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Um visitante
1,5
Enviada em 3 de setembro de 2014
O título é um bom chamado,pra quem gosta do assunto.Deus Não Está Morto,pode ter um título interessante,mais o conteúdo é fraco por si só.Onde o personagem de Shane Harper] (Josh),ingressa na universidade,mais sem saber que lá o aguarda.Sendo ele o grande detentor de toda a história do filme.Onde bate de frente com seu professor Radisson,vivido pelo o sumido Kevin Sorbo,que não acredita de nenhuma forma que Deus exista.A história do filme é visivelmente cheia de falhas.Grandes furos no roteiro,e péssimas atuações.Os personagens por muitas das vezes entram em contradições,deixando ainda mais o filme ruim,com diálogos super bobos e desnecessários.É sim,um grande concorrente a integrar a grade da Sessão da Tarde,ano que vem.
Sou cristã, e nem por isso vou exaltar um filme só pq prega minhas crenças religiosas. Filme fraco, péssimas atuações, diálogos superficiais, parece que as cenas estão soltas. Um bando de personagens sem contexto. Decepção..
O filme é uma reafirmação religiosa contra os ateus, sendo desonesta em vários pontos com argumentos falhos não refutados, como o argumento da moral. "Se você não acredita em Deus, que exemplo pode dar de moral?" Simples não fazendo coisas erradas que possam prejudicar o outro, isso não depende de Deus e nem de fé para as pessoas respeitarem, são condutas que aprendemos em sociedade em prol de um melhor convívio em grupo.
Porém é um filme legal de assistir e pessoas com pouca formação crítica e pouco conhecimento acadêmico vai achar o filme maravilhoso.
“Deus não está morto” atrai por discutir a existência de Deus do ponto de vista de um cristão, e pode-se dizer que até certo ponto cumpre bem essa proposta. Por outro lado, mostra-se problemático ao apresentar como antagonistas personagens que naturalmente não exerceriam esse papel, como nos casos do professor ateu e do pai muçulmano. spoiler: O primeiro morre tragicamente, mas, antes, ganha um presente divino, a chance de se converter ao Cristianismo (como Deus é bom, não?); o segundo obriga a filha a utilizar determinada vestimenta e, ao descobrir que esta é cristã, a agride e a expulsa de casa...um verdadeiro monstro!!1 Os roteiristas esqueceram-se dos protestos que aconteceram na França quando o uso da burca foi proibido ou então das tentativas de Franz Boas, do final do século XIX, de acabar com o etnocentrismo. Enfim, dispensável a demonização dos não-cristãos e por pouco não se tornou dispensável também esse filme.
Mesmo com todo o depoimento cristão versus ateus, o principal erro do filme é tratar de forma tão superficial os grandes filósofos e estudioso, com análises de discursos minimamente interessantes, para justificar a crença e questionar a existência divina, na tentativa absurda de converter ateus...
O filme é de fato ruim. Infelizmente ele apresenta uma utopia a no que diz respeito ao debate da existência de Deus e até mesmo no que diz respeito a acabar com a opressão sobre as pessoas que manifestam fé no meio acadêmico. Obviamente que todos sabem que se trata de um filme. Entretanto é nítido que os produtores do filme não se esforçaram nem um pouco para se aproximarem da realidade. Se o filme fosse feito em um meio acadêmico real, os argumentos daquele jovem não durariam nem o primeiro debate. E o motivo é simples: A questão de Deus e sua existência tal como as diferenças entre crenças são assuntos que geram polêmicas a séculos, passando pelos mais diversos pensadores que já estiveram na terra. Mas o filme tenta abodar o assunto de forma rasa, tendenciosae muito afastado da realidade. O filme é claramente um filme cristão e, para seu público alvo, talvez ele tenha alcançado seu objetivo, salvo pessoas que tiveram algum estudo filosófico e afins. Mas, como um filme aberto ao público, sujeito a avaliação de diversas pessoas de diferentes crenças e pensamentos, o filme pode ser até ofensivo.
Como historiador e estudante de filosofia, vejo, claramente, uma profunda distorção da realidade. Este filme trata-se, simplesmente, de uma "deseducação". Eu não sei se existe um ser supremo; sou agnóstico em relação a tal ideia de um modo geral. Entretanto, acredito que se houver um Deus, ele certamente não é aquele proclamado pela tradição judaica-cristã. Sou total, completo, inteiro e absolutamente ateu em relação ao deus judaico-cristão. A este, simplesmente, não dou nem o benefício da dúvida.
A única coisa que gostei do filme, foi a fotografia.
De resto, o que vemos é um maniqueísmo enorme (os Cristãos são bons e os ateus e muçulmanos intolerantes). Além disso, o filme pega frases de filósofos (como a "Deus está morto" de Nietzsche) e a simplifica de todo modo e também trata de maneira até desonesta teorias científicas como a do Big Bang e da evolução.
É um filme que é meramente uma propaganda religiosa. O debate sobre a existência de Deus é muito intrigante, mas esse filme se trata apenas de fazer proselitismo da religião cristã.
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