O Espelho
Média
3,5
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74 Críticas do usuário

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Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de agosto de 2021
Esse filme tem boas cenas de terror, entretanto achei o roteiro um pouco fraco, não conseguiu prender minha atenção.
ElPoke
ElPoke

16 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2014
"O Espelho" é um filme que segue bem a premissa de um filme de suspense psicológico, com uma reminiscência quase involuntária a "Arquivo X", com debates sobre o que é real e imaginário.
A trama se passa em dois períodos: 11 anos atrás, uma tragédia acabou com a família de Kaylle e Tim, e nos dias atuais, os irmãos se reencontram para acabar com o mal escondido dentro de um espelho.
Temos discussões a todo tempo, um prova a maldição do espelho, enquanto o outro tenta refutar as provas com argumentos científicos. Mas quando passado e presente começa a confundir os dois, não há explicação que suplante o sugestionamento cerebral.
"O Espelho" usa e abusa da trilha sonora minimalista para criar um ambiente denso, e os efeitos são bem condizentes.
Vale lembrar que esse filme é baseado num curta metragem que mostra Allan Russell tentando provar que o espelho era assombrado. No filme, Allan é o pai dos protagonistas.
Um filme de suspense psicológico bem acertado. Não reinventa a roda, mas é uma boa pedida para quem acha que objetos assombrados não existem.
Recomendado!
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2019
As idéias de filmes do gênero horror são cada vez mais escassas que vão de coisas sobrenaturais,ao Slasher e objetos amaldiçoados e aqui o filme traz essa última temática com um espelho que é "Demoníaco" e que manipula a realidade e o cérebro de um ser humano,em especial a família dos irmãos Tim e Kaylie.O filme tem a direção do Mike Flanagan que já é conhecido em meio a filmes de terror e aqui ele fazia sua estreia na direção de um filme,ele tem seus acertos e seus erros.Ele acerta um pouco na parte psicológica que dá claramente para lembrar da série A Maldição da Residência Hill (que ele dirige) com planos que fazem junção do passado e do presente,algo que é bem feito e aborda o passado e o agora de um jeito interessante,as abordagem mais com o uso do escuro e da criatura demoníaca que está presente no filme dá para lembra um pouco o filme Quando as Luzes se Apagam.Mas os problemas começam mais necessariamente no roteiro que é escrito pelo próprio Mike,ele fica com a trama muito inconsistente e que parece não saber aonde ir principalmente no segundo ato quando a história fica bem lenta e desinteressante.No elenco Karen Gillan e Brenton Thwaites tem atuações ok e não comprometem a trama.O Espelho é melhor que o filme Espelhos do Medo,tem suas virtudes mas o roteiro desfavorece em muitos momentos.
LuanGuilherme91
LuanGuilherme91

41 seguidores 90 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2016
Pq todo filme de terror tem q acabar mal? o filme assusta (não confunda com dar medo), tem uma boa história, e não muito manjada, mas no final seria legal um final feliz
Edgar T.
Edgar T.

27 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2014
O que é real? Se você respondeu: ora, aquilo que posso tocar, sentir, ver, cheirar... Você pode estar enganado. Considerando isso, você pode estar iludindo-se com o seu método de detectar ilusões. Confuso? Também acho. Esse tipo de indagação foi estudada pela filosofia e diversos filósofos se dedicaram a ela, incluindo, principalmente Kant, como também parece guiar a trama do filme Oculus.

Oculus é um filme recente, lançado no começo do ano, traz em sua história algo que a primeira vista parece ser uma formula antiga, repetida várias e várias vezes pelos filmes de terror, uma receita que aparenta mudar apenas o titulo e o nome dos ingredientes. Mas essa impressão se desfaz a medida que vamos nos aprofundando na intricada história de dois irmãos, envolvidos numa tragédia. E até para efeito de compreensão, “Oculus” vem do latim e quer dizer “olho”, intrigante não?

Após sair do hospital psiquiátrico por ter matado o pai em legitima defesa (já que ele matou sua mãe e tentou matar a si e sua irmã), Tim reencontra sua irmã, Kaylie, após dez anos. Kaylie acredita que a terrível história de sua família está relacionada ao velho espelho medieval que ficava no escritório do seu pai e que guardava dentro de si um demônio. Para provar isso, ela isolar-se em sua velha casa com Tim, estando preparada dessa vez para tudo o que poderia acontecer baseado nas diversas mortes já ocorridas na história do espelho.

spoiler: É nesse ponto do filme que ele atinge o seu melhor. A artimanha do espelho ou do que seja lá que o habite é confundir com as mais diferentes ilusões quem está próximo. Nesse momento, o leitor já deve imaginar como o filme se desenrola. Os personagens perdem qualquer noção de tempo e espaço, enquanto na casa, e nessa constante desconfiança e medo acabam por testemunhar situações que podem ser reais ou não e o pior sem nenhuma forma de discernir a ilusão da realidade.


Agora é que a teoria de Kant se faz presente. Como diferenciar ilusão do concreto? Usando os nossos sentidos estamos nos baseando nas interpretações que nosso cérebro faz baseado nos sentidos, que sabemos bem não ser lá muito preciso. O intenso questionamento é difícil de ser respondido, pois, até agora nesse momento, o leitor pode estar sonhando ler esta crítica, sem perceber que é um sonho. E agora, você está sonhando ou no mundo real? O mundo é o que vemos??

Mas antes que eu entre reflexões mais profundas e portanto, mais difíceis e confusas. É necessário dizer que Oculus soube trabalhar muito bem esse tema. Misturando em seu desenvolvimento o passado dos irmãos com o seu presente, com lampejos do presente e do passado que se confundem constantemente. O diretor consegue manter a tensão e o suspense em torno do filme fazendo-o ser mais interessante para quem assisti. Mesmo sendo um filme de terror, Oculus não se destaca pelos sustos (que são poucos), pelo choque de cenas sangrentas ou por monstro assustadores em sua forma, mas sim pela tensão sufocante sofrida pelos personagens, vinda principalmente de suas perspectivas deturpadas. Se pretende assistir ao filme, veja apenas o filme, se não poderá se perder na historia ou detalhes que fazem pouco sentido instantâneo, mas muito no decorrer da trama.

O filme tem também seus pontos fracos. A começar por certas pontas que ficam desatadas e do final que apesar de ser logicamente esperado, pode não agradar aos mais exigentes. A atuação em certos pontos acabou por ser pouco uniforme.

Por fim, Oculus é um ótimo filme para quem deseja sair da rotina. Para os fãs do gênero terror/suspense pode não trazer muito no enredo, mas a sua condução elaborada pode ser uma certa surpresa.
Atílio N.
Atílio N.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de julho de 2014
Ao se tratar do gênero "terror" temos sempre as mesmas ideias. Mesmo enredo, mesmas situações, como casas assombradas por assassinatos passados, falta de conteúdo (fato compensado com sustos previsíveis), falta de originalidade. Quando nos deparamos com "O Espelho" (no original "Oculus"), logo de cara sentimos que presenciaremos um espetáculo clichê, com muitos sustos, muito sangue, espíritos, demônios, e assim por diante (afinal temos o produtor de "Atividade Paranormal" e "Sobrenatural"). Mas a história tem outro lado.
O trama se desenvolve em torno dos irmãos Tim e Kaylie (interpretados por Brenton Thwaites e Karen Gillan). A morte inexplicável de seus pais causou mudanças interiores em ambos. Tim, ao sair de um hospital psiquiátrico após anos internado, se reencontra com sua irmã. Esta por sua vez acredita que um grande espelho que acompanhou a família durante muito tempo apresenta uma forte relação com inúmeras tragédias. Cercados por fenômenos sobrenaturais os irmãos tentam decifrar todos os mistérios, e provar que o espelho esconde segredos surpreendentes e assustadores.
Um dos pontos fortes de "O Espelho" é a sua originalidade. Fugindo dos padrões convencionais desde pontos simples como o enredo até questões mais complexas como características físicas e não-físicas das personagens, traz o novo em muitos aspectos. Não se trata de um terror convencional, lidamos com uma história nunca antes contada. Aqui não temos a loira bonita e burra, o conquistador capitão do time, a "estranha" que acaba ficando com o "estranho"- geralmente o protagonista da história. Fruto de tanta complexidade, o longa acaba sendo mal visto por muitos olhos.
A história é confusa até o fim. Muitos eventos acontecem seguidos uns dos outros, o que exige uma atenção redobrada. E mesmo com tanta coisa acontecendo, o filme, infelizmente, se segue parado. Apesar disso, apresenta bom desenvolvimento dos fatos (nada é revelado logo após ser apresentado, causando assim curiosidade do público). A partir de certo ponto não sabemos mais o que é passado, o que é presente, o que é real, o que é ilusão, ou sobrenatural, como em "O Iluminado" de 1980 (não querendo comparar esta obra à de Kubrick, pois não há como). E de fato ao término do filme ainda podemos nos indagar se foi real ou não. Isso pode ser um problema, pois transmite a sensação de "ideia não concluída".
Como já disse, o filme se segue parado, a complexidade acaba se tornando um pouco exagerada em certos momentos, o que faz com que muitos não entendam nada. Evidentemente, se analisarmos a história com outro olhar notaremos sentido em tudo. Mas afinal, por qual motivo tanta complexidade é quebrada subitamente com informações explícitas que tornam um futuro desfecho previsível? spoiler: Isso pode ser notado claramente logo na primeira cena do filme, que basicamente revela a última.

Apesar de pequenas falhas e alguns defeitos significativos, o filme apresenta sim grande originalidade e promete no mínimo causar surpresas inesperadas. As atuações não são de se dispensar.
Agora, se o que buscas é algo extremamente assustador, de tirar o fôlego, "divertido", procure outro filme, pois o que vemos neste é uma caixinha de surpresas que pode surpreender alguns, e outros não. Nada além disto.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Sabemos que não são poucas as reclamações quanto à falta de bons filmes de terror atualmente. Nos últimos 10 anos, poucos filmes conseguiram agradar tanto aos fãs quanto a crítica especializada, como “Jogos Mortais” (2004), “O Segredo da Cabana”(2012) e “Invocação do Mal” (2013). Para alguns, o excesso de clichês nas histórias, infinitos remakes e continuações, sustos forçados e personagens ingênuos e caricatos, são alguns dos principais motivos para tanta falta de qualidade no gênero. O jovem diretor Mike Flanagan e seu aliado roteirista Jeff Howard resolveram adaptar uma curta história escrita pelo próprio Flanagan para um longa-metragem, chamado O Espelho.

Na história, dois irmãos, Tim e Kaylie, ficam traumatizados pela trágica morte dos pais. Tim é enviado para um hospital psiquiátrico e após anos internado, é considerado reabilitado de seu trauma. Enquanto isso, sua irmã conduziu com seu noivo uma busca incessante a um antigo espelho, o qual acredita ser o responsável pela morte seus pais e fazer dezenas de vítimas que já o possuíram ao longo do tempo. Tentando provar que o objeto é o verdadeiro responsável pela sangrenta tragédia familiar, os dois retornam à casa e documentam sua experiência. Entretanto, fenômenos sobrenaturais ocorrem, causando ilusões aos dois e despertando demônios em suas mentes.

Mas se engana quem pensa que irá se deparar com um assustador filme de terror cheio de sustos e cenas fortes. O Espelho é um filme que se preocupa menos com esses choques simulados e tentativas em surpreender o espectador e, de forma gradativa, introduz e constrói os personagens e busca explicar para a plateia as motivações com uma abordagem relativamente sutil. Eu diria que o gênero que melhor se adéqua ao crescente clima tenso do filme é o suspense, com ênfase nas características dos personagens: seus medos, defeitos e alterações de personalidade à medida que os eventos sobrenaturais começam a importunar sua família.

Um dos pontos fortes do filme é a atuação de Rory Cochrane, o pai das crianças, que fica mais assustador gradativamente, lembrando (de longe, mas bem de longe mesmo) o personagem de Jack Nicholson em “O Iluminado”, sendo que aqui, ao invés da sensação de isolamento levar o pai de família à beira da loucura, o que causa isto é a influência do espelho amaldiçoado. Flanagan parece ser um diretor habilidoso, pois apesar de ter um roteiro simples com uma história banal, para incrementar e tornar mais interessante a narrativa utiliza flashbacks, truques psicológicos e tomadas de câmera em locais atípicos, porém eficientes. O elenco, incluindo os atores mirins, é bom e sustenta a trama mesmo nos momentos mais eletrizantes.

"O Espelho” é na verdade mais um thriller psicológico do que um terror, com história bem desenvolvida e sustos na medida certa. Apesar de não chocar visualmente com monstros e tripas, impacta a medida que a sensação de medo começa a crescer na tela. Tem um final interessante e que divide opiniões, que parece também sugerir uma possível continuação. De forma inteligente e engenhosa Flanagan tira o famoso “leite de pedra”, extraindo o máximo que aquela produção permitia. Filme bastante recomendado para quem prefere se contorcer de medo e aflição do que simplesmente mergulhar em um balde de sangue e sustos, como a maioria dos filmes do gênero ultimamente nos forçou a fazer.
Jose Nivaldo d.
Jose Nivaldo d.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de julho de 2014
Falta um final bom o filme acaba muito sem nexo
Roberto J.
Roberto J.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de julho de 2014
O Espelho
De: Roberto Júnior

O gênero Suspense tem sido cada vez mais substituído pelo estereotipo Terror Psicológico. Com certeza resultado da carga de poder que esse epíteto carrega. Além do fato que essa via de trabalho cada vez mais explorada por Hollywood fornece espaço para tensão psicológica com o horror visual de qualidade gráfica variada.

O Espelho é uma exemplificação desse assunto, ao trazer o esquema técnico/visual dos terrores atuais (o que é esperado já que a produção bate no peito quanto aos outros trabalhos de seus produtores, vide Atividade Paranormal e Sobrenatural), porém se destaca quanto ao roteiro.

Um filme curto e que abusa do uso de flashbacks, logicamente não tinha espaço para diálogos não-lineares ou cenários variados, sem sair do clima de tensão concentrada que o gênero em si requer.

Dirigido pelo simples e esforçado Mike Flanagan, a produção traz o casal de irmãos Kaylie (Karen Gillian) e Tim Russel (Brenton Thwaites) que são traumatizados pela misteriosa morte dos pais. Tom é internado para cuidar de seu psicológico pós-traumático e Kaylie se torna bem sucedida e noiva, enquanto por dentro está decidida a resolver o mistério de seu passado. E é quando seu irmão é liberado que Kaylie o convida para a antiga casa onde ocorreram as mortes de seus pais e enfrentar o mal habitado em um espelho aparentemente sobrenatural.

Gillian se esforça e consegue com êxito interpretar a personagem decidida e forte que lidera aquela expedição ao terror de seu próprio âmago, fugindo do esquema tático e dramático das protagonistas femininas clichês e escandalosas. Thwaites, por outro lado, desempenha seu papel com simplicidade, não cedendo na atuação a profundidade que sua personagem requer, nem mesmo nos momentos dramáticos em que tem de enfrentar seu próprio passado.

O diretor Flanagan assume também o roteiro, pegando para si a responsabilidade de um terror psicológico que tenta fugir da dinâmica retrógrada, dando um ar moderno/tecnológico até mesmo aos flashbacks, que remetem a 2002. Além de levar a sério o estereotipo de Terror Psicológico, dando ao espectador uma experiência alucinógena e confusa quase em primeira pessoa cuja dinâmica e essência supera (mesmo que por pouco) a confusão na lógica estrutural da história. Flanagan porém peca ao não dosar a duração dos flashbacks, cedendo informações demais e tornando a trama previsível mesmo com o alternar dos períodos, fazendo do diferencial atemporal um mero quesito ínfimo e em alguns momentos até mesmo sem sal.

Parece que as mulheres de fato dominaram o filme, já que a mãe cada vez mais perturbada interpretada por Katee Sackhoff traz o ápice do terror visual ao filme, enquanto o pai apenas traz maior amplitude aos detalhes perturbadores/ilusórios que o espelho é capaz de criar. E a atuação da jovem Kaylie, dada a Annalise Basso, respeita as características da personagem e entra em harmonia com o trabalho de Karen Gillian. E o mesmo pode ser dito do jovem Tim, interpretado por Garrett Ryan que não apenas combina com a atuação de Brenton Whwaites, como o supera!

Um filme que vai além dos terrores atuais, trazendo em si uma inteligência atualmente pouco vista nas produções do gênero. E que foge dos clichês (embora a cena do jogo de câmeras de aproximação entre a personagem e o espelho seja um clássico, mesmo que necessário) respeitando a imprevisibilidade. Muito embora falhe na dosagem estrutural e nos requintes que tornam o Espelho um filme elegante.
Eldes F.
Eldes F.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2014
"O espelho" chega aos cinemas brasileiro com animadora premissa de ter sido premiado pelo público do Festival de Toronto 2013. Normalmente, um bom indicativo para um filme de suspense. Ultimamente, este gênero têm mostrado mais do que deveria e criado expectativas de menos. "O espelho" foge um pouco a essa regra. Mas não o suficiente para torná-lo impactante. Aliás, este é seu maior defeito.

Salvo o didatismo do diretor Mike Flanagan e os exaustivos flashbacks, o filme tem um excelente começo e bem ambíguo - a insanidade dos irmãos Tim (Brenton Thwaites) e Kaylie (Karen Gillan) é tão evidente quanto contraditória. Na infância, ambos são terrivelmente marcados pela trágica morte da mãe e divergem quanto a sua causa. Há uma legítima tensão entre eles e sobre a participação de um espelho antigo. Mérito dos autores e nem tanto da direção e edição.

Na segunda parte do filme, o enredo desanda e a direção, idem. Os atores não conseguem mais levar o filme sozinhos. Qualquer expectativa mais ambiciosa que filme sugeria em sua primeira hora naufraga no excesso de explicações. Nada, absolutamente nada deixa de ser explicado e até exemplificado. O suspense se desfaz sem deixar nenhum saldo. Só negativo, infelizmente.
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