Deus Não Está Morto
Média
3,6
2022 notas

251 Críticas do usuário

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joão carinhaquemoralogoali
joão carinhaquemoralogoali

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de dezembro de 2025
É um filme que é o chamado echo chamber, nunca houve a menor vontade de fazer outros pontos de vistas ou realmente pensar sobre a fé ou crença, é um filme que não passa de uma propaganda cristã, feito apenas pra falar oq eles querem ouvir e dizer que a fé cristã esta certa, o personagem ateu é um vilãozinho da Disney que nem é ateu de verdade, todo debate é vazia e feito pro lado dos cristãos ganhar.

A frase "deus esta morto" nem era pra ser no sentido literal, mas acho que quem fez esse filme nem se importava em fazer sentido, afinal os cristãos querendo que sua crença fosse validade de alguma forma aceitariam qualquer coisa.

Resumindo esse filme é uma piada.
moonchild, don't cry
moonchild, don't cry

14 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de outubro de 2021
esse filme é tão ruim que chega a irritar. se Deus não estava morto esse filme conseguiu matar ele viukkkkkk só serve pra reafirmar a visão que muitos crentes tem de ateus e fazer eles acharem que deus existe sim e a de vc se opinar. se pelo menos fosse um filme sério onde a galera debate, mas o cara nem ateu é, como vc odeia deus se Deus não existe? ele sendo evangelizado antes de morrer, meu deus que cena ridícula. parabéns por falar que só sua religião salva e fazer a porrrra de um longa metragem só pra glorificar sua fé ao invés de fazer um filme bonito que inspira e passa a mensagem boa da religião
Alex Vyni
Alex Vyni

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de agosto de 2020
Em minha opinião este filme é horrivel, não tem logica nenhuma é um filme que promete ´´desafiar os ateus`` mas ele é apenas um filme que idolatra o Deus cristão e coloca os mulçumanos e ateus como os ´´maus´´ e além disso o filme pega frases de filósofos como Stephen Hawking e Nieztche e as distorce completamente. Ou seja é uma mera propaganda religiosa e um insulto a comunidade atéia, deista, agnóstica, satanista e etc
Obrigado
Alex
Thiago Rodrigues
Thiago Rodrigues

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de agosto de 2020
A única coisa que gostei do filme, foi a fotografia.

De resto, o que vemos é um maniqueísmo enorme (os Cristãos são bons e os ateus e muçulmanos intolerantes). Além disso, o filme pega frases de filósofos (como a "Deus está morto" de Nietzsche) e a simplifica de todo modo e também trata de maneira até desonesta teorias científicas como a do Big Bang e da evolução.

É um filme que é meramente uma propaganda religiosa. O debate sobre a existência de Deus é muito intrigante, mas esse filme se trata apenas de fazer proselitismo da religião cristã.
Pablo H.
Pablo H.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de abril de 2018
O filme é de fato ruim. Infelizmente ele apresenta uma utopia a no que diz respeito ao debate da existência de Deus e até mesmo no que diz respeito a acabar com a opressão sobre as pessoas que manifestam fé no meio acadêmico. Obviamente que todos sabem que se trata de um filme. Entretanto é nítido que os produtores do filme não se esforçaram nem um pouco para se aproximarem da realidade. Se o filme fosse feito em um meio acadêmico real, os argumentos daquele jovem não durariam nem o primeiro debate. E o motivo é simples: A questão de Deus e sua existência tal como as diferenças entre crenças são assuntos que geram polêmicas a séculos, passando pelos mais diversos pensadores que já estiveram na terra. Mas o filme tenta abodar o assunto de forma rasa, tendenciosae muito afastado da realidade. O filme é claramente um filme cristão e, para seu público alvo, talvez ele tenha alcançado seu objetivo, salvo pessoas que tiveram algum estudo filosófico e afins. Mas, como um filme aberto ao público, sujeito a avaliação de diversas pessoas de diferentes crenças e pensamentos, o filme pode ser até ofensivo.
Fabiana Z.
Fabiana Z.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de agosto de 2015
Péssimo!
Maniqueísta, machista e preconceituoso!
É a definição para esse filme. Um dos personagens principais, teoricamente o vilão, é extremamente anti-ético, um professor jamais poderia ter essa atitude em sala de aula e mesmo que tivesse, deveria ser contestado pelos alunos, uma vez que uma universidade tem obrigação de respeitar as crenças de cada um. O roteiro compõe uma visão unilateral sobre o cristianismo, expõe todos os ateus como se fossem pessoas sem caráter apenas por contestarem a existência de Deus.
A personagem feminina, namorada de Josh é egoísta, é superficial, e é representada como se a mulheres dependessem do homem para tecer seu futuro.
O personagem principal é colocado num pedestal, pelo simples fato de ser cristão, é como se a crença dele o tornasse melhor que os outros personagens, até em questões de intelecto.
A religião muçulmana é mais uma vez distorcida e analisada de forma preconceituosa.
O filme é raso, constrói diálogos superficiais, relacionamentos superficiais entre os personagens.
Um tema que teria tudo para gerar uma grande discussão sobre respeito à diversidade de crenças no mundo, se torna apenas uma visão equivocada dos cristãos.
Quem escreveu esse filme devia aprender uma simples lição de vida: sua crença não te torna melhor que os outros, não te faz ter mais caráter.
Raphael P.
Raphael P.

5 seguidores 7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de maio de 2015
OK, eu não sou ateu (sou catolico... em teoria, minha familia não vai a igreja mas acreditamos em Deus) e mesmo assim eu acho esse filme ofensivamente hilário, toda a trama é uma propaganda cristã sem vergonha, a premissa é que um professor ateu desafia seu estudante cristão a provar a existência de Deus para a classe mas o filme nem sequer é aberto ao debate, desde o começo é estabelecido que os cristãos são bom, humildes e felizes que enfrentam a dificuldades da vida de cabeça erguida e os ateus são tão maus, egoistas e arrogantes que é dificil de acreditar que eles sejam humanos, o filme não diz isso diretamente, mas os 3 personagens ateus no filme são: um professor arrogante que se casou com uma de suas estudante e humilha ela na frente dos seus amigos intelectuais, um homem de negocios extremamente ganancioso que larga sua namorada porque ela tem cancer e mais tarde zoa a sua mãe por ter demência, uma jornalista fracassada que desenvolve cancer não-específico e fica solitria depois que seu namorado a deixa (o ateu anterior)... ah, e também tem um pai mulçumano que é retratado como abuivo e controlador. Normalmente eu colocaria isso como spoiler, mas nem precisa, o enredo desse filme é só uma ferramenta para condenar o ateismo, os personagens não tem nenhum personagen ou valor individual, eles são só representações extremamente simplistas de "bem" e "mal", tem uma jovem muçulmana que se converte para o cristianismo, mas o personagen dela é completamente vazio, ela deve ter somente umas 10 falas durante o filme todo e só serve para mostrar como o cristianismo é a unica crença verdadeira e que as pessoas devem se converter a ela pois outras religiões são falsas e forçadas, existem outro personagens secundarios que servem para o mesmo propósito, mostrar o como a vida das pessoas melhora com a fé e o cristianismo. Mas a atração principal do filme é o debate entre aluno e professor, que também é a parte menos interessante do filme, os argumentos são orquestrados para que sejam iguais a um filme de luta, primeiro o mocinho perde feio ai eles começam a empatar e no final o mocinho detona o vilão completamente, foi tudo bem formulado é convenientemente dividido em 3 debates no filme, mas o engraçado é que no final todos agem como se o estudante tivesse provado para todos que Deus existe, quando na verdade ele só provou que o professor odeia Deus... e aqui eu concordo com o professor, ele não provou nada, o professor virou ateu por que a mãe dele morreu de cancer e Deus não salvou ela, ignorando que isso é um estereótipo de "ateuzinho revoltado", não é dificil de imaginar que ele odeia o fato de que Deus deveria ser benevolente e poderoso para salvar a mãe dele mas que não fez isso, por isso ele questionou se Deus realmente existe e chegou a conclusão de que não e que isso é traduzido para "eu odeio Deus", e o aluno age como se isso invalidasse a falta de crença do seu professor, eu não concordo com o professor mas vejo o por que isso levaria ele a ser ateu. Francamente, tudo nesse filme é muito dificil de se acreditar, desde o começo, onde o professor chega na sala e fala sobre como a universidade "é coisa seria" e logo em seguida decide simplesmente pular uma parte inteira do curso e dar nota de graça para os alunos por ser um "ateuzinho revoltado" até o final onde spoiler: ele é atropelado, morre lentamente e aceita Jesus em seu coração no ultimo minuto de uma forma humilhante e covarde
... do jeito que esse personagen me é apresentado eu acho dificil de acreditar que ele é um professor em uma universidade, ele parece mais um "ateu de fedora eufórico" que passa o dia todo no reddit debatendo religião e compartilhando imagens ofensivas no seu facebook tirando sarro dos religiosos, a vida do cara gira em torno de ser ateu, é como se fosse um estilo de vida para ele, quando ele não está na escola dizendo para seus alunos que Deus está morto ele está discutindo com seus amigos a MESMA COISA... e quanto ao "herói" do filme, ele é simplesmente o polar oposto do professor, tudo na vida dele é Deus Deus Deus Deus, os dois personagens são extremos tão absurdos que a não ser que você seja defensor militante de um dos dois lados você vai acabar odiando os dois e a trama perde qualquer valor espiritual ou intelectual que ela pudesse ter
Vinícius G.
Vinícius G.

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de abril de 2015
O filme não passa de uma clara apologia ao cristianismo. Para os cristãos será uma verdadeira glorificação de sua religião... Já para os ateus convivtos parece até um filme de comédia.
Lucas R.
Lucas R.

15 seguidores 51 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de março de 2015
Arrogante do começo ao fim, esta propaganda chega a dar nojo pela forma como é conduzida.
Camila Reis
Camila Reis

64 seguidores 103 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de janeiro de 2015
“Deus não está morto” atrai por discutir a existência de Deus do ponto de vista de um cristão, e pode-se dizer que até certo ponto cumpre bem essa proposta. Por outro lado, mostra-se problemático ao apresentar como antagonistas personagens que naturalmente não exerceriam esse papel, como nos casos do professor ateu e do pai muçulmano. spoiler: O primeiro morre tragicamente, mas, antes, ganha um presente divino, a chance de se converter ao Cristianismo (como Deus é bom, não?); o segundo obriga a filha a utilizar determinada vestimenta e, ao descobrir que esta é cristã, a agride e a expulsa de casa...um verdadeiro monstro!!1
Os roteiristas esqueceram-se dos protestos que aconteceram na França quando o uso da burca foi proibido ou então das tentativas de Franz Boas, do final do século XIX, de acabar com o etnocentrismo. Enfim, dispensável a demonização dos não-cristãos e por pouco não se tornou dispensável também esse filme.
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