X-Men: Apocalipse
Média
4,1
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191 Críticas do usuário

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Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de maio de 2016
Filme ágil, com muitos eventos simultâneos em diferentes países. Com o retorno de Ra ou Ré, que no passado influenciava negativamente os reis e sacerdotes no Egito, incentivando o uso da astúcia para aumento e conservação do poder, propagando o conceito falso da vida, fato pouco conhecido na história. A humanidade tem a oportunidade de conhecer seu ódio e desprezo contra os seres humanos. O filme junta os símbolos do Apocalipse ao lado da Grande Pirâmide do Egito, que na realidade também é uma profecia esculpida em pedra que mostra que a escolha de caminhos errados, fatalmente levará a humanidade a um beco sem saída. A arma de Ra é influenciar os seres humanos através do cérebro frontal. O pensamento é uma energia que atrai e é atraído pela igual espécie. Está é uma questão fundamental, mas o filme dá mais ênfase aos poderes fantasiosos dos heróis que desafiam as leis naturais da Criação, mostrando só de forma superficial o poder do pensamento e da força de vontade. As transformações no planeta estão em andamento, seja no clima, na instabilidade social e no aumento dos eventos catastróficos. São consequências da sintonização individual dos seres humanos, que está gerando condições inóspitas, e da forma de viver, que deveria estar voltada para o aprimoramento pessoal e melhora das condições gerais de vida para forjar um mundo de paz, beleza e progresso.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de maio de 2024
Filme: X-Men apocalipse @xmenofficial @universoxmen #xmen @xmen #xmenapocalipse Assistido: 1-5-24
Elenco: @jamesmcavoyrealdeal @mrfassbender @1jnnf @nicholashoult @sirpatstew @brevanpeters @sophiet @benhardy @oscarisaachourly @fullyrosebyrne @oliviamunn @lucastill @lanacondor @alexandrashipppp
Modelo: #herois #marvel #ficção #ação
Duração: 2h 24m Ano: 2016
Minha opinião: Temos aqui a cronologia 1- Origens: Wolverine (2009), 2- Primeira Classe (2011), Dias de um Futuro Esquecido (2014), Apocalipse (2016), Fênix Negra (2019), O Filme (2000), X-Men 2 (2003) e O Confronto Final (2006) e temos Wolverine Imortal (2013) e Logan (2017). E neste ano teremos Deadpool 3 (2024)com a volta de Wolverine. São 8 filmes X-Men e 2 Wolverine. O 4º desta fase inicial, aqui não temos tantos embates em questão politica, como foi em Prime Classe e Dias de um Futuro Esquecido, aqui tem um inimigo que é o 1º mutante da estória, e responsável por várias fases da estória humana que ocorreu o apocalipse e ele é o responsável. Onde para preservar sua vida e aumentar o seu poder, ele transfere, sua memoria para o novo corpo mutante. Assim adquirindo seus poderes e somados aos que ele já tem. E esta transferência é feita em sua pirâmide. Com um poder descomunal ele ficou enterrado nos escombros da pirâmide por séculos até retornar a vida e agora fazer oque sabe fazer, destruir a civilização e os sobreviverem, serem seus escravos. E assim começa recrutando, Tempestade, Psylocks, Anjo e Magneto. Magneto aqui tem uma participação forte no inicio do filme como protagonista, mas depois fica somente como coadjuvante. Sabemos da dor que ele tem pela forma que perdeu a mãe de ter sido torturado em Auschwitz nazistas e agora passará novamente por uma dor terrível, que é a perca de sua filha e esposa. Pois depois do que aconteceu em Washington ele se redimiu e foi a Polônia e vivendo como metalúrgico, mas foi descoberto e a policia mata sua esposa e filha, ai pela dor terrível, resolve se vingar dos humanos e neste momento aparece Apocalipse que recruta para sua equipe. Quando Apocalipse, conhece Xavier e seu poder, na hora ele deseja este poder que o permitiria toda a criatura da Terra. E assim ocorre os embates entre cada equipe, lembrando que aqui já tem a escola Xavier e tem vários novos alunos como Scott Cilope, Jean Grey e temos novamente Mercúrio, curioso que ele sabe que é filho de Magneto, mas não revela e também não tem a aparição de sua irmã Feiticeira Escarlate que faz do X-Men. Neste filme creio que o autor, diretor se perderam na estória, poderia ter sido outra estória, Pois colocar Apocalipse como inimigo lembrou do filme Múmia onde tem grandes poderes, mas trazer uma estória do Egito, tenta outras. Pois para a sequência da franquia não faz tanto sentido. Até que no confronto final, enquanto esta tendo uma batalha na mente de Xavier com Apocalipse, oque outra na forma física e quando os X-mens estão perdendo, do nada Magneto e Psylocke se vira contra Apocalipse e quem mata ele é Jean Grey, que ainda não tem a ordem cósmica, mas despertou a Fenix. Realmente esta mudança de lado tão repentino, ficou estranho. Enquanto no filme anterior valeu o elogio para os atores, aqui deixaram a desejar. E depois o inicio do filme ter focado em Magneto e depois esquece-lo, não fez muito sentido.
Roteiro e enredo poderia ter sido outra.
Vale apena assistir? Para quem é fã.
Nota: 6
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2016
X-Men Apocalypse é um filme com direção ok, sem nenhum destaque.
Elenco excelente, com destaque para o James McAvoy e Michael Fassbender.
A Mística tem muito tempo desnecessário de tela, somente por causa da Jennifer Lawrence. Os antagonistas tem um desenvolvimento quase nulo.
O filme é clichê e sem grandes destaques, mas diverte e conta uma história boa.
Pedro C.
Pedro C.

50 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de março de 2017
O filme é bom e interessante, conta com bons momentos. Há uma clara transição para os X-Men "como os conhecemos": Magneto como realmente um vilão, Prof. Xavier careca. Contudo, houve destaque demais (assim como em Dias de um Futuro Esquecido) para Jennifer Lawrence - destaque, ao meu ver, desnecessário, visto que há outros personagens mais interessantes em cena, também, e bem construídos (concordo com a crítica do AdoroCinema: vemos mais Jennifer Lawrence do que Mística em ação, e num claro intuito de abusar de sua "estrela ganhadora de Oscar"). Embora Lawrence faz um bom papel como Mística, de longe seu trabalho convence tanto quanto sua excelente performance como Katniss Everdeen, na saga Jogos Vorazes. Contudo, o ponto mais complicado do filme é o vilão. Concordo plenamente com a crítica do AdoroCinema. O vilão Apocalipse, pela dimensão que ele deveria ter (e que é explicada durante o filme), é extremamente mal caracterizado. Não faz nem um pouco de jus às imagens promocionais (teasers) do filme. Ele realmente parece um vilão bem mal construído de Power Rangers, um "vilãozinho" de seriado. Não assusta nem um pouco. Em realidade, não chega a ser uma falha técnica; porém, essa maquiagem dele está OK para um mutante comum; mas para uma entidade poderosa como ele, deveria ter havido muito melhor caracterização, até por parte da atuação do ator. Há tecnologia (houve) para poder ter construído um Apocalipse mais efetivo no seu intuito. Porém, como todo filme dos X-Men, vale a pena ver, é interessante, relembra nossa infância.
Vitor S.
Vitor S.

49 seguidores 64 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de maio de 2016
Um dos filmes mais incríveis que já vi , muitos criticaram por falta mais cenas de ação bom eu não vi isso teve varias menos que as da marvel mais o filme possui uma historia muito bem contada , personagens novos bem construidos no filmes e figurinos fieis as HQs , os efeitos especiais estão maravilhosos , destaco mais o personagem Arcanjo que esta muito bem trabalho e o ator fez um ótimo papel , a personagem psylocke tbm esta exuberante seu uniforme estava bem fiel eu diria quase igual aos quadrinhos , o tema que o vilão traz é interessante não irei me prolonga porque para mais detalhes eu teria que dá spoiler e eu não pretendo fazer isso , mais afirmo um dos melhores filmes de 2016 é X-men: Apocalispe .
Eliseu C.
Eliseu C.

44 seguidores 82 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de maio de 2016
X-Men: Apocalipse não é um desastre total. Ele só fica muito aquém do que poderia ter sido.

O longa tem cenas de ação emocionantes, fanservice na medida certa e reapresenta personagens como Scott Summers (Tye Sheridan) e Jean Grey (Sophie Turner) de uma maneira revigorada e muito mais interessante. A mudança no elenco também ajudou bastante
Excelente filme eu recomendo.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de junho de 2016
As inquietações de Xavier e Magneto sustentam o filme, que desperdiça vilão. Depois de tantos personagens ‘do bem’ brigando entre si nos cinemas nos últimos meses, chegou a hora de deixarmos um pouco de lado a tão requisitada pergunta “De que lado você está?” e voltarmos nossas atenções para a velha fórmula dos mocinhos unidos contra um mal maior, em X-Men: Apocalipse, embora este novo longa também apresente confrontos entre heróis, mas em uma escala de importância pífia. Quanto ao vilão, depois de ter causado tanta expectativa desde que foi visto na cena pós-créditos do empolgante X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, é tremendamente decepcionante constatar que ele se mostre tão insosso, não fazendo jus ao fato de seu nome ter sido acrescentado ao título do filme sugerindo um ‘perigo transcendental sem precedentes’.
En Sabah Nur, também conhecido como Apocalipse, supostamente seria o primeiro mutante do planeta. Na belíssima introdução do longa, embalada por imponentes corais épicos compostos pelo (ótimo) John Ottman, vemos pirâmides que foram erguidas sobre o deserto do Egito a serviço do referido ser, que se intitula um deus, e é tratado como tal pelo seu povo. Mas sempre que há devoção cega a um governante tirano, também se levanta uma resistência. Assim, algo dá errado nos planos do vilão, o que resulta em sua hibernação por eras... até ser despertado no ano de 1983 e decidir que este novo mundo precisa ser ‘purificado’ e governado por ele. Começa, então, sua escalação para aqueles que serão os Quatro Cavaleiros do Apocalipse: Tempestade (Alexandra Shipp), Anjo (Ben Hardy), Psylocke (Olivia Munn) e... Magneto (Michael Fassbender). Enquanto isso, os caminhos de Mística (Jennifer Lawrence), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evan Peters) os levarão ao Professor Xavier (James McAvoy) que acaba de receber em sua escola um novo recruta, Scott Summers, o futuro Ciclope (Tye Sheridan). Caberá a eles, juntamente com a também novata Jean Grey (Sophie Turner, de Game of Thrones) e o Fera (Nicholas Hoult) deterem o mutante milenar, que se apresenta como uma ‘terrível’ ameaça.
A palavra ‘terrível’, utilizada para se referir ao antagonista, neste caso é no sentido mais terrível mesmo. Nas HQs, este personagem é um dos maiores vilões de toda a história dos X-Men, tendo sido responsável por sagas memoráveis. Isso só aumenta o desapontamento de vê-lo na tela de forma tão descaracterizada, beirando o ridículo, e com intenções tão infantilmente megalomaníacas, comprometendo de maneira drástica as grandiosas pretensões do filme. As atitudes do vilão lembram muito mais A Múmia que antagonizou com Brendan Fraser! Quanto a seu intérprete, Oscar Isaac, ele não pôde fazer muito com o figurino e a maquiagem pesada que lhe deram. É quase inacreditável que aquele tão carismático piloto da resistência rebelde visto em Star Wars – O Despertar da Força tenha sido interpretado pelo mesmo ator que ‘dá vida’ a esse mutante ancião que, como foi exaustivamente alardeado desde o surgimento de sua primeira foto, realmente se assemelha àqueles vilões de seriados japoneses que ficavam sempre nas suas bases secretas, assistindo aos combates de longe, e só apareciam em campo pra valer mesmo nas batalhas dos episódios finais. Se a Marvel Studios fez um irretocável Thanos digital, porque a Fox não poderia ter feito o mesmo com o Apocalipse?
Há ainda outro aspecto que incomoda, e é um problema crônico que ocorre desde o primeiro filme da série, lançado em 2000 e dirigido pelo mesmo Bryan Singer que, com este novo episódio, já soma quatro filmes da franquia “X” sobre seu comando. Personagens interessantíssimos das HQs, na transposição para o cinema, são reduzidos a meros coadjuvantes, quase figurantes. Isso tem ocorrido, por exemplo, com a Tempestade em todos os filmes anteriores em que apareceu. Agora o roteiro bem que tentou uma nova abordagem para ela, mas ainda não foi desta vez que convenceu... O maior descaso, contudo, fica por conta do tempo (que não foi dado) à Psylocke: apesar de seu visual sensacional, fidelíssimo aos quadrinhos, e de cenas de ação convincentes, ela praticamente entra muda e sai calada... Citando novamente a Marvel Studios, eles conseguiram fazer um filme com DOZE personagens principais, e TODOS foram desenvolvidos! Já a Fox optou por valorizar a face, literalmente, de Jennifer Lawrence (que se encontra no auge de seu merecido sucesso) ao dar-lhe nesta história um protagonismo desnecessário, aumentando descaradamente seu tempo em cena de ‘cara limpa’ e, em contrapartida, utilizando o rosto azul de sua personagem o mínimo possível.
Por falar em azul, o jovem Noturno constitui um interessante alívio cômico, mas nada que se compare ao Mercúrio, o velocista novamente vivido com extremo carisma por Evan Peters. Assim como aconteceu no longa anterior, suas cenas em supervelocidade/slow motion, desta vez ao som de Sweet Dreams, do Eurythmics, se sobressaem. É de longe o momento mais divertido do filme. Outra música da trilha sonora, bem como a cena que ilustra, merece menção: trata-se de uma impactante e ao mesmo tempo lírica sequência envolvendo ogivas nucleares, que se desenvolve enquanto ouvimos a dramática Sétima Sinfonia de Beethoven. A reconstituição da época em que a história se passa também é digna de elogios. E este parágrafo de qualidades do filme não poderia deixar de render aplausos à aparição ‘surpresa’ de Wolverine (Hugh Jackman, claro), para delírio ensandecido da plateia.
Ainda que X-Men Apocalipse se proponha a dar um (necessário) novo fôlego à série, com tantos personagens ‘debutantes’ sendo reintroduzidos, os maiores destaques vão mesmo para os ‘veteranos’ Xavier e Magneto. Este último, vivido com intensidade por Michael Fassbender, nos oferece as cenas mais dramáticas do filme, deixando outra comovente metáfora (seguindo o padrão da série) acerca do preconceito, da violência que gera violência, e da busca inútil por uma utópica e inexistente paz.
Tecnicamente, a pirotecnia do longa oferece o que se espera, mas um filme não é feito só de efeitos e, graças aos dois personagens acima citados, seus excelentes intérpretes, e seus arcos bem desenvolvidos pelo roteiro de Simon Kinberg, X-Men Apocalipse consegue proporcionar alguma emoção em meio a toda a catarse gerada por CGI. O tão badalado vilão? Ao sair da sala de projeção, você já terá se esquecido dele. Resta saber se o elenco estreante conseguirá segurar a onda daqui para frente nesta franquia que, afinal, tem se mostrado muito confusa, em busca de uma identidade própria que ainda não alcançou por completo. Não seria um bom momento para a Fox se espelhar um pouco mais nos moldes da Marvel Studios?
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de setembro de 2016
Cores Mutantes.

Já consolidada no cinema, a franquia dos X-Men tem rendido filmes interessantes pela discussão voltada ao preconceito, principalmente no que tange a participação dos mutantes como heróis e civis. Neste último exemplar, o conceito se mantém, se expandindo para um razoável tom dramático como abordado no filme anterior.

O primeiro mutante que se tem notícia é En Sabah Nur, também conhecido como Apocalipse (Oscar Isaac), ser este que ficou adormecido por séculos devido a ações humanas que questionavam sua existência. Ao ser acordado muito tempo depois, o mutante que se considera o deus de todos, busca pupilos para tomar conta do planeta e provar sua plena superioridade. Seus aliados diretos são Erik Lehnsherr / Magneto (Michael Fassbender), Betsy Braddock / Psylocke (Olivia Munn), Ororo Munroe / Tempestade (Alexandra Shipp) e Warren Worthington III / Anjo (Ben Hardy), mutantes estes que se sentem exclusos socialmente mas que encontram no vilão um alternativa para se mostrarem importantes a sua maneira.

Evidentemente que também temos um grande grupo de mutantes do lado bom para frear as articulações do azulado Apocalipse. Sendo mais uma vez liderados por Charles Xavier (James McAvoy), os mutantes a nos divertir são Mística (Jennifer Lawrence), Jean Grey (Sophie Turner), Hank McCoy (Nicholas Hoult), Mercúrio (Evan Peters), Scott Summers (Tye Sheridan) e Kurt Wagner (Kodi Smit-McPhee), grupo este que fará jus as suas habilidades para se antepor às maquinações do recém chegado vilão.

Apesar da variedade interessante de personagens e de um vilão cujas características soam presunçosamente implacáveis, temos um filme que deixa de lado aquilo que melhor sustentou a franquia em seu auge: os personagens. Apocalipse se foca por demais nas alegorias visuais, buscando criar situações gráficas através do CG em escala absurda, deixando a impressão que o filme foi feito quase em sua totalidade dentro de uma sala com fundo verde. Poderia até não ser problema se fosse bem funcional, como é o caso de 300, mas aqui quem tem momentos interessantes são apenas Xavier e Magneto, pois a vida de ambos mostra-se delicada por conta de suas aspirações e desejos pessoais bem distintos.

Decerto que temos bons momentos na produção, como o caso da presença de Mercúrio em uma das cenas mais divertidas do longa; ou mesmo a forma como Xavier busca a evolução física e mental de seus pupilos como uma consequência natural; e até a rápida aparição de Wolverine como a famigerada Arma X; todos eles são elementos que ajudam a manter a atenção voltada para a telinha, assim como o figurino que, apesar de bem colorido, deixa os personagens um pouco mais próximos de suas origens em HQ's.

Não que X-MEN - APOCALIPSE seja um filme ruim e descartável, longe disso, mas pensando em como Dias de Um Futuro Esquecido recomeçou a série de forma tão majestosa, acreditava-se que teríamos uma continuação a contento. Um vilão que mostra-se potencialmente indestrutível, mas que pouco apresenta em termos de desenvolvimento, acaba resultando no maior problema do filme. Espero tenha uma continuação melhor explorada, principalmente por algumas idéias que surgiram ao evoluir certos mutantes.
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de maio de 2016
X-Men Apocalipse
Apocalipse (Oscar Isaac) depois de despertar de centenas de anos soterrado em uma pirâmide começa recrutando alguns mutantes parar montar seu esquadrão para extinguir a vida humana e mutantes da terra, mas ele não contava com o professor Xavier ( James McAvoy) e os x-mens, os efeitos do filme impressiona acho que foi o melhor em efeitos 3D até agora, destaque do filme Mercúrio (Evan Peters) com seu carisma, poder e mais um cena épica onde usa sua super velocidade para salvar a escola de mutantes inteira, Noturno (Kodi Smit) se não fosse seus poderes não teriam chances alguma de lutarem contra o governo e nem contra os outros mutantes, Jean Grey (Sophie Turner) A fenix é invocada para salvar todos caiu como uma luva na personagem chama muito atenção de Scott (Tye Sheridan) e salva o Wolverine na única aparição dele no filme.
Zezué A.
Zezué A.

18 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de maio de 2016
Que filme foi esse, amigos?
A história foi vontade de uma maneira muito boa, ótima pegada!
A trama foi bem desenvolvida, trilha sonora bem feita!
A cena do mercúrio correndo, novamente muito boa e divertida!

Não tem o que reclamar. Talvez a única coisa que poderia ter sido um pouco mais desenvolvida fosse contar mais sobre Apocalypse, mas da mesma forma está ótimo!

Parabéns Fox !
Mas quem ganha somos nós, fãs.
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