Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
Média
4,0
545 notas

117 Críticas do usuário

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Irlan R.
Irlan R.

24 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de agosto de 2025
Enfim fizeram um filme pra representar de vez o quarteto fantástico no cinema. A sacada do design futurista e retrô de outra realidade foi fantástica e agradável de assistir.
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de outubro de 2025
Foi um bom filme com ótimos efeitos gráficos e uma boa história. Para mim faltou um pouco mais de envolvimento com alguma força do estado. Parece que não existe governo, exercito e outras forças. Eles tramaram tudo sozinhos e não se aprofundaram como é de costume em filmes de herois que são atacadas por forças externas. Atuação da mulher invisível achei um pouco apagada em termos de expressão e emoção.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de outubro de 2025
Filme: Quarteto Fantástico: Primeiros Passos @fantasticfour #4fantastico Assistido: Set/25
Elenco: @vanessa_kirby @pascalispunk @josephquinn @ebonmossbachrach @juliagarnerofficial @ralphineson @johnmalkovichh @paulwhausergram
Modelo: #superherois #Marvel #ficção
Duração: 1h 55m Ano: 2025
Minha opinião: Um filme genérico, não achei o melhor de todos. Parece que o filme sempre rola, com Dr. Destino e o Surfista Prateado e o Galactus. Filme não oficial 1- Quarteto Fantástico (1994), 2- Quarteto Fantástico (2005), Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007) e este Primeiros Passos (2025). E uma coisa não pode condenar que a falta de sucesso seja o quadro de atores, pois todos menos o 1º tem um bom grupo de atores. Aqui o Tocha Humano (Josephy Quinn) e o Coisa (Elson)foram protagonistas mesmo, quase irrelevantes. Um Homem Elástico (Pedro Pascal) que não se estica tanto. Creio que a mais relevante foi a Mulher Invisível Vanessa Kirby). E em tempos os homens são frouxo e as mulheres todas empoderadas. Temos aqui a mesma ladainha do Galactus vai consumir a Terra. Isso vem desde 2007 e se passaram quase 20 anos e continuamos. Para diversificar um pouco, ao invés do Prateado e temos a Prateada e outra diferença que o filme se passa no ar dos anos 60. Este filme ficou 3º lugar, o 1º 2005 e o 2º 2007. Para quem assistiu o filme de 2007 com certeza será muito mais critico vendo este. Os efeitos não são ruins. a atuação da Vanessa foi a boa, mas se Quinn tivesse mais relevância, seria o melhor na interpretação. O Prateado de 2007 é bem melhor que esta Prateada.
Vale apena assistir? Sim pelo fato que será o link para série Doom.
Nota: 7
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2025
Depois de 3 filmes medíocres feitos pela Fox, especialmente o de 2015, finalmente temos um filme bom da primeira família da Marvel, só que nas mãos da Disney. Boa história, química entre os personagens, fotografia, trilha sonora, efeitos especiais, e um elenco de peso. Não é um dos melhores filmes do MCU, mas mesmo assim é bom. Só não é perfeito por alguns furos no roteiro, o ritmo se perder um pouco no segundo ato, e a motivação do Galactus ser um pouco rasa e superficial até demais, e o humor bobo, não me fez rir. Mas mesmo assim, depois de 20 anos desde o primeiro filme dos personagens ter sido feito pela Fox, finalmente temos um filme bom do grupo. Vale a pena.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2025
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos é, sem sombra de dúvida, o melhor filme do grupo de heróis — e não que isso seja muito difícil, levando em consideração os dois filmes de Tim Story (que até têm sua importância) e o trágico longa de 2015, dirigido por Josh Trank. Mas não se engane achando que esse filme de 2025, dirigido por Matt Shakman, só se destaca porque os anteriores são questionáveis. Primeiros Passos é um filme competente naquilo que se propõe: apresentar um dos grupos mais icônicos da cultura pop, com uma estética que transborda o estilo vintage dos anos 60 e um visual retrofuturista. É um longa que segue a mesma linha de pensamento de Thunderbolts, em que a Marvel Studios parece ter redescoberto que, antes de conectar tudo ao universo compartilhado, precisa voltar a contar boas histórias em filmes isolados. Isso representa um respiro criativo para o futuro do MCU — não por ousar radicalmente, mas por resgatar uma simplicidade e foco narrativo que andavam esquecidos. Ainda assim, fica a sensação de que havia espaço para voar mais alto.

O primeiro passo certo foi a escolha de Matt Shakman para a direção. Jon Watts, que já havia trabalhado no MCU — incluindo Sem Volta Para Casa —, deixou o projeto por se sentir saturado do gênero. E, honestamente, ainda bem que deixou. A Marvel acerta pela segunda vez consecutiva na escolha do diretor: depois de Jake Schreier em Thunderbolts, aqui temos Shakman, que entregou, para muitos, a melhor série do estúdio até hoje, WandaVision. É um casamento perfeito: um diretor que já havia mostrado competência tanto nas questões familiares quanto na ambientação retrofuturista, agora comanda um filme com as mesmas características — só que em escala maior. Considero que Shakman, ao lado do elenco, é um dos grandes trunfos do longa. Ele mergulha nesse mundo retrô com decisões de câmera e enquadramentos que remetem a séries da época, como Os Jetsons e sitcoms clássicos, além de evocar 2001 – Uma Odisseia no Espaço nas passagens espaciais.

Também temos aqui um exemplo claro de como a trilha sonora pode elevar um filme. Em algumas cenas, se não fosse pela música, certas escolhas do roteiro poderiam causar estranhamento ou até enfraquecer momentos importantes. O trabalho de Michael Giacchino, compositor já experiente no MCU, talvez não seja o mais icônico da carreira dele — mas é, sem dúvidas, um dos mais eficientes. Para efeito de comparação, considero até mais impactante do que a trilha de Superman, que já contava com a material-base de John Williams. Em Quarteto Fantástico, a trilha como um todo é muito mais integrada ao tom e à emoção da narrativa, sendo crucial para o funcionamento do filme.

Por se tratar de um filme de introdução — ainda que fuja da velha fórmula batida da origem —, era esperado que a narrativa fosse levemente pincelada, usando narração para contextualizar a história do grupo e estabelecer as relações. No entanto, ao focar na trama central, o roteiro parece assumir que o público já conhece os personagens, e por isso evita desenvolver mais a fundo suas relações. Em vários momentos, a sensação é de que nos apoiamos mais no que já sabemos do Quarteto do que no que o filme realmente constrói. Primeiros Passos poderia ter se arriscado mais, mesmo com a necessidade de condensar certos elementos. A Marvel opta por uma abordagem segura para introduzir a equipe de forma sólida e concisa, o que acaba limitando a exploração além da trama principal. Isso se reflete também nos antagonistas, que não têm o desenvolvimento ideal. É compreensível, dado o foco na introdução do grupo e na construção de uma nova dinâmica familiar, mas ainda assim, quando Galactus aparece em tela, temos algumas das melhores cenas do filme — mais pelo peso cultural do personagem do que pelo que o filme efetivamente apresenta sobre ele. Isso deixa um claro gostinho de quero mais.

Mas o grande mérito do filme é, sem dúvida, o retrato da família. Primeiros Passos valoriza o senso familiar de maneira que nenhum outro filme do grupo conseguiu até hoje. E isso se deve à escolha do elenco. A direção de Shakman, combinada com um time de atores carismáticos e com ótima presença em tela, transmite de forma convincente esse sentimento de união — seja nas cenas do cotidiano, nos diálogos ou nas situações corriqueiras. Ainda assim, algumas relações se mostram mais frágeis, como a entre Reed e Johnny. Fica claro que o foco é a relação entre Sue e Reed, mas mesmo com o roteiro sugerindo que todos estão juntos há bastante tempo, a sensação é de que essa convivência ainda precisa de mais tempo em tela para se firmar por completo.

Em resumo, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos cumpre com eficiência a tarefa de introduzir a maior família de heróis da Marvel. É, sem dúvida, um filme diferente da Fase 5. A sensação de nostalgia e o sentimento familiar permeiam toda a narrativa, graças a uma direção inspirada de Matt Shakman, que sabe contar uma boa história mesmo jogando no seguro. A trilha sonora de Michael Giacchino é impecável, uma das melhores já compostas para o MCU, e o elenco é daqueles que dá vontade de acompanhar por horas. E sim, finalmente temos um bom filme do Quarteto Fantástico. Ao lado de Thunderbolts, ele traz o respiro que a Marvel tanto precisava.
Thiago J. Leite R.
Thiago J. Leite R.

11 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de julho de 2025
A Marvel conseguiu se levantar através do homem de ferro , e depois veio uma história, veio sequências , e uma organização da Marvel para anos , vingadores, e tudo bem resumido , a Marvel fez o que a DC nunca conseguiu fazer , um universo bem feito . Vingadores ultimato , fechou a fase 01 da Marvel com chave de outro , mas teve um problema , o chamado Multi verso . A Marvel se perdeu , uns filmes bons , outros ruins , pós créditos sem sentido , trouxeram alguns atores dos antigos filmes , para tentar salvar esse universo .
E para novo filme dos vingadores , Robert Downey Jr , o mesmo que levantou a Marvel , e o mesmo que trouxeram de volta para salvar novamente a Marvel de filmes e histórias boas e com sentido .
O que isso tem haver com o novo filme do quarteto fantástico?
A resposta é simples , tudo .
E o quarteto fantástico , fizeram um filme pensando no novo universo da Marvel , pensando nas Hqs , é o melhor filme da Marvel , desde o ultimato , um filme que tem um tom de comédia , tem momentos de emoção , um filme que fala de sacrifício , fala de família . Um filme da Marvel que fala de família , esperança, de coragem . Muito bom filme , é um recomeço da Marvel , rumo ao novos vingadores.
Renato de Moraes Fukuyama
Renato de Moraes Fukuyama

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3,0
Enviada em 24 de julho de 2025
Muitos críticos têm elogiado o filme, mas considero essa percepção ilusória. Aparentemente, parece ser um filme muito bom, mas isso se deve, em grande parte, à lembrança dos títulos anteriores, que eram bastante fracos. Essa comparação nos leva a ter a impressão de que o novo filme é de alta qualidade, quando, na verdade, sua trama é bastante simples e clichê: a velha história de salvar o mundo.

A forma como a narrativa é conduzida é repleta de obviedades, e a questão emocional, tão alardeada como a alma do filme, embora interessante, carece de profundidade. Sem dúvida, o ponto alto do longa é o design retrofuturista, que lembra "Os Jetsons", algo que de fato é muito legal, similar ao que foi feito na série "Fallout".

Em suma, o filme é mediano, não é ruim, mas também não é tão fantástico assim.
Sidney neto
Sidney neto

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de julho de 2025
Achei o filme muito lento cara, pensava que com o Galactus iria ser dinamico e rápido, porém é meio sem graça e lento, não é a pir coisa que eu já assisti, mas realmnte me descepcionou, mas a melhor coisa, LÓGICO! O GALACTUS, mas de resto, meio fraco
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 441 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2025
Achei o filme fantástico! A única ressalva fica por conta da cronologia, que foi acelerada demais, mas ainda assim, tudo foi bem encaixado dentro da proposta. O visual do Galactus está simplesmente sensacional, um verdadeiro espetáculo! E a cena pós-créditos foi o ápice, deixando uma expectativa altíssima para o que vem a seguir.
Katia Aparecida De souza Bandeira
Katia Aparecida De souza Bandeira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de julho de 2025
Quarteto Fantástico Primeiros Passos: surpreende ao entregar não só um time carismático e bem construído, mas um dos vilões mais intimidadores do MCU até agora. Galactus aparece como uma força inevitável, quase como uma entidade mitológica, e cada cena com ele é carregada de tensão. Seu silêncio fala mais do que mil diálogos. A trilha sonora, por sua vez, é um espetáculo à parte - orquestrada com precisão, ela eleva cada momento épico e arrepia quando precisa. É cinema de super-herói com alma, peso e atmosfera
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