A Chegada
Média
4,2
3252 notas

200 Críticas do usuário

5
63 críticas
4
65 críticas
3
27 críticas
2
19 críticas
1
17 críticas
0
9 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de novembro de 2016
A sinopse pode enganar pela simplicidade : como nos comunicar com seres extraterrestres que chegam à terra? Apesar deste ser o foco retratado, o diretor Denis Villeneuve vai além no seu conteúdo. Conduzindo a história por meio de flashbacks da Dra. em linguística Louise Banks (Amy Adans), a que caberá realizar o contato com os seres desconhecidos, pontualmente o espectador será instigado a algumas reflexões: como nosso mau entendimento de situações e fatos aliada à má comunicação podem gerar desde conflitos até guerras?; como somos dominados facilmente pelo medo?; e como é possível levar paz às nações? O encontro com esses seres estranhos é tratado algumas vezes até de forma poética, em momentos como nas tomadas abertas onde vemos a Dra. Banks como um ser infinitamente menor frente ao desconhecido de 445 metros. Aliás, as respostas que ela encontrará será a chave para Villeneuve finalizar o arco pessoal da Dra. invertendo toda grandeza esperada de uma invasão extraterrestre pelo real (e por vezes não tão alegre) sentido de sua vida. A primeira sequência do filme é muito bela e crua: o Diretor em três minutos já nos apresenta a protagonista sem qualquer tipo de explicação; apenas mostrando seu momento materno com a filha por um curto período onde há felicidades, raiva e a saudade. Um primor de apresentação para o espectador, já ciente do peso que a Dra. carregará ao longo das cenas.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de dezembro de 2016
“A chegada” me lembra vários outros filmes, como sinais, interestelar e até melancolia, pois como todos esses exemplos ele tenta trazer algo de novo, e consegue. Temos aqui um filme que vai além do clássico clichê de invasão alienígena, temos um filme filosófico, ele realmente não é fácil de ser digerido, mas é preciso, “A chegada” fala sobre o tempo, a vida, expectativas futuro, paz e união, tudo isso com um plot aparentemente simples “Uma nave alienígena pousa na terra e uma linguista é chamada para tentar se comunicar com ela”, pois é, essa sinopse pode enganar, e muito. A linguista em questão é a Dra. Louise Banks (Amy Adams), ao tentar se comunicar com esses extraterrestres ela acaba aprendendo a ver o mundo de um outro jeito...Tecnicamente o filme também é incrível, com muitas cenas de filmagens em off, estilo Spike Jonze, ele passa o tom da melodramática de maneira impecável e com uma fotografia linda, mixagens e trilha sonora belíssimas, a película coloca de vez Denis Villeneuve como umas dos maiores nomes da nova geração do cinema que está surgindo, e não é para menos, Denis é espetacular, temos que falar também das atuações, Amy Adams está incrível, interpretando de forma perfeita todas as novidades e dramas por qual passa sua Louise. Por fim, “A chegada” é uma boa novidade, é um filme que vai além de suas duas horas, é um filme que vai além daquela ficção científica barata, ele tem uma mensagem, mesmo que pudéssemos mudar as coisas ruins que aconteceram em nossas vidas, não valeria a pena, pois são essas coisas que constroem o ser humano, Parabéns Denis Villeneuve.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de novembro de 2024
O diretor Denis Villeneuve nos presenteia com um filme de ficção científica de alto nível e intelectualmente estimulante. Se você está procurando por uma ficção de ação chamativa, barulhenta, esta não é uma boa opção. Mas se você gosta de planos lentos, demorados e longos, um filme que leva tempo para respirar e dá uma escala épica ao seu enquadramento e cinematografia, e que sai do lugar-comum, se delicie com essa obra-prima. Efeitos especiais incríveis, o design da raça alienígena adorável e sua linguagem, absolutamente irretocável. A linguista Dra. Louise Banks (Amy Adams) é contratada para se comunicar com os seres extraterrestres e, no processo, quebra sua linguagem. Ela observa que a língua nativa de uma pessoa influencia o modo como ela pensa, e logo aprendemos que a linguagem dos alienígenas é diferente de qualquer outra língua registrada. Um filme de se rever para um melhor detalhamento de suas camadas. Amy Adams está incrível, alguns de seus melhores trabalhos até agora, mesmo que grande parte seja baseado em seus olhos azuis gigantes. Jeremy Renner e Forest Whitaker também dão um forte trabalho de apoio, e até mesmo um ator chinês em particular consegue uma ótima cena, então um elenco completo a rodeia. Um filme belíssimo em meio a tantas películas tupiniquins sobre alienígenas e invasões. Não percam, indispensável!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.285 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de janeiro de 2017
Ótimo filme! intelectual e intrigante, momentos muito parado, mas muito bem desenvolvido, possui cenas de suspense ótimas, elenco forte e uma atuação poderosa e merecida ao óscar de Amy Adams que está ótima, roteiro bem desenvolvido e de difícil acesso, por ser muito intelectualizado, mas vale a pena assistir, pois é mundo de muitos enigmas!
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de dezembro de 2016
Nem tudo é o que parece ser a uma primeira instância neste competente sci-fi dirigido por Denis Villeneuve e com uma boa performance da adorável Amy Adams.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de novembro de 2016
Um excelente filme. Bem dirigido e com excelentes atores, Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker, onde Amy Adams, como a protagonista principal, Dra. Louise, dá um show. Forte candidata ao Oscar de 2017. O tema central do filme é a visita de alienígenas, pairando 12 imensas naves em diversos pontos da Terra, com intenção de fazer contatos. A dificuldade e tentativa de comunicação com eles é o enredo do filme. Por outro lado o filme explora alguns dons sobrenaturais da Dra. Louise, com intermitentes flash de sua vida passada, se misturando com premonições de sua vida futura, isso confunde um pouco. A conclusão do filme ficou um pouco aberta, deixando a cada espectador decidir. Não sei se isso é, propositadamente, uma porta aberta para continuações. Essa questão de contatos com alienígenas será explorada eternamente, é um tema bastante atual. Considero o melhor filme da temporada.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de novembro de 2016
A Chegada começa com uma sucessão de imagens rápidas, em flashes, onde somos apresentados à protagonista, resumindo sua experiência de vida com a filha. Diga-se de passagem, uma das melhores sequências do filme, pelo seu incrível poder de síntese. Essas primeiras imagens já demonstram que o filme não é e nem deseja ser um sci-fi rotineiro, no sentido da ênfase em efeitos especiais e uma pegada mais de ação e aventura. O trailer do filme e sua temática de alienígenas poderão enganar espectadores afoitos em ver algo no estilo de Independence Day. Esses se sentirão decepcionados em constatar que A Chegada tem pinta de blockbuster, mas está mais alinhado com o estilo de Interestelar ou Contato (1997).

É difícil acreditar que hoje em dia ainda seja possível abordar o assunto de chegada de alienígenas à Terra sem repetir coisas já vistas em clássicos do gênero. Mas A Chegada consegue essa proeza por 2 razões fundamentais. Primeiro, porque sua história se baseia em conto do mestre moderno da ficção científica Ted Chiang, que inclusive elogiou a adaptação de sua obra. Segundo, porque o filme na verdade, ao abordar esse tema de chegada dos aliens, está mais interessado em falar de nós, humanos.

Centrado totalmente na personagem da Dra. Louise Banks, é através dela que a história se desenvolve. Inteligentemente, o contato dela com os extraterrestres evolui ao longe do filme através dos vários níveis de classificação que os ufólogos usam (do zero grau até o contato imediato de 5º grau), de simples espectadora das notícias na TV e na internet até sua entrada na espaçonave alienígena, e sua interação com eles. O grande trunfo da história é mostrar que ao interagir com os alienígenas, buscando uma comunicação com eles que responda às indagações que preocupam as autoridades, o personagem de Amy Adams faz na verdade uma viagem interior, descobrindo em si mesma coragem, determinação e até habilidades que ela desconhecia possuir.

Amy Adams recentemente ganhou o prêmio de melhor atriz do ano pelo National Board of Review. Não sei se sua interpretação no filme é realmente a melhor interpretação feminina de 2016, mas com certeza é a melhor interpretação de Amy Adams até hoje. Grande parte do bom resultado final do filme se deve à sua performance. Mas A Chegada é daqueles filmes em que tudo funciona. Além de competentes – embora discretos – efeitos visuais, há um ótimo e detalhista trabalho de direção de arte, uma (mais uma!) excelente trilha sonora de Jóhann Jóhannsson, e uma fotografia que soube trabalhar muito bem o uso da luz e da cor. Arrisco dizer que Villeneuve, ou ao menos seu diretor de fotografia, foi um pouco influenciado pelo estilo visual de Terrence Mallick. Vi poucos filmes ultimamente tão elegantemente belos quanto este A Chegada. Que, aliado a tudo isso, ousa propor uma narrativa que se revela discretamente não-linear.

Embora não seja absolutamente hermético, ou complicado de acompanhar, o filme se propõe discutir questões sobre a comunicação e o tempo. Na minha opinião, é empolgante acompanhar o trabalho da Dra. Banks e do Dr. Ian em decifrar a linguagem dos extraterrestres, que traz em seu bojo questões que implicam na dificuldade de entendimento entre os vários povos e culturas do planeta. Do mesmo modo, ao discutir nossa noção limitada sobre tempo, o filme remete à uma questão crucial da condição humana: a consciência de nossa própria finitude. Todos nós sabemos que um dia iremos morrer, e também aqueles que amamos, mas em uma aparente contradição, construímos relações , famílias e amizades, criamos filhos e empreendemos carreiras, por acreditarmos que mesmo assim nossa jornada na Terra vale a pena.
Fernando L.
Fernando L.

29 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de dezembro de 2016
Clássico filme que retrata a chegada de aliens na terra e suas consequências. O que é diferente é a forma como é retratada e o motivo da chegada destes aliens. O final da história cria dúvidas sobre o real motivo da chegada deles. Recomendo muita atenção ao assistir o filme.
Bressane
Bressane

13 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2019
O filme tem uma ideia extremamente criativa, foge dos clichês chatíssimos do gênero. Um filme que abre reflexões, pós créditos, fiquei horas conversando com as pessoas que assistiram comigo. Vale a pena assistir e pensar!
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de novembro de 2016
Sony acerta em cheio em misturar o drama pessoal da protagonista com o que poderia ser apenas mais uma banal história de alienigênas. Filme sensível e emocionante. Corram assistir
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa