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Xico
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23 críticas
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2,0
Enviada em 15 de janeiro de 2016
O filme realmente trás uma incrível referência ao nordeste, costumes, hábitos e bois! Mas ficou faltando o Neon do Boi. A história do vaqueiro que quer ser estilista não acontece, falta criatividade no desenvolvimento do personagem principal, é mostrado pouquíssimas vezes ele se inspirando ou criando algo na área que deseja, correndo atrás do seu sonho ou até mesmo algum preconceito pelo seu gosto tão diferenciado numa região bastante atrasada que é exibida no filme. Os demais personagens do filme poderiam não estar ali que não fariam falta. Vinicius de Oliveira, por exemplo, está ali para que? Qual a falta que o seu personagem faria? E o mais incrível é o apelo "sensual" do filme, que termina mostrando a comentada cena da "ereção" do vaqueiro, transando com uma mulher grávida (?!) que também não tem função. Saudades de Central do Brasil...
Achei o filme regular..Começa o filme e o espectador fica esperando a história se desenvolver, ago que não acontece. A fotografia é muito legal, a trilha sonora não é muito boa. Vale a pena assisti, mas não espere grandes coisas!!
O filme tem um tema interessante entre um sertanejo boiadeiro que tem a sensibilidade de ser estilista e também a mulher frágil que é motorista de caminhão, mas o filme é arrastado, não desenvolve o tema e se torna um tanto quanto monótono, mesmo com a grande atuação do excelente Juliano Cazqrré. Cenas de sexo muito bem feitas e calientes.
Protelei demais para ver BOI NEON (2015). Foi bom, distanciei-me das críticas altamente positivas que o filme recebeu. Em vez do grande filme, é um grande filme chato. Os atores estão excelentes, a fotografia também e a premissa é das mais interessantes: um vaqueiro que sonha em trabalhar no polo de moda do Agreste como estilista. As gratas subversões pululam aqui e ali: o macho que desenha roupas, sua colega de trabalho que é mecânica e motorista, um novo trabalhador que chega ao grupo e mantém aparelho nos dentes por que acha 'massa' e faz chapinha nos longos cabelos, enquanto a motorista orgulha-se de seu cabelo cacheado. Mas, cenas longamente contemplativas e descontinuidade entre elas mostram o quão carente o cinema brasileiro ainda está. Pontos para nossos colegas chilenos e argentinos que continuam fazendo filmes vibrantes, que atingem o espectador de forma abrangente e lucrativa.
Um road movie que mostra o mundo dos rodeios de vaquejada pelo Nordeste onde um grupo leva os bois para participar dos eventos. Papéis invertidos, onde um dos que cuidam dos bois gosta de vestir e inventar modelos de vestidos, com o sonho de ser estilista e a mulher que faz o papel de macho dirigindo e consertando o caminhão pelas estradas sem fim e áridas da região Nordeste. Lento e com planos que se alongam sem fim, poucas questões de conflito, mas que dá uma visão realista daquele mundo onde o silêncio impera e dá uma noção da falta de comunicação entre pessoas que tem um horizonte engessado pela falta de perspectivas. Dentro do panorama do atual cinema brasileiro onde imperam as comédias rasteiras vale esta visão de um universo inédito nas telas e bem retratado.
O filme tem potencial..., mas não acontece. A paisagem típica empolga, mas a história... foi esquecida em algum canto. As cenas de spoiler: maus tratos com a boiada já nos fazem franzir a testa, causando um desconforto sem propósito, pois não são nada necessárias ao filme. Ver o Cazarré masturbando um cavalo ou tomando banho pelado junto a outros tantos peões pode até agradar alguns, mas ajuda quem já não estava gostando do filme a soltar um "pqp! Que m. eu fui ver!". Ainda deixa a gente com cara de besta quando vê o cabeludo transar com a caminhoneira quando achávamos que ele era baitola, assim como o protagonista (suspeito, mas não por costurar) transando com a grávida em cima da mesa de cortar roupa... Eu jurava que ele não era chegado na coisa, haha! Mas é isso só o que acontece no filme... Pra quem tem fetiche com mulheres grávidas, vale por essa cena..., mas é muito perder uma hora e quarenta para admirar esse momento. . É quase um BBB da vida rural onde o que se tem pra fazer é encher linguiça... Quem gostar do filme, talvez seja por causa da calabresa do Cazarré, porque pra mim, nem a ótima grávida em performance sexual, que foi a melhor cena do filme, salvou a lavoura... Pule e escolha outro!
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