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Nelson J
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1.978 críticas
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4,0
Enviada em 11 de março de 2016
Boa movimentação e cenários futurísticos e pós apocalípticos. a questão de o que nos torna humanos e a busca da perfeição genética, além da manipulação de massas, tornam o filme atraente e reflexivo.
Eu fui com uma má vontade ao cinema, já esperando um filme mega chato. Mas para a minha surpresa, convergente me divertiu bastante. Começa empolgante, cai um pouco o ritmo na metade, e mais para o final volta empolgar novamente. Inferior ao primeiro, mas muito superior ao lixo do insurgente.
Pior dos 3 filmes até agora, as histórias fora da muralha não se conectam direito e você não compra seus objetivos, além disso a personagem da Shailene murchou na história ou a atriz que desanimou para fazer.
Após os ocorridos do fraco Insurgente, a franquia Divergente volta a ativa com uma narrativa desenvolvida fora dos muros de Chicago, focando na descoberta de uma nova sociedade e como ela possui relevância com a segregação imposta aos sobreviventes que surgiram desde o primeiro filme.
Shailene Woodley retorna como a personagem Beatrice "Tris" Prior, uma humana considerada diferente pelas capacidades em lidar com situações diversificadas, chegando a ser aceita como a salvadora dos oprimidos. Tris vive incomodada com as decisões da líder Evelyn (Naomi Watts), pois são poucas as diferenças adotadas entre ela a finada Jeanine Matthews (Kate Winslet), chegando inclusive a utilizar mão pesada nas tomadas de decisões que muitas vezes soam imperativas e indignas de um líder. Sem muitas esperanças em Chicago, Tris e Quatro (Theo James) reúnem o grupo para ir além da famigerada muralha, culminando na descoberta de uma impressionante e evoluída sociedade, esta que renderá muito a narrativa do filme.
Tecendo ainda mais informações sobre a origem dos humanos, o novo personagem David (Jeff Daniels) responde por grande parte do desenvolvimento da trama deste terceiro filme, gerando inclusive boas questões acerca do que é verdade ou mentira em um mundo distópico quanto o de Divergente. Aliada à história mediana, mas funcional, o diretor Robert Schwentke cria momentos de ação explorando bem os cenários e os recursos disponíveis pelos personagens, talvez pecando pelo excesso de CG que deixa a sensação de cidades de desenho animado.
Deixando um final pretensioso para o quarto filme, A SÉRIE DIVERGENTE - CONVERGENTE é bem melhor que seu antecessor, em todos os aspectos. Possui uma trama melhor trabalhada, com novos ambientes e antagonistas que alavancam a história e prende bem a atenção por suas quase 2h horas de duração.
Nos filmes anteriores da saga Divergente, o mundo que existia além da Chicago na qual Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James) e seus amigos viviam era um verdadeiro mistério, quase uma fronteira proibida, que eles nunca poderiam ultrapassar. Isso deixará de existir a partir do momento em que A Saga Divergente: Convergente, filme dirigido por Robert Schwentke e que introduz o capítulo final dessa franquia cinematográfica, começa, na medida em que boa parte do longa se passa do outro lado, retratando o que existe após a cerca que delimita Chicago e esse mundo desconhecido.
Convergente começa a partir do momento em que Insurgente nos deixou, quando Evelyn (Naomi Watts), a líder dos insurgentes, assumiu o papel de referência política maior da Chicago destruída na qual as diversas facções viviam. Quando Evelyn se revela uma líder não muito diferente de Jeanine (Kate Winslet), Tris toma a arriscada decisão de ir em busca do outro lado, até mesmo para continuar a sua saga em busca do seu papel como salvadora do mundo.
Entretanto, o grande problema de A Saga Divergente: Convergente é não saber equilibrar a dicotomia existente entre o mundo que se apresenta pelas mãos de Evelyn (e que reforça todos os conceitos contra os quais Tris, Quatro e seus amigos lutaram nos dois filmes anteriores da saga) e a realidade que Tris conhece quando entra em contato com David (Jeff Daniels) e sua cidade futurista, porém repleta de incongruências.
Desta maneira, Robert Schwentke não consegue imprimir a tensão necessária para nos fazer compreender que Tris está chegando no ponto mais importante de sua jornada como um ser divergente e que não se encaixa, na verdade, em nenhum dos rótulos que querem imprimir para ela. Além disso, chega a ser cansativo ver as personagens dessa série cometendo os mesmos erros, seguidamente – vide o caso da personagem irritante interpretada por Miles Teller.
O mais fraco e artificial de todos até agora, uma história fraca com pouco envolvimento e umas atuações pra lá de medíocres. Um filme que não vale a pena ser visto. É quase que certeza que continuações de filmes, que são sagas "teens" são sempre um pior que o outro.
Nossa que filme Top! Pra mim foi o melhor dos três! Uma pena que não teve o sucesso merecido! Infelizmente mais uma saga que foi um fracasso nos cinemas! Como pode? Elenco maravilhoso! E pra nós fãs, não vai ter mais no cinema, justamente o quarto e último filme? "Ascendente" irá apenas pra TV! Pelo menos esperamos que , com a existência de um série de TV, possa ser que seja melhor! Só quem não mais com atriz principql Shallene Woody no papal de Tris! Enfim acredito que o elenco novo da série terá que dar uma nova cara a essa obra literária formidável! "A série Divergente" .
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