X-Men: Apocalipse
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4,1
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191 Críticas do usuário

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Augusto Baptista
Augusto Baptista

14 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de maio de 2016
Antes de tudo: ressaltar que diferente do habitual minha expectativa estava muito baixa para este filme, além de não ter visto praticamente nenhum material de divulgação anterior, prática que adotarei mais, devido à grata surpresa que tive...

Normalmente o terceiro filme de uma trilogia se sai como o pior ou mesmo consegue estragar dois sucessos anteriores, inclusive temos uma referência sobre isso no filme, aliás, referências é um dos pontos positivos, bem colocadas e sem exageros. Porém eis que a Fox surpreende e entrega um ótimo terceiro filme: a sequência introdutória já mostra um clima diferente dos anteriores e o nível de violência e a notável trilha sonora já dá uma amostra do que vem por aí. Aqui uma ressalva para a direção sonora, o filme manda muito bem neste quesito, especialmente a sequência egípcia inicial e as cenas do mestre do magnetismo como sempre.

Sobre as interpretações o esperado acontece com um time de atores de renome e já conhecidos por belos trabalhos, em especial Fassbender como Magneto, Mcavoy como Xavier, Lawrence como Mística, e claro, o Evans como Mercúrio. Alguns personagens infelizmente foram mal aproveitados, a exemplo da Psylocke, fielmente encarnada, mas com pouquíssimas palavras se reduzindo a belas participações nos momentos épicos assim como o anjo, porém deixaram margem para o futuro, outros estão absurdamente bons e presentes como Noturno que com facilidade faz a plateia se divertir e possui momentos chave no filme. Os vilões no geral estão bem, porém o mesmo ponto negativo deles se aplica aos novos mutantes apresentados, existe pouca introdução devido à quase inexistência de história pregressa deles, o mais criticado, e com razão seria o visual do Apocalipse, fica aqui o maior ponto negativo do filme, realmente seria um dos poucos casos que talvez o CGI funcionasse melhor, mas a grandeza do personagem e seu grande poder ajudam um pouco em construir uma moral de vilão e de verdadeira/real ameaça. Talvez se tivéssemos menos personagens e um maior desenvolvimento desses o resultado seria melhor.

As referências estão lá, o pessoal dos anos 80 e 90 vai se deleitar com algumas cenas e diálogos bem colocados e sem nada “forçado”, inclusive um fan service muito bem vindo de um dos maiores mutantes, uma homenagem a uma clássica HQs desse universo, os efeitos visuais estão em nível mediano, nada excepcional que não seja encontrado em outros filmes, as cenas de ação nos fazem prender o fôlego em alguns momentos, culminando numa sequência final arrasadora que levantou a sala que eu estava, o filme conta com um bom final, coisa rara hoje em dia e nos abre portas para a volta triunfal dos mutantes da Marvel, Bryan Singer e a Fox conseguiram uma bela trilogia aqui e a fecharam dignamente.

NOTA: 8.5 (Pelo ótimo fan service para quem é fã do carcaju!!)
Alex Costa
Alex Costa

9 seguidores 57 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de agosto de 2018
X-men Apocalipse é um bom filme, você consegue se divertir assistindo, porém eles contém alguns problemas que são: o vilão não é muito bem desenvolvido, você tem uma sensação durante o filme de que ele pode ser um excelente vilão, porém apenas fica fica na expectativa pois ele não consegue realmente mostrar a que veio, por muitas das vezes ele chega a ser caricato demais, e o roteiro é muito corrido no sentido de que os personagens ao qual o vilão recruta para lutar ao seu lado tem motivações para se juntar a ele muito mão elaboradas e toscas, o filme também exagera nas frases de efeitos.
No final das contas é um final que definitivamente poderia ter sido bem melhor do que ele é se tivesse tido um roteiro melhor elaborado e menos corrido.
Janaina S.
Janaina S.

8 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de junho de 2016
Gostei muito do filme.
Pra quem curte efeitos especiais e muita briga esse é o filme...
Amo todos da saga de x-men...
Ahh só senti falta de ver mais a atuação do Wolverine,mas foi muito bom.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 20 de abril de 2019
Depois de dois excelentes filmes que revitalizaram a franquia dos mutantes, Brian Singer resolveu botar tudo a perder adaptando uma história fraca que ninguém pediu nesse X-Men : Apocalipse. Trazendo um vilão mais desinteressante que um sermão de 2h de um padre italiano idoso falando em latim, o elenco jovem que volta dos filmes anteriores continua fazendo valer o tempo, ao menos. Infelizmente, não há muito o que aproveitar do resto. NOTA : 5.0 / 10
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2017
É um filme bom,porém com nada diferente do que a Marvel já fez o que decepciona um pouco, felizmente ainda tem cenas de ação muito boas na minha opinião.
Iago B.
Iago B.

70 seguidores 127 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de janeiro de 2017
O filme começa muito bem no Egito a cena de abertura e exelente da Boas explicações sobre o Apocalipse,mais logo depois já perde o ritmo pra contar a história e desenvolver alguns poucos personagens,todos os atores estão bem no filme fazen o que o roteiro pede,embora muitos não tenha tido desenvolvimento nenhum como a psylocke o anjo a jubileu até o fera,e queria ver mais deses personagens principalmente a psylocke e a jubileu.eu não gostei muito do Apocalipse nem do visual nem do personagem em si esperava mais dele,Alen da cena de abertura as cenas do mercúrio,wolverine e algumas partes do final são muito boas o filme tem partes bem violentas que ficaram bem legais,além do vilão oq também eu não gostei do filme foi que a mística Seja do bem e lídere os x-men o magneto que não se tornou um vilão de verdade e os x-men que quase não trabalhão em equipe,esse filme poderia ter sido muito melhor do que foi.nota-5,5/10
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O clássico problema da ótima direção não salvar um roteiro ruim. E, neste caso, o roteiro consegue construir a história mais fraca desde que "X-Men: O Filme" (do mesmo Bryan Singer, em 2000) deu à luz à série.
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de agosto de 2017
'X-Men: Apocalipse' é um filme denso e que coloca o desenvolvimento de seus personagens em primeiro plano, partindo para explorar o tema do símbolo e a da ideologia religiosa nesse vasto e colorido universo mutante, que parece cada vez mais interessante a cada filme.
anderson j
anderson j

302 seguidores 222 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de maio de 2018
Bryan Singer tornou-se obsoleto para esta franquia e a maior prova disto é X-men Apocalipse, seu pior filme nessa franquia. O filme tem erros de continuidade e furos de roteiro grosseiros, efeitos especiais já com cara de datados, um vilão medíocre com um designer ridículo , uma história pobre e o filme é bem mais longo do que precisava ser. Parece tudo reciclagem dos filmes anteriores, a mistica e suas crises existencialistas, o magneto nunca toma um lado concreto, o charles tá sempre preso ao passado, até as cenas de ação do filme são recicladas, pois sua melhor cena, com o Mércurio, nada mais é do que um copia e cola da cena do filme anterior ( Dias de um futuro esquecido), a cena do Wolverine é excelente e não faz o menor sentido. Pois pare pra pensar que este filme se passa 10 anos após o anterior, então Striker( ou mística, vai entender?!) manteve Logan preso por 10 anos, 10 anos preso, e ele só escapou porque Jean Grey abriu uma portinha pra ele sair??!! Esses erros gritantes não são de aturar, ao menos não para mim. O confronto final dos heróis tem alguns elementos até bacanas até então desconhecidos, como a batalha mental, mas tudo acaba sendo perdido, pois a maneira como tudo foi construído até chegar naquele momento é ruim e sem inspiração suficiente. o resultado acaba sendo frustrante e genérico. Se tenho que destacar algo positivo é a atuação de Michael Fassbender e a de James Mcavoy, porque os demais atores ou estão ruins, como no caso de Jennifer Lawrence, que aqui está INSUPORTÁVEL, ou estão apenas funcionais, como no caso de Sophie Turner. O problema de X-men Apocalipse não é apenas ser um filme fraco por levar em conta os inúmeros erros furos cronológicos e de roteiro e etc, o problema é que se você avalia este filme isoladamente, deixando cronologia e furos de lado, ele não melhora em absolutamente NADA.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de julho de 2016
Dirigido por Brian Singer, X-Men — Apocalipse fecha a trilogia Primeira Classe e, infelizmente, sofre da temível maldição do terceiro filme.

Apocalipse conta a história do mutante mais antigo da Terra, En Sabah Nur (Oscar Isaac), que, traído por seus discípulos, acaba sendo enterrado numa pirâmide por toda eternidade. É acordado, acidentalmente, milhares de anos depois, por Moira MacTaggert (Rose Byrne); Apocalipse, percebendo como o mundo mudou para pior, reúne seus quatro cavaleiros mutantes que têm o dever de defendê-lo e ajudá-lo na purificação do mundo: Psylock (Olivia Munn), Tempestade (Alexandra Shipp), Anjo (Bem Hardy) e Magneto (Michael Fassbender). Enquanto isso, do outro lado da história, os X-men não são mais uma equipe, mas quando o Professor Xavier (James McAvoy) é sequestrado Mística (Jennifer Lawrence) lidera um time de novos mutantes para tentar salvá-lo e ao mundo.

Dentre todos os filmes de super-herói lançados no ano até agora, X-men — Apocalipse, infelizmente, consegue ser um dos piores. Continua com o mesmo nível mediano, não surpreendendo em nenhum aspecto, e não saciando a fome do espectador por algo inovador. De erro, nesse longa, como qualquer um, há vários. A começar pelo fato que o longa bate na tecla de repetição — porém, dentre oito filmes na franquia, incluindo spin-off's, essa repetição, um dia, seria inevitável, e infelizmente ela cai nas costas do terceiro e último filme da trilogia que tem como objetivo prequel da trilogia original (2000-2007).

Toda essa repetição é claramente visível no roteiro fraco e nada impressionante da produção. Brian Singer (que já teve em mãos três longas da franquia), traz um filme com um assunto batido e nada inovador. O roteiro, de Simon Kinberg, trata-se simplesmente de uma típica batalha do bem contra o mal que pode levar a um inevitável fim do mundo. As cenas de ação, diferente dos filmes antecessores da franquia, que traziam assuntos políticos bem interessantes sobre diferenças sociais refletidas nos mutantes, ocupa mais espaço que uma história crível e concreta. À mercê de uma boa história, e com duas horas e vinte minutos de duração, Apocalipse chega a entediar.

Um outro ponto negativo — porém, de longe um dos piores — é o personagem de Michael Fassbender. Erik Lehnsherr pode ser um dos melhores personagens nessa trilogia, mas no seu último filme ele se deixa quebrar demais, dançando entre "bom" e "mal" a todo hora. Em contrapartida, as motivações para o personagem mudar seus princípios e sempre se voltar a ser o que evita ser, são razoáveis e condizem com a natureza do personagem, de modo que essa quebra de personagem não fique tão gritante.

Talvez o que incomode de fato além de história fraca que quase não sustenta o filme é a maquiagem de Apocalipse. Como performance, Oscar Isaac se faz um bom vilão, com uma voz estrondosa que exala o medo necessário. Por outro lado, se a voz do personagem é tão potente e poderosa, seu visual se prova ao contrário: visivelmente uma maquiagem tosca, Apocalipse parece uma berinjela murcha, ou até mesmo, realmente o vilão do primeiro filme dos Power Rangers, Ivan Ooze.

E por último aspecto negativo, se tem uma nova atmosfera que se mescla com o sombrio do filme, uma atmosfera herdada do recente sucesso de Deadpool: em alguns momentos piadinhas são soltas para aliviar o ambiente do filme e o espectador, algo que nunca se viu nos filmes anteriores. As piadas são soltas em momentos certos, uma delas chegando até a satirizar o próprio longa.

Agora, falando de aspectos positivos, o filme se prova um bom entretenimento. A química dos personagens, principalmente de McAvoy e Fassbender, é perfeita. Como sendo um filme com uma grande gama de personagens, alguns ficam, consequentemente, mal desenvolvidos, servindo apenas para preencher espaço, mas não há como amar um Ciclope finalmente na liderança, feito por Tye Sheridan, e o humor atrapalhão do novo Noturno (Kodi Smit-McPhee).

Alguns fãs ávidos de quadrinho — como sempre — podem reclamar da personagem Mística e seu destaque no filme, devido ao estrelismo da atriz e o público que atrai, contudo, assim como em Dias de Um Futuro Esquecido (2014), esse destaque é viável e faz certo sentido, se bem analisá-lo. O Professor Xavier some misteriosamente da mansão. A quem você entrega a liderança, tendo Mística, uma mutante adulta, e um grupo de adolescentes que nunca entrou em confronto?

O roteiro, mesmo sendo fraco, consegue aproveitar de si mesmo. Brian Singer pega um vilão que não tem trama ligado ao político, um vilão que se enxerga como deus, e traz para a proposta do filme apenas, literalmente, um apocalipse. O filme poderia ser apenas uma produção de catástrofes, mas aqui e ali percebe-se um bom entrosamento entre os X-men, e o tema político, mesmo que pequeno, faz sua aparição.

Mercúrio (Evan Peters), agora um X-men, tem mais uma cena a la Dias de Um Futuro Esquecido; contudo, o som dessa vez é Sweet Dreams, mas, mesmo assim, a cena se torna tão épica quanto a anterior.

Como atuação, McAvoy, Isaac e Fassbender jorram todo o seu talento nesse longa. Jennifer Lawrence continua com o mesmo nível de atuação dos anteriores, e, agora com um acréscimo a mais na personagem Mística, com um espírito de liderança a lá Katniss Everden, a atriz se sente mais confortável no papel. Quanto ao demais elenco, os atores se comportam bem diante da câmera e atuam de acordo com o filme. Todavia, se tratando de atuação, o que merece mais atenção nesse filme é Sophie Turner, que faz uma jovem Jean Grey. Saindo totalmente da personagem boba e menininha que costuma fazer em Game of Thrones (Sansa Stark), Turner faz uma personagem bad-ass, determinada e que tem uma das cenas mais emocionantes e incríveis do filme.

Apesar de não ser tão bom quanto os seus antecessores, X-Men — Apocalipse, oferece bom entretenimento. Talvez os fãs aprovem mais o filme, por uma pequena quantidade de fan-servie que consegue saciar a fome. O filme finaliza a trilogia Primeira Classe e cumpre com um dos objetivos dos produtores e de Singer: tirar da cronologia os horrorosos Confronto Final (2006) e Origens: Wolverine (2009).

Nota: 7,6/10
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