Para Sempre Alice
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4,4
1318 notas

109 Críticas do usuário

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PietroS
PietroS

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4,5
Enviada em 22 de junho de 2015
Filme emocionante. Perfeito. Atuação da Julianne mais que merecedora do Oscar mesmo. Como sempre uma ótima atriz que se encaixa em qualquer papel. Como é um drama o final não poderia ser outro né, infelizmente!
Diogo R.
Diogo R.

20 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de março de 2015
"Para sempre Alice" é um filme melancólico, um pouco cansativo e bastante delicado. Melancólico porque trata do Mal de Alzheimer de uma forma agressiva: a protagonista é diagnosticada aos 50 anos e a doença a ataca de uma forma avassaladora. Isto é, impressiona o quão cedo a doença aparece, e a velocidade que deteriora a mente da pessoa. Um sofrimento que cresce exponencialmente, gerando a citada melancolia. Trata-se, pois, de um drama comovente. Mas é cansativo, pois a situação tende a apenas piorar. Por outro lado, é delicado, pois o tema é tratado de uma forma bastante humana e sensível.
O grande mérito, porém, é de Julianne Moore, que faz a protagonista e - como a maioria dos grandes vencedores do Oscar na categoria de atuação - carrega o filme nas costas. Ela ganhou mais de 30 prêmios (isso mesmo, MAIS DE TRINTA), incluindo o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA. O trabalho de Moore é impecável, em especial ao representar bem a deterioração da personagem.
Mas Julianne Moore não está bem cercada. O experiente Alec Baldwin é engolido pela colega, restando aparecer muito pouco - participação também do roteiro, que não desenvolve a personagem. Os filhos do casal também são discretos, exceto, infelizmente, Kristen Stewart, que, como sempre, se mostra tão expressiva quanto uma pedra. É com base no nome que a pedra, digo, Stewart, recebe um papel de maior relevo (talvez a coadjuvante de maior importância). Roteiro e direção não colaboram para enriquecer, apostaram em Julianne Moore. Ela correspondeu e talvez tenha até superado as expectativas, foi brilhante. Mas apenas ela.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de março de 2015
Julianne Moore em atuação de gala e mostrando de uma forma tensa de dramática o quanto uma pessoa muda do dia para a noite por causa de uma terrível doença.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de janeiro de 2016
Drama familiar imbuído de mensagem para o espectador, honesto e emocionante, embora com estrutura óbvia e comum (vide as cenas iniciais que mostram que a protagonista é bem sucedida no amor e no trabalho, que serão abalados com o Alzheimer; o esquecimento numa palestra importante, a indicar que algo está errado; o jogo com palavras com a filha, que previsivelmente será o parâmetro da evolução da doença; a relação conturbada com a caçula, que procura se reaproximar e cuidar da mãe). De qualquer forma, vale pela interpretação marcante de Juliane Moore, cuja personagem vive a angústia de se descobrir cada vez mais desconectada em relação a si mesma, seu passado, suas memórias e a tudo o que já foi um dia. É um filme sobre a inexorabilidade das perdas e a necessidade de se conformar com os vazios que decorrem delas.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2015
É sempre complicado compreender a relevância de um filme, mas, já escrevi em alguns textos que, um das melhores formar de chegar a uma conclusão é entender qual ou quais são os problemas atuais e retratá-los no cinema.

Por exemplo, eu adorei o Clube de Compras Dallas, toda metamorfose dos atores principais, um retorno ao tempo onde a problemática é expressiva. Mas se eu comparar este filme com Philadélfia, que trata do mesmo tema, mas feito na época em que o problema da Aids estava em alta, onde só se falava disso e se temia muito sobre a doença, tenho que admitir que o segundo é mais relevante.

Não diminui a importância do filme Clube de Compras, mas há uma diferença temporal significativa entre as duas produções. Vale lembrar que os dois são ganhadores de Oscar. Mas este post, não é sobre o Clube de Compras ou Philadélfia e tão pouco sobre AIDS, mas escrevi até aqui para falar sobre um filme muito interessante que seus produtores tiveram essa ideia, de entender uma problemática e transmitir para o cinema.

O filme Para sempre Alice, teve está visão, onde doenças neurológicas se alastram por todo mundo, e cada vez tem mais notícias sobre pessoas que tiveram este tipo de doenças cada vez mais cedo.

No filme, Julianne Moore, vive Alice, uma professora acadêmica que começa a sofrer de Alzheimer aos 50 anos, uma idade relativamente cedo para o diagnostico da doença. Daí, vemos uma evolução da doença de forma bem clara e simples, nada de atropelos nesse filme, o ritmo imposto ao filme é bem lento, seja pela doença ou o relacionamento de Alice com a família e os problemas enfrentados por todos.

Os esquecimentos começam bem pontuais, e vão evoluindo até Alice esquecer sua própria filha. Devo admitir que, errei duas vezes nesse filme, pois achei que a última cena fosse a Alice esquecendo a filha (Kristen Stewart), e logo após, achei que iria acabar no discurso de Alice para o grupo de apoio, pois foram duas cenas bem comoventes.

E é por isso que voltamos ao começo do texto, na sua relevância, pois, mostra o lado cruel de uma doença que não só afeta a pessoa que a tem, e sim, a todos em sua volta de uma forma bem clara, dura e simples. Seria muito fácil parar o filme terminar na cena do discurso, mas seria superficial demais, e não teria importância cabível para a doença.
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de abril de 2015
Still Alice é um drama que não me "machucou" muito, mesmo se tratando de uma doença muito séria... Admito que é um filme triste porém com um roteiro pouco emocionante, situações mais constrangedoras do que tristes, a atuação de Juliane Moore é uma boa atuação é teve seus merecimentos ao ganhar a estatueta mais desejada do cinema. Entretanto o filme mostra pouca da vida de Alice antes do problema que afetou toda sua família, deixando o telespectador por nenhum sentimento por ela a não ser dó. É um filme curto de apenas uma hora e meia e que muito bem podia ter um pouco mais de tempo para ser aproveitado mais a questão emocional, colocar uma trilha sonora mais emocionante, criar um romance alguma bela relação.. Não como a que tem no filme, na verdade todas as relações do filme são "sem sal". Até o ator escalado para interpretar o marido de Alice foi uma pessíma escolha. Juliane Moore sem dúvidas salvou o filme de ser apenas algo regular. Além da cinematografia que é super agradável. O final é "bom".. Mas é um filme que em breve assim como Alice, esquecerei.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de outubro de 2015
Simplesmente perfeito.

- A atuação da Julianne Moore impecável
- Ótimo enredo
- Um tema muito interessante, que nos faz refletir sobre a vida, o que somos sem nossos conhecimentos, lembranças e tudo aquilo que conquistamos.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de junho de 2015
tirado a boa atuação de juliane moore o filme ficar sem graça e também uma das melhores atução de kristen stewart que finalmente fez um filme bom filme tem um tema bom mais não uma historia que tem fasina de inicio ao fim
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Um drama sobre como é ruim saber que todos nós um dia vamos sumir do planeta e nossas memórias, se ainda permanecerem com nossos entes queridos, também vão sumir. Por outro lado, é libertador, e sua última cena revela o quão poderoso é o tema. Julianne Moore faz a mulher que, ainda jovem, tem a doença de Alzheimer por herança genética. Seus esquecimentos graduais fazem parte de toda a estrutura do roteiro de Richard Glatzer e Wash Westmoreland, mas é a direção de ambos que consegue dar um tom para a performance admirável de Moore.
Thiago C.
Thiago C.

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Moore perfeita. Esse filme retrata muito bem a doença
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