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Mateus N.
20 seguidores
12 críticas
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4,0
Enviada em 1 de julho de 2015
A lenta perda da razão
“Todos temos lapsos de memórias”. É algo que acontece no nosso dia a dia, e estamos acostumados a conviver com isso. Mas e se nossa vida se resumisse a isso?
É o que acontece com Alice, diagnosticada com a doença de Alzheimer, perde sua capacidade intelectual, que um dia a caracterizou tanto.
Sua ambientação é muito boa. Juntando a fotografia e a trilha sonora, todo o filme parece em si, uma memória se esvaecendo, e juntamente com a ótima atuação de Juliane Moore, não se focando em dramaticidade, e sim na lenta degradação do estado de sua personagem.
Pode-se dizer que a história gira em torno apenas dela. Isso, mesmo sendo uma particularidade da história e do tipo de filme, é danoso à experiência, evidenciando o mal aproveitamento de alguns personagens, como dois dos filhos, porém que são um pouco compensados pela boa relação entre a personagem de Kristen Stewart e de Alec Baldwin.
Seu principal trunfo é o meio de abordagem do tema, e da mensagem transmitida. O foco não é em mostrar o estado deplorável que se encontram os portadores, e sim incentivar a luta contra a patologia, e que no final de tudo, o melhor tipo de remédio não é desistir, e apenas encontrar amor.
Para sempre Alice... SIMPLESMENTE JULIANNE MOORE. Fantástica interpretação da atrilz que merecidamente ganhou o OSCAR e tantos outros prêmios. Um filme que trata com DELICADEZA E AMOR o tema Alzheimer, ainda mais de uma forma tão rara que é a doença detectada antes da hora. Destaque também para maquiagem e figurino que ajudam na transformação da atriz. SUPER RECOMENDADO!!!
Adorei o filme do é triste mas não é apelativo. Aborda a doença com humanidade e nos dá uma visão do ponto de vista do doente. Realmente a interpretação de Julianne é impecável . O filme nos traz uma reflexão sobre o que somos, o que temos, como lidemos com as perdas. Muito bom!
Um excelente filme. Um drama na vida de uma mulher com Alzheimer. Muito bem feito, dirigido e com um elenco de primeira. Julianne Moore dá um show como Dra. Alice, a paciente, vencedora do Oscar de melhor Atriz. O filme trata do tema de forma bem madura e sem apelação. Mostra o início, o desenvolvimento e o estágio mais adiantado da doença e o relacionamento com os familiares. É bem emocionante. Imperdível para quem quer conhecer um pouco mais essa situação e para quem gosta de um bom filme.
Para sempre Alice e um filme leve e claro emocionante, Mais nada inovador, e um filme comum. Sem surpresas só a umas duas ou três cenas realmente tensas em que o expectador fica paralisado admirando a atuação dos atores. Já Julianne Moore tem boa atuação mais nada tão surpreendente, não por culpa dela, aliás ela é extraordinária nos momentos mais difíceis da personagem, a culpa seria mesmo do roteiro, esperava mais cenas individuais, ou seja, só ela é o Alzheimer, ela sofrendo pra se lembrar das coisas mais simples, a devastação do Alzheimer na vida de uma pessoa, o filme passa isso mais não de uma maneira que deixe o expectador sem palavras. E aqueles flash back não entendo se é ela pensando ou Outra coisa! Mais no final de tudo e bem comovente.
Alice Howland (Julianne Moore), uma bem casada mãe de três filhos adultos, é uma renomada professora de linguística, que começa a esquecer as palavras. Ao receber um diagnóstico devastador de Mal de Alzheimer, Alice e sua família terão que enfrentar os efeitos dessa doença. Com o decorrer do filme nos sensibilizamos com o drama da personagem e e nos entristecemos ao testemunhar que lembranças acumuladas durante toda uma vida, o que é o bem mais precioso de uma pessoa, e lhe garante a sua identidade. Com a progressão da doença tudo isso está sendo levado embora. Obrigando-a a aprender a "arte de perder". Conforme os versos da poetisa Elizabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério/ Tantas coisas contêm em si o acidente/ de perdê-las, que perder não é nada sério". Um filme sensível e tocante.
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