A Autópsia
Média
3,5
557 notas

74 Críticas do usuário

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Jackson A L
Jackson A L

13.604 seguidores 1.230 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de maio de 2020
É um filme de baixo orçamento que tem uma boa pegada de suspense, principalmente nas cenas iniciais. Apesar do pequeno espaço onde se passa praticamente todo o filme, é um cenário bem projetado e contém os elementos necessários ao gênero. Quanto ao terror, ficou devendo, abusa do Jump Scare e termina de maneira previsível.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.132 seguidores 947 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de julho de 2017
Possui originalidade em seu roteiro, mas não convence como um grande terror. Os esquemas são os de sempre e o final totalmente batido. Se perde no típico, mesmo criando toda uma linha de suspense bem tensa.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.958 seguidores 761 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2017
Trama envolvente, tenso, intrigante, misterioso e perturbador. Diálogos técnicos, mas que envolvem bem. O filme tem uma boa pegada, pena que eles não mantêm o ritmo até o final, pois o terceiro ato cai um pouco no clichê e deixa de explorar um pouco mais o mistério, mesmo assim eu gostei demais!
Felipe F.
Felipe F.

3.714 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2018
O primeiro ato do filme é bem interessante caminhando para um suspense que deixa a pessoa presa tela querendo saber como a mulher foi morta. Mas do segundo ato em diante o filme passa de suspense para um terror clichê, até funciona em alguns momentos, o sininho é muito bom, mas o resto é muito clichê, o roteiro também é péssimo e não ajuda em nada com muitls diálogos rasos, as atuações também não ajudam e os efeitos visuais são bem medianos. Pra quem só gosta de ver um filme de terror talvez goste de A Autópsia, mas pra quem é mais exigente não irá gostar muito.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.751 seguidores 809 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de julho de 2019
É difícil de aceitar que ano após ano vem sendo cada vez mais difícil ver filmes de terror competentes no quesito te deixar assustado ou pelo menos apresentar uma boa história,e quando ela vem sendo bem feita acontece os maiores clichês e as apelações que simplesmente derrubam o filme.O filme tem a proposta de levar a certa,uma autópsia,até aí nada demais e nem assustador mas o filme tem sim uma boa primeira parte com um intrigante desenvolvimento,o roteiro trabalha tão bem a autópsia que você acha que vai sair algo de muito bom dali,e os primeiros 40 minutos é muito esquisito e te prende,a todo momento o público fica intrigado com o que aconteceu com aquela garota .O diretor também não economiza no lado minimalista das nojeiras e nos rende cenas bem agonizantes.As atuações são boas principalmente do Brian Cox que te passa a sensação de que ele é bem experiente no meio do ramo,e você acredita mesmo que ele trabalha com isso.Mas o longa desanda e muito com a apelação para sustos baratos e previsíveis,alguns idênticos e nos entrega um meio pro final que é preguiçoso e super anti climático.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.742 seguidores 868 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de abril de 2017
Feito para fãs do gênero. Podia ter se aprofundado mais na história da família, mas mesmo assim um grande filme. Muito recomendado aos apreciadores de filmes de terror à moda antiga.
Cleiton C.
Cleiton C.

15 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de janeiro de 2018
A tempos eu não via um filme desse gênero que me chama-se atenção, as cenas assim como a história foram muito bem elaboradas, tem início, meio e fim que dão jus a minha avaliação.
Lidy f.
Lidy f.

11 seguidores 45 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de janeiro de 2017
2016 realmente foi um ótimo ano para filmes do segmento terror/suspense. Esse filme não deixa nada a desejar seguindo a linha de ótimos filmes que pudemos ver atualmente. Assisti por assistir, pois a sinopse não me interessou e o trailer também não. Realmente me surpreendi. Uma história diferente, que te prende e te surpreende positivamente. Achei que o filme seria mais sangrento do que suspense, mas ele é bem dosado nestes dois quesitos. Vale a pena assistir, esse filme vai te surpreender.
Myn
Myn

23 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2025
Filme muito bom! Vale a pena assitir pois tem uma história interessante sobre uma jovem que foi encontrada morta e durante a autópsia eventos sobrenaturais começam a ocorrer. O filme deixa pontos a serem ligados durante o longa que por sinal tem um tempo de duração dentro do aceitável e conta com excelente atuação do pai e filho.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.607 seguidores 478 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de maio de 2017
Eu diria que em alguns anos atrás os filmes de terror e suspenses eram muito melhores e eram bem mais recebidos e aceitados, até mesmo pela época do cinema, por não ter que seguir uma única linha (faturar muito), os filmes se apresentavam melhores nos momentos. Atualmente o cinema tem se tornado cada vez mais um meio lucrativo e ás vezes isso prejudica muito na construção de vários gêneros cinematográficos, inclusive o terror, onde parece que o diretor recebe uma imposição dos produtores e sempre acaba seguindo um caminho já desgastado. Assim eu vejo o filme A Autópsia (The Autopsy of Jane Doe, no original).

A Autópsia é um filme de terror e suspense dirigido pelo estreante diretor André Øvredal e conta a história de um necrotério em uma cidadezinha pacata nos EUA, necrotério esse que fica no porão da casa de Tommy Tilden (Brian Cox) e Austin Tilden (Emile Hirsch), seu filho. Ambos trabalham em autópsias de mortes mais normais, certo dia o xerife da cidade traz um corpo de uma jovem (Olwen Catherine Kelly), denominada por Jane Doe (uma desconhecida, como eles chamam por lá) que foi encontrada enterrada nas redondezas. Quando começam a autópsia na moça para detectar a causa de sua morte, é aonde tudo começa acontecer.

O longa começa muito bem logo na primeira cena ao mostrar um local de um brutal assassinato com corpos mutilados e sangue pra todos os lados. A parte mais funcional e melhor de todo filme é sem dúvidas o início da autópsia em Jane Doe, as cenas são muito reais e muito bem feitas, a medida que eles vão iniciando a autópsia o filme começa a testar os limites dos expectadores, com ótimas cenas bem elaboradas. O cenário do necrotério envolto em um clima macabro e sombrio é muito bom (me remete ao primeiro Jogos Mortais), a fotografia densa e escura é outro destaque, a trilha sonora é boa e as partes sem ela deixa o clima ainda mais sufocante e nervoso. O roteiro começa em um perfeito acerto ao testar os limites de ceticismo dos personagens ao se deparar com um corpo muito danificado por dentro e sem nenhum tipo de marca por fora, as cicatrizes nos órgãos, o fato do corpo ainda apresentar sangramento mesmo depois de muitas horas da morte. Com certeza é a melhor parte do filme e a que mais empolga, os personagens buscando explicações em teorias vai te deixando cada vez mais preso à trama, o roteiro começa a se fechar entre o natural e o sobrenatural e você começa a acreditar que realmente está assistindo um filme de terror diferente e que tem tudo pra dar certo. Eu queria muito acreditar nisso e que não se tornasse mais um filme de terror pastelão e cheio de clichês.....Porém!!!

O roteiro desaba em uma descida sem fim, André Øvredal estava indo muito bem, mas de repente ele começa a se perder e a perder toda a essência do filme. Tudo que acompanhamos até o momento de repente desapareceu e o filme começou a tomar o caminho do terror padrão e dos jumpscare, começou a navegar em inúmeros clichês como portas se fechando sozinhas, sustos forçados, vultos aparecendo em frestas de portas, imagens e sons aparecendo em corredores...Enfim!!! O filme estava indo tão bem, sério, eu estava me impressionando cada vez mais com a forma que estava sendo apresentado, o enredo estava muito bom, o roteiro fechadinho e as atuações dos personagens em um bom tom. Sinceramente eu não intendo o porque de tomar esse caminho totalmente desgastado nos filmes de terror atuais, eu não curto nem um pouco o fato dos filmes de terror moderno querer te forçar ao susto, querer te fazer sentir medo ou algum outro tipo de sentimento forçado, eu não tomei um susto sequer em todo tempo de clichezão barato, começa a se tornar uma coisa chata e você já sabe o que vai acontecer, não tem como se assustar.

O longa pecou muito quando decidiu seguir essa linha, e olha que o filme não é ruim, é bom, a história é muito boa. As atuações são boas, Brian Cox está muito bem, seu ar de auto conhecimento é muito funcional e você passa a gostar do seu personagem, até a parte que começa o clichezão, porque daí pra frente, meu Deus, não tem como gostar de sua atuação, a cara de pânico dele não convence (chega a ser quase engraçado). Emile Hirsch completa direitinho o personagem, a química entre pai e filho trabalhando na autópsia é muito boa. Olwen Catherine Kelly é a melhor de todo o filme, mesmo morta desde a primeira cena ela conseguiu impactar com seu olhar compenetrado e profundo. Ophelia Lovibond aparece pouco e na segunda vez já de uma maneira um tanto quanto inusitada.

Portanto A Autópsia se divide em duas partes: A ótima do início (até a parte da autópsia) e a péssima do meio pro fim, mas mesmo assim eu ainda consegui gostar, e ao fim o longa ainda deixa um brecha de uma provável formação de uma nova franquia.......SERÁ??????
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