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Jc V.
17 seguidores
60 críticas
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4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2017
Os tempos mudam e a Disney mudou (um pouco) também. O empoderamento feminino é uma realidade e desde Valente os filmes infantis de princesas passaram a assumir uma postura firme nesse aspecto. Por isso, é impossível dissociar Moana de seu entorno social. A saga da princesa havaiana já chama atenção por esse aspecto, ela é havaiana. Nada de reinos mágicos fictícios ou florestas europeias genéricas. Moana é de uma cultura e etnia que não se vêem representadas todo dia na mídia. Sua história também tem outro viés disruptivo além do feminismo e representatividade, uma ruptura com o maniqueísmo típico dos contos de fadas. Não existe uma fada má por essência, nem rainha cuja única razão de vida é matar jovens garotas. A "vilã" do filme é a Mãe Natureza, que maltratada pelo homem (na figura de Maui) ficou rancorosa, porém buscando justiça e reparação, não vingança. Eis outra moral no já extenso rol de mensagens políticas de Moana: Cuide do planeta pra que ele cuide de você. Mas um filme não pode ser bom apenas por seu conteúdo filosófico, caso contrário seria chato com um ensaio científico. Moana diverte com seus personagens muito bem construídos. Uma protagonista inteligente, mas não invencível, com raízes muito fortes mas um desejo por inovação. Maui é um dos melhores personagens em muitos anos, um Semi Deus que oscila entre a arrogância e a covardia, mostrando que nem divindades são perfeitas. E as músicas são muito boas e servem para contar as histórias, não apenas pra vender trilha sonora. Claro, não espere encontrar nenhum Let It Go, ou algo desse tipo. Sendo assim Moana consegue navegar entre a importância política assumida como postura da Disney daqui em diante e o mais importante, a diversão para o público.
Sem espaços e o feminismo abordado da forma correta: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/11/09/rezenha-critica-moana-2016/
Esta talvez seja uma das animações mais bem desenvolvidas que eu vi até hoje, me arrependo de não ter ido no cinema ver 3D, tem excelentes efeitos além de uma história que é fantástica, instiga o imaginário de adultos e crianças, infelizmente foi subestimada até pelos fãs da Disney . Confiram a “rezenha” crítica de Moana.
Moana conta a história tradicional das ilhas polinésias próximas à Nova Zelândia mas nada tira da minha cabeça que o Semi Deus Maui retratado no filme foi inspirado em Israel iz Kamakawiwoʻole, é impossível não comparar, não à toa que gerou uma treta em vários portais de notícias em relação aos povos destas ilhas por terem sido retratados dessa forma, até o formato do rosto é igual vendo uma dele neste exato momento. Abaixo o vídeo mais famoso é impossível não comparar ksksks…
Uma curiosidade bacana é a voz original de Maui, que me pareca familiar, e nos créditos me deparo com os dizeres: Dwayne Johnson, o The Rock, o cara tá em todas meu!
Mas voltando sobre o que a animação se trata, Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores, que é seu maior hobbie e, também, trabalho. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar sua família e a ilha que passa por uma espécie de maldição, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é.
Como já adiantei, se bobear foi a animação com melhores efeitos visuais que eu vi na minha vida, fantástico, em diversos momentos parecia que o que estava sendo transmitido era uma gravação de algo real e não animação, é de encher os olhos, você fica emocionando com a beleza e o arinho com tudo é trtado por todo o filme, cada detalhe das ilhas por onde Moana e Maui passam fora as míticas criaturas que surgem, tudo muito belo e angariado por uma trilha sonora forte e que fica na sua cabeça, até agora a m´suca tema que Moana canta está na cabeça gente, pior que do Frozen ksksksksksksks…
Assim como de costume toda animação tenta transmitir alguma mensagem e Moana não é diferente, consegue isso com sucesso tentando nos passar várias delas como não negar o que somos e jamais nos acovardarmos para aquilo que fomos chamados ou quando nós podemos consertar os nossos erros lutando por um bem comum de todos, são mensagens importantes a se passar para uma criança ou até adulto.
Fora isso uma coisa que vale a pena ressaltar é a tentativa da Disney de criar princesas independentes dando um apoio ao feminismo de uma forma consciente sem exageros, como foi o caso, Moana não se apaixona por ninguém e não fica dependente de ninguém como eram os filmes antigos da Disney. O depender é algo interpretativo porque alguns momentos querendo ou não ela depende de Maui, mas o ponto positivo não foi forçar para nenhum lado, tudo muito naturalmente.
Gostei muito e me surpreendeu, assim como na época o tal do Frozen ksksksksksksksks.
Mesmo parecendo uma mistura de várias ideias pontuais já exploradas antes, o longa-metragem consegue criar um conjunto original e interessante, primoroso tecnicamente (provavelmente o elemento água nunca foi tão bem desenvolvido assim em outra animação antes), comprovando que a Disney continua bem à frente da concorrência.
Particularmente não gostei muito, uma coisa minha as pessoas tem direito de gostar e não gostar de uma coisa... Mais a animação é muito bonita e chama muito a atenção....
Moana é um excelente filme, que conta com otinas cenas musicais (as musicas são muito boas!), uma história bem envolvente, e além de do humor do filme ser muito bom! Com otinas cenas de ação, como por exemplo a cena dos cocos piratas, ela é muito boa e divertida! Os personagens da Moana e do Maui são muito carismáticos. A animação é muito bonita, as cenas do mar ou na ilha é tudo muito vivo e enchem os olhos com a beleza da animação, além de uma cena em que mistura animação 3d e com 2d que é muito bem feita. O inicio do filme da a impressão de que vai ser um filme bem clichê e bobinho, porém conforme a história vai desenvolvendo você percebe e entende o ritmo e a pegada do filme conseguindo se emergir completamente na história da Moana.
É sem dúvida um filme muito bom, a aventura o enredo e a surpresa no final, são os melhores pontos desse filme. As canções são boas, mas confesso que o número musical da Moana, não me cativou tanto quanto o da Elsa ao meu ver só teve duas canções solo de princesas que foram contagiantes na Disney ,a de Esmeralda de o corcunda de Notre Dame(quando ela fazia parte do fan club das princesas) e a da Pocahontas, depois de "Let is go," não vi mais outra canção tão forte, as outras canções são melhores, na minha opinião o número musical, mas bonito é o da visão de Moana. Outro ponto negativo é que filme tem umas duas cenas forçadas, que se percebe que essas cenas podiam ser melhor trabalhadas. Fora isso o filme vale muito apena, o enredo é muito bom, trás uma história engraçada e cheia de aventuras perseverança, a princesa Moana gostei muito dela, me lembrou a Mérida de Valente, corajosar e um pouco rebelde quando se trata de fazer o que é certo. Também fiquei conhecendo um pouco da mitologia polinésia, que foi muito interessante. Resumindo Moana tem seus pontinhos negativos, mas esses estão bem longe de prejudicar o filme, que é uma lição de coragem, perseverança e esperança virtudes que todos líderes procuram, e Moana foi uma boa lider.
Baseado em uma lenda polinésia, a investida dos estúdios Disney segue a personagem Moana Waialiki, uma jovem que vê grandes horizontes além da linha vista na orla da ilha onde mora com os pais e uma grande tribo nativa. Após surgirem elementos que dificultam a exploração local em busca de alimentos, a jovem descobre muito de seu passado e como isso poderá ajudar nas melhoria almejada pela garota, e tudo isso com o auxílio do divertido semi-deus Maui.
Comandado pelos experientes e altamente competentes John Musker e Ron Clements, MOANA - UMA MAR DE AVENTURAS segue uma linha que tem se consolidado em produções cinematográficas, o respeito à mulher e seu poder social. Antes de qualquer ponderação, o roteiro aposta pesado na experiência da garota e como isso pode ser representativo dentro do universo narrativo que, diga-se de passagem, é brilhantemente desenvolvido. Nada de príncipes, princesas ou casamentos como referência pessoal, mas sim amadurecimento e respeito como premissa básica para evolução social.
A utilização do universo mitológico polinésio traz grande frescor à animação, visto que além de novidades elementares e seres únicos, o contexto é bem inserido neste universo, tornando a evolução da história muito natural. Sem deixar de destacar a qualidade impecável do CG usado (creio que Pixar tem as mãos aí) e as canções bem escritas e orquestradas, mesmo a mixagem nacional causa uma impressão magnífica em seu resultado.
Moana será certamente uma franquia, não somente pelas pomposas bilheterias mundiais, mas também pelas grandes possibilidades abertas pelo roteiro que concluiu bem a história, mas deixa margem para explorações narrativas imensas... desde que não se foque em relacionamentos frustrantes e aposte na força intelectual e pessoal de seus personagens.
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