Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Nildo.Cinema
39 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 13 de agosto de 2025
Que filme doido 浪, sensacional. O início parece meio tolo e até pensei que não estava seguindo o motivo que me levou até ele, mas era importante que se desenvolvesse aquele bate papo meio enfadonho, mas o que viria a seguir explica tudo, qualquer coisa que eu disser a partir daqui seria spoiler então me abstenho de continuar, mas sem dúvida é um dos filmes mais ricos em paradoxos da categoria.
O Predestinado é aquele tipo de filme que brinca com a nossa cabeça — e faz isso com gosto. Com direção dos irmãos Michael e Peter Spierig, ele mergulha no universo das viagens no tempo, e como sempre acontece nesse tipo de história, já vem carregado daquele clima de paradoxo e confusão mental que a gente já espera. Pode parecer um pouco clichê, e até é, mas não no mau sentido. Quando o negócio é bem feito, funciona — e nesse caso, funciona sim.
O filme nos joga numa narrativa envolvente, cheia de mistério, e o modo como a história é contada — com narrativa dentro da narrativa — é um acerto enorme. Você não sente o tempo passar, porque tá ali tentando juntar as peças, tentando entender quem é quem, o que tá acontecendo de verdade… e quando chega o final, ele não entrega tudo de bandeja, deixa aquele gostinho de "quero mais", o que eu acho sempre válido em histórias desse tipo.
Agora, vou ser bem sincero: quando percebi que era sobre viagem no tempo, eu já saquei o plot. Talvez isso tenha tirado um pouco do impacto pra mim. Mas não culpo o filme por isso — é mais culpa minha mesmo, de já estar calejado com esse tipo de reviravolta. Pra quem não tá acostumado com esse tipo de narrativa mais temporal e circular, eu acho que vai ser um baita filme, com surpresas bem marcantes.
A atuação do Ethan Hawke segura bem o filme todo, e a Sarah Snook manda muito bem também — especialmente considerando o papel que exige tanto camadas dramáticas quanto entrega física e emocional. Dá pra ver que teve cuidado na construção dos personagens, por mais complexa que a trama seja.
Conclusão: O Predestinado é um filme inteligente, bem executado e com uma estrutura narrativa muito interessante. Pode até cair naquele lugar comum dos filmes de viagem no tempo, mas faz isso com estilo. Se você é daqueles que já viu muita coisa do tipo, talvez pegue o plot de cara e perca um pouco da surpresa. Mas se entrar de mente aberta — ou for novo nesse tipo de história —, a experiência tem tudo pra te deixar de cabeça virada. No fim das contas, vale a pena. Mesmo que o tempo, nesse filme, seja só uma ilusão a mais.
Tem uma história boa, achei incrível quando terminou, mas cerca de três horas depois me veio a pergunta: spoiler: Como o barman surgiu? Não encontrei uma logica que explique isso, não existe um ponto de partida. A viagem ao passado criou ele, mas ele deveria existir em algum momento do tempo e espaço, e ele não existia.
Não é um paradoxo, é de roteiro.
Esse filme é uma doideira. É muito bom, você assiste o filme todo sem ter certeza se você está entendendo ou não e depois que acaba você ainda fica analisando kkkk
O predestinado foi dirigido pelos irmãos Spierig (Peter e Michael) que também escreveram o roteiro. O filme conta a história de um agente temporal, John (Ethan Hawke) irá para a sua última missão ao tentar voltar no tempo e impedir que um criminoso terrorista execute o seu plano: detonar uma bomba e matar mais de 10 mil pessoas. O filme foi baseado num conto de Heinlein All You Zombies, publicado em 1959, que trata sobre viagem no tempo. A direção do filme procurou trabalhar as possibilidades do paradoxo da predestinação e respeitou o máximo a obra original, deixando diálogos inteiros no roteiro (inclusive a ideia futurista, para época da sua publicação, que em 1981 teríamos inventado uma máquina que permitisse a viagem no tempo). Devemos aqui reconhecer a equipe de maquiagem do filme que construiu as cicatrizes e caracterizações de Sarah Snook, que interpretou Jane e que teve uma boa química junto com Hawke. Os dois levaram o filme nas costas. O primeiro ato (longo, mas necessário) inteiro somos apresentados a uma história que Jane conta para John que é um garçom de um boteco dos anos 1960. O segundo ato começa a ocorrer de forma rápida as viagens no tempo e logo entendemos que John é tudo no filme. As surpresas e reviravoltas continuam a acontecer até os momentos finais do filme. Muitas pessoas podem ficar confusas diante dos saltos no tempo, mas a última cena mostrando o nascimento de Jane, Jane criança, adolescente e as demais sequencias já conta o suficiente para quem não entendeu a lógica até aquele momento. A volta no tempo serviu como um grande pano de fundo para mostrar o quanto nos podemos mudar ao longo da vida, e aqui não valor em questão de gênero, mas que as questões humanas no geral se modificam ao longo da vida. O tempo pode curar, inocentar e culpar alguém.
Que filme ruim, sem pé nem cabeça, e chamam isso se paradoxo, durante o filme única coisa que concluí que era um looping infinito, mas muita coisa sem sentido, no final das contas todos eram Jhon, tchutcharia da poha, tem q fumar muita maconha pra criar uma porcaria dessa. spoiler:
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade