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Anna é uma garota com dificuldades de expressar emoções, que é enviada para o campo por sua mãe adotiva após sofrer crises de asma. Os Oiwa a acolhem em sua casa. Anna fica obecada por uma mansão abandonada e, mais do que por essa, pela garota que lá vive ou viveu, Marnie.
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S
spoiler:
ingelo tocante e extremamente sensível, gostei muito, parabéns aos idealizadores!!!
ingelo tocante e extremamente sensível, gostei muito, parabéns aos idealizadores!!!
Um dos melhores filmes do Studio Ghibli.
A fotografia e os efeitos sonoros são impecáveis, a história bem desenvolvida, cativante e com personagens carismático, um filme para ver com a família e amigos, lindo, carismático e emocionante, só digo isso.
Vale a pena assistir e recomendo muito.
A fotografia e os efeitos sonoros são impecáveis, a história bem desenvolvida, cativante e com personagens carismático, um filme para ver com a família e amigos, lindo, carismático e emocionante, só digo isso.
Vale a pena assistir e recomendo muito.
Muito bom esse anime do começo ao fim no tenho nem palavras para descrever assisti pela primeira vez uque esse anime fez eu pensa sobre a minha vida eu fico até com coração acelerado faz chorar cada detalha narrativa só assistindo pra entender mais repito nunca assisti um um anime assim q fizesse eu quere volta assisti mais umas 8 vezes seguidas esse anime merecia uma continuação parecida só com as filhas ou netas dessa garota ou conta a história marnie antes no passado tinha que ter seria o melhor de todos os tempos dizem primeira experiência é a que fica eu se pudesse já tava sendo feita uma continuação.
As Memórias de Marnie (Omoide no Marnie), dirigido por Hiromasa Yonebayashi e produzido pelo Studio Ghibli, é uma animação profundamente melancólica e delicada. À primeira vista, a história parece simples: Anna, uma garota introspectiva e solitária, passa as férias de verão em uma cidade litorânea onde conhece Marnie, uma enigmática garota loira com quem desenvolve uma conexão íntima. No entanto, à medida que a narrativa se desdobra, o filme revela-se uma meditação filosófica sobre memória, identidade e cura emocional.
Desde o primeiro momento, somos levados para o mundo interior de Anna, uma jovem que se vê isolada não apenas dos outros, mas de si mesma. Anna não sente que pertence a lugar nenhum, vivendo à sombra de suas inseguranças e do vazio emocional que a persegue. O mar, com seu horizonte infinito e sua presença constante, torna-se um símbolo recorrente no filme, espelhando a imensidão de sua solidão. Como uma maré que vai e vem, Anna é levada pelas ondas de seus próprios sentimentos de inadequação e perda. O filme, assim, mergulha fundo nas águas da introspecção, navegando entre o presente e o passado, entre o real e o imaginário.
A chegada de Anna à casa de campo, cercada por pântanos e mistérios, é o ponto de virada que introduz Marnie, uma figura etérea que aparece como uma personificação do afeto perdido. Marnie, ao contrário de Anna, é alegre, vibrante e cercada de mistério. A relação entre as duas personagens tem uma qualidade onírica, quase irreal, como se elas existissem em um espaço-tempo alternativo, onde o passado e o presente se fundem. A amizade entre elas, por mais terna que seja, carrega uma tristeza subjacente, uma sensação de algo inalcançável, como a tentativa de segurar a água nas mãos. É nessa relação ambígua, quase espiritual, que o filme encontra sua alma.
No coração de As Memórias de Marnie, há uma reflexão filosófica sobre o tempo e a memória. As fronteiras entre o real e o imaginário se desvanecem à medida que o filme revela, de maneira sutil e poética, que Marnie pode não ser apenas uma amiga, mas uma projeção das memórias e traumas enterrados de Anna. O passado, nesse sentido, é tanto uma prisão quanto uma chave. O reencontro de Anna com Marnie é, na verdade, um reencontro consigo mesma, com suas raízes e com a dor que ela tanto reprime. A memória, como nos ensina o filme, não é algo fixo, mas maleável, fluida, assim como as marés que cercam a casa de Marnie.
Há algo de profundamente melancólico na maneira como o filme lida com o trauma emocional e a busca por pertencimento. Anna, que nunca se sentiu verdadeiramente amada, descobre através de Marnie que o amor não desaparece, mas pode estar escondido, esquecido nas profundezas da alma. Marnie, por sua vez, simboliza a ponte entre o que foi perdido e o que pode ser recuperado. É um lembrete de que o amor e a aceitação, mesmo quando aparentemente ausentes, podem residir nos lugares mais obscuros da memória.
Visualmente, o filme é um poema animado. A natureza é retratada com uma suavidade quase mística: os campos, o mar, os reflexos na água, tudo é desenhado com uma precisão que ecoa o estado de espírito das personagens. A luz suave que permeia o cenário é, ao mesmo tempo, um contraste com a escuridão emocional que Anna enfrenta. O Studio Ghibli, mais uma vez, nos entrega um mundo visual que não é apenas belo, mas simbólico, onde cada detalhe parece vibrar com a mesma intensidade emocional das personagens.
À medida que nos aproximamos do fim, As Memórias de Marnie revela sua verdade mais profunda: o amor e a aceitação que Anna tanto buscava nunca estiveram fora de seu alcance. A revelação final – de que Marnie é, na verdade, uma figura ligada ao passado de Anna, uma avó que a amou profundamente – é ao mesmo tempo reconfortante e dolorosa. Reconfortante porque traz à tona o amor incondicional que sempre esteve lá; dolorosa porque nos lembra da inevitável passagem do tempo e da impossibilidade de reviver o passado. A jornada de Anna é, em última análise, uma jornada de autodescoberta, onde o amor perdido é reencontrado dentro de si mesma.
Em sua essência, As Memórias de Marnie é uma obra sobre cura. Mas essa cura não é imediata ou simples; é um processo delicado, feito de pequenos gestos, lembranças reconquistadas e uma aceitação gradual da própria identidade. O filme nos mostra que, mesmo nas profundezas da solidão, há sempre uma mão estendida, um eco de afeto esperando ser redescoberto. O luto, a dor e o vazio não desaparecem facilmente, mas podem ser transformados em força e compreensão.
No fim, o filme deixa uma sensação agridoce. Há beleza na tristeza, uma profundidade filosófica na maneira como o filme trata a memória como algo fluido, e uma melancolia suave que nos acompanha muito depois dos créditos finais. Mais do que uma história de amizade, é uma reflexão sobre a identidade, o pertencimento e a capacidade de encontrar a si mesmo nas profundezas de um passado esquecido.
Desde o primeiro momento, somos levados para o mundo interior de Anna, uma jovem que se vê isolada não apenas dos outros, mas de si mesma. Anna não sente que pertence a lugar nenhum, vivendo à sombra de suas inseguranças e do vazio emocional que a persegue. O mar, com seu horizonte infinito e sua presença constante, torna-se um símbolo recorrente no filme, espelhando a imensidão de sua solidão. Como uma maré que vai e vem, Anna é levada pelas ondas de seus próprios sentimentos de inadequação e perda. O filme, assim, mergulha fundo nas águas da introspecção, navegando entre o presente e o passado, entre o real e o imaginário.
A chegada de Anna à casa de campo, cercada por pântanos e mistérios, é o ponto de virada que introduz Marnie, uma figura etérea que aparece como uma personificação do afeto perdido. Marnie, ao contrário de Anna, é alegre, vibrante e cercada de mistério. A relação entre as duas personagens tem uma qualidade onírica, quase irreal, como se elas existissem em um espaço-tempo alternativo, onde o passado e o presente se fundem. A amizade entre elas, por mais terna que seja, carrega uma tristeza subjacente, uma sensação de algo inalcançável, como a tentativa de segurar a água nas mãos. É nessa relação ambígua, quase espiritual, que o filme encontra sua alma.
No coração de As Memórias de Marnie, há uma reflexão filosófica sobre o tempo e a memória. As fronteiras entre o real e o imaginário se desvanecem à medida que o filme revela, de maneira sutil e poética, que Marnie pode não ser apenas uma amiga, mas uma projeção das memórias e traumas enterrados de Anna. O passado, nesse sentido, é tanto uma prisão quanto uma chave. O reencontro de Anna com Marnie é, na verdade, um reencontro consigo mesma, com suas raízes e com a dor que ela tanto reprime. A memória, como nos ensina o filme, não é algo fixo, mas maleável, fluida, assim como as marés que cercam a casa de Marnie.
Há algo de profundamente melancólico na maneira como o filme lida com o trauma emocional e a busca por pertencimento. Anna, que nunca se sentiu verdadeiramente amada, descobre através de Marnie que o amor não desaparece, mas pode estar escondido, esquecido nas profundezas da alma. Marnie, por sua vez, simboliza a ponte entre o que foi perdido e o que pode ser recuperado. É um lembrete de que o amor e a aceitação, mesmo quando aparentemente ausentes, podem residir nos lugares mais obscuros da memória.
Visualmente, o filme é um poema animado. A natureza é retratada com uma suavidade quase mística: os campos, o mar, os reflexos na água, tudo é desenhado com uma precisão que ecoa o estado de espírito das personagens. A luz suave que permeia o cenário é, ao mesmo tempo, um contraste com a escuridão emocional que Anna enfrenta. O Studio Ghibli, mais uma vez, nos entrega um mundo visual que não é apenas belo, mas simbólico, onde cada detalhe parece vibrar com a mesma intensidade emocional das personagens.
À medida que nos aproximamos do fim, As Memórias de Marnie revela sua verdade mais profunda: o amor e a aceitação que Anna tanto buscava nunca estiveram fora de seu alcance. A revelação final – de que Marnie é, na verdade, uma figura ligada ao passado de Anna, uma avó que a amou profundamente – é ao mesmo tempo reconfortante e dolorosa. Reconfortante porque traz à tona o amor incondicional que sempre esteve lá; dolorosa porque nos lembra da inevitável passagem do tempo e da impossibilidade de reviver o passado. A jornada de Anna é, em última análise, uma jornada de autodescoberta, onde o amor perdido é reencontrado dentro de si mesma.
Em sua essência, As Memórias de Marnie é uma obra sobre cura. Mas essa cura não é imediata ou simples; é um processo delicado, feito de pequenos gestos, lembranças reconquistadas e uma aceitação gradual da própria identidade. O filme nos mostra que, mesmo nas profundezas da solidão, há sempre uma mão estendida, um eco de afeto esperando ser redescoberto. O luto, a dor e o vazio não desaparecem facilmente, mas podem ser transformados em força e compreensão.
No fim, o filme deixa uma sensação agridoce. Há beleza na tristeza, uma profundidade filosófica na maneira como o filme trata a memória como algo fluido, e uma melancolia suave que nos acompanha muito depois dos créditos finais. Mais do que uma história de amizade, é uma reflexão sobre a identidade, o pertencimento e a capacidade de encontrar a si mesmo nas profundezas de um passado esquecido.
Como sempre ótimo filme animação ímpecavel do studio ghibli, trilha sonora nunca tem o que falar, o sentimento que o filme trás é fantastíco muita gente dá uma crítica no enredo como simples de enteder apenas algo fantasíoso mas como sempre não é algo simples e sempre tem algo mais profundo porem é dificil chegar em uma conclusão do que o filme realmente quer passar, claro que é sobre solidão/promessas etc o perdão de anna com marnie possa ser livre quando ela não "compriu" sua promessa de nunca deixar anna sozinha porem ela conseguiu comprir essa promessa mais tarde, o futuro o passado como são construidos e moldados de forma diferente, é incrivel porem muitas coisas simplesmente é dificil de entender, studio ghibli e seus filmes são obras-primas.
Eu entendo quem não curtiu muito esse filme ele é realmente um pouco lento e os personagens secundários são muito mal desenvolvidos e caricatos. Mais o tema do filme me toca muito e aquele final me chocou e me emocionou muito.
Gostei do filme, mas não parece que foi feito pelo Studio Ghibli. Claro, a animação é linda e a historinha é boa, toca em temas delicados com desenvoltura e têm mensagens tocantes e muito oportunas para essa geração. Mas falta algo, o filme brinca com diferentes subgêneros ao longo da narrativa, que vai ficando embaralhada até demais pro meu gosto. A trama começa interessante, mas depois vai virando um melodrama familiar, as coisas mais interessantes sobre os personagens nunca são exploradas devidamente, você fica com a sensação de estar assistindo dois filmes em um. No final, ficam na sua memória as belas imagens e uma ou outra mensagem construtiva, mas é impossível não sentir um desapontamento. Marnie é um bom filme que pode ajudar e acrescentar algo construtivo ao seu público alvo, eu só esperava um pouco mais do mesmo estúdio de Meu Amigo Totoro e Serviço de Entregas da Kiki. Ele têm a beleza e a profundidade temática características da casa do mestre Miyazaki, mas falta aquele misticismo e charme excêntrico da maioria dos trabalhos da produtora.
Estou tentando superar esse filme. Ele é oficialmente o meu preferido da Ghibli. Foi o filme em que eu mais chorei, a história é simplesmente a coisa mais amorosa do mundo!
Nossa eu simplesmente amei esse filme!!! É muito bom pra assistir em família ou sozinho. Principalmente para quem gosta de ANIMES. Mas nota 100000! O final é muito emocionante. SUPER RECOMENDO![sp
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