Uma jovem (Saoirse Ronan) criada pelo seu seuqestrador volta para sua verdadeira casa depois de 20 para se unir a uma família a qual ela mal se lembra. Agora, ela tem qu se esforçar para se sentir "em casa", enquanto sua mãe (Cynthia Nixon) luta para recuperar o afeto da filha.
Classificação indicativa: a definir por http://www.culturadigital.br/classind.

A trama é boa, mas o roteiro muito ruim, o estômago embrulha em ver a "mãe" tratando a filha como um bicho. Detestei!!! O final então ? Sem comentários! Um assunto tão sério que poderia ser abordado de forma que ajudasse pessoas a lhe darem com isso, mas mostra tudo o que não se deve fazer!!
Um filme duro. Acho que realista quando mostra a dor e o desespero de mães e pais que têm seus filhos tirados seja por um sequestro, um rapto ou até mesmo assassinato. Num eventual retorno do filho ou filha para o lar, são muitas dores a tratar. Como cuidar dessas mães e país? A punição de quem faz isso, nunca será justa o suficiente.
Filme sobre como a síndrome de Estocolmo pode ser o gatilho para a retomada de uma vida roubada e que se tornará um ciclo vicioso. Os afetos precisam ser construídos, e a protagonista, apesar de tentar, não consegue ter empatia por seus pais. Talvez ela precisasse de ajuda médica mais especializada, assim como a mãe. Quanto ao pai da protagonista, como diria Freud, ele é o ausente.
Um bom filme para uma reflexão sobre os afetos, ...
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Forte, duro, excelente. Mostra o drama real, com todas suas facetas!!!! A incrível dificuldade da mãe, em ter de volta sua filha sequestradas e ainda apegada ao sequestrador!!!! Ótimo elenco!!!Muito bom!
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
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Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Inglês
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
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Número Visa
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