Deus Não Está Morto
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3,6
2023 notas

251 Críticas do usuário

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Thaíssa G.
Thaíssa G.

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5,0
Enviada em 27 de agosto de 2014
Sabe o que é mais engraçado?? Quem é ateu ou não, assistiu o filme ou provavelmente esta tirando conclusões de alguns posts feitos aqui.
Eu sou cristã e acredito em Deus pela fé. Deus não pediu pra você crer nEle, e muito menos obriga a você a fazer isso. Ele deu o livre arbítrio a cada um de nós.
Eu fico pensando o que leva a 'certas pessoas' a criticar um filme sabendo que ele é evangélico e sabendo quem são seus produtores (porque isso esta na capa), se você sabe quem produziu e qual é o seu fundamento, porque perder tempo com isso, se não crê??
Acredito que quem não crê em algo, não perde tempo discutindo o que 'não existe'. Se a pessoa é ateu ou seja lá qual for a religião que não seja acreditar em Deus, não deveria 'perder tempo falando ou discutindo o que não acredita'.
O que eu percebi nos comentários, é cada um querendo expor sua melhor resposta, e chegando a um desgaste sem fim.
Não julgo a escolha de quem é ateu, islâmico ou qualquer outra coisa, o que eu digo é: Deus não precisa que você acredita nEle, Ele não depende de nós para ser ou fazer alguma coisa. Ele diz nas escrituras que: Eis que estou à porta, e bato, se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Deus não diz: abra a porta que quero entrar agora! Se nós não quisermos Ele não entra, isso é uma opção de cada um.
Cada escolha que o ser humano faz tem suas consequências, se você optar por crer ou não, as consequências virão, sendo elas boas ou ruins.
Sabendo que religião não salva ninguém, eu acredito na bíblia, a igreja é um local onde reunimos com nossos irmãos em Cristo para aprender mais. Mas só quem salva é Deus
Eu gostei do filme pelo conteúdo, independente de quem produziu ou quem são os atores.
Deus esta mais que vivo, e vou defender isso em quanto eu viver, é o que acredito independente do que os outros digam a respeito. Quem crer verá a glória de Deus.
Essa é minha opinião, cada um tem a sua.
lucas e.
lucas e.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de outubro de 2014
Bom, antes de mais nada tenho que dizer que sou sim cristão, católico, e um amante de filmes em geral. Nesta linha de filmes, gostei de assistir por exemplo 'Fireproof', 'Facing the Giants', 'Leap of faith'. Muitas pessoas comentavam comigo sobre este filme, até que tive que assistir. Claro, me decepcionei! A intenção do filme merece 2 estrelas, o enredo tinha tudo pra ser interessante e abrangente, porém tenho que concordar com muitos que foi abordado superficialmente. O filme que pretendia, na minha opinião, tecer uma crítica ao massacre intelectual que jovens ingressantes em universidades sofrem de professores ateus, muitas vezes com requintes de crueldade, acabou por fazer o mesmo com os ateus, ou não cristãos. A crítica oficial do 'adoro cinema' utilizou uma palavra bem apropriada para descrever a condução deste enredo: Maniqueísta. Ora, tenho muitos colegas ateus que são pessoas boníssimas, corretas, prestativas, entre outras qualidades. Também tenho colegas cristãos que são prepotentes, arrogantes, simplistas, e dissimulados. Mas em um mundo real, elas convivem, coexistem e possuem ambas qualidades e defeitos e o cristianismo não consiste nisso. Não se trata de ter qualidades e defeitos, e não pretendo aqui dizer do que se trata o cristianismo, porque poderia 'atirar pérolas à porcos'. O filme poderia conduzir sua mensagem e enredo sem pintar com defeitos os ateus, ou pessoas de outro credo. Muito menos era necessário matar, literalmente, o antagonista do filme. Pessoalmente não gosto de pessoas que se utilizam da ciência para provar a existência de Deus, ou que se referem à bíblia para sustentar que ela contém verdades acerca do universo e seus mecanismos. Não se trata disso a fé como nos lembra São Paulo, ou simplesmente Paulo de Tarso para os ateus e não cristãos: ''Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação''. O cristianismo verdadeiro não pretende fazer frente à ciência muitos menos se utilizar dela para sua justificação. Também não significa que são antagônicas, apenas coisas distintas. Filmes com esse tipo de conteúdo devem ser conduzidos com muita cautela, ao meu ver. Devem passar pelo crivo de uma instituição cristã séria antes de ser publicado, vendido e divulgado.
Pablo H.
Pablo H.

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1,0
Enviada em 19 de abril de 2018
O filme é de fato ruim. Infelizmente ele apresenta uma utopia a no que diz respeito ao debate da existência de Deus e até mesmo no que diz respeito a acabar com a opressão sobre as pessoas que manifestam fé no meio acadêmico. Obviamente que todos sabem que se trata de um filme. Entretanto é nítido que os produtores do filme não se esforçaram nem um pouco para se aproximarem da realidade. Se o filme fosse feito em um meio acadêmico real, os argumentos daquele jovem não durariam nem o primeiro debate. E o motivo é simples: A questão de Deus e sua existência tal como as diferenças entre crenças são assuntos que geram polêmicas a séculos, passando pelos mais diversos pensadores que já estiveram na terra. Mas o filme tenta abodar o assunto de forma rasa, tendenciosae muito afastado da realidade. O filme é claramente um filme cristão e, para seu público alvo, talvez ele tenha alcançado seu objetivo, salvo pessoas que tiveram algum estudo filosófico e afins. Mas, como um filme aberto ao público, sujeito a avaliação de diversas pessoas de diferentes crenças e pensamentos, o filme pode ser até ofensivo.
Clóves Fernandes N.
Clóves Fernandes N.

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1,0
Enviada em 1 de setembro de 2014
Como historiador e estudante de filosofia, vejo, claramente, uma profunda distorção da realidade. Este filme trata-se, simplesmente, de uma "deseducação". Eu não sei se existe um ser supremo; sou agnóstico em relação a tal ideia de um modo geral. Entretanto, acredito que se houver um Deus, ele certamente não é aquele proclamado pela tradição judaica-cristã. Sou total, completo, inteiro e absolutamente ateu em relação ao deus judaico-cristão. A este, simplesmente, não dou nem o benefício da dúvida.
Carlos eduardo V.
Carlos eduardo V.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de abril de 2018
O mais importante desse filme, e supor a inexistência de Deus, como seria a humanidade? E como o personagem defende sua existência é muito interessante, vale a pena por esses 2 motivos, quem não gostou não entendeu a linda mensagem que o filme se propôs a mostrar.
Thales L.
Thales L.

11 seguidores 27 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de maio de 2015
No filme, todos os cristãos são bons e todos os não cristãos (ateus, muçulmanos e chineses) são ruins.
O professor ateu é arrogante e obriga a classe para fazer o que ele quer. E é rude com a esposa cristã, humilhando-a na frente de seus amigos ateus.
Em 18 minutos, uma mulher repórter entrevista um casal. O cara barbudo (Willie Robertson) justifica a caça à animais e ganha dinheiro vendendo objetos para caçar. spoiler: Após isso, a mulher que defende os animais tem câncer.

Eu procurei e descobri "Esse homem é real e é conhecido por suas aparições na série Dynasty Duck reality TV em A&E". Ou seja, além de tudo, eles usam o filme para que esse cara se defenda das críticas pela matança de animais por diversão.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de maio de 2015
O filme “Deus Não Está Morto”, dirigido por Harold Cronk, parte da seguinte premissa: um professor de Filosofia (Kevin Sorbo), na primeira aula de sua disciplina, desafia os seus alunos a preencher um papel em que eles escreverão a seguinte frase: “Deus Está Morto”. Simples assim, sem questionamentos! Entretanto, um de seus alunos (Shane Harper) se recusa a assinar o papel. A partir desse confronto, o professor desafia o seu aluno a provar para os seus alunos a existência de Deus.

O filme se apoia nesse contraponto, no confronto entre duas visões completamente diferentes. Em paralelo à cruzada do aluno para provar a existência de Deus, acompanhamos várias histórias paralelas que nos mostram a relação de diversos personagens com Deus e com a fé cristã.

É importante analisar “Deus Não Está Morto” de duas maneiras: como filme, a obra é muito fraca, especialmente do ponto de vista estético; entretanto, a mensagem que eles nos quer passar, a reflexão que a obra faz é importante, especialmente ao nos mostrar que a fé é algo muito pessoal e parte do princípio de cada experiência humana, dentro das particularidades de cada um de nós.
Pedro R.
Pedro R.

32 seguidores 46 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de junho de 2015
Horrivel Horrivel Horrivel - dialogos pessismos. Uma realidade de ateus que nao existe como se todos ateus fossem crueis, frios, desumanos. Situações que não existem tais como: A sena que o empresário terminou seu relacionamento porque sua namorada estava com cancer, QUEM FAZ ISSO - nem Hitler hauhauhauha. Bizarro - um filme com intelectuo de quem realmente acredita nessas pastores falastrões. Outro fator que me irritou profundamente nesse filme é que o filme não é sobre DEUS e sim sobre CRISTIANISMO. Eu sou ateu, nao defendo nenhum deus especificamente, mas ao criar a personagem Ayisha, o filme coloca o Deus mulçumano como uma idéia cruel da mesma forma que colocou os ateus.

Esse filme reforçou ainda mais minha idéia de nao querer fazer parte de qualquer igreja ou culto.

Só um dado para compartilhar: Paises com mais incidencia de religião sao os mais violentos do mundo, os paises com menos relevancia da religiao sao os mais evoluidos.
Procure na exame paises mais religiosos e menos religiosos
Nathalia V.
Nathalia V.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de agosto de 2014
Esse filme tem uma história bem diferente e interessante, no entanto achei que o final do filme foi muito tendencioso.
César Filho R.
César Filho R.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de agosto de 2014
Bom...o filme, apesar de não ter usado nenhum ator muito conhecido, trás uma mensagem muito forte. ''Crer ou não em Deus?'' ''ELE existe? ou é somente um conto de fadas?''.
Acho que cada pessoa tem sua fé, e como qual, deve ser respeitada por todos, ate porque, existe o que chamamos de ''Livre Arbítrio'', então devemos sempre escolher o que é bom, e termos nossa recompensa, ou o que é mal, aí teremos nossa ''lição'', Deus nunca morreu, ele está dentro de todos nós, como diz em Gênesis: ''Deus fez o home à imagem e semelhança Dele'', então Deus está dentro de cada um de nós.
Só nós resta acreditar ou não. Isso é escolha de cada um.
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