Joy: O Nome do Sucesso
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4,0
868 notas

59 Críticas do usuário

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Karina T.
Karina T.

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2,5
Enviada em 31 de janeiro de 2016
O início do filme é chato, monótono, sem fluência... Até meio incoerente. Quando entra em cena o papel desempenhado por Bradley Cooper, a história começa a ficar interessante e nos últimos 30min, o filme ficou bom.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2016
É de um esfregão que você precisa...

Quando você era criança, você tinha a mania de inventar coisas? Fazia daquele mundo de fantasia doce da infância uma imaginação inspiradora para o seu futuro? A maioria das crianças é assim, sonha assim, e só poucas delas levam esse estímulo para a fase adulta. Eu, quando pequeno, tinha uma imaginação pra lá de fértil. Aos 10 anos, fazia um jornalzinho e vendia de porta em porta na minha cidade, me achando o editor/jornaleiro. Minha irmã mais velha, Ana Paula, conta toda prosa que tinha um amigo imaginário, que lhe ajudava nas brincadeiras e criações. E minha sobrinha mais nova, Isabela, de 4 anos, capricorniana como ela só, se mostra a cópia idêntica dessa minha irmã, e é nítido como ela tem um mundo fantástico dentro de sua cabecinha... Isso é lindo, puro, verdadeiro, e deve ser pra sempre estimulado.

A personagem principal de “Joy – O Nome do Sucesso”, vivida pela queridinha de Hollywood Jennifer Lawrence – incrivelmente indicada pela quarta vez ao Oscar deste ano - era assim também: sonhadora, desde pequena fazia invenções e acreditava que todos os seus desenhos, montagens e ideias iriam se tornar realidade um dia. A avó dela, vivida pela atriz Diane Ladd, sempre foi a sua maior incentivadora numa família em que o caos reina por completo em sua fase adulta – tudo levando a crer que esse sucesso nunca chegaria. A mãe (Virginia Madsen) vive num conto de fadas e, isolada no quarto, assiste o tempo todo a novelas dramáticas que mais se parecem com a sua vida. O ex-marido (Édgar Ramírez) não seguiu seu rumo e continua morando no porão da casa dela, assim como o pai (Robert de Niro), outro desquitado, que também vai viver no porão e brigar infinitamente com o ex-genro, trazendo ainda mais baderna à cansativa rotina da batalhadora heroína. Aquele mundo de sonhos da infância se perdeu no horizonte como o sol que se põe longínquo e inalcançável. Mas, assim como esse espetáculo da natureza, a ideias insistem em voltar diariamente, na busca incessante por uma saída para aquele transtorno sem fim.

Joy, enfim, consegue levar adiante a invenção de um esfregão mágico e inovador, mas, assim como qualquer caminho persistente de sucesso, ainda há de aparecer muito sofrimento e espinhos no filme do diretor David O. Russell – que já tinha dirigido Lawrence e Bradley Cooper (também no elenco do filme) em “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Mas Joy não desiste. Mesmo quase pirando com dívidas e problemas familiares que se multiplicam com o passar dos dias e dos anos, ela insiste como quem só tem um caminho a trilhar, o que nada se parece com o conformismo ou o comodismo.

Falando nisso, em um certo momento do filme, a avó narradora faz uma reflexão: às vezes, sem rumo ou por acomodação, nos escondemos dos outros, do mundo de uma forma geral, mas esquecemos que, dessa forma, estamos é nos escondendo de nós mesmos. Dentre tantas dificuldades, era mais fácil para Joy se enfiar em seu casulo e esperar o fim do poço chegar traiçoeiro e devastador. Mas não. Assim como você, ela não tem esse perfil. Não precisa nem ir até o final do filme pra saber que ela se tornou uma das empresárias mais bem-sucedidas da história dos Estados Unidos. Você, assim como eu, também pode chegar no alto da colina. Os sonhos estão aí para serem alimentados, galgados, construídos... Se a vontade de ir pro casulo aparecer, lembre que Joy enriqueceu com um esfregão. Às vezes, é mesmo de um esfregão que você precisa pra sair dessa inércia e solidão.
Ana C.
Ana C.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de janeiro de 2016
Criei tantas expectativas, porém é um filme desmotivante e chato. Fiquei na torcida p/acabar logo achando que devido o tempo ele poderia me surpreender mas negativo.É chato mesmo.
Lucas G.
Lucas G.

23 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de junho de 2016
O filme é todo errado, personagens absurdos e sem motivação, situações constrangedoras.
Não sei como um filme destes pode ser feito.
Tatiane C.
Tatiane C.

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4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2016
achei interessante por Monstra a motivação, a força da mulher, e que somos capazes mesmo q nossa história passada diga q nao
Nathan M. Santos
Nathan M. Santos

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3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
O American Way of Life sempre foi mostrado no cinema como "um mundo perfeito". A grande superpotência global, recheada de patriotismo e sonhos surreais que se tornam realidade na Terra das Oportunidades. Em Joy vivenciamos o quão fantasioso mas - mesmo que raramente - possível de ser alcançado é esse estilo de vida!
O mundo é de quem age, ao invés de apenas sonhar. Talvez seja o que mais escutamos durante a vida, principalmente durante a adolescência. O caso de Joy é justamente o contrário. Numa família em completa crise existencial, apenas uma pessoa é capaz de incentivar os sonhos da protagonista. Digamos que seja muito fácil encontrar esse tipo de pessoa em nossas famílias, e, como no filme, é a avó. O mundo pode ser movido por atitudes, mas com certeza é projetado por sonhos e, no dia em que o ser humano parar de sonhar, será o dia em que perderemos o sentido da vida.
O enredo do filme inicialmente remete aos últimos dois trabalhos de George O. Russel (Trapaça e principalmente O Lado Bom da Vida). Uma família de classe média baixa de Boston, pessoas sonhadoras, excêntricas e desequilibradas, diga-se de passagem. Um ambiente caótico de vida em um enredo tão sofrido, que faz o Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças parecer uma comédia de fim de noite. O que esperar de um filme baseado em fatos reais? A realidade! Pode muitas vezes ser deturpada durante seus 124 minutos de produção, mas de fato, retrata o quanto o Sonho Americano é cruel com seus próprios cidadãos e a vida, ainda pior.
Nada mais digno do que mais uma indicação ao OSCAR para Jennifer Lawrence. Não só de beleza viverá Jennifer, mas também de uma atuação tão comovente que coloca muita Meryl Streep em pé de igualdade. Como ser cômica e dramática, independente e frágil ao mesmo tempo? Jennifer Lawrence nos brinda com uma performance devastadora que nos coloca em total empatia - sentimos na boca o amargo que Joy Mangano sofre tentando vender sua invenção e salvar a casa e a família da miséria em que viviam.
Robert De Niro não é simplesmente uma ator. É um ícone. Um mito da sétima arte. Ele não encarna o personagem, é ao contrário. Se tem De Niro, tem performance. No Dólar do cinema seria escrito "In De Niro We Trust". Uma pena ele não mostrar nada de novo aqui. Em Joy ele não teve um mal desempenho, apenas teve o mesmo desempenho do Sr. Pat Solatano em O Lado Bom da Vida - a grande diferença é que, mesmo sendo um perturbado impulsivo (T.O.C. não perdoa ninguem) Solatano teria mil vezes mais carisma e simpatia do que o desequilibrado e odiável Rudy Mangano. Como já dito, não foi ruim, mas não foi nada memorável.
Bradley Cooper pode ser o "rockstar" dos holofotes de todos os filmes em que atua, mas dessa vez o personagem secundário de Édgar Ramirez como Tony Miranne é quem tomou as frentes. Ambos trabalharam competentemente, mas foi Ramirez o coadjuvante memorável do filme.
Finalizado o filme, Joy nos ensina a melhor (e talvez mais repetida) mensagem de vida: não importa o quanto demore, ou o preço que custe, com a sua persistência você vai conseguir!
Vale a pena conferir... alias DEVE ser assistido! Talvez não em uma tela de cinema, mas no conforto da sua casa. Sem dúvida a mensagem vai te alcançar e, para os mais sensíveis à Sétima Arte, podem até correr algumas lágrimas do meio até o fim. Pode não ser um dos melhores da equipe Russel/Lawrence/Cooper/De Niro, mas é um filme que edifica a quem se entrega a sua proposta.
Celso F.
Celso F.

7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
Receita pronta: o diretor David O. Russel (O Lado Bom da Vida e Trapaça) com Jennifer Lawrence, Robert De Niro e Bradley. Joy: O Nome do Sucesso conta a história de Joy Morgano reconhecida por uma série de invenções após amargar muitas idas, vindas e maldades dos invejosos.

Mesmo sendo um filme que pretende narrar uma história real - como Spotlight -, o roteiro é interessante, com bons momentos e, apesar de esquemático, não chega a ser irritante. Jennifer, apesar de fazer mais uma vez ela mesmo, leva o filme nas costas e seu carisma nos faz apaixonar pela história da moça sofrida. Por isso concorre ao Oscar de Melhor Atriz e já levou o Globo de Ouro.

Ainda sobre o roteiro, ele é construído a partir dos elementos da Jornada do Herói tão comuns, por exemplo, nos filmes da Disney. Também tem aquela coisa do sonho americano, de basta ser persistente que se chega lá. Irrita um pouco os personagens tão cheios de clichês e uni dimensionados: a irmã má, a madrasta bruxa, o pai folgado, a mãe lunática...

É um filme de sessão da tarde, para ser assistido, quem sabe, ao final de um domingo, para dar uma aliviada ao ver uma história, apesar de tudo, com uma mensagem otimista. No mais, é receita pronta.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Criativa desde a infância, Joy Mangano (Jennifer Lawrence) entrou na vida adulta conciliando a jornada de mãe solteira com a de inventora e tanto fez que tornou-se uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.Legal,eu esperava filme melhor, mais mesmo assim ta longe de ser ruim,filme tem excelente elenco, Jennifer Lawrence faz um atuaçao boa, so que a atuaçao dela esta longe dos outros filme, por isso eu acho que ela nao merecia indicaçao para o oscar,mais recomendo , filme tem uma otima historia. Nota 7.5
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Sejamos francos?! Recebeu a indicação que merecia Melhor atriz, Jennifer Lawrence conseguiu trazer a vida a personagem, conseguiu me sensibilizar com a personagem e por tudo o que ela passou, mas o roteiro não foi empolgante, algumas partes ficaram bem "bagunçadas" e mal explicadas, a parte irônica daquela "família confusa" ficou esquisita na história toda, foi desnecessário e foi uma das coisas o que cortou o brilho do filme ... Ele me lembrou muito o Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento, uma mulher que provou o seu ponto de vista para todos, calou muitas bocas e fez a diferença na vida de muitas pessoas. Joy segue essa linha, é um filme inspirador, que mostra que você não deve abaixar sua cabeça e que deve acreditar em si mesmo e principalmente o exemplo que ela da por ser mulher e isso é o incrível da história
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Um filme muito bem feito que mostra a evolução desta atriz já premiada. Com qualidade de cenário e roteiro vale muito assistir.
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