Os Oito Odiados
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4,2
2997 notas

198 Críticas do usuário

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Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de janeiro de 2016
Aqui temos um intenso tiroteio verbal, que são em sua maioria os pontos altos do filme, claro que não faltam cenas de muito sangue jorrando na tela e cabeças explodindo aos tiros de pistola. Como pano de fundo temos o final da Guerra Civil e as questões do racismo americano. Porém o filme é muito longo, cansativo e chega dar sono em alguns momentos. Até a trilha sonora fraca deixou muito a desejar.
AndréL0pes
AndréL0pes

41 seguidores 104 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2017
Ótimo faroeste ao estilo Tarantino, muita violência com humor e ótimas atuações, podendo indicar 10 filmes ao Oscar na categoria melhor filme indicaram 8 e deixaram duas vagas livres, alguns são bem muito abaixo de The Hateful Eight, realmente não da pra entender como este filme não foi pelo menos indicado como um dos melhores filmes do ano de 2016.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de janeiro de 2016
"Na sequência de Django Livre Quentin Tarantino permanece no período do faroeste em seu novo filme, Os Oito Odiados. Como alerta ao espectador desavisado, este é um filme de Tarantino, então pode se preparar pra muita violência e sangue jorrando pela tela. Como em uma ilustração que está circulando (clique pra ver a imagem), a anatomia humana, na visão tarantinesca, é constituído só por pele e sangue." [Clique no link para ler o pitaco completo].
Diego S.
Diego S.

16 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2016
''Os Oito Odiados'' pode não ser melhor do que "Django Livre" ou "Bastardos Inglórios" ,mas ainda sim , ele mostra que Quentin Tarantino esta em ótima forma como diretor e contador de história.O filme tem quase três horas de duração e a maior parte dele se passa numa cabana.Mas o filme ,ainda sim, consegue ser divertido e bastante tenso prendendo a atenção do expectador.E isso se deve muito aos diálogos afiadíssimos(como de costume) e a interação dos personagens multidimensionais criados por Quentin. Há quem diga que os diálogos são expositivos demais e que deve-se construir o personagem através de ações e não de falas. Mas Tarantino quebra esse paradigma muito bem . Ele traz uma dinâmica muito boa para os oito personagens e uma história de fundo pra cada um. Com o passar do filme , mais e mais e características dessas personalidades são apresentadas.Criando uma grande empatia do público por esses.E as poucas cenas externas são lindas , o diretor de fotografia abusou da câmera de 70 mm pra criar planos abertos pra captar a linda paisagem .E fica claro que Quentin e o diretor de fotografia se divertiram criando ângulos e justaposições diferentes com as câmeras.Como ,por exemplo,a sequência de abertura que mostra a imagem de cristo coberto de neve através de um "crane shot" aumentando o plano cada vez mais e fazendo simbologias aos personagens mostrando como todos estariam condenados.E como marca registrada de Tarantino,o filme é contado de uma maneira não linear e dividido em capítulos.O banho de sangue começa mais tarde nesse filme quando vemos uma mesma cena numa perspectiva diferente.Nessa hora temos a primeira guinada do filme ,"plot line",quando as coisas começam a ter mais ação e uma narração do próprio diretor explicando o ocorrido. E mais pra o clímax, temos um "plot twist"(uma reviravolta inesperada) muito bem construída. E pra explicar tal ocorrido,o capitulo posterior é um flashback. Assim,as peças do filme vão sendo montada de uma maneira bem interessante. Ai, vem um grande banho de sangue. Mas dessa vez,a violência é mais contextualizada .Ela esta longe de ser uma violência gratuita. E serve como um retrato da América da época(conflito entre o norte abolicionista e sul escravista) e do racismo.E a música composta por Ennio Morricone é magistral, o que não é nenhuma surpresa tendo em vista que o mesmo compôs as trilhas de toda a "triologia dos dólares'',''cinema paradiso'' e ''era uma vez no oeste''.O filme tem um final surpreendente,e no final vemos o quanto que Tarantino dirige tão bem os atores e o visual do filme."Os Oito Odiados" pode não ser tão irreverente quanto "Pulp Fiction" ou tão redondo quanto "Bastardos Inglórios" .Mas ainda sim,tem tudo pra ser um dos melhores do ano.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Filme muito bom. A história Eh bem estilo Tarantino, longa, com banho de sangue, e com o enredo mais curto, não há necessidade de se pensar muito, pra se entender, rsrsrsrsrs. Mas o filme vale a pena, principalmente lógico pela atuação do Samuel el Jackson, Tim Roth e Jennifer Jason Leigh. Filme te prend do começo ao fim. Recomendo.
Paolo De Corleone
Paolo De Corleone

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2016
Quentin Tarantino é um diretor muito mal compreendido por críticas especializadas e pelos temas abordados em seus filmes. O perfeito "Django Livre" sofreu com algumas (não tantas) críticas negativas pelo fato de ser um filme ligeiramente racista, mesmo ele trazendo como seu personagem-título um protagonista de pele negra. "Hateful Eight", por sua vez, foi MUITO mais mal compreendido do que os filmes anteriores do diretor, e mesmo assim, ele continua trazendo personagens racistas e degradantes para suas obras. Mas parece que ninguém consegue captar a imersão de seus personagens no século XIX. Eles pensavam dessa maneira, refletiam dessa maneira. Mas, por incrível que pareça, as críticas negativas foram focadas em uma característica muito mais pessoal do diretor.

"Hateful Eight" (um título genial por si só, ao trazer uma analogia de tantos personagens na trama com o número cronológico de lançamento de seu filme, o oitavo criado pelo diretor), é um filme que, ao mesmo tempo que faz questão de trazer todas as características de outras obras do Tarantino, possuí uma atmosfera diferenciada de tudo que o diretor já criou. O filme todo se passa em praticamente dois cenários, e fazer disso um longa cativante e eletrizante de 3 horas, não é tarefa fácil. Mas Quentin Tarantino consegue, trazendo nessa bagagem 80 minutos seguidos completamente focados em uma de suas características mais memoráveis: spoiler: os diálogos
. E foi nisso que as críticas (e grande parte do público que não está acostumado com o trabalho do diretor), errou em analisar a obra. É um filme tão magnífico quanto qualquer outro criado por Tarantino, trazendo suas características essenciais, ao mesmo tempo que foca metade de filme em especificamente UMA delas.

O que é altamente visível no filme, mesmo para telespectadores menos acostumados em criticar obras cinematográficas, são as atuações. Tarantino usa as suas 3 horas de duração de maneira tão esplêndida, construindo arcos independentes e cenas dos famosos diálogos afiados, para cada um dos seus oito odiados. Começando com os três principais protagonistas: Kurt Russel, Jennifer Jason Leigh e Samuel L. Jackson. Russel é um personagem complexo ao extremo, ao mesmo tempo que consegue transmitir ser mais um dos tantos machistas de seu contexto histórico, é um personagem que eventualmente demonstra uma humanidade impressionante no papel. Jennifer Jason Leigh é uma verdadeira psicopata, uma "vilã" que transmite um certo nojo e angústia para o papel. A personagem inicialmente deveria ser da "queridinha" Jennifer Lawrence, que eu particularmente acho que estragaria o papel com seu método de atuação tão semelhante e desprovido de novidade. Mas, o melhor personagem da trama é Samuel L. Jackson... Esse homem PRECISA de uma indicação ao Oscar! Seu personagem é tão carismático e odiado ao mesmo tempo, que torna-se a figura mais aclamada na obra. O ator faz o melhor papel de sua carreira!

Todos os outros 5 odiados são magníficos em seus respectivos papéis. Tim Roth pra mim foi o personagem mais caricato do filme, e portanto me ganhou com sua atuação, ainda que pode ser evidente a sua inspiração no personagem de Hans Landa, interpretado por Christoph Waltz em "Bastardos Inglórios", também dirigido por Tarantino, e vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Walter Goggins pra mim foi a maior surpresa do filme, funcionando magistralmente como o alívio cômico da obra junto com Samuel L. Jackson. Demian Bichir capricha no sotaque de mexicano e faz o que seu papel exige. Bruce Dern é talvez o personagem menos usado em tela, mas acaba por ser igualmente memorável por sua importância em determinada cena da trama, que mostra o potencial de atuação da lenda cinematográfica que o ator é. E por fim, o macabro Michael Madsen, infelizmente na atuação mais "fraca" (ainda que nenhuma tenha sido ruim) do elenco de odiados. O personagem em si é muito interessante, mas o ator não necessariamente inova no seu método de atuação. Ainda assim, eu sempre digo que se fosse escolher um vilão para uma obra dirigida por mim, esse personagem seria interpretado por Michael Madsen. Eu simplesmente amo esse ator!

"Os Oito Odiados" é, na minha opinião, um dos filmes mais memoráveis do diretor em quesito também de trilha sonora. Ennio Morricone inclusive aproveita faixas criadas em outros filmes também compostos por ele (mas não usada nos longas específicos), como a "L'Ultima Diligenza di Red Rock", que originalmente seria usada no filme "Enigma de Outro Mundo", de 1983, também atuado por Kurt Russel e composto por Ennio Morricone. É uma breve curiosidade nerd!

Por fim, "Hateful Eight" é uma deleite para os fãs do diretor, mas infelizmente será um filme que muita gente interpretará da maneira errada ao tentar julgar sem conhecer o trabalho de Quentin Tarantino. Ele abusa nos spoiler: tempos parados de diálogos
, mas também trás a cota sanguinária de cenas graficamente chocantes, típicas do diretor. Pra mim, é um dos melhores trabalhos de Tarantino, tendo uma perfeição de atuação por parte de todo o elenco, uma narrativa paciente, porém recompensante e acima de tudo, MUITAS características típicas do diretor, ao mesmo tempo que trás uma atmosfera nova para sua carreira. E que carreira...
Joabe S.
Joabe S.

10 seguidores 21 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de março de 2016
Cansativo. Esperava mais ... monótono. Não achei nem um pouco interessante. Assisti pelo diretor e elenco, mas está bem abaixo do esperado, com certeza.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de março de 2016
Samuel L. Jackson, Kurt Russell, Tim Roth, Jennifer Jason Leigh e Channing Tatum, são alguns dos atores que compõe o último filme do diretor Quentin Tarantino.
A história se passa no velho oeste americano, num meio de uma nevasca, onde um grupo de pessoas ficam confinadas numa estalagem próxima a cidade Red Rocks, destino de todos.
Entre essas pessoas, dois caçadores de recompensa, (Kurt Russell e Samuel L. Jackson), a captura de um deles (Jennifer Jason Leigh, brilhante!), um mexicano, um ex general escravocrata, o novo prefeito da cidade, o cocheiro, um viajante de passagem e o profissional responsável por puxar a alavanca no enforcamento dos condenados a morte.
Mas se trata de um filme do Tarantino, cheios de surpresas e reviravoltas, e sangue, muito sangue, nunca óbvios e até menos que em seus últimos filmes. Aliás é até uma obra bem verborrágica, construída aos poucos, mas muito bem finalizada.
Curiosidade. O último filme do Tarantino é vendido como se fosse seu oitavo longa-metragem, porém segundo o site IMDB este seria seu décimo filme. Os outros são, Django Livre, Bastardos Inglórios, À Prova da Morte, Bill Bill: Volume 1 e Volume 2, Jackie Brown, Pulp Fiction, Cães de Aluguel e My Best Friend’s Bithday.
Outra Curiosidade. Indicado a 3 Oscar, Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Jason Leigh), Fotografia e Trilha Sonora. Ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.
Nota do público: 8.0 (IMDB)
Nota dos críticos: 75%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $53 milhões*
Mundo - $153 milhões*
* e contando
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2016
Não sou nenhum grande entendedor de Tarantino, mas achei sensacional. Filme engraçado e que te deixa suspeito o tempo todo, você não confia em nenhum dos personagens e esse sentimento de desconfiança carrega 2/3 do filme. (Dois terços que prenderam a minha total atenção mesmo que sem praticamente nenhuma ação, mérito de um roteiro bem escrito). Jennifer Jason Leigh tá impecável e a fotografia é maravilhosa, junto com o figurino. Vale a pena as quase 3 horas de filme.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de agosto de 2016
A melhor coisa de ter um projeto seu, é que você pode “dar-se” férias quando quiser e voltar também, quando bem entender e foda-se rs. E já voltando em grande estilo, porque 2016 promete com muitas noticias que jamais ousariam até os mais otimistas imaginar (Stallone concorrendo ao Oscar, Axl e Slash se reunindo novamente), vou fazer um reZenha sobre esta obra-prima contemporânea do cinema e a razão do qual os 8 Odiados, serão odiados única exclusivamente pelas feminazis.
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