Se pudéssemos resumir o filme em apenas duas palavras, estas seriam: surpreendente e inovador. A comédia nacional tem tudo para ser um sucesso graças ao talento de um elenco incrível e da originalidade e inteligência de Roberto Santucci. As gargalhadas são garantidas, com destaque para as três protagonistas do filme. Porém, não podemos deixar de citar o elenco secundário, que chamam a atenção com seus personagens hilários, em especial Fabiana Karla, que interpreta a melhor amiga Malu. Ao longo do filme, a música "Happy" se torna repetitiva com tantas reproduções. E após estar cansado de tanto rir, o público se surpreende com um final, apesar de um pouco confuso no início, inovador. O filme mostra que a comédia nacional está tomando um novo rumo, com textos inteligentes, atores e atrizes extremamente talentosos e outras boas sacadas que fogem do que estamos acostumados a ver.
Não gostei da forma que eles abordaram a esquizofrenia de Malu. Achei um pouco ofensivo para as pessoas que sofrem desse dom. O filme em si não é nada demais, assistir mesmo só para passar o tempo.
O final tem uma lição importante, mas foi meio ridiculo. Tirando isso, em matéria de atuação, foi show de bola! História engraçada e bem elaborada. Parabens pras meninas Tata, Ingrid e Suzi Pires!
A comédia brasileira deve definir de fato qual é a sua grande jogada quando o assunto for relacionado ao universo feminino e mundo do casório. Não dá pra ficar passando a imagem de mulher “libertária” e depois eis que surge a mulher: submissa, sonhadora e paranoica. A não ser que o pano de fundo seja para que de fato as mulheres compreendam que para se chegar a consistência de um relacionamento amoroso a mulher chegue ao estremo da loucura!
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