Joy: O Nome do Sucesso
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4,0
868 notas

59 Críticas do usuário

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Mel M.
Mel M.

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0,5
Enviada em 27 de março de 2018
Vou descrever esse filme em duas palavras: uma bosta. Filme chato, não prende a atenção, a história não comove, uma perda de tempo.
Celso F.
Celso F.

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2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
Receita pronta: o diretor David O. Russel (O Lado Bom da Vida e Trapaça) com Jennifer Lawrence, Robert De Niro e Bradley. Joy: O Nome do Sucesso conta a história de Joy Morgano reconhecida por uma série de invenções após amargar muitas idas, vindas e maldades dos invejosos.

Mesmo sendo um filme que pretende narrar uma história real - como Spotlight -, o roteiro é interessante, com bons momentos e, apesar de esquemático, não chega a ser irritante. Jennifer, apesar de fazer mais uma vez ela mesmo, leva o filme nas costas e seu carisma nos faz apaixonar pela história da moça sofrida. Por isso concorre ao Oscar de Melhor Atriz e já levou o Globo de Ouro.

Ainda sobre o roteiro, ele é construído a partir dos elementos da Jornada do Herói tão comuns, por exemplo, nos filmes da Disney. Também tem aquela coisa do sonho americano, de basta ser persistente que se chega lá. Irrita um pouco os personagens tão cheios de clichês e uni dimensionados: a irmã má, a madrasta bruxa, o pai folgado, a mãe lunática...

É um filme de sessão da tarde, para ser assistido, quem sabe, ao final de um domingo, para dar uma aliviada ao ver uma história, apesar de tudo, com uma mensagem otimista. No mais, é receita pronta.
Osc
Osc

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de maio de 2016
Filme genial, que busca mostrar como é realmente o mundo dos negócios, a lição é não desistir e ser determinado, acredito que o resultado foi o objetivo a ser alcançado e claro sem deixar o toque de drama para que a trama fique 100%. Atuação de Jennifer Lawrence mais uma vez impecável e mostra sua versatilidade como atriz.
Nathan M. Santos
Nathan M. Santos

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3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
O American Way of Life sempre foi mostrado no cinema como "um mundo perfeito". A grande superpotência global, recheada de patriotismo e sonhos surreais que se tornam realidade na Terra das Oportunidades. Em Joy vivenciamos o quão fantasioso mas - mesmo que raramente - possível de ser alcançado é esse estilo de vida!
O mundo é de quem age, ao invés de apenas sonhar. Talvez seja o que mais escutamos durante a vida, principalmente durante a adolescência. O caso de Joy é justamente o contrário. Numa família em completa crise existencial, apenas uma pessoa é capaz de incentivar os sonhos da protagonista. Digamos que seja muito fácil encontrar esse tipo de pessoa em nossas famílias, e, como no filme, é a avó. O mundo pode ser movido por atitudes, mas com certeza é projetado por sonhos e, no dia em que o ser humano parar de sonhar, será o dia em que perderemos o sentido da vida.
O enredo do filme inicialmente remete aos últimos dois trabalhos de George O. Russel (Trapaça e principalmente O Lado Bom da Vida). Uma família de classe média baixa de Boston, pessoas sonhadoras, excêntricas e desequilibradas, diga-se de passagem. Um ambiente caótico de vida em um enredo tão sofrido, que faz o Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças parecer uma comédia de fim de noite. O que esperar de um filme baseado em fatos reais? A realidade! Pode muitas vezes ser deturpada durante seus 124 minutos de produção, mas de fato, retrata o quanto o Sonho Americano é cruel com seus próprios cidadãos e a vida, ainda pior.
Nada mais digno do que mais uma indicação ao OSCAR para Jennifer Lawrence. Não só de beleza viverá Jennifer, mas também de uma atuação tão comovente que coloca muita Meryl Streep em pé de igualdade. Como ser cômica e dramática, independente e frágil ao mesmo tempo? Jennifer Lawrence nos brinda com uma performance devastadora que nos coloca em total empatia - sentimos na boca o amargo que Joy Mangano sofre tentando vender sua invenção e salvar a casa e a família da miséria em que viviam.
Robert De Niro não é simplesmente uma ator. É um ícone. Um mito da sétima arte. Ele não encarna o personagem, é ao contrário. Se tem De Niro, tem performance. No Dólar do cinema seria escrito "In De Niro We Trust". Uma pena ele não mostrar nada de novo aqui. Em Joy ele não teve um mal desempenho, apenas teve o mesmo desempenho do Sr. Pat Solatano em O Lado Bom da Vida - a grande diferença é que, mesmo sendo um perturbado impulsivo (T.O.C. não perdoa ninguem) Solatano teria mil vezes mais carisma e simpatia do que o desequilibrado e odiável Rudy Mangano. Como já dito, não foi ruim, mas não foi nada memorável.
Bradley Cooper pode ser o "rockstar" dos holofotes de todos os filmes em que atua, mas dessa vez o personagem secundário de Édgar Ramirez como Tony Miranne é quem tomou as frentes. Ambos trabalharam competentemente, mas foi Ramirez o coadjuvante memorável do filme.
Finalizado o filme, Joy nos ensina a melhor (e talvez mais repetida) mensagem de vida: não importa o quanto demore, ou o preço que custe, com a sua persistência você vai conseguir!
Vale a pena conferir... alias DEVE ser assistido! Talvez não em uma tela de cinema, mas no conforto da sua casa. Sem dúvida a mensagem vai te alcançar e, para os mais sensíveis à Sétima Arte, podem até correr algumas lágrimas do meio até o fim. Pode não ser um dos melhores da equipe Russel/Lawrence/Cooper/De Niro, mas é um filme que edifica a quem se entrega a sua proposta.
aleperes
aleperes

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Filme bonzinho mas nao achei que valesse o cinema
poderia ter assistido na tv posteriormente
muito menos para concorrer ao oscar
Filme nota 7,5... 8,0
Tatiane C.
Tatiane C.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2016
achei interessante por Monstra a motivação, a força da mulher, e que somos capazes mesmo q nossa história passada diga q nao
José Luiz S.
José Luiz S.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2016
Só o elenco já é um grande sinalizador da qualidade do filme. A estória, baseada na vida real de uma empreendedora americana, é comovente ao mostrar a determinação de uma mulher que, contra tudo e contra todos, consegue conquistar seu espaço.
Ana C
Ana C

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2018
Achei o filme ótimo! Temos que lembrar que é um filme biográfico Joy Mangano que mostra toda as dificuldades de se empreender começando do zero e ainda mais tendo que lidar com as responsabilidades de chefe do lar.
Acima de tudo é um filme que mostra que a perseverança no que você acredita por mais difícil que possa parecer se você não desistir verá que valeu a pena toda a trajetória.
Miguel Machado
Miguel Machado

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
O filme apresenta uma angústia sufocante, diversos acontecimentos absurdos, e isso se estende até 95% do filme, nos últimos 5% o alívio que esperamos o filme todo, vem com um gigantesco timeskip, um final decepcionante para a emoção que cultivamos durante todos os acontecimentos
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