A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Críticas
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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3,6
782 notas
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Renan S.
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2,0
Enviada em 30 de março de 2017
Uma única mudança na motivação do vilão acaba fazendo com que a escolha feita seja mesmo a saída mais fácil, e menos corajosa. Algo que não se podia esperar diferente de uma remake norte-americano. Aqui os grandes temas da trama se reduzem a uma motivação vingativa tola, que sintetiza, de forma rasa, todo o conteúdo em uma simples e também genérica frase de efeito, naquilo que só pode ser definido como uma casca sem alma.
O filme é futurista, com muitos efeitos visuais e cenas de ação. Mas isso não impediu o filme de ser monótono, faltou tempero nas cenas. É engraçado como a personagem tem uma elasticidade enorme correndo, saltando, mas pra andar parece está toda assada. Vale a pena dar uma conferida, mas longe de ser uma obra prima.
Linda estética. Efeitos ok. Vc fica "voando" boa parte do filme, mas dá para ir preenchendo o quebra-cabeças. O tema de fundo é muito interessante, mas o diretor não conseguiu criar um clímax no filme que o tornasse mais interessante. "Vilão" sem graça. Você fica esperando que em algum momento o filme vai decolar, o que não acontece. Bocejei em vários momentos. Fraco.
Este filme de ação tem um roteiro fraco e atuações previsíveis, não conhecia a história e fico sem entender o sucesso da personagem depois de ter assistido. Scarlett Johansson tem a mesma expressão de todos os seus filmes e isso faz perder a graça, parece a Viúva Negra em outra situação. O elenco está cheio de figuras conhecidas, mas que não ajudam a melhorar as coisas. É um Matrix com Blade Runner bem piorado.
Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.
Eu particularmente Achei um filme meio cansativo e confuso e Acho sim que como muitas críticas estão falando, acredito que todos os personagens deveriam ser orientais acho que não combinou muito A Escolha dos personagens
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell... um dos blockbusters mais esperados de 2017, o filme se passa no futuro e conta a história da Major Mira Killian (Scarlett Johansson), que teve seu cérebro transplantado para um corpo inteiramente construído pela Hanka Corporation. Major logo é inserida no Section 9, um departamento da polícia local, e ela passa a combater o crime sob o comando de Aramaki (Takeshi Kitano) e tendo Batou (Pilou Asbaek) como parceiro. Só que, em meio à investigação sobre o assassinato de executivos da Hanka, ela começa a perceber certas falhas em sua programação que a fazem ter vislumbres do passado quando era inteiramente humana. A direção é do Rupert Sanders, que dirigiu o aceitável Branca de Neve e o Caçador de 2012, e aqui ele dirige muito bem as cenas de ação acerta em muitos enquadramentos que fazem lembrar a animação original de 1995, mas infelizmente a direção de atores é muito fraca. O roteiro não desenvolve bem os personagens, são todos muito mal escritos, além dos diálogos genéricos e sem inspiração. A interpretação da Scarlett Johansson é apenas ok, pois ela poderia estar bem mais a vontade no papel, assim como o resto do elenco, ninguém ganha um destaque aqui, pois como eu disse, a direção de atores é fraca. Visualmente o filme é impecável, a cinematografia é bonita e colorida, o design de produção é excelente e o figurino é sensacional. A trilha sonora não é nada marcante, diferente da animação de 1995, que tinha uma trilha memorável, aqui é apenas uma música esquecível. Ghost in the Shell é um filme visualmente brilhante e conta com cenas de ação muito boas, mas tem um roteiro problemático e conta com um elenco desperdiçado.
Uma história interessante, porem não gostei. Não é um filme envolvente, não nos deixa empolgados para assistir até o final, não gostei dos efeitos especiais.
A Vigilante do Amanhã, (...), peca por retirar tanto de sua essência de sua história original com um roteiro mais limitado, superficial e frágil, fazendo valer o ingresso do espectador apenas pela sua atraente estética e referências.
Um filme que deixou a desejar ( e muito ), por se tratar de criar um mundo futurista. Em várias partes dele o espectador sente vontade de levantar e ir embora.
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