O título do filme ("The Green Mile") condiz com uma ótima metáfora do filme, digo isso por também representar a "Green Mile" do próprio Paul Edgecomb (Tom Hanks). Nada mais a se dizer (até para não estragar), é um filme que apenas deve se apreciar suas boas horas de duração.
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