Deus Não Está Morto
Média
3,6
2021 notas

251 Críticas do usuário

5
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Glauber K.
Glauber K.

7 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de agosto de 2014
A premissa do filme soa interessante nos tempos de hoje, em que predomina o culto aos bens materiais e consumismo exacerbado; entretanto, devido à superficialidade das personagens e uma atuação de filmes da sessão da tarde, Deus NÃO está morto, não arrisca, não inova e muito menos consegue trazer empatia aos debates pseudofilosóficos que tenta mostrar.
geraldo costa
geraldo costa

9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de agosto de 2014
O debate travado poderia ter uma ótica geral e não um caráter cristão, pois todos os povos, desde as mais remotas eras, cultuam um ente superior. A ótica da religião poderia ser evitada, pois existem pessoas que acreditam na existência de Deus, apesar de não serem cristãs e nem mesmo terem religião. A ótica do conhecimento deveria ser exclusivamente utilizada. O filme é menos científico e mais religioso, tendo inclusive um culto evangélico no final. Recomendo apenas para os espectadores religiosos, nada mais.
Geraldo R.R. Costa
Bruno S.
Bruno S.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de agosto de 2014
Um filme intrigante, ao menos pelo cartaz e propaganda. Do ponto de vista cristão, o filme é um prato cheio para ver junto à família. Do ponto de vista ateu, nem tanto. Esperava mais do filme no tocante ao debate na questão de "Deus estar morto ou não", que é proposto no trailer e nas informações de sinopse. Um filme bastante preconceituoso, colocando tudo (ou quase tudo) que não é "cristão" como, no mínimo, incorreto ou errado. Muçulmanos ou estrangeiros de países de outras religiões, podem achar preconceituoso, como eu achei, embora não me enquadre nessas especificações. Quem é cristão, certamente irá se emocionar nas cenas do filme, pois é um tanto profundo nesta questão. No entanto, isso não coloca o filme como um dos melhores.
Eduardo Buss
Eduardo Buss

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2019
Filme muito ruim, um dos piores que eu já vi.
Baixei ele esperando ver bons argumentos sobre a existência ou não de um Deus, e o mais perto que chegou disso foi uma citação de Hawking(boa, feita pelo professor ateu).
O filme não tem sentido nenhum, não tem uma conexão boa, não tem lógica.
Enfim...odiei.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de setembro de 2014
o filme é totalmente parcial. O professor ateu é vilão. O pai muçulmano é vilão. Só os cristãos sao alegres e felizes. Oü seja: O filme é tendencioso.
ReneAndroid.apk
ReneAndroid.apk

17 seguidores 170 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de abril de 2021
Filme tedenciso demais, mas acho que dá pra assistir. Tá longe de ser o meu favorito. Da pra assistir, mas tem umas cenas chatas.
Mario Luiz B
Mario Luiz B

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de agosto de 2014
A crítica de Francisco Russo conseguiu explicar literalmente, e muito bem, tudo o que penso a respeito desse filme. Pela propaganda pensava-se ser um filme instigante, que levaria ao debate sobre a existência de Deus com argumentos interessantes e persuasivos. Porém, o que vemos é um testamento pronto, um dogma a ser seguido. A observação sobre os estereótipos dos personagens, onde os "ateus" são caracterizados como pessoas arrogantes e más, enquanto os "cristãos" são sempre mansos e bondosos, é que faz do filme seu viés tendencioso. Portanto, é falsa essa premissa e assim fica fácil conduzir o pensamento dos "incautos" de que Deus é poderoso e inquestionável. Apesar de respeitar a fé e as escolhas das pessoas, e de estar entre aqueles (minoria) que acreditam em uma energia superior, mas não como nos é apresentada pelos "poderosos" de plantão, deixo apenas uma pergunta: por que Deus insiste em ficar oculto e não se demonstra de forma inequívoca, de forma que todos realmente lhe rendesse respeito e júbilo e, assim, evitar que muitos "espertos" e gananciosos O usem para tirar proveito próprio, a exemplo dessas "seitas" que só pedem dinheiro aos seus fiéis, geralmente pessoas simples e ingênuas. Por que esses mesmos "tementes" a Deus não questionam esses ditadores da palavra de Deus o porquê Ele precisaria de tanto dinheiro, arrecadado diariamente de forma vil, porém travestida de "custo da salvação"? Dizer que quem não "enxerga" Deus é por falta de fé, abre caminho para que muitos dirijam sua "fé" para o oráculo errado !!!!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Nietzsche havia alertado aos pensadores mais livres já no século XVII: deus está morto. Hoje, de uma maneira irônica, um movimento encabeçado por cristãos anuncia aos quatro ventos: foda-se a lógica!
lucas e.
lucas e.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de outubro de 2014
Bom, antes de mais nada tenho que dizer que sou sim cristão, católico, e um amante de filmes em geral. Nesta linha de filmes, gostei de assistir por exemplo 'Fireproof', 'Facing the Giants', 'Leap of faith'. Muitas pessoas comentavam comigo sobre este filme, até que tive que assistir. Claro, me decepcionei! A intenção do filme merece 2 estrelas, o enredo tinha tudo pra ser interessante e abrangente, porém tenho que concordar com muitos que foi abordado superficialmente. O filme que pretendia, na minha opinião, tecer uma crítica ao massacre intelectual que jovens ingressantes em universidades sofrem de professores ateus, muitas vezes com requintes de crueldade, acabou por fazer o mesmo com os ateus, ou não cristãos. A crítica oficial do 'adoro cinema' utilizou uma palavra bem apropriada para descrever a condução deste enredo: Maniqueísta. Ora, tenho muitos colegas ateus que são pessoas boníssimas, corretas, prestativas, entre outras qualidades. Também tenho colegas cristãos que são prepotentes, arrogantes, simplistas, e dissimulados. Mas em um mundo real, elas convivem, coexistem e possuem ambas qualidades e defeitos e o cristianismo não consiste nisso. Não se trata de ter qualidades e defeitos, e não pretendo aqui dizer do que se trata o cristianismo, porque poderia 'atirar pérolas à porcos'. O filme poderia conduzir sua mensagem e enredo sem pintar com defeitos os ateus, ou pessoas de outro credo. Muito menos era necessário matar, literalmente, o antagonista do filme. Pessoalmente não gosto de pessoas que se utilizam da ciência para provar a existência de Deus, ou que se referem à bíblia para sustentar que ela contém verdades acerca do universo e seus mecanismos. Não se trata disso a fé como nos lembra São Paulo, ou simplesmente Paulo de Tarso para os ateus e não cristãos: ''Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação''. O cristianismo verdadeiro não pretende fazer frente à ciência muitos menos se utilizar dela para sua justificação. Também não significa que são antagônicas, apenas coisas distintas. Filmes com esse tipo de conteúdo devem ser conduzidos com muita cautela, ao meu ver. Devem passar pelo crivo de uma instituição cristã séria antes de ser publicado, vendido e divulgado.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de maio de 2015
O filme “Deus Não Está Morto”, dirigido por Harold Cronk, parte da seguinte premissa: um professor de Filosofia (Kevin Sorbo), na primeira aula de sua disciplina, desafia os seus alunos a preencher um papel em que eles escreverão a seguinte frase: “Deus Está Morto”. Simples assim, sem questionamentos! Entretanto, um de seus alunos (Shane Harper) se recusa a assinar o papel. A partir desse confronto, o professor desafia o seu aluno a provar para os seus alunos a existência de Deus.

O filme se apoia nesse contraponto, no confronto entre duas visões completamente diferentes. Em paralelo à cruzada do aluno para provar a existência de Deus, acompanhamos várias histórias paralelas que nos mostram a relação de diversos personagens com Deus e com a fé cristã.

É importante analisar “Deus Não Está Morto” de duas maneiras: como filme, a obra é muito fraca, especialmente do ponto de vista estético; entretanto, a mensagem que eles nos quer passar, a reflexão que a obra faz é importante, especialmente ao nos mostrar que a fé é algo muito pessoal e parte do princípio de cada experiência humana, dentro das particularidades de cada um de nós.
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