Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
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4,0
544 notas

117 Críticas do usuário

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Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2025
Essa nova skin do universo de super-heróis realmente está agradando. Possui nostalgia e um carisma voltado para o que sempre esperamos de um herói, realizar o bem sem outras questões se perdendo. É bem realizado e bonito de assistir.
Irlan R.
Irlan R.

24 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de agosto de 2025
Enfim fizeram um filme pra representar de vez o quarteto fantástico no cinema. A sacada do design futurista e retrô de outra realidade foi fantástica e agradável de assistir.
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2025
Depois de 3 filmes medíocres feitos pela Fox, especialmente o de 2015, finalmente temos um filme bom da primeira família da Marvel, só que nas mãos da Disney. Boa história, química entre os personagens, fotografia, trilha sonora, efeitos especiais, e um elenco de peso. Não é um dos melhores filmes do MCU, mas mesmo assim é bom. Só não é perfeito por alguns furos no roteiro, o ritmo se perder um pouco no segundo ato, e a motivação do Galactus ser um pouco rasa e superficial até demais, e o humor bobo, não me fez rir. Mas mesmo assim, depois de 20 anos desde o primeiro filme dos personagens ter sido feito pela Fox, finalmente temos um filme bom do grupo. Vale a pena.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2025
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos é, sem sombra de dúvida, o melhor filme do grupo de heróis — e não que isso seja muito difícil, levando em consideração os dois filmes de Tim Story (que até têm sua importância) e o trágico longa de 2015, dirigido por Josh Trank. Mas não se engane achando que esse filme de 2025, dirigido por Matt Shakman, só se destaca porque os anteriores são questionáveis. Primeiros Passos é um filme competente naquilo que se propõe: apresentar um dos grupos mais icônicos da cultura pop, com uma estética que transborda o estilo vintage dos anos 60 e um visual retrofuturista. É um longa que segue a mesma linha de pensamento de Thunderbolts, em que a Marvel Studios parece ter redescoberto que, antes de conectar tudo ao universo compartilhado, precisa voltar a contar boas histórias em filmes isolados. Isso representa um respiro criativo para o futuro do MCU — não por ousar radicalmente, mas por resgatar uma simplicidade e foco narrativo que andavam esquecidos. Ainda assim, fica a sensação de que havia espaço para voar mais alto.

O primeiro passo certo foi a escolha de Matt Shakman para a direção. Jon Watts, que já havia trabalhado no MCU — incluindo Sem Volta Para Casa —, deixou o projeto por se sentir saturado do gênero. E, honestamente, ainda bem que deixou. A Marvel acerta pela segunda vez consecutiva na escolha do diretor: depois de Jake Schreier em Thunderbolts, aqui temos Shakman, que entregou, para muitos, a melhor série do estúdio até hoje, WandaVision. É um casamento perfeito: um diretor que já havia mostrado competência tanto nas questões familiares quanto na ambientação retrofuturista, agora comanda um filme com as mesmas características — só que em escala maior. Considero que Shakman, ao lado do elenco, é um dos grandes trunfos do longa. Ele mergulha nesse mundo retrô com decisões de câmera e enquadramentos que remetem a séries da época, como Os Jetsons e sitcoms clássicos, além de evocar 2001 – Uma Odisseia no Espaço nas passagens espaciais.

Também temos aqui um exemplo claro de como a trilha sonora pode elevar um filme. Em algumas cenas, se não fosse pela música, certas escolhas do roteiro poderiam causar estranhamento ou até enfraquecer momentos importantes. O trabalho de Michael Giacchino, compositor já experiente no MCU, talvez não seja o mais icônico da carreira dele — mas é, sem dúvidas, um dos mais eficientes. Para efeito de comparação, considero até mais impactante do que a trilha de Superman, que já contava com a material-base de John Williams. Em Quarteto Fantástico, a trilha como um todo é muito mais integrada ao tom e à emoção da narrativa, sendo crucial para o funcionamento do filme.

Por se tratar de um filme de introdução — ainda que fuja da velha fórmula batida da origem —, era esperado que a narrativa fosse levemente pincelada, usando narração para contextualizar a história do grupo e estabelecer as relações. No entanto, ao focar na trama central, o roteiro parece assumir que o público já conhece os personagens, e por isso evita desenvolver mais a fundo suas relações. Em vários momentos, a sensação é de que nos apoiamos mais no que já sabemos do Quarteto do que no que o filme realmente constrói. Primeiros Passos poderia ter se arriscado mais, mesmo com a necessidade de condensar certos elementos. A Marvel opta por uma abordagem segura para introduzir a equipe de forma sólida e concisa, o que acaba limitando a exploração além da trama principal. Isso se reflete também nos antagonistas, que não têm o desenvolvimento ideal. É compreensível, dado o foco na introdução do grupo e na construção de uma nova dinâmica familiar, mas ainda assim, quando Galactus aparece em tela, temos algumas das melhores cenas do filme — mais pelo peso cultural do personagem do que pelo que o filme efetivamente apresenta sobre ele. Isso deixa um claro gostinho de quero mais.

Mas o grande mérito do filme é, sem dúvida, o retrato da família. Primeiros Passos valoriza o senso familiar de maneira que nenhum outro filme do grupo conseguiu até hoje. E isso se deve à escolha do elenco. A direção de Shakman, combinada com um time de atores carismáticos e com ótima presença em tela, transmite de forma convincente esse sentimento de união — seja nas cenas do cotidiano, nos diálogos ou nas situações corriqueiras. Ainda assim, algumas relações se mostram mais frágeis, como a entre Reed e Johnny. Fica claro que o foco é a relação entre Sue e Reed, mas mesmo com o roteiro sugerindo que todos estão juntos há bastante tempo, a sensação é de que essa convivência ainda precisa de mais tempo em tela para se firmar por completo.

Em resumo, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos cumpre com eficiência a tarefa de introduzir a maior família de heróis da Marvel. É, sem dúvida, um filme diferente da Fase 5. A sensação de nostalgia e o sentimento familiar permeiam toda a narrativa, graças a uma direção inspirada de Matt Shakman, que sabe contar uma boa história mesmo jogando no seguro. A trilha sonora de Michael Giacchino é impecável, uma das melhores já compostas para o MCU, e o elenco é daqueles que dá vontade de acompanhar por horas. E sim, finalmente temos um bom filme do Quarteto Fantástico. Ao lado de Thunderbolts, ele traz o respiro que a Marvel tanto precisava.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 433 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2025
Achei o filme fantástico! A única ressalva fica por conta da cronologia, que foi acelerada demais, mas ainda assim, tudo foi bem encaixado dentro da proposta. O visual do Galactus está simplesmente sensacional, um verdadeiro espetáculo! E a cena pós-créditos foi o ápice, deixando uma expectativa altíssima para o que vem a seguir.
Luciano Inacio
Luciano Inacio

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de novembro de 2025
Elenco fantástico e um roteiro bem elaborado.
efeitos especiais muito bons.
Aguardando os próximos filmes.
⭐️⭐️⭐️⭐️
henriquecf
henriquecf

5 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2026
Espera algo a mais. Senti falta de um personagem importante e entendi pq o surfista prateado é mulher.
Vitor R
Vitor R

49 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2025
Acredito que o filme tenha muito sucesso em estabelecer um novo universo onde tudo é diferente do que estamos acostumados no tradicional UCM. O filme traz algo, literalmente, Fantasitco. Um filme muito tributo a primeira família da Marvel e aos próprios Stan Lee e Jack Kirby.

Ele é um bom filme de introdução, nos faz crer na estabilidade deles naquele universo como primeiros spoiler: e únicos
heróis daquele universo. A ameaça se faz presente, porém alguns momentos o filme deixa tão em segundo plano, que algumas pessoas podem acabar achando parado o 2° ato do filme.
Todos, sem exceção, estão maravilhosos no filme. Com presença de tela, participação, acredito que todos tem seu tempo particular para serem trabalhados e sempre alimentando aquele sentimento de Família.

Alguns momentos o CGI peca, e pode acabar te tirando do filme, porém nada alarmante demais. Mas traz também aquela sensação de estar vendo um quadrinho na telona.

O filme tem duas cenas pós créditos. Que ao meu ver poderiam ter suas ordens invertidas. Já adianto que a segunda cena não é tão interessante quanto a primeira, porém como um bom fã da Marvel, sabemos que a hora de sair do cinema é quando acaba todos os créditos.
OOOI OI!
OOOI OI!

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2025
Início foi muito bom. Nem lembrava mais da primeira vez que assisti antigamente, mas aqui, foi bem fácil entender.

O senso de humor aqui é agradável, divertido, e natural sem exageros.

Acho que as pessoas comentaram mais sobre o novo perigo no planeta Terra, e até certo ponto, um pouco de desespero talvez, mas não mostrar isso e ir direto ao ponto sem enrolação também foi legal.

A sensação de poder aqui é legal demais!
Trilha sonora muito boa, ajudando a complementar isso, mas achei legal, considerando que na maioria dos outros, os heróis e vilões não parecem tão aterrorizantes como aqui.

Cenas de ação são ótimas.
Coreografia e jogo de câmera que prendem do início ao fim.

Não pensei que seria tão bom.
Bem !

O plot Twist foi bom, e foi um bom filme introdutório.
cristiano dias
cristiano dias

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2025
Gostei muito do filme, achei envolvente e com ótimos efeitos! Só teve uma parte ali no meio que ficou meio paradinho e deu um soninho kkk, mas no geral a história é bem construída e vale a pena assistir.
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