'Hoje eu quero voltar sozinho' A historia sobre o adolescente cego Leonardo (Ghilherme Lobo) que se apaixona pelo seu colega de classe Gabriel (Fabio Audi) é uma ótima opção para aqueles adolescentes em duvidas é logo para aquelas pessoas que procuram se emocionar com uma bela narrativa de um belo romance. O romance que conta com um ótimo roteiro de Daniel Ribeiro e a belíssima direção de Daniel Ribeiro (II) deixa muitos espetaculadores felizes com o resultado. O universo cinematográfico LGBT no cinema brasileiro esteve tão bem nesse filme que impressiona que não tenha sido indicado ao oscar de melhor filme. As atuaçães de Ghilherme Lobo e Fabio Audi estiveram impressionantes, não se pode esquecer tambem de Tess Amorim que teve seus bons momentos. Sem ser uma historia clichês o filme consegue supreender seus expectativas e muito mais que foi pedido.
Excelente filme, me enche de orgulho saber que é brasileiro; o Brasil tá precisando de menos comédia chata e mais filmes nesse estilo. O filme é espetacular, as atuações são muito boas e convincentes, a maneira como o filme é construído de forma simples e expontânea é fantástico. O filme ele não fala apenas sobre o homossexualismo, ele fala sobre o amor, que mesmo o Léo sem nunca ter visto o Gabriel, conseguiu se apaixonar por ele, mostrando que o amor é muito mais que aparência! Ótimo filme, e a mensagem que ele passa é muito boa, uma pena que não consegui concorrer ao Oscar de filme estrangeiro, mas que mereceu, mereceu muito! Parabéns a todos os envolvidos!!
Todo o desenvolvimento da história é maravilhoso. Cada cena mais perfeita que a outra... E esse final? A-M-A-Z-I-N-G Se existe final adolescente hétero, vai ter com adolescente gay sim! Relacionamentos e descobertas fazem parte da adolescência <3
Filme sensível e delicado que retrata a descoberta do amor na adolescência por parte de Leonardo, um jovem cego que também se descobre homossexual. O filme poderia ser didático, mas não é; poderia ser "apelativo", mas não é; poderia ser piegas, mas não é...Incorrer em qualquer um destes vícios ou destes excessos, tanto por parte do texto, da direção quanto da interpretação dos jovens atores seria até esperado, dada a complexidade da situação retratada, nuançada pela extrema sensibilidade/docura do protagonista, que poderia muito bem ensejar a construção estereotipada de um personagem "frágil" ou até "afeminado". Não é o que acontece! Há uma construção respeitosa de pessoas de carne e ossos, retiradas da vida real, e que sabem muito bem "a dor e a delícia de ser o que é" (Caetano Veloso). Não falta nem mesmo a melhor amiga, visivelmente apaixonada por "Léo, e que fica enciumada quando percebe o espaço que Gabriel vai tomando em sua vida. Um filme para ser assistido por todos, desde crianças até idosos, em família e pelas várias famílias!
A suavidade desse filme é impressionante. Tratar ao mesmo tempo deficiência física e homossexualidade de uma forma tão branda e natural, sem apelar para dramas pesados é uma tarefa muito difícil. A naturalidade que os personagens se descobrem é gostoso de assistir.
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