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Diogo Codiceira
26 seguidores
971 críticas
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3,0
Enviada em 7 de outubro de 2026
Jogada de rei é um filme de drama, que contou com a direção de Jake Goldberger. Na trama, acompanhamos Eugene Brown (Cuba Gooding Jr), que passou 17 anos na cadeia. Ao ser solto, ele busca se reintegrar na sociedade, e mesmo em meio as dificuldades, funda um clube de xadrez para ajudar os adolescentes do subúrbio da sua cidade. Logo, um dos adolescentes chamado Tahine (Malcolm Mays) parece se destacar dos demais. Filme de superação feitas por um professor ou de alguém que teve um passado questionável sempre aparece em Hollywood. Muito são puro clichês, mas esse foi bem aproveitado. O roteiro delimita bem o que quer tratar ao estruturar o seu protagonista: um homem negro e que cumpriu cadeia. No lado social, ele tem extrema dificuldades de arrumar um serviço, mesmo mostrando boa vontade e empenho. No lado familiar, seus filhos já adultos nao querem papo com ele por conta do abandono. Acrescente isso, ao filho mais novo de Brown está preso. A direção nao apresenta nenhuma inovação, mas soube trabalhar bem com uma montagem bem eficiente. O que de fato incomoda no filme é de largarem certas linhas narrativas e descartarem tão fácilmente alguns personagens. Tava na cara, que Brown estava ali para ajudar todos que estavam na detenção, e que após ele ter sido demitido, por conta de ter sido um ex-presidiário, e construir o seu próprio clube de xadrez, que a história focaria em Tahine, amendoim e o difícil Clifton. Cada um tem sua construção diferente: amendoim o novato no mundo do crime, ainda bobalhão e que nao sabia jogar xadrez tao bem, Clifton o que apresentava ser mais descolado, um tipo de líder na detenção e que vendia drogas (inclusive dentro da escola), esse nem jogava xadrez e Tahine que estava meio pra lá e meio pra ca, mas que sabia jogar xadrez. Em certa altura, o roteiro resolve descartar amendoim (morto) e Clifton (preso) da trama e foca exclusivamente em Tahine, inclusive mostrando como sua relação complicado com sua mãe que era viciada e ainda fazia programa dentro de casa. A idealização que o esporte, no caso o xadrez é capaz de tudo, tbm soa exagerado. Claro que em certa medida poderia funcionar com uma lição de vida, assim como o roteiro fez, ao usar metáforas do jogo diante da vida. A relacao familiar de Brown tbm era a parte mais chata. Mesmo o filme nao se aprofundando tanto em seu passado, e mesmo que possamos compreender ( mesmo sem esse aprofundamento) os motivos dos seus filhos nao quererem papo com o pai, era meio cansativo, pois parecia que Brown estava pronto pra ser outro homem e ainda sim errava ( o cara simplesmente esqueceu de pegar o filho que ja nao queria papo com ele na cadeia).Creio que o ponto mais alto realmente tenha sido as diversas críticas sociais, a questão da dificuldade da ressocializacao ainda é algo tao importante, pois impede do sujeito voltar ao crime. Além da mudança em que o esporte pode gerar na comunidade quando existe o apoio do estado, de ongs etc. Algo interessante que foi passado por Brown no filme é de respeitar as regras. Sendo o xadrez, um jogo rigoroso, assim como na vida deve ser, pois nao seguir as regras causam consequências. Nem que isso custe sobre está certo ou errado, mas diante das regras se faz necessário. E aqui, o roteiro faz mais uma ótima metáfora: pq no xadrez é sempre as brancas que começam e nao as pretas. Clifton até zoa, falando que é um jogo racista, mas assim é a regra não podemos questionar, simplesmente seguir. Nao é um filme que ensinar quebrar as regras ou algo do tipo, mas de respeita-las para viver bem em sociedade.
Interessante o filme, muito bom, recomendo!! Os que escreveram abaixo mais de 10 linhas dando uma de "inteligentinho" acabou dizendo que o filme queria "gramourizar". Glamourizar é para filmes, mesmo! E o filme está excelente!
Assisti "Jogada de Rei" de 2013, na Netflix, baseado na história real do ex-presidiário Eugene Brown que, após cumprir sua pena, monta uma escola de xadrez para jovens delinquentes... Aguardava um filme melhor; preferiram gramourizar o protagonista com episódios inexplicáveis tais como a manter uma escola sem possuir um centavo e colocar um outro presidiário condenado à prisão perpétua como um bondoso injustiçado... O filme é lento e tive que me esforçar para assistir até o final...
"Jogada de rei" é um filme de 2013 baseado em uma história real. Eugene Brown (o ótimo Cuba Gooding Jr.) é um ex presidiário recém saído que para se manter aceita trabalhar como faxineiro em uma escola de um bairro difícil. Quando é chamado para substituir como monitor temporário uma professora que saiu, ele consegue conquistar o respeito dos alunos, ensinando--os a jogar xadrez. Seguindo na mesma direção de "Ao mestre, com carinho", ou "Mentes perigosas", o filme mantém o cliché do professor idealista que, ao lidar com uma turma problemática, através da implementação de uma nova metodologia (nesse caso o xadrez), consegue ganhar a admiração dos alunos. A analogia entre o jogo do xadrez, onde é preciso pensar antes de decidir a jogada e a vida funciona muito bem nesse contexto ao mostrar as consequências que escolhas erradas na juventude podem trazer. A mensagem é que podemos, através de nossas escolhas, vencer o preconceito, mudar nossa realidade social e fazer a diferença. Muito bom "feel good movie"!
Sou suspeito a comentar sobre o filme pois como amante do xadrez e vindo dá favela, o filme mexe com meus sentimentos, mas é uma trama totalmente envolvente que apesar de simples tem tudo pra prender quem assiste, mostrando o poder absurdo de transformação que o xadrez tem. O ator Cuba Gooding Jr com seu talento voltando às telas em ótima forma é de se admirar, recomendo
Pra quem ainda duvidava,se Cuba Godding Jr,iria voltar a sua boa forma.Esse filme é a resposta.Trata com seriedade o personagem Eugene.É simples entender o tal personagem,pois,no começo do filme,temos a aparição de Eugene trancafiado,onde cumpriu a sua pena de 17 anos.Mais a sua experiência no assunto,desperta curiosidade nos jovens em que ele ensina a jogar xadrez.Jogada de Rei,é daqueles filmes,onde o preconceito rola a solta.Onde temos personagens vivendo na extrema pobreza,que tentam de qualquer forma sair dela.O que faz o filme ficar bom.Pois,mesmo com esse clichê básico,a trama fica legal e envolvente.
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