Não recomendado para menos de 14 anos
Em Aracaju, Sergipe, um casal em crise busca um meio de esquentar a relação. Enquanto o malandro Caio (Bruno Pêgo) paquera outras mulheres, se dá conta de que não dá a devida atenção para a esposa, Sandra (Kika Farias). Ela, por sua vez, propõe outras alternativas para o namoro dentro do casamento: incluindo objetos sexuais e uma relação a três.
3,0
Legal
A Pelada
Masculino ou feminino
por Bruno Carmelo
Muitas comédias populares que chegaram aos cinemas brasileiros recentemente têm apostado nas piadas sobre estereótipos sociais, fazendo escárnio com a figura dos negros, gordos, gays, nordestinos, deficientes, homens machões, mulheres submissas etc. Na maioria dos casos, o humor se mostra preconceituoso, reforçando visões depreciativas. Mas quando se ataca esses filmes, a resposta costuma ser a vitimização: “Mas é só uma piada”, “Não é feito para ser levado a sério”, “Estão querendo impor o politicamente correto” etc. Diante do painel pouco encorajador das comédias populares, chega a ser um alívio assistir a um filme como A Pelada.
Não que a obra sergipana seja uma revolução no tratamento das minorias - longe disso. Mas o roteiro singelo consegue brincar com essas visões cristalizadas de homem e mulher de modo leve e respeitoso. Na história, Caio (Bruno Pêgo) tem fama de mulherengo, con
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1:39





Atraso no lançamento
Filmado nos primeiros meses de 2012.
Nacionalidades
Brasil,
Bélgica
Distribuidor
DOWNTOWN FILMES
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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