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Gabriel Carrijo
1 seguidor
70 críticas
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3,0
Enviada em 3 de março de 2025
Precisamos estabelecer essa técnica aqui no Brasil , chega de dividir o povo entre direita e esquerda, chega de futebol e carnaval, chega de bagunça e desordem, apenas assim poderemos viver civilizados e em paz, dito isso , o local do filme precisa de mais segurança, cadê as câmeras nos quartos? Como deixam eles pegarem um trem na maior facilidade ? Filme é até legalzinho , e implementa uma ideia para o futuro da humanidade em que não será necessário humanos , pois os robôs estarão aí suprindo tudo , flwssss gadais 樂冷
Achei a trama repetitiva e pouco emocionante (bem a cara do filme mesmo) e senti sono durante o filme. Mas a história é interessante e o final chamou a atenção, por mostrar spoiler: como nossos sentimentos podem ser complexos o nos suficiente para corromper regras. No caso do filme, somente os afetados (que possuem sentimentos) têm a mínima capacidade de crítica e de trazer alguma diversidade àquela sociedade igualitária e monótona.
É um filme que apesar de conter pouca ação, cria tensão. No teatro da sociedade sem emoções, o romance, sendo pra eles crime, se torna algo desafiador e insano. O que nos leva a passar por grandes emoções durante o filme, é que também somos seres emotivos. Impossível não nos identificarmos com os personagens! Atuações fantásticas. O filme cumpre com sua proposta! Não poderia dizer que há uma mensagem central. Há várias, política, social etc. Excelente filme.
Filme super diferente, história muito bacana! Mas se vc ta procurando ação ou algo agitado, não serve. O filme explora mais um lado futurístico e a história de romance. Vale a pena assistir
É mesmo muito louco, criarem uma história em que amar outra pessoa seja visto como uma coisa ruim e mortal, quando tudo o que precisamos no mundo é de mais amor entre as pessoas. Mas de fato uma coisa é verdade: pessoas emocionais tendem a falhar muito mais que uma pessoa racional e é essa lógica que aplicam na história. Eu fiquei sem palavras com esse filme, uma ficção realmente interessante.
É uma história cativante, sem sombra de dúvidas o melhor filme, onde retrata as emoções que nós sentimos sempre, mais muitos não sabem lidar com essas emoções forte e acabam fazendo bobagens, temos medos de nos entrega em um sentimento avassalador, e quando isso acontece queremos lutar a favor disso tudo... Enfim, eu amei... Espero que tenha uma continuação!
Mais do mesmo. Futuro pós-guerra com sociedade amputada de emoções. Clichê por clichê, o mocinho se apaixona pela mocinha. Final concebido quase como uma garatuja de Romeu e Julieta...
O título original do filme Quando te Conheci, dirigido e co-escrito por Drake Doremus, faz referência aos equals, que são indivíduos pacíficos que habitam a Terra, no futuro, e cuja característica principal é a habilidade de não sentirem qualquer tipo de emoção. A rotina dos equals é regrada e se resume às atividades essenciais de um ser humano: acordar, se alimentar, trabalhar, ter um passatempo e descansar.
Apesar de viverem num ambiente extremamente controlado, os equals estão sujeitos, sim, ao sofrimento, na medida em que uma síndrome conhecida como S.O.S. faz com que os seres humanos experimentem sensações como cansaço extremo e aumento da sensibilidade. Quando te Conheci aborda justamente o encontro entre dois seres que possuem essa síndrome. Por meio de Silas (Nicholas Hoult) e Nia (Kristen Stewart) acompanhamos toda uma jornada de pessoas que, pela primeira vez, experimentam a possibilidade de estabelecer uma conexão verdadeira com alguém.
Quando te Conheci é um filme muito interessante, especialmente do ponto de vista visual. Preste atenção, principalmente, na direção de fotografia de John Guleserian, que começa como o mundo em que estas personagens estão inseridos, com tons mais puxados para o azul, representativo de mundo frio e hostil. Na medida em que a conexão entre Silas e Nia aumenta, vemos surgirem tons mais fortes, puxados para o laranja e o vermelho, como se o calor humano estivesse lutando para superar a frieza daquele mundo. São metáforas curiosas que ajudam a nos inserir dentro da atmosfera na qual o longa se passa.
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