Logan
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4,6
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Otavio W.
Otavio W.

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4,0
Enviada em 4 de março de 2017
Hoje dia de ver mais um dos 'filmes do ano', que até surpreende bastante, ainda mais pelos vários trailers que não mostram o que o filme realmente é, algo muito mais bonito pra finalizar uma trilogia que não tava dando nada certo. O início do filme já mostra algo bem diferente dos outros filmes, algo que até foge um tanto do que os filmes de super heróis mostram, situações mais humanas dividem espaço com um personagem mais decadente, sentindo que ali seria seu último 'filme', algo interessante e compreensivo, desdo o começo o filme parece ser mais um drama do que uma aventura, ainda mais sendo um drama mais humano do que heroico. Com o decorrer, do tempo os poucos personagens são apresentados, alguns com mais profundidade pra mostrar o drama ao que o filme foca, outros parecem ter um pano de fundo bem fraco, parece não interessar muito e aqui mora o problema mais explícito do filme, o pano de fundo é bem fraco pra focar no que interessa, até mesmo as situações principais foram geradas de uma 'história' completamente absurda da forma que foi mostrada, muitas justificativas parecem não fazer nenhum sentido e outras são provadas de formas completamente irreais, apesar do drama mostrado no decorrer do filme ser muito bom e imersiva, o pano de fundo é bem falho e fraco. As cenas de ação e interpretação são um ótimo destaque no filme, personagens tem ótimas personalidades e conseguem atrair bem o espectador, do começo ao fim pode-se acompanhar uma verdadeira saga pra cada um deles, uma aventura emocionante tendo clímax para cada um deles, e não somente em uma cena, parece que cada um tem seu momento especial no filme, que chega a emocionar bastante em alguns casos. As lutas são bem feitas, bem melhores que nos filmes anteriores e mostram perspectivas diferentes nos personagens, cada um tem seu ritmo e seu instinto, algo que também agrada bastante. Algo que impressiona bastante, desde os trailers, é o nível de violência, algo que nos trailers se mostra bem forte, o filme consegue ainda dar mais intensidade, muitas cenas chega ao nível de parecer estar vem um Rambo 4 ou coisa do tipo, haja sangue e parte de corpos por aí. No geral, um filme bastante agradável, emocionante, imersivo, violento e que finaliza a trilogia duma forma que deveria ser os outros filmes, muita coisa agrada praticamente do começo ao fim, infelizmente o roteiro que dá base a história é fraco e mostra alguns fatos de modo bem irreal, que não tem muito a ver com o filme.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 3 de abril de 2017
Logan é com certeza um excelente filme de super herói que consegue se diferenciar de outros filmes de super heróis ,pois consegue ser uma história mais séria e competente,e não tão infantilizada e clichê.
O único porém para mim, é o excesso de violência que ás vezes poderia ser dispensado,fora isso o filme é excelente.
Iago B.
Iago B.

70 seguidores 127 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de março de 2017
Depois de um péssimo primeiro filme e um continuação meidiana o terceiro e último filme do wolverine vivido por Hugh jackman chegou pra compensar os seus antecessores,mt diferente do filmes de "super heróis" atuais o filme surpreende pela qualidade e pela mudança de gênero q sai do ação e aventura tradicional, e faz um drama de ação mt competente , o filme é depressivo, dramático e pessimista mas emociona, a história e exelente simples e bem contada os personagens simplismente incriveis com atuaçoes sensacionais
E um desfecho triste mas digno e como não falar da ação, visceral violenta q soube usar o pg 18 com sequências mt boas. Um ponto negativo pra min foi q poderia ter tirado um 15 min de filme fica meio arrastado as vezes. Mas o filme excelente digno de um filme do carcaju.nota-9/10
Alex FreireRP
Alex FreireRP

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de março de 2017
Excelente filme. Claras referências ao jogo The Last of Us. Um filme realmente maravilhoso, fugindo da cada vez mais batida apesar de divertida lógica dos filmes de ação de heróis. Bem humano, sem dúvida um dos melhores filmes dos X-Men.
Luccas Goulart
Luccas Goulart

51 seguidores 133 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de junho de 2019
Deslumbrante é triste a forma que é abordado este filme que nos involve completamente com um personagem quê todos nós amamos
André C.
André C.

21 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de junho de 2017
A ideia de mostrar Logan e o professor Xavier no fim da vida é muito boa. O lado psicológico, que mostra o que ele se tornou apos passar a vida rodeado de sofrimento também é legal.
Porém, os vilões e as batalhas estragam o filme. Vilão mais fraco que o Eduardo Cunha. Só tem uma mão bionica. As batalhas chegam a ser risíveis. Os soldados ficam com as armas apontadas e só disparam após serem golpeados. As crianças são criadas em cativeiro e se comportam com uma educação de Príncipes. A filha do Logan, é a única selvagem. Mas, no decorrer do filme se torna civilizada e sabe falar duas línguas.
Outra parte sem sentido é quando eles estão fugindo na estrada e param para ajudar a capturar cavalos. Apos capturados, ficam amigos da família e vão passar uma noite na casa deles comendo e dormindo. Imaginem alguém sendo perseguido por um exército que conta com um mutante capaz de farejar outros mutantes, parando pra bater um papo e fazer amigos.
Não consegui entender porque tanta empolgação com o filme. Não atendeu minhas expectativas.
Edinaldo Dias
Edinaldo Dias

3 seguidores 21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de março de 2017
Logan é um filme um pouco diferente do Wolverine que sempre víamos no cinema. Um pouco. Não foi a reinvenção da roda e nem esperasse que fosse. Assisti, gostei, e pronto. Não tive a vontade de rever, nem de comprar o blu-ray, nem nada disso. Mas ficar sem assistir Logan nunca. Espero que essa dicotomia doida sirva pra algo. Rs
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de outubro de 2017
Wolverine é, sem dúvida alguma, um dos personagens mais importantes e famosos da cultura pop. Talvez justamente pelo fato de sua personalidade difícil, estourada e, muitas vezes, pouco compreendida. Desde o primeiro filme da equipe mutante baseada nos quadrinhos da Marvel, o papel foi encarnado de forma brilhante por Hugh Jackman – cujas participações em todos os filmes do time foram excelentes – até mesmo suas pontas em First Class e em Apocalypse. Mas era triste constatar que em suas duas aventuras solo o resultado tenha sido tão medíocre - especialmente no primeiro, Origins. Logan merecia um filme a ser lembrado. E, finalmente, este filme chegou.

Voltando ao universo Marvel (da Fox, pelo menos), o diretor James Mangold – que dirigiu o mediano Wolverine – Imortal – assina também o roteiro, em parceria com Scott Frank e Michael Green, contando uma história de sua autoria – ou seja, estamos de diante de um projeto autoral, de fato. E isso é o que acaba tornando este Logan no que talvez seja o melhor filme de super-herói da década – pelo menos o mais impactante desde de Batman – O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan em 2008. Desenvolvendo uma trama com contornos muito íntimos com relação a seus três personagens principais – Logan, Professor Xavier e a menina Laura – este longa, definitivamente, se assemelha a um estudo de personagens – suas necessidades, desejos, tristezas, frustações, sonhos... tudo isso mesclado por uma estrutura típica de Road Movie, onde seus personagens cativantes embarcam em estradas para jornadas dentro de si mesmos, buscando um destino que parece difícil de alcançar.

A trama se passa no ano de 2029, anos após os eventos que foram vistos nos outros filmes – não pergunte qual deles, já que depois de Dias de um Futuro Esquecido a cronologia ficou confusa, conforme Deadpool confirma – os X-Men praticamente não existem mais. São como uma espécie de lendas – virando até historias em quadrinhos, de fato. Logan vive agora próximo à fronteira com o México, trabalhando como motorista particular para sustentar o Professor Xavier (Stewart), que está com mais de noventa anos de idade e sofre com problemas típicos do alzheimer, aparentemente. Vivem escondidos nas instalações de uma antiga fabrica abandonada no meio do deserto, onde são ajudados por outro mutante escondido, Caliban (Merchant) – que tentam manter o professor sob controle de remédios, para que possa não chamar a atenção com seus poderes psíquicos. Essa rotina triste e enfadonha para Logan, que também começa a demonstrar um desgaste físico – já que não se regenera de ferimentos tão rápido quanto antes – começa a mudar quando a enfermeira Gabriela (Rodriguez) pede ajuda a ele para tentar esconder a garotinha Laura (Keen), que está sendo perseguida pelos homens de uma organização que faz experiências de clonagem e mutação genética – o agente Pierce (Holbrook) ficará no encalço de Logan, junto de seu exercito.

Nas mãos de outro cineasta, está história seguiria apenas o tom comum de filmes de perseguição. Mas Mangold, com sua inspiração, transforma está história simples em algo profundo, violento (de verdade) e, ao mesmo tempo, encantador. O toque humano do diretor fica evidente por garantir ainda diálogos incrivelmente realistas e verdadeiros, sem ter vergonha de inserir diversos palavrões, dando ainda mais urgência em diversos momentos – especialmente quando lidamos com a relação absurdamente emocionante de Logan com o professor Xavier – que não soa tão obvia por lembrar uma relação de pai e filho, é claro, já que ambos estão em momentos difíceis de suas vidas – se é tocante constatar que com a brilhante atuação do magnífico Patrick Stewart o professor demonstra uma busca por uma felicidade que ele sabe que não alcançará, devido as circunstancias que se encontra, também notamos como o Logan de Jackman está, realmente, cansado – e não só fisicamente, é incrível a forma como o ator ressalta que está de saco cheio da vida – a forma áspera que ele trata todos a sua volta entra em contrapartida com o que já sabemos sobre a personalidade dele – ou seja, sabemos que Logan é uma boa pessoa que quer fugir dessa vida complicada, onde é obrigado a se esconder e lidar com o fato de que pessoas que ele ama sempre são afetadas por causa dele, mesmo que indiretamente – algo já passado nos outros filmes, mas neste aqui ganha uma proporção ainda mais severa.

Para deixar isso ainda mais evidente, o filme tem um trabalho de design de produção formidável: posso citar facilmente como exemplo o tanque de agua no qual o professor Xavier vive escondido – os furos no teto, onde a luz do sol passa e dão a impressão de serem estrelas, ressaltam a vontade dele de sair daquele lugar e poder ver o céu – uma belíssima composição, ajudada ainda mais pela direção de fotografia que busca sempre deixar em alta as cores amarelas e um cinza claro – dando a intenção de mostrar a situação quente e desconfortável e, ao mesmo tempo, triste pelas quais os personagens passam. O trabalho nas composições de imagens e angulações intimistas nas cenas de diálogos impressiona tanto quanto a bela noção de enquadramentos e cortes precisos para as cenas de ação – que impressionam por sua violência e força – mesmo não sendo em enormes quantidades – Mangold é hábil em embalar o ritmo de momentos dialogados e das cenas de perseguição – ele prepara o espectador para o combate, digamos assim, dando um caráter realmente realista para a ação – até mesmo a forma como apresenta a garotinha mutante Laura para o combate é absurdamente real – tamanha a violência e sangue que ela faz jorrar – as garras dela e de Logan nunca deceparam tantos membros assim antes – é quase a mesma coisa que imaginar Quentin Tarantino dirigindo um filme dos X-Men. Tudo apoiado pela boa trilha de Marco Beltrami – que alterna entre toques intimistas e uma sonoridade que lembra música mexicana e country com rock, em vários momentos, combinando para retratar a região desértica onde se passa a história.

Mas o alicerce central de Logan é a relação entre Jackman e a garotinha Dafne Keen, que, se a principio parece ser um tanto inexpressiva, vai logo demonstrar um calor humano e visceral tão marcante, que transforma sua atuação no maior destaque deste longa. Dafne, dona de um olhar devastador, que demonstra interesse e ódio por um mundo que ela pouco conhece – ela viveu dentro de laboratórios por muitos anos – torna-se o elo central dramático da história – trazendo em sua relação com Logan e Xavier graus elevados de emoção – e bem longe de ser apelativo, tudo com uma espontaneidade absurda – e atente para o momento onde ela assiste, com o professor, em um quarto de hotel, um trecho importante do clássico faroeste Os Brutos Também Amam - tal parte traz uma mensagem muito condizente com a condição que Logan vive – se conclui nas cenas finais.

A grande ameaça para Wolverine, desta vez, vem de personagens obscuros, de fato. Se o Pierce de Boyd Halbrook passa sua arrogância e frieza de tal maneira que irrita o espectador – propositalmente, é claro – o Dr. Rice de Richard E. Grant faz a função do famoso vilão “passivo agressivo”, especialmente quando trata de cuidar de um experimento que será, talvez, a maior ameaça que Logan já enfrentou. Merece destaque no elenco ainda as atuações de Stephan Merchant como Caliban, onde passa a lealdade por seus companheiros de uma maneira que culmina numa conclusão impactante, de fato. E a curta participação de Elizabeth Rodriguez como a enfermeira que ajudou Laura a escapar do laboratório também merece menção, dado o tratamento devastador que o cineasta passa com sua personagem.

Enfim, depois de tantos filmes, finalmente Wolverine e Hugh Jackman ganham um filme a altura – um trabalho visceral, poeticamente violento e emocionante – conforme a ultima e belíssima cena do longa comprova – trazendo uma delicadeza que soara reconfortante ao espectador que acompanhou está caminhada mais tortuosa pela qual Logan já passou.

Uma verdadeira obra-prima entre os filmes de super-heróis.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de março de 2017
O diretor e roteirista James Mangold apresenta um fechamento de personagem que soa estranho aos fãs da Marvel mais coloridos e menos afoitos com a dura realidade da vida: pessoas morrem nesses filmes.

Logan é o filme que nunca foi filmado sobre os X-Men, talvez pela falta de oportunidade de transformar o bonito discurso em defesa dos gays para um discurso não-tão-bonito em defesa dos imigrantes. Hoje Trump é o presidente da nação mais poderosa do planeta e há na cabeça atônita dos liberais americanos tons alegóricos políticos pálidos o suficiente para tratar dessa questão. Além disso, este é um filme que se passa no universo onde existem mutantes (assim como existem imigrantes), mas onde ninguém mais quer saber deles (assim como os imigrantes).
Danny Sincerona
Danny Sincerona

45 seguidores 193 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de agosto de 2020
Quando o filme começou eu pensei seriamente em desistir, por ser tão confuso. Eu não sabia em que ano eles estavam, o que estava se passando, nada e aquilo estava me deixando nos nervos, mas por ser tão fã dos filmes eu continuei (ainda bem).
Tenho que dizer que esses filmes dos X-Men conseguem deixar qualquer um louco com sua sequência de filmes que não tem nenhuma ligação. O que houve com o Charles? Até onde eu sei ele estava muito bem, em um futuro muito distante com os outros X-Men em Apocalipse. De repente chega Logan e... BAM... acaba com toda a sequência dos filmes.
Eu estava esperando me decepcionar muito com o filme, pelo que eu já tinha ouvido falar de outras pessoas. Que ele era bem diferente dos anteriores e até mesmo pelo começo do filme, sem anexo algum, mas acabei me surpreendendo muito, gostei bem mais que o segundo filme que eu achei uma grande bosta e até mesmo que o primeiro que eu gostei pra caramba.
Eu passei o filme inteiro com o coração na mão com medo de que aquelas crianças fossem pegas e ao mesmo tempo xingando muito elas por elas serem tolas por não unirem forças e lutarem. Poxa, eles são mutantes se eles unirem suas forças, nada pode para-los.
A parte que mais me decepcionou (fora o final) foi a parte que aquela família que o Logan ajuda e o Charles, morrem. Sério gente, porque vocês tinham que matar eles? Eles não tinham culpa de nada, eles simplesmente só foram parar no meio da história por um acaso. E o Charles, por que vocês tiveram que matar ele? Principalmente quando eu já estava sofrendo o filme inteiro por causa dele. Nunca irei me recuperar dessas cenas.
Uma coisa que eu achei super estranho é que, apesar do filme acontecer em 2029, não havia nenhuma evolução tecnológica, quando sabemos que o mundo nesse ano estará muito mais para frente do que se encontra agora. Acredito que o diretor pecou ao não usar de alguns artefatos.
O que eu não consigo aceitar de forma alguma é a morte do Logan. Sério, achei muito pesado gente, a Laura mau pode conhecer o pai. Não tenho nem palavras para descrever como me sinto.
Sera que teremos algum filme relacionado com a Laura em algum futuro? Eu acredito que ela merece contar a história dela e dos novos mutantes também. mas pelo que tudo indica isso não vai acontecer. Pois todos sabem que depois do filme tem umas surpresinha, ela sempre se encontra depois dos créditos, e no filme do Logan, não se encontrava nada.
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