Quarteto Fantástico: Primeiros Passos: Críticas - Página 6
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
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leandro l.
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0,5
Enviada em 23 de agosto de 2025
Que filme ruim, 1,5 horas de conversa e meia de ação chata. Coloca um vilão gigantesco que no final não faz nada que prove o seu poder. Até a luta final é horrível, tá doido que lixo de filme.
O roteiro do filme é sem graça e muito previsível, nada inovador. Mesmo sendo um filme de heróis, desafia a inteligência em várias passagens. Não entendo como esse filme está com nota 4 aqui.
Um bom filme que certamente assistiria de novo, ele não ousa tanto porém tem alguns elementos unicos e diferentes do restante dos filmes da Marvel, os efeitos especiais são nota 6,5 pra 7, eles capricham muito em alguma coisas como o Galactus, mas quando se trata de surfista prateado, su storm, o coisa e o bebe no fim do filme o CGI decai absurdamente quando esses elementos interagem com o mundo real, cai naquela suspensão da descrença, mas no geral um bom filme pra assistir com a familia em uma sessão da tarde, nada mais que isso, entretanto tem potencial pra que em alguma sequencia possa mostrar algo melhor
É um filme que entregou o que eu esperei, mas ainda sim teve obviamente coisas que eu não gostei, como por exemplo eles copiarem o final de quarteto fantástico o surfista prateado com a sue voltando a vida no final, só que trocando o surfista prateado pelo Franklin Richards, e também queria que dessem mais desenvolvimento pro coisa e pro tocha humana que são os melhores personagens do quarteto ( na minha opinião ) e que mereciam coisa melhor, mas teve varias coisas bem legais e o filme é bom, pra mim uma nota 8/10.
o tom completamente diferente de tudo que ja vimos no MCU e o visual retrofuturista desse filme com certeza foi um acerto muito grande, é um verdadeiro espetáculo ver tudo aquilo em tela e te deixa instigado por mais. Infelizmente Quarteto Fantástico com uma minutagem modesta não nos deixa aproveitar esse visual, com certeza cenas foram cortadas e acabaram por me deixar com aquela duvida de que falta algo, mas mesmo assim com toda certeza esta a anos luz de todas as adaptações pro cinema desses personagens.
o quarteto aqui, diferente dos outros filmes, consegue nos convencer de que realmente são uma família desde os primeiros minutos de tela, a relação entre todos espelha uma união que apesar dos desafios tenta sempre se manter unida, e essa a ideia central da história: FAMÍLIA.
Vanessa Kirby simplesmente destrói no papel de Sue Storm entregando uma atuação fantástica em todos os sentidos, como mãe, irmã, esposa e heroína, essa mulher consegue passar a emoção todos os momentos de forma magistral. Pedro Pascal como Reed Richards entrega exatamente oque o personagem precisa e é: o homem mais inteligente do planeta que mesmo assim não é perfeito e sua relação com Sue também é exatamente como a de um pai e uma mãe. Ben Grim, do Ebon Moss, também entrega um personagem peculiar e com uma humanidade surpreendente. Johnny Storm, de Joseph Quinn, também é,na medida certa , o personagem que conhecemos sendo brincalhão e mulherengo, sua relação com o Ben é algo diferente dos outros filmes e não é algo caricato ou exagerado mas como implicância e a relação de verdadeiros irmãos.
Toda essa construção dos personagens nos faz criar uma afeição por todos eles também nos conecta com eles por meio de ver toda aquela relação em nós mesmo e na nossa vida familiar.
O Galactus nesse filme consegue ainda mais ameaçador nas telonas, o filme realmente nos faz sentir exatamente como o Quarteto, pequenos e irrelevantes perante sua grandiosidade.
Um dos pontos que me incomodou foi a surfista prateada que eu achei muito mal aproveitada e com pouco tempo de tela dado sua importância no filme, a poucos momentos de desenvolvimento da personagem e eu acho que realmente deveria ter mais mas deve ter sido retirado do corte final.
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos é um filme sobre Família, a essência desse grupo, mas que poderia sim se permitir ser ousado e alçar voos mais altos, a duração curta foi a prova de talvez um receio da produção em relação ao filme, o terceiro ato foi empolgante e emocionante mas não da maneira que talvez esperávamos, ja o primeiro e segundo ato são simplesmente magistrais no que se propõe e justamente por ja nos ser apresentados um quarteto consolidado poderiam ter sido mais ousados em nos mostrar mais desse mundo e dos personagens, no futuro com certeza esse filme vai ficar maior, mas por enquanto ainda não
Depois de alguns tropeços, a Marvel finalmente acertou em cheio!
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos marca não só a estreia da Primeira Família no UCM, como também parece abrir caminho para uma nova fase mais independente e acessível. O filme funciona sozinho, sem exigir conhecimento prévio da Saga do Infinito ou do Multiverso — assim como fez Doutor Estranho, e isso é um grande acerto.
A trama já revelada no trailer é direta: Galactus está vindo devorar a Terra, e sua arauta, a Surfista Prateada Shalla-Bal, traz uma proposta para evitar a destruição. Cabe ao Quarteto impedi-lo. E claro, Franklin Richards — o filho de Reed e Sue, conhecido nos quadrinhos por derrotar Galactus — tem um papel essencial aqui.
(⚠️ Soft spoiler: spoiler: o filme mostra Galactus como um ser amaldiçoado, que busca em Franklin a libertação de sua fome infinita. Uma abordagem interessante e diferente. ⚠️)
O visual é um show à parte: a estética retrô dos anos 60 com tecnologia de ponta encanta — figurino, TV, carros e até os gadgets criam um clima único.
O humor é pontual e bem dosado, sem exageros como em Thor: Amor e Trovão. Apenas o suficiente pra quebrar a tensão.
Pedro Pascal surpreende e mostra mais uma vez por que está em alta. Vanessa Kirby brilha como Sue Storm — muito superior à versão da Jessica Alba (2005 e 2007). Ebon Moss entrega um Coisa divertido, sem o peso dramático dos filmes antigos. Já Joseph Quinn ficou abaixo das expectativas. Talvez ainda pese o carisma dele em Stranger Things.
Há duas cenas pós-créditos: a primeira é essencial e empolgante, a segunda é uma homenagem a Jack Kirby e à série animada clássica — simples, mas simbólica.
Resumo da ópera: Um recomeço digno, com alma própria, visual marcante e respeito à essência do Quarteto. Se o UCM seguir esse caminho, vem coisa boa por aí.
filme excepcional, sabe usar bem os elementos de ficção e de gênero super herói explora nem os personagens só peca no quesito de explorar tudo que há para explorar no filme por que tem muita coisa ali
Excelente filme. Fazendo um comparativo com o Superman, que faltou criar conexão nas relações entre os personagens , neste longa saboreamos isso sem falta. Aqui temos início, meio e fim!
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