Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Alessandro S.
5 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 4 de julho de 2014
A narrativa do filme se passa em duas linhas:passado e presente, e acaba se perdendo nos flashbacks pois quebram o ritmo do filme, os desfechos são previsíveis, é um suspense morno pois os sustos ficam em escanteio.
Apesar de classificado como terror, o filme é um suspense de cunho sobrenatural mas com nenhuma "fórmula inédita". Se levarmos em consideração as caracteríscas dos blockbusters, os sustos garantem um pouco de diversão, assim como a tensão e atmosfera de terror psicológico. No entanto, a trama não explica exatamente a causa dos eventos, a maior falha do filme. Mas nem tudo está perdido: as atuações são ótimas, principalmente dos atores mirins que interpretam os protagonistas quando crianças. Os efeitos visuais nas cenas mais agoniantes e o roteiro que interage presente e passado - sem confundir o telespectador - são os pontos fortes. No geral, mais do mesmo.
Fraco, o velho clichê de filmes de terror de sempre, por vezes ficamos extremamente confusos sobre se o que está acontecendo é real ou não, o filme tenta, mas falha em aterrorizar quem assiste. Nota: 3,0/10
A história é bem interessante, e a produção acaba as vezes fugindo de alguns típicos clichês do gênero. Mas achei o filme meio cansativo, também repete demais as cenas, o que acabou me incomodando um pouco.
Sabe aquele que filme em que o trailer vende o produto e você fica louco pra comprar, pois bem,isto é o que acontece com "O Espelho". Fiquei muito ansioso para ver o filme e vi diversas críticas sobre ele que me deixaram ainda mais empolgado. Me decepcionei, o filme é muito cliché e sem criatividade, garante uma boa diversão, mas deixa muito a desejar com uma história um que ao mesmo tempo é interessante, também sem pé e nem cabeça.
É muita blablação para pouco terror. Quase uma monografia de psiquiatria. E no fim o óbvio. Pena pois a publicidade dava a entender que seria diferente.
Título Original – Oculus País de Origem – Estados Unidos Diretor – Mike Flanagan Gênero – Terror Duração – 105 minutos Ano – 2014
Sinopse
A história trata de uma tragédia familiar. Anos após o fato, dois irmãos envolvidos tentam provar que um espelho antigo é o responsável pelos acontecimentos.
Crítica
Responsável pela direção de “Absentia”, filme de 2011, Mike Flanagan reaparece agora com “O Espelho”, uma narrativa densa que traz um clima de muito suspense e mistério. Além da direção, ele também assume as funções de roteirista e editor.
A obra aborda uma tragédia familiar em que um casal é morto de forma misteriosa. Tim e Kaylie são os dois irmãos sobreviventes. Ele passa anos internado em um hospital psiquiátrico enquanto ela tenta refazer sua vida sozinha. Assim que recebe alta no hospital, Tim se reencontra com a irmã e ambos retornam ao antigo lar em que a tragédia aconteceu. O grande objetivo é provar que o espelho é o responsável pela morte dos pais.
A Direção de Arte aliada à Direção de Fotografia fazem um trabalho bem interessante, pois conseguem criar uma casa com um clima sombrio, denso e consequentemente tenso. O espelho em si parece carregar uma aura tétrica e ameaçadora tornando-se praticamente um protagonista da obra e tendo tanta importância quanto os próprios atores.
O roteiro é bom e em boa parte da obra o diretor consegue trabalhar com dois tempos distintos, uma vez que passado e presente se intercalam para fornecer ao público o que, de fato, aconteceu há anos atrás e as consequências disso no presente. É nessa hora, ao usar o espelho como metáfora, que o filme se torna bem construído: os acontecimentos do passado refletem o presente; o caos de ontem representa o desequilíbrio de hoje; a tragédia da infância traz à tona a instabilidade emocional da fase adulta. É a vida e seus atos se refletindo tal qual uma imagem diante do espelho.
Com tudo isso, ainda há alguns problemas na obra de Flanagan. A narrativa foge um pouco aos clichês do gênero, mas de certa forma não possui tanto impacto, visto que o ritmo é extremamente parado e chega até mesmo a ser cansativo. Concretamente falando, muito pouco acontece e a história parece não caminhar.
É fato que pela cabeça do público gira uma grande dúvida: Será o espelho maldito ou tudo é uma loucura dos dois irmãos? Talvez este questionamento é que, efetivamente, segure o público até a conclusão da narrativa.
Se você aprecia um filme de terror com ações frenéticas, intensidade e muitos sustos, não há dúvidas que o “O Espelho” não irá te agradar. O percurso aqui é a busca de uma sugestão de algo sobrenatural aliado a elementos que compõem uma atmosfera obscura do que propriamente o sobrenatural em si, o que resulta em momentos bons e outros nem tanto. Fica para nós a vontade de ver a próxima obra a ser dirigida por Flanagan e aguardar os resultados.
Filme até te prende em alguns momentos de tensão e suspense, a trama desenrola bem mostrando em conjunto o passado e o presente. Infelizmente o final é CAGADO, totalmente sem noção para um time que eles sabiam que não fariam uma continuação.
Pelo que li na crítica anteriormente achei que fosse um bom filme de terror e tudo mais, porém não me empolgou, é igual aos outros filmes de terror sem graça, não leva susto, história fraca, o final muito bobo, não recomendo pra quem é fã do gênero.
Percebemos que filmes terror estão ficando cada vez mais escassos, devido a falta de algo que honre o gênero. Não estou falando sobre monstros, bruxas aparecendo e dando sustos mas sim, daqueles filmes que prendem você pelo enredo, suspense e claro o que não pode faltar, uma pitada de sustos e alguns fantasmas/espíritos. O filme é dirigido por Mike Flanagan, diretor de Sobrenatural e Atividade Paranormal. Conta a história dos irmãos Tim e Kaylie Russell, o irmão fora acusado do assassinato de seus pais e é preso em uma clinica psiquiátrica, após ficar traumatizado. Depois de alguns anos é libertado e sua irmã o convence que o espelho – que eles possuíam por causa de uma herança – foi o causador do assassinato e pede sua ajuda para acabar com a tal maldição, receoso, ele acaba aceitando e então a história começa. Os atores interpretam muito bem seus papeis, disso não posso criticar. Os flashbacks e o presente se misturam e isso faz com o que o público entenda bem. Mike conseguiu colocar todo seu talento no longa, apesar de alguns probleminhas, dentre eles, existem partes que te deixam confuso e em outras acaba se “arrastando”. Pode ser considerado um filme de terror psicológico, apesar de ter algumas aparições rápidas de espíritos. O elenco do filme tem: Katee Sackhoff(mãe), Rory Cochrane(pai), e as crianças que interpretam Tim e Kaylie quando jovens são: Annalise Basso e Garrett Ryan. Não sei bem se seria um spoiler, mas por via das dúvidas, spoiler: o final acaba sendo chato e previsível .
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade