A Série Divergente: Convergente
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3,6
2868 notas

84 Críticas do usuário

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Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de março de 2016
Com um diretor pouco interessado em criar cenas de ação emblemáticas, tendo que prevalecer o foco num romance já cansativo, o terceiro episódio da jornada da habilidosa divergente Tris cansa o espectador com seu pleonasmo narrativo e visual.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de março de 2016
Nos filmes anteriores da saga Divergente, o mundo que existia além da Chicago na qual Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James) e seus amigos viviam era um verdadeiro mistério, quase uma fronteira proibida, que eles nunca poderiam ultrapassar. Isso deixará de existir a partir do momento em que A Saga Divergente: Convergente, filme dirigido por Robert Schwentke e que introduz o capítulo final dessa franquia cinematográfica, começa, na medida em que boa parte do longa se passa do outro lado, retratando o que existe após a cerca que delimita Chicago e esse mundo desconhecido.

Convergente começa a partir do momento em que Insurgente nos deixou, quando Evelyn (Naomi Watts), a líder dos insurgentes, assumiu o papel de referência política maior da Chicago destruída na qual as diversas facções viviam. Quando Evelyn se revela uma líder não muito diferente de Jeanine (Kate Winslet), Tris toma a arriscada decisão de ir em busca do outro lado, até mesmo para continuar a sua saga em busca do seu papel como salvadora do mundo.

Entretanto, o grande problema de A Saga Divergente: Convergente é não saber equilibrar a dicotomia existente entre o mundo que se apresenta pelas mãos de Evelyn (e que reforça todos os conceitos contra os quais Tris, Quatro e seus amigos lutaram nos dois filmes anteriores da saga) e a realidade que Tris conhece quando entra em contato com David (Jeff Daniels) e sua cidade futurista, porém repleta de incongruências.

Desta maneira, Robert Schwentke não consegue imprimir a tensão necessária para nos fazer compreender que Tris está chegando no ponto mais importante de sua jornada como um ser divergente e que não se encaixa, na verdade, em nenhum dos rótulos que querem imprimir para ela. Além disso, chega a ser cansativo ver as personagens dessa série cometendo os mesmos erros, seguidamente – vide o caso da personagem irritante interpretada por Miles Teller.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de novembro de 2017
Meio sem sentido e confuso, o filme é arrastado e com pouca criatividade, não curti, espero que o próximo seja melhor...
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de junho de 2016
Falso. Ação. Sem sentido. Confuso. Sem graça. Forçado. Assistível. Livros. Romance. Vilões. Fraco. Normal.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de julho de 2016
Cochilei no meio do filme. Depois que acabou, voltei para ver o que o 4 tinha visto de errado na margem. Só aí demonstra o quanto o filme estava "interessante"...
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de março de 2016
[[[PARÁGRAFO]]]Filmes produzidos especificamente para o público infantil e adolescente não são um fenômeno novo, mas ganharam fôlego nos últimos dez ou quinze anos, com o sucesso de franquias adaptadas de livros escritos para essas mesmas faixas etárias, como ‘Harry Potter’ e ‘Crepúsculo’. Poucas delas ultrapassam um mínimo de qualidade técnica e sucesso de público e crítica, como a finalizada recentemente ‘Jogos Vorazes’ (e por isso os produtores já tem pensando em formas de continuá-la), mas mesmo essa cometeu erros grotescos, como separar o último filme em dois, apenas para dobrar os lucros (prática adotada por Hollywood desde as adaptações de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’). E no “hype” das já citadas surgiram outras como ‘Divergente’ e ‘Maze Runner’, que a cada nova continuação menos justificam sua necessidade de existência fora dos livros.

[[[PARÁGRAFO]]]Ambientar essas narrativas em futuros distópicos virou uma tendência desses novos produtos cinematográficos. Conceitos vindos direto de livros e filmes como '1984', 'Admirável Mundo Novo', 'Farenheit 451' e 'Battle Royale', nunca estiveram tão em voga, talvez influenciados pelo impacto do atentado às Torres Gêmeas em 11 de Setembro de 2001 na cultura “pop” e os conflitos que surgiram posteriormente. Nos anos 80 também foram produzidos diversos filmes com temática parecida, como ‘Mad Max’ e ‘RoboCop’, provavelmente embalados pela Guerra Fria, mas eram para um público mais maduro, sua violência era menos disfarçada e não eram tecnicamente tão desleixados e moderados como os recentes. As versões pré-adolescentes atuais, mais parecem contos de fadas, onde as mortes são sempre “limpas”, sem sangue e sem sofrimento, numa representação que está muito longe de retratar a “verdade” dos horrores de qualquer conflito bélico e de contextos totalitários.

[[[PARÁGRAFO]]]O primeiro filme adaptado dos livros escritos por Veronica Roth 'Divergente' (2014) já parecia desnecessário quando assistido com um olhar mais crítico, talvez até por se parecer demais com os já citados 'Brave New World' de Aldous Huxley e o recente 'The Hunger Games' de Suzanne Collins. O segundo, 'A Série Divergente: Insurgente' (2015) melhorou nos efeitos visuais e na parceria entre os atores, mas ainda assim passou longe de alcançar o mesmo sucesso da franquia protagonizada por Jennifer Lawrence, que tinha um roteiro mais coeso, interessante, que conseguiu evoluir a cada sequência e que apesar de parecer ter retirado muitos conceitos de 'Battle Royale' (2000), soube encontrar uma “alma” própria introduzindo conceitos políticos). Shailene Woodley é uma atriz com um grande potencial e bastante carismática, o que já era evidente quando atuou em 'Os Descendentes' (2011). Entretanto, o material base com que tem de trabalhar nesta franquia e todas as cenas de ação com as quais sua personagem tem de lidar, não favorecem sua performance e por mais que ela se esforce, não consegue disfarçar toda a artificialidade visual desse universo, que tenta apresentar uma tecnologia futurística pouco convincente e que se apoia demais nos efeitos gráficos.

[[[PARÁGRAFO]]]'A Série Divergente: Convergente' (2016) é uma promessa não cumprida, pois desde o primeiro longa-metragem da série, os espectadores querem saber quais os mistérios que se escondem além dos muros da “Chicago pós-apocalíptica”, esperando por algo surpreendente. No segundo longa-metragem já foi frustrante não descobrir nada além da cidade já vista no primeiro longa, porém neste terceiro, quando finalmente se conhece o que há no mundo lá fora, não é mais satisfatório e não se tem a sensação de a espera ter compensado. Após três filmes, ainda não fica evidente o que realmente torna Beatrice "Tris" Prior uma “divergente” especial, nem mesmo parece ocorrer alguma evolução significativa sua como personagem, como uma líder ou um símbolo de uma revolução.

[[[PARÁGRAFO]]]As atuações tem seus bons momentos, principalmente dos atores coadjuvantes Ansel Elgort (Caleb Prior) e Miles Teller (Peter), mas que infelizmente aparecem muito pouco. E como o foco fica mais no casal principal, interpretado por Shailene Woodley e Theo James, mesmo que os dois se esforcem e tenham alguma química é difícil acreditar neles como heróis de ação. Já se tornou cansativo ver como Trix tem sacadas geniais em momentos difíceis, com uma inteligência vinda sabe-se lá de onde e como Tobias “Quatro” espanca sozinho diversos capangas sem nunca se cansar; habilidades essas que por serem mal desenvolvidas no enredo, acabam abalando nossa “suspensão da descrença”. Baseado no último livro da trilogia 'Allegiant' foi dividido em duas partes 'Convergente' de 2016 e 'Ascendente' com lançamento previsto para 2017, o que vai tornar ainda mais cansativo um desfecho já desinteressante. No livro, o foco narrativo muda em alguns capítulos para a perspectiva do personagem Quatro, o que no filme não acrescenta nenhuma qualidade, já que o ator Theo James ainda não tem carisma suficiente para salvar um filme cheio de problemas, o que de qualquer forma não é sua responsabilidade.

[[[PARÁGRAFO]]]Os efeitos especiais são convincentes em boa parte da série, no primeiro já não eram de todo ruins, com algumas melhoras significativas no segundo, mas é um recurso que apesar de competente em várias partes é demasiadamente utilizado neste terceiro. Quando os personagens têm que percorrer um mundo devastado por uma provável guerra atômica ou interagir com uma tecnologia futurística improvável, as imagens em CGI causam muita estranheza. Em muitas cenas eles parecem estar interpretando com nada físico para interagir, principalmente quando têm que lidar com espécies de “drones”. Sem mencionar a quantidade extremamente cansativa de panorâmicas criadas na maior parte por efeitos de computação gráfica. Nem mesmo a presença de Naomi Watts (como a revolucionária Evelyn) e Jeff Daniels (como o diretor David) conseguem acrescentar um atrativo a mais para o filme, aliás esses dois personagens, também, lembram demais outros de 'Jogos Vorazes', o Presidente Snow (Donald Sutherland) e a revolucionária Alma Coin (Julianne Moore).

[[[PARÁGRAFO]]]Dirigido por Robert Schwentke, que já havia trabalhado em 'A Série Divergente: Insurgente', sua direção não consegue melhorar uma história que já não tinha um potencial maior do que requentar alguns conceitos, que já foram melhor trabalhados em outros produtos culturais. ‘A Série Divergente: Convergente’ não passa de um filme mediano, confuso, tecnicamente desorganizado e que não sabe explorar o potencial de seus atores. No todo, como série de livros, escrita por uma autora inexperiente que recém passava dos seus vinte anos quando fora publicada, já era uma narrativa de qualidade questionável. Como franquia cinematográfica, que demanda alguns milhões para ser produzida é no mínimo um desperdício de recursos, que não visa nada mais do que o lucro para os produtores. É um filme que exemplifica bem o atual e severamente criticável padrão de Hollywood, que se afasta cada vez mais do cinema como forma de arte e de expressão, se aproximando a cada ano que passa de uma linha de montagem de produtos juvenis rentáveis. Resta saber se o público alvo vai ter paciência e corresponder nas bilheterias de 2016 e 2017, após mais um ano de espera pelo encerramento de uma saga, que talvez nem devesse ter começado.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de dezembro de 2016
O mais fraco e artificial de todos até agora, uma história fraca com pouco envolvimento e umas atuações pra lá de medíocres. Um filme que não vale a pena ser visto. É quase que certeza que continuações de filmes, que são sagas "teens" são sempre um pior que o outro.
Diácono Marcio C.
Diácono Marcio C.

20 seguidores 54 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de março de 2016
Bom filme
enrolando o tempo até que passa rápido
parece que a saga botou o pé no freio e até deu um passo atrás
vamos ver o próximo para ver se progride
mas foi um bom entretenimento
João Carlos Correia
João Carlos Correia

19 seguidores 60 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2018
O gênero ficção-científica, seja na literatura ou no cinema, prima pelo pessimismo com os quais os futuros do planeta e da humanidade são vistos. Um bom exemplo é o clássico Blade Runner (1982, que ganhará uma sequência em breve), no qual clones – chamados de replicantes – têm poucos ou nenhuns direitos como cidadãos e são caçados como párias e, ao lado de muita tecnologia, vemos muita miséria. Uma das raras exceções é a saga Jornada nas Estrelas/ Star Trek, onde o futuro é visto de uma forma otimista.
O gênero literário para os chamados jovens adultos (que, em inglês, é young adults, e também é conhecido pela sigla YA) tem tido de uns anos para cá boa aceitação por parte dessa fatia do público por tratar de temas como a entrada de jovens para a vida adulta e, consequentemente, todas as responsabilidades que isto acarreta. Há quem prefira chamar esse público de pós-adolescentes.
Independente da definição desse público, o gênero também engloba a ficção científica, cujo título mais famoso é a série de romances em três volumes chamada Divergente, de autoria da escritora estadunidense Veronica Roth, ela mesma uma jovem adulta.
Para aqueles que ainda não conhecem a história, em um futuro próximo, a sociedade é definida por sua personalidade e filiação social, não admitindo livre arbítrio. Essa sociedade é dividida em cinco partes que são chamadas de facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Franqueza e Amizade. Uma jovem chamada Beatrice “Tris” Prior, nascida na Abnegação, transfere-se para a Audácia. Ela é uma Divergente, pessoa que apresenta aptidões para mais de uma facção. Divergentes são considerados uma ameaça pelo governo local, pois não podem ser manipulados ou persuadidos. Na Audácia, conhece seu instrutor, Tobias “Quatro” Eaton, por quem se apaixona. Ambos se revoltam contra o sistema local.
A trilogia Divergente, na verdade, não apresenta nada de novo. Pode-se perceber a influência da obra Admirável Mundo Novo, do escritor inglês Aldous Huxley (no que se refere a uma pessoa que não se encaixa no sistema local e é tida como uma pária ou ameaça. Foi adaptado para duas séries de TV, em 1980 e 1998); de Eu Sou a Lenda, do estadunidense Richard Matheson (esse pária ou ameaça começa a combater o sistema. Teve três adaptações para o cinema em 1964, 1971 e 2007); e de Logan’s Run, dos escritores estadunidenses William F. Nolan e George Clayton Johnson (a fuga do local onde impera o sistema para descobrir a verdade fora de lá. Gerou um filme em 1976 e uma série de TV em 1977).
Como na maioria das obras de ficção científica, o pessimismo impera. Ainda assim, a trilogia Divergente foi um sucesso de público e crítica e sua adaptação para o cinema foi inevitável.
Em A Série Divergente: Convergente, após a morte de Janine, a população de Chicago é governada por Evelyn Eaton (Naomi Watts, de Birdman). Johana Reyes (Octavia Spencer, de Histórias Cruzadas), outrora aliada se opõe aos julgamentos sumários de seguidores de Janine feitos por Evelyn e acaba por se retirar junto com outras pessoas que pensam como ela. Tris (Shailene Woodley, de Os Descendentes), que chegou a ser convidada a fazer parte do novo governo, assiste a tudo impassível. Ela e Quatro (Theo James, de Anjos da Noite: O Despertar) decidem cruzar o muro que cerca Chicago para não só descobrir o que há além dele, mas também um jeito de parar com a carnificina.
Para essa jornada, Quatro liberta o irmão de Tris, Caleb (Ansel Elgort, de A Culpa é das Estrelas) e são acompanhados de Peter (Miles Teller, de Quarteto Fantástico), Christina (Zoe Kravitz, da série de TV Californication) e Tori (Maggie Q, de Padre), que morre durante a fuga. Descobrem um cenário totalmente destruído e desolado, mas também uma cidade de sobreviventes com alta tecnologia que se dedica à pesquisa genética e tem com um de seus comandantes, o aparentemente amável David (Jeff Daniels, de A Rosa Púrpura do Cairo), que tenta convencer Tris a permanecer na cidade, pois, como seu cógigo genético é considerado puro, ela pode ser a salvação da humanidade. Mas, Quatro desconfia.
Assim como os romances que o originou, A Série Divergente: Convergente também não trás nada de novo, a começar pelo cenário pós-apocalíptico (influência direta da saga Mad Max), além de heróis que se rebelam contra o sistema, fuga do local, etc. A direção do alemão Robert Schwentke (Red: Aposentados e Perigosos) é muito burocrática, tanto na direção de atores quanto nas cenas de ação que, aliás, igualmente não trazem nada de novo e não emocionam quase nada.
Seguindo a tendência geral, a trilha sonora de Joseph Trapanese (Tron: O Legado) também não acrescenta nada. A agradável surpresa vai para a boa fotografia do também alemão Florian Ballhaus (O Diabo Veste Prada), principalmente nas cenas de terra desolada que chegam a lembrar do planeta Marte tal como mostrado em fotos da NASA.
O elenco decepciona. A estrela da série, Shailene Woodley, está muito fria, quase sem emoções, embora melhore um pouco no final. Seu par romântico, Theo James, é eficiente nas cenas de ação e como galã, mas é inexpressivo. Uma ostra tem uma postura dramática melhor do que ele.
Quem vê a atuação de Miles Teller começa a entender porque Quarteto Fantástico foi o maior mico de 2015. Ele é muito fraco e quando tenta bancar o engraçadinho, fica insuportável! Quanto a Ansel Elgort, Zoe Kravitz e Maggie Q, usando uma expressão popular, não cheiram nem fedem.
Quem acaba por salvar um pouco o filme são os coadjuvantes veteranos Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels. Naomi está bem como a líder que quer salvar seu povo a qualquer preço, mesmo que tenha que usar métodos pouco ortodoxos para isso. No mesmo nível está Octavia fazendo a líder ética e serena, só utilizando métodos violentos em último caso. Já Jeff, conhecido mais pelos papéis cômicos (como em Debi & Lóide) ou de bom moço (como em Totalmente Selvagem), está muito convincente como um vilão fingido e cruel.
Outro mérito do filme é o de tocar em um assunto muito atual no qual a vida acaba por imitar a arte: a separação da sociedade em grupos de “nós” e “eles”, os quais geram sentimentos de repulsa e ódio um pelo outro, que é um tema recorrente em várias obras de ficção-científica.
No filme, são os grupos rivais de Evelyn e Johana e os de genoma “puro” e “defeituoso”. Na vida real, vemos pessoas como o pré-candidato à presidência dos EUA, o magnata Donald Trump, querer proibir a entrada de muçulmanos e construir um muro na fronteira de seu país com o México. Na União Europeia, as reações xenófobas de vários europeus quanto á presença de refugiados em seu território. No Brasil, devido à grave crise política que passamos atualmente, temos a divisão de nossa sociedade em “coxinhas” e “petralhas” que, infelizmente, mostram uma intolerância e uma violência cada vez maior um para com o outro.
Assim como em Harry Potter e as Relíquias da Morte, o último volume da trilogia Divergente foi dividido em dois filmes tanto para aumentar as expectativas dos fãs quanto para, inescrupulosamente, gerar maior lucro. O último filme da série se chamará A Série Divergente: Ascendente.
A Série Divergente: Convergente é um filme feito principalmente para os fãs da trilogia. Foram eles que garantiram até agora o sucesso de todos os filmes. Ainda assim, quem não é particularmente um fanático pela obra de Veronica Roth, pode assistir A Série Divergente: Convergente como em um filme da Sessão da Tarde em uma tarde chuvosa quando não se tem mais nada para fazer. Vamos torcer para que o último filme seja melhor, mas como dito anteriormente, em ficção-científica é o pessimismo que predomina...
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de março de 2016
Pior dos 3 filmes até agora, as histórias fora da muralha não se conectam direito e você não compra seus objetivos, além disso a personagem da Shailene murchou na história ou a atriz que desanimou para fazer.
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