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Um visitante
3,0
Enviada em 28 de maio de 2020
Uma divertidinha mentira ''baseada'' em fatos ( quase ) reais. Tom Cruise, apesar de não ter absolutamente nada ver com a figura real que interpreta, dá seu show de carisma habitual, carrega o filme nas costas, e compensa o fraco elenco coadjuvante ( o cara que fez o Escobar, que porra era aquela? ). Enfim, se você está esperando uma cinebiografia pura, linear, e fiel aos fatos, vai se decepcionar muito. American Maid não é um thriller policial, drama criminal, ou sequer um filme de ação, é uma comédia deslavada com apenas toques dos gêneros que mencionei. E na maior parte do tempo, isto fica longe de ser um problema, mas em momentos cruciais da trama ''semi-ficcional'', pode atrapalhar muito. Enfim, não assista esperando nada de espetacular, e então você pode curtir. Tem problemas, mas ainda sim, é um entretenimento informativo.
O filme é bom, tem um rítimo agradavel que faz com que suas 2 horas passem rápido, apesar de não ser nada memorável. Feito na América é um filme até envolvente, já que sua história é basada em fatos reias e em questões de retratar essa realidade o filme se sai bem.
Baseado na história real de Barry Seal (Tom Cruise), piloto da empresa Trans World Airlines, que em determinado momento é recrutado pela CIA para trabalho de campo.. O filme é ambientado entre o final da década de 70 e início da de 80.
Com um ritmo frenético, muita ação e diálogos muitas vezes expositivos, a cinebiografia se desenvolve nesse compasso durante quase duas horas. A trilha por vezes dita esse ritmo ao mesmo tempo que resgata parte do que era hit na época.
Tom Cruise é o personagem central do filme. Aparece praticamente em todas as cenas, inclusive como narrador da história. A presença constante é tamanha que abafa todos os demais personagens que poderiam ter sido melhor explorados. Apesar de o diretor ter amarrado muito bem a trama, sendo didático para fluidez da narrativa e entendimento do público, a superficialidade não dá substância ao trabalho que torna-se meramente divertido.
Com o uso de uma paleta esverdeada e mostarda, o ambiente de guerra e drogas traz a sensação de hostilidade e palidez. Quando cores destoantes aparecem, então nas vestes de Seal. Ora com cores quentes para diferenciar-se em cena, ora com o tom verde, momento em que começa a ganhar muito dinheiro. Notem que inclusive sua esposa se veste de verde; o carro remete ao verde, entre outros elementos.
Tom Cruise tem muito carisma e é um excelente ator. Ele consegue entregar bons momentos em cena. Mas a obra do Diretor Doug Liman (do ótimo No Limite do Amanhã - 2014) não tem o mesmo peso de um Lobo de Wall Street, também de 2014, dirigido por Martin Scorsese. Falta aproximar a história do íntimo do personagem e, principalmente, dar mais espaço aos coadjuvantes.
O trunfo desta obra é que será difícil sair do cinema sem ter se divertido. Talvez uma vida tão louca e cheia de aventuras seja pouco em 120 minutos.
Um bom filme. Um drama policial. Bem dirigido, com ótimo roteiro e com atores de qualidade. Tom Cruise garante sempre uma boa atuação. O enredo é tirado de um fato real do tráfico de drogas para a América, nos anos 80, e a podridão dos bastidores do governo americano, na luta contra os governos de esquerda da América central. Uma amostra do que acontece hoje no Rio de Janeiro. O tráfico de drogas não acaba porque é de interesse de poderosos, que enriquecem as custas dos idiotas que as consomem. Vale a pena.
Feito na América foi dirigido por Doug Liman e contou com o roteiro de Gary Spinelli. O filme conta a história de Barry Seal (Tom Cruise), um piloto que é recrutado para a CIA afim de realizar uma das maiores missões segredas dos EUA. Porém, a ganância de Barry soa mais alto após começar a se envolver com o cartel de drogas da Colômbia. O filme tem a inspiração livre da vida do traficante Barry Seal. A direção de Doug é rotineira, pois já está acostumado a trabalhar com filme desse tipo (ação/comédia). O filme trabalha com um roteiro extenso, e resolve apostar em diversas cenas de ação para dar volume a trama. Mas consegue ligar uma coisa a outra, deixando a narrativa coesa. O filme procura passa a mensagem sobre a forma em que o governo dos EUA se intromete e se alia a quem o convém (principalmente naquele período de Guerra fria entre as décadas de 1970 a 1980). Apesar de momentos tensos, a comédia serve para alivio cômico das cenas, e essa tal liberdade acontece durante praticamente todo o filme. Tom Cruise faz seu dever de casa, embora seu papel não tenha exigido muito.
A vida de Barry Seal, um piloto que, na década de 1980, traficava drogas e armas para a CIA e o cartel de Medellín ao mesmo tempo.
legal de ver filmes baseados em histórias reais É que às vezes é tão fantasiosos que parece que não aconteceu de verdade, muito bom esse filme e a história é simplesmente fantástica, o que esse cara faz não dá nem para acreditar muito bom recomendo⭐
Eu acho bem bacana como o filme concilia o tom político junto ao humor,o Doug Liman consegue fazer bem a estrutura do filme meio documental junto à um humor satírico (Tom Cruise é um ótimo vigarista).
Mas me pareceu que o filme acaba parando demais,ficando bastante repetitivo à partir do segundo ato,todas aquelas tramas com o cartel de drogas e o excesso de dinheiro fica apenas na ameaça de se concluir,falta uma objetividade da parte do Doug Liman,mas mesmo assim ainda é um filme que dá para se entreter bem.
O tema enriquecimento ilícito e o estilo de direção, me lembrou Wolf of Wall Street, porém com roteiro e direção inferiores. Os pontos positivos são o ritmo, as cenas aéreas e a fotografia, enquanto o que desqualifica é a falta de um tom dramático e o desenvolvimento de personagens.
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