Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
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285 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Bom filme e atuação estupenda de J.K. Simmons, um roteiro muito bacana e motivador, tendo em vista que focou muito nas cenas físicas na bateria, por isso faltou um pouco mais de desenvolvimento na História! mas tirando isso é um bom filme e concorrerá a melhor filme de 2015, mas ficará apenas com a indicação, pois não estar entre os favoritos, mas salienta-se a bela atuação de J.K Simmons que com certeza ganhará como melhor ator Cuadjuvante!!!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 14 de setembro de 2015
"Whiplash" era um dos filmes que eu mais aguardava para assistir. Primeiro por conta de J.K. Simmons,segundo por Miles Teller.Ambos grandes atores,um com uma carreira invejável, outro iniciando um ciclo de bons trabalhos.E fica difícil escolher apenas um nesse filme,em questão melhor atuação. São trabalhos distintos,um manda,outro obedece.A história é muito intensa,e mostra até onde os sonhos podem nos levar.Humilhação, luta,dor e principalmente garraPodemos ver tudo isso em "Whiplash".J.K. está surpreendente, e mostra porque ganhou merecidamente o Oscar.Ele nos faz ficar com bastante raiva de seu personagem,com momentos de estresse atingindo o máximo.Faz um personagem que em nenhum momento dá o braço a torcer,se fazendo de durão na maioria das cenas.Já Teller, é um subordinado para realizar seu sonho de ser um dos melhores bateristas.Pra isso,tem que suar a camisa,fiquei triste por não ter sido indicado ao Oscar.É isso,um filme extremamente envolvente, que une a música clássica a uma boa dose de atuações bem realizadas.
Sidney  M.
Sidney M.

29.817 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2015
Whiplash é intenso e eletrizante, tudo graças ao bom elenco. Miles Teller está ótimo, mas J.K.Simons rouba a cena. Filmaço!
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.775 seguidores 874 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Como não estamos habituados ao jazz não há o encantamento mágico muito rápido. Mas a medida em que o filme avança vai juntando tudo. Muito bom
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de julho de 2015
Ao final da cena apoteótica que encerra “Whiplash: Em Busca da Perfeição”, filme dirigido e escrito por Damien Chazelle, é impossível não imaginar Andrew (Milles Teller) incorporando uma Nina (Natalie Portman, no filme “Cisne Negro”, de Darren Aronofsky) e afirmando para si mesmo: “Eu senti. Perfeito. Eu fui perfeito”. As semelhanças não param por aí. Assim como Nina, Andrew é alguém que está começando na forma artística que decidiu abraçar e que está prestes a ter a sua primeira grande chance. Assim como Nina, que enfrentou o temido Thomas Leroy (Vincent Cassel), Andrew terá no mestre Terence Fletcher (J.K. Simmons, numa atuação monstruosa, merecedora do Oscar 2015 de Melhor Ator Coadjuvante), ao mesmo tempo, a pessoa que vai fazer com que ele queira ir além do que ele sempre alcançou e o seu maior carrasco.

Quando “Whiplash: Em Busca da Perfeição” começa, Andrew tem, dentro de si, muito certo aquilo que ele mais quer. Movido pelo desejo de se transformar em um grande músico e marcar seu nome na história da música norte-americana, Andrew tem plena consciência de que, para alcançar aquilo que os teóricos musicais chamam de virtuose, é preciso muita dedicação, horas exaustivas de prática musical e, principalmente, sacrifício.

De uma certa maneira, esse diferencial de Andrew é percebido por Fletcher, que o convida a fazer parte, como baterista reserva, da orquestra principal do Shaffer Conservatory of Music. É aqui que começa a transformação de Andrew. A partir do momento em que ele começa a ser confrontado com o assédio moral que Fletcher impõe aos seus músicos (que acredita, piamente, estar fazendo o bem a eles), Andrew transforma o que era dedicação em obsessão, perdendo a noção dos seus limites (físicos e emocionais) e transcendendo, transformando a si mesmo na música que ele quer dominar.

Aqui, entra, mais uma vez, a inevitável comparação entre “Cisne Negro” e “Whiplash: Em Busca da Perfeição”. Nos dois filmes, os personagens principais são artistas que tem a obsessão em dominar a técnica, mas se esquecem de algo tão importante: a emoção, se jogar por completo dentro do que eles se propõem a passar para a plateia e sentir de verdade cada passo de dança/cada toque na bateria. A jornada de Nina e de Andrew no decorrer dos dois filmes é rumo ao encontro com a arte naquilo que poucos artistas conseguem alcançar: a simbiose entre o que se vive, o que se sente e o que se quer passar.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.792 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de dezembro de 2018
Acima de tudo esse filme não é só um dos melhores do gênero da década,mas também um prêmio aos amantes da música e do Jazz.O enredo acompanha Andrew um jovem que tem o sonho de ser um grande baterista e deixar seu nome entre os melhores do Jazz,ele chama a atenção do mestre do Jazz que tem personalidade forte e impiedosa,ele entra para a orquestra principal de Shaffer uma das melhores do país.entretanto Andrew torna isso em uma forte obsessão mesmo que isso atrapalhe sua vida pessoal.A execução desta trama é simplesmente sensacional,tudo graças a brilhante direção do prodígio Damien Chazelle que consegue muito bem mesclar a música e a obsessão em busca de um sonho,e das grandes atuações principalmente do J.K. Simmons que está esplêndido,não atoa concorreu ao globo de ouro.O roteiro é escrito pelo próprio diretor que sabe contar muito bem a história apesar de não aprofundar muito na relação do Andrew com o pai ou com a namorada e focar apenas no sonho dele.A trilha sonora é muito boa e todas as sequências de ensaios envolvendo o garoto e o professor são de destaque,a veracidade do J.K Simmons é impressionante e a obsessão passada pelo Miles Teller é muito boa também. Whiplash-Em Busca da Perfeição é acima de tudo uma obra feita para os amantes da música e do Jazz que impressiona no roteiro na direção e nas grandes atuações.
Neto S.
Neto S.

30.588 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de setembro de 2015
O solitário Andrew (Miles Teller) é um jovem baterista que sonha em ser o melhor de sua geração e marcar seu nome na música americana como fez Buddy Rich, seu maior ídolo na bateria. Após chamar a atenção do reverenciado e impiedoso mestre do jazz Terence Fletcher (JK Simmons), Andrew entra para a orquestra principal do conservatório de Shaffer, a melhor escola de música dos Estados Unidos. Entretanto, a convivência com o abusivo maestro fará Andrew transformar seu sonho em obsessão, fazendo de tudo para chegar a um novo nível como músico, mesmo que isso coloque em risco seus relacionamentos com sua namorada e sua saúde física e mental. Muito Bom , Whiplash - Em Busca da Perfeição , Tem uma Otima Historia , Com um Bom Elenco , Onde Miles Teller Esta Otimo , e J.K Simmons Esta Excelente , Recomendo um Dos Melhores Filmes do Ano , Nota 9.0
Luis R.
Luis R.

24.055 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2018
Filme tem trama interessante e muito bem conduzida,as atuações de Miles Teller e J.K. Simmons são formidáveis.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de dezembro de 2025
Whiplash: em busca da perfeição é um drama que contou com a direção e roteiro de Damien Chazelle. O filme recebeu 5 indicações ao Oscar 2015:melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhor mixagem de som, melhor montagem e melhor ator coadjuvante ( Simmons)- vencendo as 3 últimas categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos, Andrew (Miles Teller) que sonha em ser um grande baterista da sua geração. Estudante de uma escola de música, Andrew chama atenção de Fletcher ( Simmons), um impiedoso e exigente professor, que é mestre em Jazz. Aos poucos Fletcher começa a passar dos limites com Andrew e transforma o sonho do seu aluno em um risco a sua saúde mental. Sem perder tempo, a narrativa já nos coloca de frente a situação problema do filme: Andrew entra como substituto temporário na bateria da banda de Fletcher. Aqui temos uma excepcional atuação de Simmons, revelando um sujeito exigente, que não mede ação e palavras para cobrar dos seus alunos. Isto é, Fletcher é assim com todos os seus alunos. EM busca do seu sonho, Andrew acaba fazendo de tudo para impressionar o seu mestre, o filme talvez tenha perdido a chance de se apoiar mais na saúde e desgaste mental do jovem do que na física (foi a quem mais deram atenção). O som do filme foi algo que nos chama atenção, pois mesmo para um leigo em música se percebia os erros e acertos dos instrumentos (em especial da bateria). Além de uma montagem impressionante nos trazendo detalhes como timbre, suor, sangue, olhares, a direção usou bastante esse jogo de linguagem. O Jazz serviu apenas como um pano de fundo, o filme na verdade não é um musical, mas serve como uma metáfora atualizada sobre as condições performáticas em que os individuais procuram buscar o seu sucesso. Não se importando com os outros, muito menos para si, se autoexplorando e cobrando o tempo todo, até nos momentos de descanso. Abrindo mão de outras partes importantes da sua vida, como de amigos ou relacionamentos. É um filme que está ainda bastante atual.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Divertido e intenso, J.K. Simmons arrebenta em seu papel, filme tem uma boa dinâmica, só não é ótimo que o M Teller deixa a desejar como ator dramático e ainda uns exageros, mas nada que manche esse filme, muito bom e bem divertido.
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