Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
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4,4
2123 notas

196 Críticas do usuário

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Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de abril de 2014
As vezes precisamos viver, sentir e apreciar certos tipos de produções. Mas apenas as dignas produções são aplaudidas no fim. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, representar a mais bela formar de viver um amor profundo e delicado. As cenas de Humor perplexas de alegrias, faz cada minuto do longa ser simpático. Apesar de ter cenas de puro drama em relação a Família do Léo, fora isso, o filme não se tornar chato ou clichê, mas apenas uma obra digna de aplausos longos. Tocante e excitante ao ponto de ser considerado uma obra extremamente erguida pela delicadeza. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, toca profundamente seu publico alvo, fazendo eles soluçarem, tornando o mundo lá fora um nada, importando-se apenas o que estar diante de seus olhos. A trilha sonora fez as cenas ficarem mais simples, mais profundas. Ela criou uma atmosfera melosa e resistente. Um roteiro lindo, fácil e elegante, preenchido por atores iniciantes talentosos. Diante de todo esse mundo, simples e delicado. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, passou por cima do preconceito, formou novas visões de amar, elaborou um novo conceito de vida, criou um mundo onde tudo é simples, assim como é muito simples amar. Não é preciso enxergar o amor, mas apenas sentir ele.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2025
aborda a homossexualidade de forma sensível e natural e o processo de autodescoberta de Leonardo, explora também os desafios da adolescência e a busca por independência de um jovem com deficiência visual, o filme se destaca pela forma delicada que trata os temas evitando esteriótipos e clichês e sua abordagem sensível em temas importantes.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de julho de 2017
Um filme realizado de forma brilhante, com toda a delicadeza e o feeling exato para o primeiro beijo e a primeira paixão vividas nessa época. Sem estigmatizar o protagonista, mesmo esse se encontrando em minorias, seus problemas e aflições são generalizados e típicos de qualquer jovem dessa idade. É um roteiro bonito e bem desenvolvido.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de junho de 2019
Adoro filmes adolescentes, temos aqui uma produção nacional, levantando temas significantes, achei bem singela essa abordagem, de um adolescente, se auto descobrindo na vida, mesmo com a sua deficiência, ele encara a vida como ela é! Aqui vemos a nossa fragilidade, quando somos bem jovens, e temos que aprender com as diversidades da vida, e também aonde iniciamos as melhores descobertas e aprendizado com o tempo.
#NetoUlrich
#NetoUlrich

58 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2018
gostei do filme... Tem uma pegada um pouco lenta no meio.

Mas a mensagem é maravilhosa. Quebrando preconceitos.

Vale a pena assistir.

O cinema brasileiro tem suas porcarias... Mas tbm tem suas obras de arte, como esse filme.

atuações convincentes.

#CinemaUlrich #FilmesUlrich2018
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de outubro de 2025
Hoje eu quero voltar sozinho é um filme nacional que foi dirigido e roteirizado por Daniel Ribeiro. Na trama, acompanhamos Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente com deficiência visual, que tenta lhe dar com seus pais superprotetores. Ao mesmo tempo que na escola possui a sua melhor amiga Giovana (Tesse Amorim), com que sempre está ajudando Leonardo. Tudo começa a mudar quando um aluno novo chega na sala de Leonardo: Gabriel (Fábio Audi). Essa inesperada chegada faz com que Leonardo descubra mais de si. Após o sucesso com o seu curta (com os mesmos 3 atores) de 17 minutos, Daniel resolve estender para um longa deixando as mesmas premissas, apenas acrescentando outras relações com os pais e colegas da escola. O longa deu explorar melhor a descoberta da sexualidade de Leonardo. O roteiro trabalha bem essa questão da descoberta da sexualidade e amplia isso ao colocar na pele de um adolescente que está naturalmente pressionado pelos dilemas de escolhas de sua idade. Alinhado a isso, ainda temos a sua deficiência, que é motivo de bullying dentro da escola. Daniel buscou evitar qualquer tipo de estereótipo decidindo buscar mostrar o dia a dia do personagem principal. Com a chegada de Gabriel, aos poucos, a narrativa vai fazendo Leonardo sair de sua zona de conforto. No geral é um filme sobre amor, mas e forma muito sutil. Talvez por carrega essa visão extremamente romântica possa frustrar parte do publico que procure algo mais profundo sobre o principal tema do filme.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de julho de 2015
O cinema nacional por vezes proporciona belos roteiros e não é diferente com esse. Bom trabalho do garoto protagonista.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de dezembro de 2016
Um filme delicado, leve, simples e muito bonito. Trata-se simplesmente do amor e suas facetas, que podem acontecer mesmo quando não se enxerga com os olhos carnais, mas com a visão da alma. Desenvolto e cativante. Confiram!

Não recomendado para menores de 12 anos.
Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de abril de 2014
Quem busca um filme leve, bonito e extremamente bem realizado certamente não se decepcionará com esse filme brasileiro, que já chegou ao circuito com muitos elogios, e inclusive um importante prêmio internacional no Festival de Berlim. A história é bastante similar ao do curta de 2010 intitulado “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, só que obviamente por se tratar de um longa, agora o filme traz novas situações, novos personagens e muito mais complexidade. Trata-se da história de Léo (Guilherme Lobo, ótimo), um jovem adolescente cego que tem uma amizade de infância com Gi (Tess Amorim) e se apaixona por Gabriel (Fábio Audi), um jovem recém-chegado a São Paulo e novo colega de turma. Daí, vários assuntos bem interessantes são lançados na tela, desde a descoberta da sexualidade do jovem cego, como da superproteção da família, o bullying sofrido no colégio devido à sua deficiência visual e por aí vai. Enquanto o curta focava nesses três personagens principais, o longa já se mostra muito mais amplo, com novos personagens e aprofundamento narrativo. É fácil se identificar e simpatizar com os personagens centrais. Os dilemas são bastante comuns a qualquer pessoa que já passou pela adolescência, pois não dialoga somente em relação à homossexualidade ou a deficiência visual do protagonista, mas também fala de aceitação, medos juvenis, superproteção e laços de amizade. Embora o filme peque por tratar seus assuntos com ingenuidade exagerada, o que causa certa artificialidade para os dias atuais, são inegáveis suas qualidades técnicas e narrativas, além da ótima trilha sonora. Nós torcemos pelos personagens e ao final da exibição fica aquela sensação de leveza causada pela bela mensagem que ele carrega. Trata-se de um filme muito sensível, bonito e bem construído. Daqueles filmes que mostram que o amor sem preconceito é possível e causa uma tremenda sensação de bem estar. Vale muito a pena!
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2014
Muito bom... Não fala apenas de homossexualismo, mas também da luta de um deficiente visual na fase da adolescência, descobrindo a sexualidade. Mas de uma forma leve, sem ser apelativo, sem palavrões, sem ser vulgar!!! Adorei. O filme retrata muito bem o que faz parte da realidade de muitos jovens, interessante para quem é homossexual ou não, assistir. Acho que todos tem o direito de serem felizes, todos somos iguais, inclusive deficientes de diversos tipos, todos somos humanos. Sim, o filme não é para todos realmente. Mas é um lindo filme, com ótimo final. Parabéns a toda a equipe. Não esperava que fosse ser tão especial (esperava que fosse mais parado). Foi difícil achar um cinema infelizmente, mas valeu a pena, abaixo ao preconceito e as dificuldades do dia a dia, imagino como deve ser difícil ser deficiente e passar tanta coisa na vida. Cinema lotado com aplausos no final!
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