A Série Divergente: Convergente
Média
3,6
2880 notas

84 Críticas do usuário

5
14 críticas
4
13 críticas
3
17 críticas
2
20 críticas
1
13 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Bernardo T. Silva
Bernardo T. Silva

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de julho de 2019
Desnecessário dividir o último filme da série Divergente em duas partes, sendo que o livro adaptado em questão, "Convergente", não possui conteúdo o bastante para isso. A história ficou arrastada e os elementos adicionados para estender o filme não convencem. A atuação de boa parte do elenco é satisfatória, mas todos são prejudicados pelo roteiro mal escrito. Não surpreende que o filme não deu certo e a continuação não será produzida, uma pena.
João Carlos Correia
João Carlos Correia

19 seguidores 60 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2018
O gênero ficção-científica, seja na literatura ou no cinema, prima pelo pessimismo com os quais os futuros do planeta e da humanidade são vistos. Um bom exemplo é o clássico Blade Runner (1982, que ganhará uma sequência em breve), no qual clones – chamados de replicantes – têm poucos ou nenhuns direitos como cidadãos e são caçados como párias e, ao lado de muita tecnologia, vemos muita miséria. Uma das raras exceções é a saga Jornada nas Estrelas/ Star Trek, onde o futuro é visto de uma forma otimista.
O gênero literário para os chamados jovens adultos (que, em inglês, é young adults, e também é conhecido pela sigla YA) tem tido de uns anos para cá boa aceitação por parte dessa fatia do público por tratar de temas como a entrada de jovens para a vida adulta e, consequentemente, todas as responsabilidades que isto acarreta. Há quem prefira chamar esse público de pós-adolescentes.
Independente da definição desse público, o gênero também engloba a ficção científica, cujo título mais famoso é a série de romances em três volumes chamada Divergente, de autoria da escritora estadunidense Veronica Roth, ela mesma uma jovem adulta.
Para aqueles que ainda não conhecem a história, em um futuro próximo, a sociedade é definida por sua personalidade e filiação social, não admitindo livre arbítrio. Essa sociedade é dividida em cinco partes que são chamadas de facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Franqueza e Amizade. Uma jovem chamada Beatrice “Tris” Prior, nascida na Abnegação, transfere-se para a Audácia. Ela é uma Divergente, pessoa que apresenta aptidões para mais de uma facção. Divergentes são considerados uma ameaça pelo governo local, pois não podem ser manipulados ou persuadidos. Na Audácia, conhece seu instrutor, Tobias “Quatro” Eaton, por quem se apaixona. Ambos se revoltam contra o sistema local.
A trilogia Divergente, na verdade, não apresenta nada de novo. Pode-se perceber a influência da obra Admirável Mundo Novo, do escritor inglês Aldous Huxley (no que se refere a uma pessoa que não se encaixa no sistema local e é tida como uma pária ou ameaça. Foi adaptado para duas séries de TV, em 1980 e 1998); de Eu Sou a Lenda, do estadunidense Richard Matheson (esse pária ou ameaça começa a combater o sistema. Teve três adaptações para o cinema em 1964, 1971 e 2007); e de Logan’s Run, dos escritores estadunidenses William F. Nolan e George Clayton Johnson (a fuga do local onde impera o sistema para descobrir a verdade fora de lá. Gerou um filme em 1976 e uma série de TV em 1977).
Como na maioria das obras de ficção científica, o pessimismo impera. Ainda assim, a trilogia Divergente foi um sucesso de público e crítica e sua adaptação para o cinema foi inevitável.
Em A Série Divergente: Convergente, após a morte de Janine, a população de Chicago é governada por Evelyn Eaton (Naomi Watts, de Birdman). Johana Reyes (Octavia Spencer, de Histórias Cruzadas), outrora aliada se opõe aos julgamentos sumários de seguidores de Janine feitos por Evelyn e acaba por se retirar junto com outras pessoas que pensam como ela. Tris (Shailene Woodley, de Os Descendentes), que chegou a ser convidada a fazer parte do novo governo, assiste a tudo impassível. Ela e Quatro (Theo James, de Anjos da Noite: O Despertar) decidem cruzar o muro que cerca Chicago para não só descobrir o que há além dele, mas também um jeito de parar com a carnificina.
Para essa jornada, Quatro liberta o irmão de Tris, Caleb (Ansel Elgort, de A Culpa é das Estrelas) e são acompanhados de Peter (Miles Teller, de Quarteto Fantástico), Christina (Zoe Kravitz, da série de TV Californication) e Tori (Maggie Q, de Padre), que morre durante a fuga. Descobrem um cenário totalmente destruído e desolado, mas também uma cidade de sobreviventes com alta tecnologia que se dedica à pesquisa genética e tem com um de seus comandantes, o aparentemente amável David (Jeff Daniels, de A Rosa Púrpura do Cairo), que tenta convencer Tris a permanecer na cidade, pois, como seu cógigo genético é considerado puro, ela pode ser a salvação da humanidade. Mas, Quatro desconfia.
Assim como os romances que o originou, A Série Divergente: Convergente também não trás nada de novo, a começar pelo cenário pós-apocalíptico (influência direta da saga Mad Max), além de heróis que se rebelam contra o sistema, fuga do local, etc. A direção do alemão Robert Schwentke (Red: Aposentados e Perigosos) é muito burocrática, tanto na direção de atores quanto nas cenas de ação que, aliás, igualmente não trazem nada de novo e não emocionam quase nada.
Seguindo a tendência geral, a trilha sonora de Joseph Trapanese (Tron: O Legado) também não acrescenta nada. A agradável surpresa vai para a boa fotografia do também alemão Florian Ballhaus (O Diabo Veste Prada), principalmente nas cenas de terra desolada que chegam a lembrar do planeta Marte tal como mostrado em fotos da NASA.
O elenco decepciona. A estrela da série, Shailene Woodley, está muito fria, quase sem emoções, embora melhore um pouco no final. Seu par romântico, Theo James, é eficiente nas cenas de ação e como galã, mas é inexpressivo. Uma ostra tem uma postura dramática melhor do que ele.
Quem vê a atuação de Miles Teller começa a entender porque Quarteto Fantástico foi o maior mico de 2015. Ele é muito fraco e quando tenta bancar o engraçadinho, fica insuportável! Quanto a Ansel Elgort, Zoe Kravitz e Maggie Q, usando uma expressão popular, não cheiram nem fedem.
Quem acaba por salvar um pouco o filme são os coadjuvantes veteranos Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels. Naomi está bem como a líder que quer salvar seu povo a qualquer preço, mesmo que tenha que usar métodos pouco ortodoxos para isso. No mesmo nível está Octavia fazendo a líder ética e serena, só utilizando métodos violentos em último caso. Já Jeff, conhecido mais pelos papéis cômicos (como em Debi & Lóide) ou de bom moço (como em Totalmente Selvagem), está muito convincente como um vilão fingido e cruel.
Outro mérito do filme é o de tocar em um assunto muito atual no qual a vida acaba por imitar a arte: a separação da sociedade em grupos de “nós” e “eles”, os quais geram sentimentos de repulsa e ódio um pelo outro, que é um tema recorrente em várias obras de ficção-científica.
No filme, são os grupos rivais de Evelyn e Johana e os de genoma “puro” e “defeituoso”. Na vida real, vemos pessoas como o pré-candidato à presidência dos EUA, o magnata Donald Trump, querer proibir a entrada de muçulmanos e construir um muro na fronteira de seu país com o México. Na União Europeia, as reações xenófobas de vários europeus quanto á presença de refugiados em seu território. No Brasil, devido à grave crise política que passamos atualmente, temos a divisão de nossa sociedade em “coxinhas” e “petralhas” que, infelizmente, mostram uma intolerância e uma violência cada vez maior um para com o outro.
Assim como em Harry Potter e as Relíquias da Morte, o último volume da trilogia Divergente foi dividido em dois filmes tanto para aumentar as expectativas dos fãs quanto para, inescrupulosamente, gerar maior lucro. O último filme da série se chamará A Série Divergente: Ascendente.
A Série Divergente: Convergente é um filme feito principalmente para os fãs da trilogia. Foram eles que garantiram até agora o sucesso de todos os filmes. Ainda assim, quem não é particularmente um fanático pela obra de Veronica Roth, pode assistir A Série Divergente: Convergente como em um filme da Sessão da Tarde em uma tarde chuvosa quando não se tem mais nada para fazer. Vamos torcer para que o último filme seja melhor, mas como dito anteriormente, em ficção-científica é o pessimismo que predomina...
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de novembro de 2017
Meio sem sentido e confuso, o filme é arrastado e com pouca criatividade, não curti, espero que o próximo seja melhor...
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de dezembro de 2016
O mais fraco e artificial de todos até agora, uma história fraca com pouco envolvimento e umas atuações pra lá de medíocres. Um filme que não vale a pena ser visto. É quase que certeza que continuações de filmes, que são sagas "teens" são sempre um pior que o outro.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de julho de 2016
Cochilei no meio do filme. Depois que acabou, voltei para ver o que o 4 tinha visto de errado na margem. Só aí demonstra o quanto o filme estava "interessante"...
André Sousa
André Sousa

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de setembro de 2016
Se não tivessem colocado a Tris de lado, e não tivessem exagerado tanto naquele cenário do outro lado do muro, o filme teria sido bem melhor. Se eles já não estão seguindo tanto a originalidade dos livros, poderiam realmente ter caprichado em Convergente com mudanças realmente boas. O cabelo de Tris cresceu do nada, sem nenhuma explicação. Um bom filme é aquele que explica parte por parte. Realmente na minha opinião eu esperava bem mais desse filmes, porém é um filme legal.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de junho de 2016
Falso. Ação. Sem sentido. Confuso. Sem graça. Forçado. Assistível. Livros. Romance. Vilões. Fraco. Normal.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de março de 2016
Nos filmes anteriores da saga Divergente, o mundo que existia além da Chicago na qual Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James) e seus amigos viviam era um verdadeiro mistério, quase uma fronteira proibida, que eles nunca poderiam ultrapassar. Isso deixará de existir a partir do momento em que A Saga Divergente: Convergente, filme dirigido por Robert Schwentke e que introduz o capítulo final dessa franquia cinematográfica, começa, na medida em que boa parte do longa se passa do outro lado, retratando o que existe após a cerca que delimita Chicago e esse mundo desconhecido.

Convergente começa a partir do momento em que Insurgente nos deixou, quando Evelyn (Naomi Watts), a líder dos insurgentes, assumiu o papel de referência política maior da Chicago destruída na qual as diversas facções viviam. Quando Evelyn se revela uma líder não muito diferente de Jeanine (Kate Winslet), Tris toma a arriscada decisão de ir em busca do outro lado, até mesmo para continuar a sua saga em busca do seu papel como salvadora do mundo.

Entretanto, o grande problema de A Saga Divergente: Convergente é não saber equilibrar a dicotomia existente entre o mundo que se apresenta pelas mãos de Evelyn (e que reforça todos os conceitos contra os quais Tris, Quatro e seus amigos lutaram nos dois filmes anteriores da saga) e a realidade que Tris conhece quando entra em contato com David (Jeff Daniels) e sua cidade futurista, porém repleta de incongruências.

Desta maneira, Robert Schwentke não consegue imprimir a tensão necessária para nos fazer compreender que Tris está chegando no ponto mais importante de sua jornada como um ser divergente e que não se encaixa, na verdade, em nenhum dos rótulos que querem imprimir para ela. Além disso, chega a ser cansativo ver as personagens dessa série cometendo os mesmos erros, seguidamente – vide o caso da personagem irritante interpretada por Miles Teller.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de março de 2016
Terceiro filme da série Divergente, em que os personagens principais saem da cidade de Chicago para verificar o que há além dos muros, descobrindo os segredos sobre a formação da sociedade em que se encontram. Os fãs da série literária de Veronica Roth, no qual os filmes são baseados, fizeram duras críticas. O roteiro tem certa originalidade, com algumas cenas de ação e efeitos especiais interessantes, mas apresentando atuações fracas, com a longa duração do filme cansando o público. A divisão do final da série em duas partes é desnecessária para o desenvolvimento da história, tendo como finalidade única de arrecadar mais dinheiro.
Diácono Marcio C.
Diácono Marcio C.

20 seguidores 54 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de março de 2016
Bom filme
enrolando o tempo até que passa rápido
parece que a saga botou o pé no freio e até deu um passo atrás
vamos ver o próximo para ver se progride
mas foi um bom entretenimento
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa