Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
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285 Críticas do usuário

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alexandrecunha
alexandrecunha

53 seguidores 34 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Excelente!
JK Simmons leva o filme com os pés nas costas! Merece todos os prêmios de coadjuvante, não só o Óscar!
Um filme que eu não dava nada e me surpreendeu bastante! Já gostava de jazz e havia esquecido, me fez lembrar o quão bom é esse estilo de música e retomar esse gosto antigo (junto com blues)! Caravan e Whiplash tocados no final sao de arrepiar, não tive como deixar de baixa-las para ouvir no carro.
Parabéns Dave Ghrol por essa obra prima!
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de julho de 2016
Frenético, isso é Whiplash, é espantoso como Damien Chazelle mostra a obsessão de Andrew Neyman (Miles Teller) .no mellhor estilo Darren Aronofsky, a mixagem de som nesse filme é algo genial, os ângulos de câmera, os cortes secos são fenomenal, a atuação de J.K. Simmons é maginifica. É muito legal como o filme ensaia desenvolver uma relação mais afetiva com namorada e com o pai, mais ele não faz, ele se foca na drama principal que nem o protagonista, isso é fantástico, Whiplash é um filme que tem que ser visto, a cena final é algo sureal, espetacular, toda ela é incrível, no final voce já esta praticamente dentro da tela, voce já está batendo nos seus joelhos tocando junto. O roteiro é simples, pois ele mesmo não se exige muito, Whiplash é incrível.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2015
Como músico e futuro Psicólogo fora uma honra assistir este projeto de tão extraordinária envergadura musical e psicológica. Penetra fundo na relação obsessiva e insana entre um tutor e seu aprendiz. Assim como um concerto onde a criatividade e o talento complementam a polifônica e afinada obra, seus artistas Miles Teller e J K Simmons , duelam numa química perfeita na condução de suas respectivas atuações, que trazem sensações de estranheza, Magnetismo e um certo fascínio pela ansiedade de saber aonde isso acabará. Como um maestro o Diretor Chazelle, segura firme a sua batuta e conduz com firmeza e talento um roteiro brilhante, uma condução de atores e músicos extraordinários, e o ininterrupto incômodo que é articulado com o propósito de fazer com que espectador tripule numa gravidade artística e doentia, trazendo um efeito arrebatador diante de um final apoteótico e que termina como um sinfonia que será difícil de ser esquecida. Sensacional!!!!Lançamento 8 de janeiro de 2015 (1h47min)
Dirigido por Damien Chazelle
Com Miles Teller, J.K. Simmons, Paul Reiser mais
Gênero Drama , Musical
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de novembro de 2020
Que filme !!! Viceral !!! Forte, dramático e impactante, te faz pensar em várias questões, trilha sonora gruda no cérebro, pérola cinematográfica, assistiria de novo !
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de março de 2015
Atenção com a obsessão pela perfeição

Tem um filme entre os indicados do Oscar que é uma mistura de sentimentos. “Whiplash – Em Busca da Perfeição”, escrito e dirigido pelo jovem Damien Chazelle, de apenas 29 anos, te instiga, te incomoda, te emociona, te encanta, te faz rir, te faz chorar, te angústia... Realmente, “angústia” é a palavra-chave desse que é uma das melhores indicações deste ano. Assim como o nome em português entrega tudo logo de cara, o filme conta a história do baterista Andrew Neyman (Miles Teller), que quer atingir a perfeição e, assim, chegar ao sonho de se tornar um dos maiores músicos de seu tempo. Para isso, consegue uma vaga no mais prestigiado conservatório dos EUA e tenta atrair a atenção do exigente e cruel Terence Fletcher (J.K. Simmons), que comanda uma ótima banda de jazz, berço de grandes profissionais. A disciplina militar de Fletcher (tipo o sargento Hartman, de “Nascido para Matar”) assusta, mas não ao garoto Andrew, que passa a se dedicar aos ensaios de maneira quase autodestrutiva e ter o lado psicológico e emocional bem abalado.

O mais cativante do filme até então é que ele provoca uma cansativa discussão sobre educação e a fronteira entre incentivo e abuso, mas, ao mesmo tempo, traz o melhor do jazz, numa trilha sonora encantadora. Ou seja, ele te angustia e, logo, te acalma. Longos minutos de um solo de bateria não são nada cansativos, pelo contrário, é música de qualidade para os seus ouvidos. E o método do professor bonzão, carregado de frases racistas e homofóbicas, nem fica demasiado aos olhos do espectador, já que ele provoca o riso em várias das ofensas e diminui o peso sobre o preconceito. Dentro desse angustiante (repito e reforço) método, Fletcher chega à frase que faz qualquer um mergulhar na reflexão e vasculhar o interior com razão: “Não há duas palavras mais danosas do que ‘bom trabalho’”. Você sabe, vários gênios só se tornaram gênios porque se esforçaram à exaustão. E o discurso do mestre é que não há nada mais frustrante ou que o force ainda mais a sua zona de conforto do que o elogio simplório de que você “apenas” fez um trabalho bom. O que não deixa de ser verdade. Vivemos, estudamos, crescemos, buscamos o nosso melhor. E precisamos de algo que nos excite, que nos alimente, que nos faça ir adiante. Agora, cuidado: a obsessão pela perfeição fica logo depois da linha tênue que divide o “quero me destacar” do “vou me autodestruir”. E é nessa divisão que você pode acabar se perdendo, se dissolvendo, se estrepando...

É nesse patamar que se encontra a relação de amor e ódio entre Andrew e Fletcher em “Whiplash”. A ambição, a arrogância e a presunção de ambos se misturam ao esforço excessivo e ao talento nato deles. Ou seja, você vê ali uma briga de egos devastadora, mas, ao mesmo tempo, percebe que um precisa do outro, que o trabalho árduo de um é o complemento do vício do outro, e a dinâmica do filme se mostra fantástica. No fim, após uma cena musical estonteante, a reflexão é inevitável (todos os filmes deveriam ser assim, né?!). Na sua interior afetação, é melhor ter a convicção de sua surreal pretensão ou a leve intenção de direção para uma pura inspiração? É só não misturar idealização com ilusão.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2018
Filme tem trama interessante e muito bem conduzida,as atuações de Miles Teller e J.K. Simmons são formidáveis.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de abril de 2019
Um filme que todo baterista deveria ver, o professor vivido por J.K Simmons teve uma atuação ótima como coadjuvante, fora isso mostra a força de vontade do cara pra chegar a perfeição na bateria., bom filme.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de janeiro de 2018
Bateria. Sofrimento. Escola. Professor. Abuso. Música. Perfeição. Envolvente. Bom ritmo. Dificuldades. Muito bom.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de julho de 2019
O título do filme em português Whiplash - Em busca da perfeição diz tudo. O filme aborda o tema de provocar para que se atinga os objetivos do início ao fim. O maestro vivido por J.K. Simmons, com atuação mais que perfeita que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante, usa dos métodos mais sórdidos para atingir seus objetivos para descobrir grandes talentos para música, às vezes até passando dos limites. O filme prende a atenção do início ao fim e vai crescendo ao longo do filme, atingindo seu objetivo maior com cenas incríveis no final. IMPERDÍVEL, recomendo a todos...
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de maio de 2023
Sobre o ponto de debate principal do filme, na minha visão foram bem sucedidos! Veja bem: spoiler: Se por um lado os métodos do professor são questionáveis e ao atingir a perfeição poderia resultar em uma distorção da mensagem, por outro lado durante toda trajetória é mostrado o quanto isso afeta nossa saúde mental e nossos relacionamentos, passando assim mais uma reflexão .


Um ponto que não me agradou é que encontrei muitas semelhanças ao filme "Cisne Negro" , e com isso não me senti 100% imerso em uma história totalmente original.

Ótimo filme 8/10.
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