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Carlos P.
266 seguidores
431 críticas
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3,5
Enviada em 10 de julho de 2023
Foi interessante ver esse filme após La La Land e Babylon, outros dois filmes dessa parceria Chazelle e Hurwitz(esses outros dois foram lançados após Whiplash). Interessante porque dá pra ver como nuances que aparecem no filme acabariam se tornando tendência. Da pra jogar isso em alguns detalhes na edição, a cena final dos personagens principais, e obviamente na música. E como nos outros filmes, a música é tão ou mais importante que a história, cadenciando o ritmo do filme. Sobre esse filme, boa história. Um exemplo do trabalho bem feito é o personagem de Simmons, que não pode apenas ser visto como um vilão, e nem tampouco como alguém que está ajudando, é mais complexo que isso. Única crítica é que as vezes parece não se aprofundar muito nas etapas da história. Mas ainda assim, ótimo filme.
Não é um filme chato e nem tedioso, mas por ser um filme indicado ao oscar esperava mais dele. A história é muito sem sal ao meu ver, e tirando o final, não achei nenhuma outra cena impactante ou interessante. Por isso, é um filme que não pretendo assistir de novo.
Um bom filme. Um drama na vida de um rapaz que quer se tornar um brilhante músico. Para isso se submete as duras regras de seu professor. Os atores principais Miles Teller, como Andrew Neyman e J.K. Simmons, como Terence Fletcher, o maestro, estão muito bem. A Direção irretocável. O enredo, simples, direto e objetivo. O tema é música e o filme foi feito todo em cima de músicas instrumental, não como show, mas como aprendizado, principalmente da bateria, instrumento do personagem principal. Vale a pena.
Se você quer surpresa e dedicação com um toque de exagero por parte do professor, que aliás tem uma interpretação impecável desse grande ator JK Simmons, pode assistir sem medo, o filme é bom inspira e nos leva a pensar que é possível alcançar o que muitos não acreditam.
Ir em busca do que mais almeja nem sempre é fácil. Whiplash mostra isso. Esse filme irá ser um daqueles em que as pessoas indicarão como motivadores. Esse filme pode se encaixar como um motivador para muitos, mas antes disso acredito que seja um filme que narra a história de duas pessoas que são semelhantes na busca por algo quase inatingível. Nessa história veremos que para ser o melhor tem que ter dedicação, talento e sorte. Para ser o melhor tem que ser obsessivo. Apesar do filme ir ao extremo sangue, suor e lágrimas o filme consegue desenvolver que ser bom é uma coisa alcançável para todos, mas ser o melhor não. Apesar de ir ao extremo Whiplash é um filme que nos deixa uma mensagem ao meu ver que condiz com um mundo competitivo de hoje e conta com roteiro enxuto e atores que realmente conseguem dar vida a seus personagens. Andrew Neyman (Miles Teller) é um jovem promissor baterista. Ele treina bateria em uma banda de Jazz de um conservatório em Manhattan. Todos do conservatório tem a esperança de que o maestro Terence Fletcher (J.K.Simmons) entre pela porta da sala de ensaio e escolha um deles para ir para sua banda. Quando essa hora chega, Neyman consegue desenvolver um trabalho em que Fletcher vislumbre uma possibilidade dele se tornar um grande baterista. Através de métodos extremamente violentos, físicos ou emocionais, o maestro Fletcher, quer tirar o sangue de seus músicos para conseguir a atuação perfeita de sua banda. Este filme é a estreia do roteirista Damien Chazelle como diretor. Antes tinha escrito o roteiro de O Último Exorcismo Parte II e Toque de Mestre. Um filme de terror e outro de suspense. Assim como se utiliza pouca iluminação nesses filmes aqui ele parece utilizar algo semelhante ao construir seu filme praticamente com ambientes com pouca iluminação, com exceção de algumas tomadas que acontecem fora do conservatório e fora do palco. Essa iluminação mesmo não sendo intensa é extremamente calorosa. Dessa maneira Fletcher parece surgir das sombras e com seu figurino negro ratifica seu temperamento obscuro. Usando planos fechados que focam em Neyman e Fletcher ou Neyman e bateria ele cria uma atmosfera sufocante e tensa que faz com que as batidas da bateria muitas vezes de maneira rápida e constante complementem o ar inquietante que se instaura. Com um roteiro focado no embate entre o músico e o maestro o filme pede pelos atores e eles não decepcionam. Miles Teller apesar de sua atuação intensa parece relaxar em certos momentos o que acaba soando levemente apático, enquanto J.K. Simmons cria um personagem que sinceramente gostaria de tentar decifrá-lo mais, principalmente para entender como ele chegou a ser como é (aliás, é impossível olha-lo e não lembrar o sargento Hartmann de Nascido Para Matar). Capaz de parecer amável em um segundo, para no outro explodir. Talvez não caberia focar mais nos personagens, principalmente em Fletcher, pois dessa maneira o filme poderia cair facilmente em uma armadilha de se tornar algo melodramático (o que em nenhum momento acontece), mas confesso que gostaria de entender mais esse maestro. Até mesmo Neyman não conseguimos adentrar muito em sua vida. Assim o roteiro fica praticamente o tempo todo em Neyman e sua bateria ou Neyman versus Fletcher. Mesmo o roteiro pouco desenvolvendo seus personagens, ele consegue estabelecer que no fundo Neyman é bem semelhante a Fletcher e quem sabe acabará se tornando algo semelhante. A narrativa é clara em colocar o que se precisa para chegar onde Neyman quer, mas o interessante é a maneira como ele consegue ganhar um pouco da confiança de Fletcher. Esse momento é justamente onde acontece algo por culpa de Neyman. Ao mesmo tempo que ele errou, ele não pensa duas vezes na hora de se destacar perante algo que ele mesmo provocou. Ele sem qualquer peso pela culpa acaba se promovendo. Enquanto o outro acaba pagando por confiar demais em Neyman. O que mostra que ao mesmo tempo sorte também é um quesito para um vencedor e que em um mundo extremamente competitivo as pessoas não se preocupam com os outros, mas sim com si mesmo. Damien Chazelle realiza um filme que bate em uma tecla só, mas que consegue mantê-lo bem. Parece que ele não queria correr o risco de se perder. Acerta na maioria e constrói um filme vigoroso assim como são as batidas de Fletcher, porém não mais do que isso.
Bom filme e atuação estupenda de J.K. Simmons, um roteiro muito bacana e motivador, tendo em vista que focou muito nas cenas físicas na bateria, por isso faltou um pouco mais de desenvolvimento na História! mas tirando isso é um bom filme e concorrerá a melhor filme de 2015, mas ficará apenas com a indicação, pois não estar entre os favoritos, mas salienta-se a bela atuação de J.K Simmons que com certeza ganhará como melhor ator Cuadjuvante!!!
O filme não foi produzido para leigos, pois não entendemos facilmente cenas essenciais, prejudicando melhores interpretações. A maioria dos acontecimentos são bem previsíveis. A sinopse já descreve, fielmente, o que veremos. Os simples acontecimentos descritos e poucas surpresas. No entanto é um bom filme, mesmo para aqueles desentendidos, como eu, mostrando a tensão e os abusos do Terence Fletcher . A minha crítica deve ser infiel com a total qualidade desse trabalho cinematográfico. Porque filmes focados na mais alta sonoridade devem ser adequadamente assistidos.
Um bom filme que mostra a rigidez de estudos imposta a um baterista em uma das melhores escolas de musica americana. A trilha sonora de Jazz é ótima e vale o Show..
Bom filme... Pra mim faltou algo no final... Mas eu me diverti mto com a relação dos dois! Acho que tem uma bela mensagem por trás da perturbada história
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