Joy: O Nome do Sucesso
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4,0
868 notas

59 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.033 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2016
Precisa ser visto. Este filme retrata o sonho americano.
Joy tem muitas ideias, mas falta um ambiente de negócios e determinação, considerando a sua família muito desfuncional e que além de não ajudar, atrapalha. Finalmente, no fundo do poço, chega a hora de Joy lutar pela sua ideia de um escovão de limpar o chão, reutilizável, higiênico, prático e seguro. Ela irá enfrentar muitas adversidades, por não entender o ambiente de negócios, produção e venda. Parte do problema está na falta de suporte jurídico de patentes. Joy irá se superar diversas vezes, para vencer com seu esforço, dedicação e determinação em desvendar o mundo dos negócios, suas armadilhas e trapaças.
Claro, que estórias como esta nem sempre têm final feliz e muitos empreendedores não conseguem o resultado que esperavam. Jennifer está absoluta, desempenhando este papel de forma visceral e convincente.
O Brasil passa por momento econômico e político dedicado e esperamos que esta estória inspire empreendedores a lutarem por suas ideias e a implementarem seus projetos, tirando o Brasil desta mesmice de esperar tudo do governo, que pouco faz e quando faz, o faz de forma ineficiente. Milhares ou milhões de empreendedores podem mudar esta história para muito melhor, trazendo emprego e desenvolvimento econômico e social.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de setembro de 2017
Apesar do final meia boca, temos o 1° e 2° ato muito bem desenvolvidos. Joy é uma batalhadora que sofre grandes consequências de suas escolhas no início, mas que com bastante perseverança conseguiu seus objetivos e é uma das pessoas mas bem sucedidas do mundo.
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2018
Um bom filme com um elenco de peso no qual souberam aproveitar o ótimo time formado. O filme vai muito além apenas de contar a história de uma mulher que criou um esfregão. Um linda história de vida. Vale a pena.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2017
Uma ótima história, mas o filme tinha potencial para muito mais. Jennifer Lawrence carrega o filme nas costas com uma bela atuação, destaque também para a trilha sonora do longa!
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de junho de 2017
Um bom filme. Roteiro diferente...algo novo e com ótimas interpretações. As cenas ficam um.pouco quebradas...pois tudo é muito sintetizado.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de janeiro de 2016
O filme não é grandioso. É mais um drama satírico do que uma comédia. Mostra a realidade de uma família disfuncional americana. Uma salada, com mistura de ex-maridos, imigrantes latinos e as dificuldades do convívio deles em uma casa, onde a mulher que deveria tomar conta é viciada em telenovelas e nada faz, a não ser ficar em frente ao uma tv e esquecer o mundo. Joy é sua filha.

Os filmes biográficos de pessoas que deram certo tem esse lado negativo, não há surpresa no final, apesar dos pesares e de todo o sofrimento no caminho.

O filme foi bem dirigido e o elenco é de primeira, destacando-se Jennifer Lawrence, como Joy Mangano; Robert De Niro, como Rudy (o pai); Bradley Cooper, como Neil Walker, num papel secundário, como o amigo que lhe dá a mão; Edgar Ramírez, Tony ex-marido, e companheiro.

Jennifer se sai bem nesse papel desafiador, da personagem Joy, mas não vejo motivo para o Oscar. Ainda sou mais Charlize Theron, como Furiosa em Mad Max, a estrada da fúria, não indicado. Vale a pena assistir e ver esse outro lado do badalado way of life americano
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2017
Casamento perfeito entre David O. Russell, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Bradley Cooper e não é de hoje que vem dando certo, terceiro filme juntos e em time que esta ganhando não se mexe. Joy o nome do sucesso é simplesmente fantástico, uma obra prima, muito bem dirigido, muito bem trabalhado, muito bem fotografado e com uma trilha sonora muito bem encaixada no filme. Joy Mangano (Jennifer Lawrence) desde pequena já desenvolvia algumas criatividades e quando adulta vive em uma família um tanto problemática. Divorciada e convivendo com seu ex que funciona mais como amigo Tony Miranne (Édgar Ramírez) no porão de sua casa ela é mãe de dois filhos e mora com sua mãe Terry (Virginia Madsen) sua avó Mimi (Diane Ladd) e ainda pra completar seu pai Ruddy (Robert De Niro) chega pra dividir o porão com seu ex, ela ainda tem uma melhor amiga que a ajuda muito futuramente Jackie (Dascha Polanco) e uma meia irmã Peggy (Elisabeth Röhm). Joy é a parte forte é o alicerce, ela tem que cuidar dos filhos sozinha e ainda trabalhar pra manter a família, com sua mente criativa ela desenvolve o que poderia ser a salvação da lavoura, um esfregão diferente. Movida pela coragem e confiança ela decide ir a luta e com as próprias forças mostrar sua invenção para as pessoas e as convencerem que funciona. Então ela conhece Neil Walker (Bradley Cooper) um empreendedor que mesmo desacreditado no início assim como todos decide dar uma segunda chance para Joy e vê ate onde ela pode ir com sua invenção. O enredo do filme e a direção é tão competente que com uma história simples e não diferente nas mãos eles conseguem transformar em algo que te emociona e te prende. Joy enfrenta todos os problemas e discriminações e passa por todas as dificuldades pra convencer que sua invenção é diferente e satisfatória, ela acredita, ela confia, ela não desiste da sua meta, ela está focada e decidida ir até o fim enfrentar tudo e todos para ter o seu sonho realizado. O filme tem uma magia, uma forma de contar a história da Joy que você torce, você se emociona, você fica feliz junto com ela e se entristece junto com ela. Joy vai a luta em seu empreendedorismo, ela consegue patentes, ela hipoteca a casa, ela faz de tudo e na maioria das vezes as pessoas que deviam ficar ao seu lado e te fazer confiante te colocam pra baixo e te desanima, assim é Ruddy, seu pai. Aqui vemos a luta de Joy pra vencer na vida, assim como milhares de pessoas fazem hoje em dia e todos os dias, o filme é forte, emocionante, verdadeiro e direto. David acerta muito com a escolha do roteiro, e claro dos atores. Jennifer Lawrence esta cada vez mais madura, em cada filme que se passa podemos notar o quanto ela cresceu e vem crescendo com o passar dos anos. Hoje em dia ainda vejo muito preconceito com ela, pelo o fato de ela ter ganhado o Oscar ainda muito cedo, pelo fato de ela ter sido escala pra viver Joy, uma mãe de família divorciada e sofredora e com dois filhos que tem que enfrentar a vida pra conseguir superar todas as dificuldades. Então questionaram muito a Jennifer por ser muito nova e sem experiência pra viver tal papel. Ela ainda recebeu indicações ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por American Hustle e melhor Atriz por Joy e não foi atoa. Então não é pelo fato de considerarem a queridinha de Hollywood que ela não tem talento, muito pelo contrário justiça seja feita, Jennifer Lawrence é sim uma grande atriz e não é pelo fato de eu ser fã e gostar muito do seu trabalho, ela vem mostrando isso a cada trabalho. Em joy ela esta magnífica, incrível, ela entra de corpo e alma no personagem, ela se entrega e faz muito bem, ela te convence no olhar de sofrimento, decepção e de alegria ao logo da trama, ela nos entregou um belíssimo trabalho, até por isso lhe rendeu mais uma indicação ao Oscar, parabéns Jenni. Não podia deixar de destacar Robert De Niro que trouxe seu personagem mais uma vez ao topo e se destacou muito bem assim como tinha feito em o Lado bom da vida. Bradley Cooper funciona muito bem nos filmes do David O. Russell, em Joy ele não convive desde o inicio mais transfere a confiança e motivação para ela nos momentos certos, com a dose certa. E o que falar de: somos concorrentes mais seremos sempre amigos, muito bom, Cooper é um puta ator. Estou muito feliz e satisfeito com mais esse belo trabalho nos entregue por David O. Russell, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Bradley Cooper e todos que destaquei aqui, cada um da equipe de direção, produção, fotografia, enfim a todos meus sinceros parabéns!!!!! (Recomendo)
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de julho de 2017
Drama previsível sobre superação através do empreendedorismo. Jennifer Lawrence bastante carismática como sempre. Dá pra passar o tempo, mas não oferece nada de muito interessante.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Uma mulher com uma família que é um pé-no-saco, que vive buscando uma vida melhor, mas vive tropeçando em promessas e se esforça ao máximo para superar as adversidades. Seria uma bela premissa, se o filme não fosse tão chato. David O. Russell em minha opinião é um cineasta superestimado. Vários de seus filmes já foram indicados a vários prêmios importantes, mas dos que eu vi, todos eles me pareceram apenas razoáveis, e plenamente esquecíveis. Este Joy – O Nome do Sucesso então é muito mais fraco que O Lado Bom da Vida e O Vencedor, que já não são lá grande coisa. O roteiro aqui tenta explorar os percalços dessa mulher incrível, mas os personagens secundários (todos, sem exceção) são mal desenvolvidos e mal aproveitados - Robert De Niro, Isabella Rossellini e Bradley Cooper são pontas de luxo sem nenhuma densidade. O diretor que costuma tirar ótimas performances de seu elenco aposta todas suas fichas em Jennifer Lawrence aqui. E embora ela tenha uma ótima interpretação e leve o filme todo nas costas, JLaw realmente é muito jovem para o papel, e isso se reflete na forma como o espectador a vê, pois é difícil ver e acreditar que alguém tão jovem passe por tudo que Joy passa e ainda lide com tudo aquilo com tamanha maturidade e bom senso. O texto é cansativo, e apesar de uns lampejos de criatividade, vai se arrastando até um desfecho brega e com cenas desestimulantes. Não alcança o ápice que pretende. E o que vemos se restringe a puro desperdício de tempo e uma verborragia difícil de engolir. Descartável e chato
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2021
Gostei bastante de Joy. Um jornada de superação de dificuldades muito bonita. Mostra o quão de fato é difícil o mundo do mercado. Conta com atauções boas principalmente a da Jeniffer Lawrence. Não tem nada de excepcional ou impressionante, mas na minha opinião vale a pena conferir
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