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Thomas Jefferson
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133 críticas
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4,5
Enviada em 13 de abril de 2014
As vezes precisamos viver, sentir e apreciar certos tipos de produções. Mas apenas as dignas produções são aplaudidas no fim. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, representar a mais bela formar de viver um amor profundo e delicado. As cenas de Humor perplexas de alegrias, faz cada minuto do longa ser simpático. Apesar de ter cenas de puro drama em relação a Família do Léo, fora isso, o filme não se tornar chato ou clichê, mas apenas uma obra digna de aplausos longos. Tocante e excitante ao ponto de ser considerado uma obra extremamente erguida pela delicadeza. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, toca profundamente seu publico alvo, fazendo eles soluçarem, tornando o mundo lá fora um nada, importando-se apenas o que estar diante de seus olhos. A trilha sonora fez as cenas ficarem mais simples, mais profundas. Ela criou uma atmosfera melosa e resistente. Um roteiro lindo, fácil e elegante, preenchido por atores iniciantes talentosos. Diante de todo esse mundo, simples e delicado. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, passou por cima do preconceito, formou novas visões de amar, elaborou um novo conceito de vida, criou um mundo onde tudo é simples, assim como é muito simples amar. Não é preciso enxergar o amor, mas apenas sentir ele.
aborda a homossexualidade de forma sensível e natural e o processo de autodescoberta de Leonardo, explora também os desafios da adolescência e a busca por independência de um jovem com deficiência visual, o filme se destaca pela forma delicada que trata os temas evitando esteriótipos e clichês e sua abordagem sensível em temas importantes.
Um filme realizado de forma brilhante, com toda a delicadeza e o feeling exato para o primeiro beijo e a primeira paixão vividas nessa época. Sem estigmatizar o protagonista, mesmo esse se encontrando em minorias, seus problemas e aflições são generalizados e típicos de qualquer jovem dessa idade. É um roteiro bonito e bem desenvolvido.
Adoro filmes adolescentes, temos aqui uma produção nacional, levantando temas significantes, achei bem singela essa abordagem, de um adolescente, se auto descobrindo na vida, mesmo com a sua deficiência, ele encara a vida como ela é! Aqui vemos a nossa fragilidade, quando somos bem jovens, e temos que aprender com as diversidades da vida, e também aonde iniciamos as melhores descobertas e aprendizado com o tempo.
Hoje eu quero voltar sozinho é um filme nacional que foi dirigido e roteirizado por Daniel Ribeiro. Na trama, acompanhamos Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente com deficiência visual, que tenta lhe dar com seus pais superprotetores. Ao mesmo tempo que na escola possui a sua melhor amiga Giovana (Tesse Amorim), com que sempre está ajudando Leonardo. Tudo começa a mudar quando um aluno novo chega na sala de Leonardo: Gabriel (Fábio Audi). Essa inesperada chegada faz com que Leonardo descubra mais de si. Após o sucesso com o seu curta (com os mesmos 3 atores) de 17 minutos, Daniel resolve estender para um longa deixando as mesmas premissas, apenas acrescentando outras relações com os pais e colegas da escola. O longa deu explorar melhor a descoberta da sexualidade de Leonardo. O roteiro trabalha bem essa questão da descoberta da sexualidade e amplia isso ao colocar na pele de um adolescente que está naturalmente pressionado pelos dilemas de escolhas de sua idade. Alinhado a isso, ainda temos a sua deficiência, que é motivo de bullying dentro da escola. Daniel buscou evitar qualquer tipo de estereótipo decidindo buscar mostrar o dia a dia do personagem principal. Com a chegada de Gabriel, aos poucos, a narrativa vai fazendo Leonardo sair de sua zona de conforto. No geral é um filme sobre amor, mas e forma muito sutil. Talvez por carrega essa visão extremamente romântica possa frustrar parte do publico que procure algo mais profundo sobre o principal tema do filme.
Um filme delicado, leve, simples e muito bonito. Trata-se simplesmente do amor e suas facetas, que podem acontecer mesmo quando não se enxerga com os olhos carnais, mas com a visão da alma. Desenvolto e cativante. Confiram!
Não recomendado para menores de 12 anos. Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.
Quem busca um filme leve, bonito e extremamente bem realizado certamente não se decepcionará com esse filme brasileiro, que já chegou ao circuito com muitos elogios, e inclusive um importante prêmio internacional no Festival de Berlim. A história é bastante similar ao do curta de 2010 intitulado “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, só que obviamente por se tratar de um longa, agora o filme traz novas situações, novos personagens e muito mais complexidade. Trata-se da história de Léo (Guilherme Lobo, ótimo), um jovem adolescente cego que tem uma amizade de infância com Gi (Tess Amorim) e se apaixona por Gabriel (Fábio Audi), um jovem recém-chegado a São Paulo e novo colega de turma. Daí, vários assuntos bem interessantes são lançados na tela, desde a descoberta da sexualidade do jovem cego, como da superproteção da família, o bullying sofrido no colégio devido à sua deficiência visual e por aí vai. Enquanto o curta focava nesses três personagens principais, o longa já se mostra muito mais amplo, com novos personagens e aprofundamento narrativo. É fácil se identificar e simpatizar com os personagens centrais. Os dilemas são bastante comuns a qualquer pessoa que já passou pela adolescência, pois não dialoga somente em relação à homossexualidade ou a deficiência visual do protagonista, mas também fala de aceitação, medos juvenis, superproteção e laços de amizade. Embora o filme peque por tratar seus assuntos com ingenuidade exagerada, o que causa certa artificialidade para os dias atuais, são inegáveis suas qualidades técnicas e narrativas, além da ótima trilha sonora. Nós torcemos pelos personagens e ao final da exibição fica aquela sensação de leveza causada pela bela mensagem que ele carrega. Trata-se de um filme muito sensível, bonito e bem construído. Daqueles filmes que mostram que o amor sem preconceito é possível e causa uma tremenda sensação de bem estar. Vale muito a pena!
Muito bom... Não fala apenas de homossexualismo, mas também da luta de um deficiente visual na fase da adolescência, descobrindo a sexualidade. Mas de uma forma leve, sem ser apelativo, sem palavrões, sem ser vulgar!!! Adorei. O filme retrata muito bem o que faz parte da realidade de muitos jovens, interessante para quem é homossexual ou não, assistir. Acho que todos tem o direito de serem felizes, todos somos iguais, inclusive deficientes de diversos tipos, todos somos humanos. Sim, o filme não é para todos realmente. Mas é um lindo filme, com ótimo final. Parabéns a toda a equipe. Não esperava que fosse ser tão especial (esperava que fosse mais parado). Foi difícil achar um cinema infelizmente, mas valeu a pena, abaixo ao preconceito e as dificuldades do dia a dia, imagino como deve ser difícil ser deficiente e passar tanta coisa na vida. Cinema lotado com aplausos no final!
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