X-Men: Apocalipse
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4,1
6528 notas

191 Críticas do usuário

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Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de maio de 2016
Pouco estimado pelos fãs, acaba que a nova aventura em conjunto dos mutantes surpreende por seu equilíbrio entre o entretenimento e o drama levado a sério, motivando heróis e antagonistas, assim como reapresenta personagens de maneira mais satisfatória do que na trilogia anterior.
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de maio de 2016
Bom filme, dentro do universo dos personagens de X-Men, com boas cenas. Mas faltou um roteiro mais inteligente.
Victor M.
Victor M.

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de julho de 2016
Da nova trilogia o filme mais fraco, historia poderia ser muito melhor contada, infelizmente como SEMPRE todo desordenado e confuso na linha do tempo, muito foco na mística apenas pelo fato da Jennifer Lawrence fazer o papel da personagem, um final fraco, os cavaleiros do apocalipse não trazem ameaça, e magneto novamente - pela terceira vez seguida - spoiler: sai de vilão para mocinho
.
Jose Aprigio J.
Jose Aprigio J.

3 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de junho de 2016
O sexto e queira os Deuses que seja o último de Brian Como diretor. A cota dele já foi o suficiente, trouxe esse universo, mas agora ele não tem mais nada a acrescentar. O filme peca em momentos importantes, embora a nova Jean Gray seja um destaque, o vilao decepciona e simplesmente some do filme para aparecer de forma megalomaníaca no final!!!! Xavier e magneto são os braços e pernas do filme, mas nem só disso vive os X-men
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2017
O filme contém bons efeitos especiais. As são meio lentonas mas são boas. As do guerra civil são bem melhor. A história do filme é legal. O roteiros é até bom tirando algumas falas do vilão que são bem estranhas para alguém que na última vez que estava vivo era no Egito antigo. Agora as atuações deixam muito a desejar. E o noturno faz coisas além do que ele fala que faz. Pois ele diz que consegue se teletransportar para locais que ele já viu ou está vendo. Mas ele vai para locais que não está vendo ou já viu. O vilão é muito bom. O filme não tem nada de surpreendente, é mais do mesmo do X-men. O nível é um pouco mais baixo do que os anteriores mas não deixa de ser um filme gostoso de assistir e bom
João Marcos P.
João Marcos P.

20 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de junho de 2016
Oscar Isaac entrega o Apocalipse que eu esperava !
Me senti nos tempos de infância vendo Xmen Evolution no Bom dia e Cia .. kkkkk
Gostei bastante
Bruno Samuel S.
Bruno Samuel S.

12 seguidores 45 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de junho de 2016
Pense em um filme delícioso,pensou este é o filme,se vc não assistiu não perca tempo assistar,é revolucionario,muito bom!
Ezequiel H.
Ezequiel H.

14 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de maio de 2016
um filme bom de se ver, interessante ,podemos dizes q a fênix apareceu bem antes do que a tempestade fica mais velha
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de outubro de 2017
Após a consolidação da nova geração dos X-Men na franquia nos cinemas em Dias de Um Futuro Esquecido, temos aqui a primeira chance deste novo time de atores e personagens mostrar que sobrevivem sem seus interpretes originais, como Ian McKellen e Patrick Stewart. Devo dizer que está missão foi cumprida, e muito bem cumprida. Mas o novo longa de Bryan Singer, infelizmente, apresenta alguns problemas, que por pouco, não comprometeram toda a produção.

Com uma historia se passando dez anos após os eventos do último filme (agora em 1983, para ser mais exato), a trama foca em Charles Xavier (McAvoy), que já iniciou seu projeto de educar e dar apoio a jovens mutantes, afim de garantir sua inclusão na sociedade. Com Magneto (Fassbender) e Mística (Jennifer Lawrence) foragidos e tentando levar novas vidas, os problemas para os mutantes (e para toda humanidade) vem do vilão com um nome bem sugestivo: Apocalipse (Oscar Isaac), é, segundo a lenda, o primeiro de todos os mutantes, surgido na época do Egito antigo, onde foi traído e acabou sendo aprisionado por milhares de anos, até despertar e começar a tramar seu plano para dominar ou destruir a humanidade, que ele acredita ser impura e corrupta. Aliando-se a mutantes como Tempestade e Magneto, revoltado com os seres humanos, Apocalipse inicia seu plano, mas precisará enfrentar a equipe jovem e recém formada dos X-Men.

Mais uma vez, temos uma trama bem traçada, porém, o filme irá deslizar por outros fatores, em especial, com relação a algumas atuações, desenvolvimento de personagens e suas motivações, que nem sempre convencem. O principal problema vem justamente de alguém que era motivo de orgulho nos dois últimos filmes: Jennifer Lawrence. A oscarizada atriz de Jogos Vorazes talvez nos apresente sua atuação mais fraca em toda sua carreira. Motivos? Desmotivação? Falta de interesse no papel? Brigas nos bastidores? Exigências não atendidas? Não sabemos. Mas o que se vê é a sua personagem sendo focada na trama, às vezes, quase que sem necessidade, impedindo personagens mais interessantes de se destacarem (como Jean Grey e Scott, por exemplo). Fica evidente seu descontentamento até pelo fato de que ela aparece mais em sua forma humana do que com a real aparência da Mistica – com direito a um furo do roteiro em uma passagem mais próxima ao fim.

Se o roteiro de Simon Kinberg (mesmo do filme anterior) acerta com as motivações da ainda jovem Tempestade (Alexandra Shipp), que espelha sua vontade de não se esconder por ser uma mutante na fama de libertadora de Mistica, por exemplo, erra em demonstrar as motivações dos demais vilões, em especial do próprio Apocalypse de Oscar Isaac, que mesmo sob a convincente e contida atuação, deixa um pouco a desejar por muitas vezes não expressar em suas atitudes o ódio que nutre pela humanidade – especialmente quando se refere aos humanos como apenas seguidores de falsos deuses e, também, por sua maquiagem irregular, lembrando, em alguns momentos, algum vilão de Power Rangers... (?!) – mas, felizmente, a concepção visual de seus infinitos poderes (que misturam características de quase todos os outros mutantes) é ótima, em especial quando simplesmente “derrete” alguns de seus oponentes humanos; outro que se sai de uma forma que poderia ser melhor é o Magneto de Michael Fassbender, que só não chega a decepcionar pela genialidade na atuação do próprio Fassbender, capaz de transformar a falta de motivos mais convincentes de sua entrada para o time de Apocalypse em algo aceitável, através de uma interpretação viva e cheia de sangue nos olhos – é tocante o momento em que ele vê a morte de sua esposa e filha, transpassando a dor da perda e saltando brilhantemente para a fúria pelo grupo de policiais responsável pela fatalidade que acabou com sua recém formada família – o roteiro e a atuação garante que o sentido de Magneto odiar os homens apareça – e, de fato, compensa alguma falta de criatividade até nos diálogos de seu personagem a seguir.

Se o filme se atrapalha por essas concepções erradas de alguns personagens no roteiro e atuações fora de foco, o mesmo não pode ser dito do restante: é inegável a habilidade de Singer em dar ritmo a historia e compor momentos expressivos, apoiados pela bela montagem e trilha-sonora de John Ottman (sim, o cara edita e faz a música da produção), seja para trabalhar com momentos mais emocionais, como a primeira aparição dos poderes de Scott/Ciclope (Tye Sheridan) em uma escola, ou na primeira e bela aparição da ainda adolescente Jean Grey (Sophie Turner, talvez o maior destaque do filme, bela atuação, em especial quando sua personagem precisa lidar com a importância e peso de seus poderes com as pessoas próximas a ela), seja também, é claro, para as cenas de ação, onde seu domínio nos enquadramentos deixa bem claro para o espectador tudo que é visto entrando e saindo da tela (alias, nem percam tempo vendo o 3D, se o cinema lhe der essa opção), com um destaque para uma cena divertidíssima onde Mercúrio (Evan Peters, se destacando de novo e, desta vez, com uma interessante ligação com um outro personagem), faz uso do mesmo recurso utilizado em Dias de Um Futuro Esquecido, só que desta vez elevado a uma potência bem maior, onde ele precisa resgatar uma grande quantidade de personagens naquele tempo tão rápido que só ele mesmo consegue notar – isso ao som de Sweet Dreams, do Eurythmics – alias a ambientação nos anos 80 ficou ótima, dando um toque de diversão muito bacana a toda a produção. Vai mais um destaque para o retorno do romance entre Xavier e a agente Moira (Rose Byrne), onde os dois atores se expressam de forma tocante – com destaque para McAvoy, que realmente se entrega ao personagem e é digno de elogios justamente pelo fato de apenas com sua atuação captar o poder de Charles em sentir emoções de outras pessoas, por isso, é incontestável o talento do ator em demonstrar isso sem a ajuda de nenhum efeito especial.

Enfrentando problemas com um desenrolar de motivações mal desenvolvidas em alguns personagens, X-Men: Apocalipse ainda é capaz de manter a nossa empolgação com este acerto da Fox com a serie de mutantes da Marvel – onde as palmas da platéia ao fim da sessão em que assisti o filme são mais do que merecidas. Com certeza 2016 é um ano onde os Nerds precisarão gastar muito dinheiro para conferir tanto filme de super-herói nos cinemas – e já digo que este X-Men é o melhor deles até agora.

*Tem cena pós crédito, sim...
Danny Sincerona
Danny Sincerona

45 seguidores 193 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2020
Não é nenhum segredo que eu sou fã dos filmes X-Men, desde a primeira vez que eu assisti não consegui largar mais. E quando o terceiro filme surgiu mostrando que não iria acabar como eu pensava eu fiquei super feliz. E obvio que assistindo a esse filme fez eu querer assistir mais.
Nesse filme En Sabah Nur deus dos mutantes, quer vingança da raça humana depois de ser traído por eles, destruindo tudo o que há na Terra para construir o seu império mutante .O filme é uma continuação do X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, passando alguns anos depois.
O filme já começa a nos atrair mostrando o deus dos mutantes e depois disso você não consegue se desgrudar da tela. E é impressionante porque são quase 2 horas e meia de filme e passa muito rápido, quando você vê já terminou.
Eu achei que teve muitos furos nos filmes quando nós temos uma sequencia. Eu já assisti todos e percebi falhas como o Noturno. Ele aparece nesse filme e luta ao lado da Jean e do Scott, mas no filme X2, é quando ele é encontrado e levado para a escola do Professor Chavier, fiquei completamente perdida nisso. Talvez seja outro Noturno? Outro ponto é que quando o Scott descobre sobre seus poderes ele vai imediatamente para a escola de mutantes, mas em X-Men Origens: Wolverine ele aparece preso em numa instituição aonde ele acaba fugindo. E mais é que o Wolverine aparece durante uns 5 minutos nesse filme e ele e a Jean tem uma certa ligação na cena, mas todos nos sabemos que eles se veêm pela primeira vez em X-Men, e não a menção alguma que eles se lembrem um do outro. O diretor deu um belo furo nessas partes, se é uma sequencia acredito que é para fazer sentido.
Nem por isso o filme deixa de ser bom ele é maravilhoso, e que cena foi aquela com o filho do Magneto, eu rachei foi super descontraída com a música Everybody's Looking For Something, eles acertaram em colocar essa cena.
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