Deus Não Está Morto
Média
3,6
2023 notas

251 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 19 de outubro de 2014
Filme simplesmente horrível! Extremamente apelativo, demonstrando no filme o ateu com o papel de "mau" e o cristão com o papel de "bom", como se na realidade fosse apenas assim.. E o filme é isso do início ao fim, puro maniqueísmo, um filme feito apenas pra satisfazer pessoas com um alto ego religioso, e apenas isso. O filme em nenhum momento faz jus ao gênero do filme (que é de drama), não possui profundidade de história, não possui momentos reflexivos, é apenas mesmo um filme pra se ressaltar o ego de algumas pessoas. Um dos piores filme que já vi na vida.
Natalino J.
Natalino J.

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0,5
Enviada em 12 de setembro de 2014
LIXO, não assistam, não vale nem 1 segundo de sua atenção.
Raul V.
Raul V.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de setembro de 2014
Filme tendencioso, emotivo e irracional até no uso dos argumentos científicos usados no "debate" entre os protagonistas; que vende uma imagem de que quem crer em Deus (no Deus católico) é feliz e vive bem, já quem não crê, tem uma vida sofrida... E no fim, como é esperado, acabam todos cristãos.
Douglas A.
Douglas A.

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0,5
Enviada em 8 de setembro de 2014
O Filme em si não passa de uma mera propaganda, tentando lhe vender o produto.
O Cristão é o bem, o Ateu é o Mal.
O Cristão é sempre tratado com a pessoa boa, honesta. já o ateu é um mal caráter, é fácil odialo assim que ele é nos apresentatado. Enfim, o Ateu é tratado como o mal a ser derrotado no fim, para que os Heróis (Cristãos) possam viver feliz para sempre. É preconceito do inicio ao fim.
stosfot
stosfot

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0,5
Enviada em 30 de agosto de 2014
Tão interessante e emocionante quanto um culto com um pastor com sono. Fuja, como o diabo da cruz.
Levi V.
Levi V.

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0,5
Enviada em 26 de agosto de 2014
É um filme totalmente não imparcial, onde mostra ateus e muçulmanos rudes e arrogantes serem combatidos pelas fé e moral cristã. Um dos piores filmes que eu já assisti!
anuar o.
anuar o.

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0,5
Enviada em 7 de julho de 2017
Esse filme, na verdade, só foi feito para falar ofender os muçulmanos. Aiysha é a mulher mais importante para o islã, a mulher de Maomé, e eles a fizeram se converter do islamismo ao cristianismo. Jamais os americanos iriam fazer um cristão virar muçulmano.
Aí eu me pergunto: por que fizeram esse filme? Pra entreter as pessoas que vão ao cinema ou para ofender os muçulmanos?
John C.
John C.

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0,5
Enviada em 26 de agosto de 2014
O filme é maniqueísta, ele não se prende a passar um mensagem de fé e esperança, pois a intenção real é alfinetar os ateus.

A obra de Cronk é simplória demais, os argumentos são muito vazios e desleixados e os personagens são muito rasos.

O filme cria um fórmula de apresentação, onde:

- Os Ateus são MAUS e cristãos são BONS.
- os Cristãos são morais e Ateus são imorais.

É com esse preconceito estapafúrdio e essa premissa arrogante em que Cronk desenrola a trama do filme, deixando de lado as reais motivações que levam alguém a se assumir como um ateu, pois diferente do filme, ninguém se TORNA ateu, todos nós somos até que resolvemos assumir.

O filme é preconceituoso e arrogante, ofende a complexidade intelectual por trás do ateísmo, assim como usa e abusa de desonestidade intelectual para deformar ainda mais a opinião dos crentes que não conhecem o verdadeiro ateísmo.

O que poderia ser uma discussão interessante, vira, logo no primeiro ato, uma chuva de insultos e argumentos falaciosos, vindos dos dois lados. As referências aos maiores entusiastas do assunto parecem estar no filme apenas com propósito verborrágico. Os mais famosos ateus do mundo, Richard Dawkins e Stephen Hawking são ridicularizados – e supostamente desmascarados – com uma curta frase do professor teísta John Lennox. As exposições, tanto de Josh quanto do professor Radisson, se tornam uma coleção de sentenças soltas ditas por pensadores em contextos bem definidos, mas utilizados em sala como fracos slogans de ceticismo ou credulidade.

É no mínimo um filme medíocre e patético, bem diferente da obra de Matthew Chapman - A tentação - de 2012.

Para variar, como foi mencionado nos créditos, os roteiristas Cary Solomon e Chuck Konzelman (também adeptos do cinema cristão) acharam inspiração nas dezenas de entidades religiosas que reafirmaram, por meio de guerras judiciais, o direito de disseminar suas crenças nas universidades americanas. Isso já diz muita coisa sobre a intenção de proselitismo desse filme.

Ao defender a tese final de que os ateus são desprovidos de qualquer juízo moral e, portanto, merecedores de destinos trágicos, Deus Não Está Morto também traça seu destino: uma catástrofe. Não de bilheteria, dado que a obra já reina entre os filmes do gênero, mas de crítica, de gosto, de Cinema.

Se o filme cair nas graças dos religiosos extremistas simplesmente por vomitar a mesma propaganda que eles, provavelmente falhará em qualquer tentativa de convencimento dos indecisos. Aos cristãos críticos, que certamente em algum momento de sua vida pensaram na questão, a obra se apresentará como um desfavor à causa, tamanho desleixo de um roteiro que não se sustenta em seus argumentos.

E para os ateus, Harold Cronk entrega um presente: se Deus não estava morto, agora está.
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