A Série Divergente: Convergente: Críticas - Página 9
A Série Divergente: Convergente
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Cyntia P.
1 crítica
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4,5
Enviada em 2 de abril de 2016
Muito bom uns dos melhores filmes que já ví. essa série de Divergentes e uma das melhores ansiosa agora para ver o próximo e o último filme da série. .
É simplesmente Perfeito!!!Eu adorei... Fala de muitas coisas diferentes mas que se encaixam perfeitamente umas nas outras... Estou fã completamente...E os actores do filme são espetaculares...Amo o "quatro"... Theo...Amo-o...Ele é Lindo...Lindo..E ela também... São todos lindos...E espectaculares...
O filme inteiro é direcionado a um publico muito específico, um publico que gosta de vilões que sao forçadamente maus e burros e bonzinhos que são herois de frases de efeitos o tempo todo. Se você é uma adolescente retardada que gosta deste tipo de filme ou fica gritando quando vê o Dylan O Brian, bom filme. Senão faça um favor a si mesmo e vá ver Batman vs Superman.
O terceiro capítulo da saga Divergente, Convergente (Allegiant), é o ponto alto da narrativa e o melhor dos três filmes lançados. Foi arriscado dividir o final em duas partes, mas foi necessário. Partindo do final de Insurgente, vemos o caos se instaurar em Chicago e uma aparente busca por justiça vira uma exibição selvagem de vingança na qual o povo perde o controle. Diante de tal situação, não resta o que fazer a não ser fugir. O ponto de não retorno da história não poderia ser mais óbvio: ao ultrapassar o muro, eles deixam Chicago para trás e vão em direção do desconhecido.
As atuações são ótimas. Miles Teller vai além do satisfatório. Os demais atores e atrizes escalados demonstram maturidade em uma trama agitada. Os diálogos são magníficos e precisos. Ajudam a impulsionar a trama. “Alguém bagunçou com o mundo” pode não parecer um diálogo tão inteligente à princípio, mas é apropriado dentro da proposta da obra e do contexto em que os protagonistas se metem, já que estão em território inexplorado. Não estamos em um daqueles filmes elitistas indicados a Oscars com diálogos rebuscados e um tanto pomposos. Essa é uma distopia adolescente e um drama inovador, por isso o diálogo pontuado antes é sem dúvida interessante.
A direção de Convergente sem dúvida se destaca por ser dinâmica e inteligente, evitando ser invasiva e dando um ritmo acelerado, mas agradável à história. O grande trunfo de Convergente reside em sua temática. Afinal, não são muitos os filmes sci-fi que decidem abordar as consequências temerárias e potencialmente irreversíveis da engenharia genética. Isso traz mais sabor ao filme. No final das contas, os protagonistas descobrem que são meros “experimentos”, peças manipuladas por alguém bem mais poderoso e sombrio. É a tentativa de se libertar do experimento e do controle externo que faz de Convergente irresistível.
Os efeitos visuais são além de decentes. Realmente nos impressionam e nos convencem. Bem arquitetados! A rejeição do público talvez tenha vindo devido a uma espécie de sentimento frustrante quanto ao que acontece fora dos muros, já que passamos tanto tempo esperando e a espera parece não ter valido a pena. Talvez nos surpreendêssemos com o que viria depois, mas essa rejeição literalmente anulou qualquer possibilidade de continuação. Nos resta, agora, ir para os livros e nos contentar com isso.
Resumindo, Convergente é um filme instigante, que oferece soluções criativas para seus conflitos elementares e que desafia as expectativas mais básicas. E nada poderia revelar mais a sagacidade da história do que quando, no primeiro ato, somos apresentados as motivações dos protagonistas. Eles simplesmente querem sair de Chicago. E estão dispostos a tudo para pular o muro e descobrir o que tem lá fora. “Eu tô olhando, mas eu não vejo o que você vê”, Quatro tentando decifrar o mundo além dos muros. “Talvez, quando estiver bem diante de você, você verá”. E essa jornada, apesar de interrompida, mostra que eles conseguem. Eles se superam. E se tornam capazes de lutar contra todas as ameaças que vem do desconhecido.
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