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Leo Stronda
4 seguidores
21 críticas
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4,5
Enviada em 11 de janeiro de 2017
Apesar de assistir a poucas animações tenho me surpreendido com a qualidade das últimas, esta me surpreendeu pelo bom enredo, a mescla da animação 3D com 2D foi incrível, as músicas são muito cativantes assim como os personagens. Talvez o mais importante que esse filme transmitiu foi que todos nós independentes de quem somos temos um papel a cumprir nessa vida seja com nossa família e na sociedade e também que precisamos nos conhecer para desempenhá-lo. Nós fazemos o nosso destino. E o laço entre a neta e a avó é super forte. Filme com ação, aventura, comédia e muita emoção!
menos cantoria, mais filme. Mas para compensar tem uma história divertida. E esta meio "cliché" da Disney quando...SPOILER o personagem principal vê os fantasmas dos antepassados. A Moana e uma personagem fora do comum, e isso é uma coisa legal mas já foi usada em valente então não tem muita coisa nova. Um filme bom para assistir com as crianças de 05 a 09 anos por aí.
Moana quer explorar o mundo. Após sua ilha ser danificada, deve devolver o coração de uma deusa com ajuda de um semi deus Maui. Com estética praiana, canções divertidas, visual belíssimo. Uma história cativante, por vezes lenta e meio louca das ideias, personagens carismáticos e lição de moral. Um ótimo filme com cultura das ilhas. Obs. A galinha é demais.
Um filme bem agradável para se assistir em família, roteiro bem divertido, q prende a atenção, com bons efeitos especiais, trilha sonora e personagens bem carismaticos.
O maior destaque é a excepcional animação, lindíssima, perfeita, detalhes precisos, realmente espetacular. Quanto a história, há uma "moral da história" bacana, enfatizando o trabalho em grupo, dando aquele charme para orientar as crianças e os adultos também. Quanto a parte musical, a principal música é bem simpática e gostosa de ouvir, todavia achei um elevado excesso de canções no decorrer do filme, me cansou um pouco (as crianças devem ter adorado). Também há citações sobre "vida pós morte" como trata-se de filme voltado ao público infantil, há excesso de afirmações sobre esse tema, sem nenhum filtro, deixando como verdade absoluta tal situação, menos né.
Apesar dos contos de fadas tradicionais continuarem a ter o seu apelo perante o grande público, a verdade é que o nosso mundo evoluiu e, muitas vezes, a ideia de uma garota viver em prol da procura pelo Príncipe Encantado parece um tanto retrógrada. Por isso mesmo, temos notado uma tendência recente nas animações produzidas pelos Estúdios Walt Disney: a da criação de personagens femininas que fogem a esse clássico padrão.
Moana Waialiki (dublada por Auli’i Cravalho na versão original) é uma representante desse novo tipo de Princesa do mundo Disney. Ela vive com a família numa tribo na Oceania e foi criada para ser a sucessora de seu pai (dublado por Temuera Morrison na versão original) como chefe do seu clã. Como, desde cedo, ela foi preparada para uma grande responsabilidade, talvez, por essa razão, ela decida se aventurar no mar (algo que é considerado um tabu dentro de sua cultura) em busca da salvação de sua terra, que tem sido aplacada por uma maldição que vem dos tempos de seus ancestrais.
Neste sentido, a jornada de Moana está perfeitamente descrita pela bela música How Far I’ll Go, composta por Lin-Manuel Miranda (criador dos musicais Hamilton e In the Heights), e indicada ao Oscar 2017 de Melhor Canção Original, na medida em que ela nos diz: ”cada curva que faço / cada trilha que percorro / cada caminho que sigo / cada estrada me leva de volta / ao lugar que eu conheço / para onde eu não posso ir / apesar de ser onde eu quero estar”.
Muito em parte por causa da construção da trajetória de sua protagonista, Moana: Um Mar de Aventuras, filme dirigido por Ron Clements e John Musker (que também trabalharam juntos em A Princesa e o Sapo, Aladdin e A Pequena Sereia), é uma animação inspiradora e empoderadora do discurso feminino. Moana nos mostra que somos livres para seguir o nosso próprio caminho e que não devemos nos prender às convenções impostas pela sociedade na qual estamos inseridos.
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