Whiplash - Em Busca da Perfeição: Críticas - Página 7
Whiplash - Em Busca da Perfeição
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Marco G.
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3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
Um bom filme que mostra a rigidez de estudos imposta a um baterista em uma das melhores escolas de musica americana. A trilha sonora de Jazz é ótima e vale o Show..
O caminho da perfeição é duro, essa é a mensagem do filme usando o universo musical. Bateristas e os que gostam de musica como um todo irão adorar o filme.
Filmes envolvendo música geralmente se saem muito bem na sétima arte. Porém, um instrumento em específico nunca havia sido retratado tão profundamente até agora: a bateria. "Whiplash" tenta, e consegue, mudar essa característica. O filme não é só sobre música, mas também sobre todas as consequências que se sobressaem na pessoa ao tentar alcançar a sua perfeição. Trazendo um tema pesado, o filme não só vale a pena de ser assistido pela sua intensa história, mas também pelas incansáveis atuações.
Essas, por sinal, devem ser destacadas primeiramente. Miles Teller é o frenético protagonista, e sem dúvida entrega o melhor papel de sua fraca filmografia. O personagem não só é complexo, por apresentar diversas diferentes opiniões e pontos de vista ao telespectador, mas também é totalmente identificatório à quem assiste, no qual entende perfeitamente as escolhas de seu personagem. PORÉM, é importante destacar um nome especial: J.K. Simmons. Chega a ser difícil falar de sua atuação... Assombrosa, corajosa, desafiadora, revoltante e igualmente complexa. Todos esses adjetivos se encaixam perfeitamente a seu personagem, que eu espero, sinceramente, que ganhe o Oscar na categoria de "Ator Coadjuvante".
A história, como já foi mencionado, é excelente. Talvez pelo fato dela ser bem direta, e não fazer o telespectador se cansar em entender os motivos de seus personagens. O desenrolar não é cansativo, e apesar de poder apresentar um ou outro momento clichê, eles igualmente se sobressaem e conseguem impressionar o telespectador. Isso tudo sem falar do final, que foi simplesmente perfeito!
Portanto, "Whiplash" é um filme excepcional, no qual estarei assistindo novamente nos cinemas. Espero que o longa tenha bastante indicações ao Oscar, pois sem dúvida é um espetáculo de atuações e de enredo. Filmaço!
Um filme incrível. Miles Teller não é nada além do que um talento nato, o garoto tem uma carreira sensacional pela frente. J.K. Simmons, não conheço tão bem seus trabalhos mas se todos eles forem tão bons quanto sua atuação neste filme então posso afirmar que não se encotra um ator desses em qualquer lugar. Com uma história ótima e um elenco praticamente composto por dois Whiplash se saiu muito bem, ainda mais acompanhada por uma trilha sonora perfeita. Digno de Oscar.
Com uma direção impecável de Damien Chazelle e atuação de tirar o fôlego de J.K. Simmons, o filme encanta e prende a atenção do telespectador desde o início. Narra a batalha do ser humano em busca da perfeição , seus pecados, ilusões, quedas e barreiras. Serve como inspiração e exemplo demonstrando os excessos e persistência que muitas vezes nos leva a ascensão ou a própria queda. Trilha sonora soberba e envolvente. Aconselho a todos!
Genial, pesado mas ao mesmo tempo sutil, graças as atuações! J.K. Simmons está impecável! Merecido o globo de ouro de melhor ator coadjuvante e espero que também leve o Oscar! O filme é contagiante, a tensão é constante durante todo o filme. As cenas são bem dirigidas e todos que estão em cena nao deixam a desejar. Um filme com uma historia que tem tinha tudo para ser apenas comercial, é incrivelmente bem elaborada desde a escolha de todos os atores até a montagem do cenário das cenas. Prefiro dizer que foi um excelente trabalho.
O personagem principal mostra um comportamento típico de pessoas obsessivas, demonstrando atitudes bizarras até com a família.
Mas a palavra que define o filme na minha opinião é: "surpreendente". Ao contrário do que foi falado anteriormente, não achei nada previsível o filme, pelo contrário. Sempre tem alguma coisa nova e o final foi de arrasar!
E ainda na última cena faltou um detalhe, por isso não dou nota máxima.
Mais uma vez a “Psicologia do Insulto” adentra o cenário de Hollywood, dessa vez não mais na pele de R. Lee Erney de “Nascido para Matar” do saudoso Stanley Kubrick. O personagem de J.K Simmons vive um ditador da perfeição em “Whiplash – Em busca da Perfeição”, filme dirigido e roteirizado pelo estreante Damien Chazelle. O drama musical que envolve o longa é bem semelhante a outros trabalhos contemporâneos, digamos que “Cisne Negro” do Aronofsky chega bem próximo, no que tange suor, sangue e perfeição. No filme, Milles Teller vive o baterista de jazz Andrew Neiman, que estuda no conceituado conservatório musical, Shaffer, uma versão fictícia da Julliart School (Ela dança, eu danço), sua busca pela perfeição o faz abrir mão de tudo (inclusive namorada), e o leva direto ao temido professor Terrence Fletcher (J.K Simmons) que utiliza de métodos nada ortodoxos para forçar os alunos a alcançarem o ritmo perfeccionista em suas performances. Fletcher é o tipo de maestro que cria zonas de conforto para estabilizar seus alunos, e logo após, destila bombardeios de ofensa cataclísmicos, buscando a humilhação total em prol da superação artística. Sua missão é criar lendas do Jazz, nem que para isso tenha que esfolá-los vivos como porcos. Chazelle utilizou-se da bateria, de forma proposital, buscou em seus enquadramentos detalhar a claustrofobia e insanidade presente no músico e seu instrumento, são cenas de delírio e autoflagelação, onde o músico fica com os dedos calejados, mutilados de ensaios exaustivos. A perfeição só pode ser alcançada através da dor. O foco do diretor, desde o início é externar uma sociedade “Superprotetora” que zela pelo politicamente correto, daí contrapor “os tapas” que Fletcher destila em seu pupilo, como uma forma de protesto ao mundo atual. Whiplash vai além de um filme sobre um Jazz estereotipado, onde saxofonistas, trompetistas e pianistas são o centro das atenções, aqui é o calor pulsante e frenético dos pedais, bumbo e pratos que dão o swing as canções de “Caravan” de Duke Ellington e “Whiplash” de Hank Levy. Em seu gran finale, Chazelle demonstra o “por quê” de um roteiro bem amarrado no instrumento, com um solo primoroso e perturbador da virtuosidade que transgride a dor e a humilhação. Perfeito!
Gostei bastante do filme, enredo e atuações. Fiquei instigada a ver onde ia dar a história, até onde Andrew iria em busca da perfeição e da aprovação do professor.. Gostei especialmente do final, me surpreendeu.
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