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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Bom filme e atuação estupenda de J.K. Simmons, um roteiro muito bacana e motivador, tendo em vista que focou muito nas cenas físicas na bateria, por isso faltou um pouco mais de desenvolvimento na História! mas tirando isso é um bom filme e concorrerá a melhor filme de 2015, mas ficará apenas com a indicação, pois não estar entre os favoritos, mas salienta-se a bela atuação de J.K Simmons que com certeza ganhará como melhor ator Cuadjuvante!!!
O solitário Andrew (Miles Teller) é um jovem baterista que sonha em ser o melhor de sua geração e marcar seu nome na música americana como fez Buddy Rich, seu maior ídolo na bateria. Após chamar a atenção do reverenciado e impiedoso mestre do jazz Terence Fletcher (JK Simmons), Andrew entra para a orquestra principal do conservatório de Shaffer, a melhor escola de música dos Estados Unidos. Entretanto, a convivência com o abusivo maestro fará Andrew transformar seu sonho em obsessão, fazendo de tudo para chegar a um novo nível como músico, mesmo que isso coloque em risco seus relacionamentos com sua namorada e sua saúde física e mental. Muito Bom , Whiplash - Em Busca da Perfeição , Tem uma Otima Historia , Com um Bom Elenco , Onde Miles Teller Esta Otimo , e J.K Simmons Esta Excelente , Recomendo um Dos Melhores Filmes do Ano , Nota 9.0
Divertido e intenso, J.K. Simmons arrebenta em seu papel, filme tem uma boa dinâmica, só não é ótimo que o M Teller deixa a desejar como ator dramático e ainda uns exageros, mas nada que manche esse filme, muito bom e bem divertido.
Acima de tudo esse filme não é só um dos melhores do gênero da década,mas também um prêmio aos amantes da música e do Jazz.O enredo acompanha Andrew um jovem que tem o sonho de ser um grande baterista e deixar seu nome entre os melhores do Jazz,ele chama a atenção do mestre do Jazz que tem personalidade forte e impiedosa,ele entra para a orquestra principal de Shaffer uma das melhores do país.entretanto Andrew torna isso em uma forte obsessão mesmo que isso atrapalhe sua vida pessoal.A execução desta trama é simplesmente sensacional,tudo graças a brilhante direção do prodígio Damien Chazelle que consegue muito bem mesclar a música e a obsessão em busca de um sonho,e das grandes atuações principalmente do J.K. Simmons que está esplêndido,não atoa concorreu ao globo de ouro.O roteiro é escrito pelo próprio diretor que sabe contar muito bem a história apesar de não aprofundar muito na relação do Andrew com o pai ou com a namorada e focar apenas no sonho dele.A trilha sonora é muito boa e todas as sequências de ensaios envolvendo o garoto e o professor são de destaque,a veracidade do J.K Simmons é impressionante e a obsessão passada pelo Miles Teller é muito boa também. Whiplash-Em Busca da Perfeição é acima de tudo uma obra feita para os amantes da música e do Jazz que impressiona no roteiro na direção e nas grandes atuações.
Ao final da cena apoteótica que encerra “Whiplash: Em Busca da Perfeição”, filme dirigido e escrito por Damien Chazelle, é impossível não imaginar Andrew (Milles Teller) incorporando uma Nina (Natalie Portman, no filme “Cisne Negro”, de Darren Aronofsky) e afirmando para si mesmo: “Eu senti. Perfeito. Eu fui perfeito”. As semelhanças não param por aí. Assim como Nina, Andrew é alguém que está começando na forma artística que decidiu abraçar e que está prestes a ter a sua primeira grande chance. Assim como Nina, que enfrentou o temido Thomas Leroy (Vincent Cassel), Andrew terá no mestre Terence Fletcher (J.K. Simmons, numa atuação monstruosa, merecedora do Oscar 2015 de Melhor Ator Coadjuvante), ao mesmo tempo, a pessoa que vai fazer com que ele queira ir além do que ele sempre alcançou e o seu maior carrasco.
Quando “Whiplash: Em Busca da Perfeição” começa, Andrew tem, dentro de si, muito certo aquilo que ele mais quer. Movido pelo desejo de se transformar em um grande músico e marcar seu nome na história da música norte-americana, Andrew tem plena consciência de que, para alcançar aquilo que os teóricos musicais chamam de virtuose, é preciso muita dedicação, horas exaustivas de prática musical e, principalmente, sacrifício.
De uma certa maneira, esse diferencial de Andrew é percebido por Fletcher, que o convida a fazer parte, como baterista reserva, da orquestra principal do Shaffer Conservatory of Music. É aqui que começa a transformação de Andrew. A partir do momento em que ele começa a ser confrontado com o assédio moral que Fletcher impõe aos seus músicos (que acredita, piamente, estar fazendo o bem a eles), Andrew transforma o que era dedicação em obsessão, perdendo a noção dos seus limites (físicos e emocionais) e transcendendo, transformando a si mesmo na música que ele quer dominar.
Aqui, entra, mais uma vez, a inevitável comparação entre “Cisne Negro” e “Whiplash: Em Busca da Perfeição”. Nos dois filmes, os personagens principais são artistas que tem a obsessão em dominar a técnica, mas se esquecem de algo tão importante: a emoção, se jogar por completo dentro do que eles se propõem a passar para a plateia e sentir de verdade cada passo de dança/cada toque na bateria. A jornada de Nina e de Andrew no decorrer dos dois filmes é rumo ao encontro com a arte naquilo que poucos artistas conseguem alcançar: a simbiose entre o que se vive, o que se sente e o que se quer passar.
Um filme que todo baterista deveria ver, o professor vivido por J.K Simmons teve uma atuação ótima como coadjuvante, fora isso mostra a força de vontade do cara pra chegar a perfeição na bateria., bom filme.
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